Estava eu em um belo dia, sentada na recepção de onde trabalho e vejo um belo homem entrar pela porta, bem vestido mas não parecia um riquinho. Corrigi a postura e logo comecei a falar profissionalmente:
-Bem vindo a Celus Tech em que posso te ajudar?
O homem tirou os óculos escuros e disse:
-Bom dia moça, tenho uma reunião marcada com o Oscar, poderia avisar? Me chamo Vicente.
-Certo, um momento.
Fiz os trâmites de ligação e a entrada foi autorizada.
- Aqui está seu crachá de visitante, elevador primeira a esquerda, 3° andar.
- Obrigada... (deu uma pausa e olhou meu crachá) Luara.
-Disponha senhor Vicente.
- Só Vicente por favor.
- (risos), certo senhor Vicente. Boa reunião.
...O coração dispara, tropeça quase para... Essa foi a música que passou pela minha cabeça enquanto ele andava em direção ao corredor.
Pena que vi uma aliança enorme no dedo dele, então, sem chance para a garota aqui.
Me chamo Luara, tenho 28 anos e sou solteira. Não encalhada não pense isso, tenho meus rolos por aí, mas já estou a quase 6 meses sem fazer sexo e isso está me deixando maluca! O que me distrai é ler meus livros que tanto amo, mas isso ultimamente só está aumentando o meu tesão.
Segui meu dia de trabalho como todos os outros, a única diferença foi a presença de Vicente. Quem ele seria afinal?
Enfim, deixei pra lá essa história.
O dia seguinte chegou com toda a normalidade possível. E assim foram todos os demais até chegar a sexta feira.
As sextas temos a opção de tirar 2h de almoço (sim sou CLT) ou, sair 1h mais cedo. Lógico que escolho sempre sair mais cedo. Nesta sexta em especial eu decidi que iria pra uma baladinha que tinha acabado de inaugurar no centro, parecia algo chic mas dentro do orçamento. Fui pra casa, me arrumei, uma micro calcinha e um suitien meia taça, um vestido comportado mas que chamava a atenção, maquiagem simples e um batom. Vou para curtir, mas nada ruim se aparecer uma boa companhia, se é que me entende.
Balada boa, música boa e pedi uma bebida. Amo minha própria companhia e não tenho problemas em sair sozinha. Estava sentada em uma cadeira próximo ao bar e olhando ao redor, quando de repente aviso um homem alto e bonito, ao menos de perfil ele aparentava ser, em um momento ele vira e quem era? Sim o Vicente. Afffeee parece cena de livro eu sei, já li isso milhões de vezes, mas foi o que aconteceu. Ele me reconheceu, levantou seu copo de Whisky e me cumprimentou e eu fiz o mesmo. Ao lado dele estava uma mulher que também olhou quando ele virou e sorriu para mim também. Retribui o sorriso.
... Caramba deve ser a esposa dele eu pensei...
Bacana um casal curtir e gostar de balada.
Segui minha noite, um rapaz me chamou para conversar, papeamos a noite toda, rolou uns beijos, mas nada de mais.
Ao final da festa estava indo em direção ao Uber que havia pedido quando ouço uma voz:
-Quem diria te encontrar por aqui Luara.
Virei e era Vicente.
-Olá Sr Vicente, pois é que coincidência.
-Já falei que é só Vicente e outra, aqui não estamos na empresa.
-(risos) Verdade. Então, ola Vicente.
Estendi a mão para cumprimentá-lo e ele retribuiu.
-Gostou da sua noite? Sua companhia parecia ser bem agradável.
-Sim bastante, a sua também ao lado de sua esposa de ter sido.
-Esposa? Kkkkkk não sou casado.
-E essa aliança? E a mulher ao seu lado a noite toda?
-Aliança era da minha mãe, ela faleceu e deixou para mim. A mulher ao meu lado é minha amiga, digo melhor amiga e viemos conhecer essa balada.
-Ahhh sim entendi e, ela já foi embora?
-Já sim, esperei você sair para poder lhe cumprimentar corretamente.
Avistei meu carro de app chegando.
-Bom revê-lo, mas meu carro chegou.
-Nao quer que eu te leve?
-Nao, obrigada. Fica para uma próxima.
-Por favor, assim nos conhecemos melhor.
Pensei, pensei, cancelei a corrida (não pedi reembolso pq seria sacanagem) e aceitei a carona de Vicente.
Fomos em direção ao carro, novamente aquela cena de filme apareceu. Vicente abriu a porta do carro para que eu pudesse entrar.
-Obrigada pela gentileza.
-Não tem de quê.
Entrei e sentei no banco do carona.
Seguindo o caminho até minha casa descobri que Vicente era amigo a anos do Oscar, o dono da empresa que eu trabalhava e que a visita foi apenas uma visita mesmo, mas que Vicente trabalhava com tecnologia também.
-Você é muito linda sabia senhorita Luara.
-Você também não é nada mal, um belo de um gato senhor Vicente.
-Sabia que você me chamar de senhor Vicente me excita.
-kkkkk é sério isso? Que assunto mais aleatório.
-Pra mim não tem nada de aleatório, estou afim de você desde a hora que te vi na recepção e, te encontrar aqui nessa balada só me ascendeu mais ainda.
Como eu não morava muito longe, o tempo passou bem rápido. Mas Vicente era muito mais interessante do que imaginei.
-Bom, aqui que eu fico. Obrigada pela carona.
Vicente se inclinou e me beijou, eu como uma mulher que estava muito interessada por aquele cara, claro que retribuí.
-Puta que pariu que beijo gostoso.
E intensificou o beijo.
-Você quer subir?
-Ah com certeza eu quero.
Vicente estacionou o carro e subimos para o meu apartamento. Quando chegamos na porta, apresentei meu lar, amo cada cantinho dele, mas pelo visto Vicente gostou de uma parede específica. Me parou encostado nela e me beijou novamente, mas não foi o mesmo beijo do carro esse foi mais quente e intenso. As mãos dele começaram a percorrer meu corpo subindo pela minha perna, como eu estava de vestido o acesso a minha boceta estava bem favorável.
-molhada... (ele sussurrou em meu ouvido)
Essas palavras me fizeram estremecer, por que não foi uma simples fala, foi uma corrente elétrica ligada diretamente ao meu clítoris que eu quase tive um orgasmo. Intensifiquei esse beijo e colava cada vez mais meu corpo ficava colado ao dele. Estávamos com roupa demais, então decidi começar a tirar a roupa dele. Primeiro a camisa, depois decidi usar minha melhor arma para deixar esse homem louco, ao menos essa noite, por mim.
Enquanto tirava sua calça fui me abaixando conforme ela descia, uma cueca branca apareceu e começou a revelar um pau delicioso, cabia perfeitamente na minha mão e na boca. Ele percebeu o que eu queria fazer e deu um sorriso malicioso, mas na verdade ele estaria revirando os olhos em breve. Beijei sua barriga e fui descendo até chegar em sua virilha, beijos leves, uma língua na cabecinha e um beijo no pau dele. Iniciei movimentos lentos e em seguida chupadas em todo o membro e suas bolas, ele começou a respirar forte e segurou firme a minha cabeça pressionando contra a minha garganta, deixei cada centímetro entrar profundamente e quando subi tinham lagrimas em meus olhos.
-Quer que eu pare senhor Vicente?
-Não mesmo e, somente nessas horas eu gosto que me chame assim, gostosa.
Continue chupando, com gostosura e veracidade.
Não vi como chegamos na cama, não vi como fiquei sem roupa, só dei conta que estava deitada olhando Vicente se aproximar em cima de mim.
-Eu não trouxe camisinha, não esperava que isso fosse acontecer.
-Relaxa tem na mesinha.
Ele pegou a camisinha e colocou e subiu novamente em mim, aos poucos foi me penetrando, quente, devagar, rápido, gemendo, ofegante e meu Deus aquilo estava insano demais.
-Continua, não para! Me faz gozar assim.
Eu sempre tive uma baita dificuldade pra gozar, mas eu estava tão excitada e molhada que parecia algo tão natural e que estava prestes a acontecer.
-ahhhhhhhhh, isso, assim Vicente. Ahhhhhhhhhhh
Senti minhas pernas tremerem e uma energia vinda diretamente da minha boceta para o corpo. Uma eletricidade que eu pensei que estava infartando, já gozei outras vezes, mas aquela vez foi diferente. Estava fudida por que ria querer repetir milhares de vezes aquele orgasmo.
-puta que pariu que delicia, e continua molhada, faz isso não se não eu piro de vez.
Após varias estocadas que me senti totalmente preenchida, Vicente gozou como um ogro, uma veia saltando de sua têmpora, senti que era uma gozada e tanto.
-gostosa da porra.
Caiu para o lado e se aconchegou em mim, eu ainda estava em êxtase da gozada que eu dei.
-Você acabou comigo, primeiro aquela chupada deliciosa, agora essa foda incrível que eu nunca vi uma mulher tremer dessa forma. Assim vou acabar ficando viciado.
Rimos, me levantei e vesti minha calcinha, já tinha visto tudo o que podia e não podia, não precisava eu ficar de roupa. Ele se levantou foi ao banheiro e eu pra cozinha. Quando voltei, ele estava deitado na cama, com o pau ainda duro e eu estava com uma garrafa de vindo e duas taças. Tomamos um pouco de vinho e ele teve a maravilhosa ideia de derramar vinho no meu umbigo, em seguida sugou tudo o que tinha derramado. Algumas gotas escorreram para dentro das minhas pernas, que ele quis secar pessoalmente e afastou a minha calcinha, sem querer querendo estava chupando a minha buceta. Uma língua certeira e ágil, com dedos que começaram a fazer parte do momento, iniciou com um dedo e depois viraram dois, usou o polegar para brincar com meu cuzinho. Dei um gemido e ele perguntou:
-desculpa, não gosta?
-cala boca e continua.
Com o olhar feroz continuou me chupando e me fudendo com os dedos. Meus dois locais de prazer preenchidos por Vicente, sentindo que estou prestes a gozar novamente. Mas não deixo isso acontecer, por que quer gozar com ele dentro de mim.
- deita.
-só se for agora.
Vicente se deitou, peguei outra camisinha e ele colocou. Creio que ele pensou que eu fosse montar nele com minha buceta, ledo engano. Virei-me de costas e levei seu pau em meu cuzinho.
-não acredito que vou comer essa bunda deliciosa.
Aos poucos introduzi o pau dele em mim, que saudade que eu estava de um de verdade (ultimamente só estava com o conslo) e o dele era incrivelmente grosso pra estar entrando ali, mas coube certinho dentro de mim. Os gemidos de Vicente aumentaram, assim como meu movimento de vai e vem, cavalgando enquanto estava sendo possuída por ele, o tesão da dor era maior do que a própria dor, nossos gemidos começaram a se misturar, senti que iria gozar quando ele disse:
-eu vou gozar!
Intensifiquei a cavalgada, enquanto tocava os meus seios, em minutos gozamos juntos e dei uma gemida tão alta, que fiquei com medo da sindica aparecer.
Caímos na cama novamente, estava acabada e ele também, pegamos no sono juntos. Acordei as 7h da manhã com o meu celular dele tocando, que ele não ouviu tocar. Levantei, fui na cozinha beber uma água, não estava de ressaca, mas bem cansada da intensidade da noite anterior.
Voltei pro quarto e fiquei na porta olhando ele dormir, logo acordou e deu um sorriso gostoso de bom dia.
-sua mãe não te ensinou a não encarar as pessoas? (ele disse)
-só se a pessoa for feia rs
-preciso de um banho, vamos?
-vamos!
Tomamos um banho juntos, transamos novamente no chuveiro.
Saímos do banho e fiz um café da manhã para tomamos. Transamos novamente e dessa vez com direito a uma sentada no sofá.
Perto das 10h ele foi embora, trocamos telefones.
Durante as semanas seguintes nos encontramos novamente, mas essas serão histórias para outros contos.
