Piercings

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Gay
Contém 2606 palavras
Data: 19/05/2026 15:44:20

Pedro repousa tranquilamente em um colchão de solteiro jogado no chão da sala, deveria ser umas 15. Chovia. Do oitavo andar só dava para ouvir alguns pneus de carros que eventualmente passavam no asfalto molhado misturado ao tilintar do sino-dos-ventos que balançava pendurado na sacada. O Vidro da porta balcão embaçado, ao lado do colchão latas de cerveja já consumida. Seu corpo sobre o lençol laranja que contrasta com o verde escuro das grandes almofadas nas quais se apoiavam parte de seu tronco e cabeça dava um aspecto artístico aquela cena.

A posição que Pedro estava lembrava a de uma escultura clássica, aquelas esculturas de mármore italiano finamente talhado nas quais uma mulher seminua repousa sobre uma chaise longue escorando sua cabeça com seu braço. Mas ao contrário disso, Pedro estava totalmente nu, respirando tranquilamente, seu corpo não era frio como o mármore, estava vivo, aquecido pelo álcool e pelo calor dos atos ocorridos a minutos atrás. Seus piercings prateados contrastavam com o leve bronzeado que ele havia adquirido no último final de semana na praia.

Estava ali, aproveitando a incrível sensação de relaxamento que o gozo proporciona. “Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?” pensou Pedro instantes antes de adormecer. Era a primeira vez que ele havia comido Alan.

Pedro chegou em São Paulo foi morar em uma república de estudantes da USP. Um apartamento muito bem localizado, em frente a estação do METRO, oitavo andar, 3 quartos, 1 suíte, ambiente muito agradável. Um dos meninos era japa, namorava uma menina, o outro declaradamente gay, solteiro e aproveitando a vida, e Pedro, que estava namorando Alan. Alan vivia em outra cidade, com acesso a Pedro via trem/metro. Para Pedro tudo aqui era novidade, garoto vindo do interior, onde mal tinha ônibus de hora em hora, estar em frente a uma estação de Metro era uma aventura. Tudo nessa cidade era encantador, poderia e deveria der desbravado e conquistado. Inclusive o cuzinho virgem de Alan.

Desde que conheceu Alan havia rolado de tudo, menos Alan liberar seu cuzinho. Dizia ser virgem. Pedro não se negava em dar, mas também queria comer, e aquilo estava se tornando questão de honra! Nesse final de semana o pessoal voltou para suas cidades, os meninos que dividiam com Pedro eram do interior, então Pedro foi planejando tudo em sua mente: “Vou colocar um colchão e umas almofadas no chão da sala”, “Compro umas cervas que o Alan gosta. Ele é fraco pra beber. Coloco no frigobar do quanto da sala e pronto, só partir para o ataque!”

Pedro estava acabando de almoçar quando chama o interfone, era Alan.

— Oi tudo bem, entra!

— Tudo bom!

Beijinho discreto na porta para não escandalizar os vizinhos pois ainda estávamos no início de 2009.

— Já almoçou?

— Já, comi algo no caminho.

— Beleza, vem aqui que vou terminar e já ficamos mais à vontade.

— Só vou dar uma passada no banheiro.

— Fica a vontade!

Pedro concluiu o almoço, lavou a louça, secou e guardou tudo em seu devido lugar. ‘Lave seus pratos, sua mãe não vive aqui!’ lembrou Pedro de uma placa que ele leu em um hostel certa vez.

Alan já estava na sala, sem camiseta, somente de calça jeans e boné, acomodado no colchão e com um sorriso de safado:

— E esse ninho aqui?

— Tu ainda não viu nada! Olha ali o frigobar cheio de água que passarinho não bebe!

— Cerva!

Alan pegou uma latinha e abriu enquanto Pedro foi ao banheiro fazer sua higiene pós-almoço.

Ao retornar a sala Pedro já estava sem camiseta, só com seu calção de futebol, esses de nylon com forro bem solto que ele adora usar sem cueca quando está em casa. Pegou uma cerveja e deitou-se ao lado de Alan. Eles conversaram sobre amenidades por uns instantes, havia uma semana que não se viam pessoalmente e naquela época não existia smartphone, ou era SMS, ou e-mail ou ligação. E ligação de celular para estudantes universitários era realmente prova de amor eterno! Ainda havia o msn, mas esse vamos deixar para outra história ;-)

Durante o papo Alan pega sua latinha de cerveja e passa levemente pelo mamilo de Pedro. O contato do gelo e das gotas de água da lata com a pele e o piercing de Pedro fez seu pau, que já estava meia bomba pela proximidade dos corpos quentes, pular na hora! Pedro larga sua lata e pula em cima de Alan em um beijo onde línguas de entrelaçaram freneticamente, com vontade, com desejo. Imediatamente as mãos de ambos percorreram seus corpos aquela sensação de gelado da mão que segurava a lata com o calor da pele só deixava tudo mais louco. E quando a mão fria de Alan chegou a virilha de Pedro e entrou pela beirada do calção foi como se uma onda de choque percorresse todo o corpo de Pedro.

Pedro, foi descendo, lambendo e mordiscando o peito de Alan, foi até seu sovaco peludo e deu uma cheirada.

— Que delícia! Cheiro de macho! Tesão do Caralho!

— Cai de boca, puto!

Pedro não se fez de rogado e aproveitou cada centímetro daquela gruta de prazer enquanto Alan apoiava a mão atrás de sua cabeça forçando o rosto de Pedro contra sua axila. Inebriado, Pedro foi descendo pelo abdome, sua barba feita porém começando a nascer roçava na barriga chapada de Alan que gemia alto de tesão.

— Vai puto! Chupa logo!

Pedro desceu pela virilha de Alan e logo que chegou ao elástico da cueca, aqueles pentelhos saindo pra fora, deu uma cheirada profunda sugando todo o aroma delicioso daquela floresta negra. Não aguentou, arrancou a calça de Alan de um puxão só! Aquele pau sem pele, cabeção, grosso, duro, ali parado pulsando em sua frente.

— Vai mama, putinho!

Pedro olhou para a cara de Alan e com um sorriso safado encheu a boca com um belo gole de cerveja gelada e sem engolir abocanhou aquela jeba com gosto. Alan se retorceu de tesão!

— Caralho, mano!

Pedro mamou, engoliu a cerveja, bebeu tudo, não deixou cair uma gota, ainda deu uma lambidinha no reguinho da cabeça do pau de Alan e olhando para cima;

—Gostou, puto? Quer mais?

—Quero!

—Então bebe você também mais um pouco que depois eu vou querer outra coisa!

Os olhos de Alan brilharam, ele agarrou a lata e virou toda!

Arroto. Ambos riem.

—Quer outra?

—Aham! Balançando a cabeça pra cima e pra baixo, com um sorrisinho safado e com a boca aberta e a ponta da língua nos dentes da frente de baixo.

Pedro alcançou mais uma lata em sua mão. Depois tornou a encher a boca com mais cerveja e a engolir aquele pau até o talo.

— Delícia! Tesão! Caralho, puto!

Pedro continuou sugando aquele mastro até engolir toda aquela cerveja misturada aos sucos maravilhosos que saíam da cabeça do pau de Alan. Depois desceu até as bolas, cheirou, se deliciou com aquele aroma de macho, inspirou profundamente, “Que tesão. Caralho!”, e sugou suavemente uma, depois a outra e com movimentos giratórios da língua manuseava aquelas bolas deliciosas em sua boca. Alan gemia e se contorcia de prazer enquanto dava mais um gole em sua lata.

Primeiro uma, depois a outra, lentamente Pedro deixou escapar de sua boca cada uma daquelas bolas peludas encharcadas de saliva, o que fez Alam ter uma leve contração em seu corpo todo, como se uma onda de eletricidade o percorresse dos pés a cabeça instantaneamente “Ughhhh!”. Então Pedro aproveitou que tudo por ali estava bem lubrificado e resolveu chegar com um de seus dedos mais próximo daquele desejado e virgem anel de couro. “Ahhhh, como eu quero isso!”

—Opa! Aí não!

—Calma, não vou fazer nada que você não queira.

—Vc sabe que eu não curto, mano.

—Eu só vou brincar, relaxa.

Alan, meio a contragosto, voltou a reclinar-se enquanto Pedro prosseguiu realizando movimentos circulares com seus dedos na borda daquela rodinha peluda, com todo cuidado, com delicadeza, mas com vontade. Pedro estava com muito tesão. Seu pau estava estralando como nunca. Babava muito. Tanto que pingava no porcelanato polido da sala formando uma poça. Percebendo isso, Pedro melou seus dedos no pré gozo e voltou a besuntar o cuzinho de Alan que o contraiu instantaneamente!

—Relaxa! Respira!

Alan suspirou profundamente e ‘soltou seu corpo’ enquanto Pedro, com uma mão se masturbava, com a boca abocanhava o pau de Alan, que a esse ponto também estava com uma lágrima escorrendo de sua cabeça roxa, e com a outra forçava levemente a entrada daquele rabinho. Alan relaxou e se entregou ao prazer por um instante. Pedro não perdeu a oportunidade e foi introduzindo lentamente seu dedo indicador naquele buraco quente e apertado que já estava todo meladinho. Uma contração. O cuzinho de Alan apertou o dedo de Pedro com uma força incrível.

—Tira, porra!

Pedro parou de chupar o pau de Alan por um instante.

—Calma, tu tá gostando putinho, tô vendo pela tua cara de safado!

Alan olhou para Pedro com aquela mesma cara de safado, balançando a cabeça com a boca semiaberta do mesmo jeito que fazia sempre que estava com muito tesão. Pedro conhecia os sinais de seu parceiro. Já havia feito Alan delirar em suas mão algumas vezes para não saber do que ele gostava ou não. Mas aquilo era novidade, então era bom ir com calma para garantir o êxito da empreitada. Pedro pegou um tubo de gel que havia escondido entre as almofadas, passou em seus dedos e levou ao cuzinho de Alan que ao sentir o geladinho do gel voltou a se contrair. O gel esquentou logo com o calor da pele e com o efeito hot que estava bem estampado na embalagem junto de uma imagem de pimenta. Pedro é safo e planeja tudo com antecedência. Estratégia! Logo o dedo de Pedro estava deslizando suavemente para dentro daquele anel apertado e, assim que cruzou a primeira barreira Alan, pediu para parar um pouco.

Pedro Iniciou outro boquete em Alan, mas o mesmo não deixou progredir e em um movimento de corpo puxou Pedro para o colchão e iniciou um boquete em Pedro. Pedro soltou um grunhido de prazer, quase um urro de um animal selvagem.

—Caralho putinho, eu adoro essa sua boca!

—Então deixa eu brincar um pouco com você agora!

E Alan foi engolindo o pau de Pedro até o talo enquanto tentava se posicionar de forma a coloca-lo de franguinho. Alan tinha um corpo trabalhado pelas artes circenses e pela yôga que ele praticava com afinco, Era forte, definido, uma delícia morena com pelos encaracolados bem distribuídos ao longo de um corpo magro e esguio. Pedro não malhava, era mais fraco porém mais esperto e vendo que a cerveja já tinha feito sua mágica em Alan, que estava um pouco alto, aproveitou a deixa e rapidamente subjugou seu parceiro. Quando menos percebeu, Alan estava de bruços no colchão, Pedro em suas costas, uma mão agarrando o cabelo crespo de sua nuca com firmeza, a outra deslizando até o cuzinho previamente lubrificado, pernas entrelaçadas.

—Hoje é minha vez de brincar, putinho!

Alan tentou se esquivar mas não conseguiu. Ou, pelo menos, fingiu que tentou naquele jogo de poder delicioso de ser tomado a força por outro. Pedro segurou suas mão com força, e foi se colocando em posição de forma que após conseguir dominar Alan, ambos ofegantes, seu pau estava entre o rego de Alan, bem na portinha, cabeça super melada, portinha lubrificada, Alan gemia, Pedro falava ao ouvido dele:

—Tu quer, né putinho? Diz que tu quer!

—Aham!

—O que tu quer putinho? Quer pau nesse rabinho, quer?

—Quero!

—Então vou te enrabar bem devagarinho pra você curtir cada pedacinho do meu pau entrando nesse cuzinho apertadinho. Quer?

—Quero!

E Pedro foi forçando a entrada bem lentamente, toda aquela lubrificação foi mais do que suficiente, o cuzinho de Alan foi lentamente se abrindo, ele foi respirando, relaxando e abraçando cada pedacinho daquele pau que entrava duro como pedra. O pau de Pedro tem a pele bem soltinha, o que facilita muito na penetração pois diminui a fricção com o cu do parceiro, causando mais prazer do que ardor. A baba abundante também ajuda e claro, a experiencia de quem dá, mas também a experiencia de Pedro. E não era a primeira vez que Pedro comia um cuzinho. Assim que entrou até a metade Pedro parou um pouco e começou a beijar, lamber e chupar a orelha de Alan, que gemia. O cuzinho de Alan era bem apertado e estava segurando o pau de Pedro como uma mão que agarra firmemente uma barra. Essas carícias de Pedro fizeram com que Alan fosse relaxando novamente, liberando mais e mais aquele anel delicioso e quente, até que Pedro consegui enfiar na totalidade.

Os pentelhos de Pedro colados com a bunda de Alan, Pedro parou. Alan gemeu fundo e seu cu apertou mais uma vez o pau de Pedro.

—Relaxa, putinho. Tá gostoso!

—Tá!

—Tu me quer dentro de ti?

—Quero!

—Bem fundo assim?

—Sim!

—Então respira fundo e relaxa.

Pedro beijou Alan com muito tesão. Seu pau atolado naquele rabo que ele tanto desejava e que agora estava ali, o engolindo inteiro. As línguas se buscando, uma na boca do outro, gemidos, chupadas, mordidas nos lábios, “Que tesão!” Pedro percebeu que Alan relaxou seu esfíncter e começou lentamente a deslizar seu pau, dentro, fora, bem lentamente, um pouquinho de cada vez, a pele soltinha ajudava no processo. Sentir aquele cuzinho quentinho abraçando seu pau, apertando na base e acariciado a cabeça, não há sensação melhor! Alan se contorcia de prazer, gemia e empinava a bunda como quem pede que Pedro vá mais fundo. Pedro entendeu perfeitamente a dica e começou a aumentar lentamente a velocidade e a profundidade das estocadas até que seu pau estava quase entrando e saindo completamente daquele buraquinho que agora estava recebendo muito bem aquele inquilino babão.

—Não deixa sair, puto!

—Relaxa, não vou deixar não, putinho! Tá gostoso?

—Goza dentro de mim!

—Quer que eu goze em ti?

—Quero, lá no fundo!

Alan agarrava a bunda de Pedro pela lateral e a puxava contra sua bunda como se quisesse que Pedro entrasse inteiramente em seu corpo.

—Vai, goza, vai, goza logo!

Pedro até tentou segurar mais, mas o tesão daquele pedido em voz safada e aquela bundinha empinada que fazia o cuzinho de Alan roçar em seus pentelhos o estavam deixando cada vez mais alucinado até que não foi mais possível segurar.

—Caralho! Vou gozaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Ao mesmo tempo que o pau de Pedro latejava em jorros de porra que o faziam sentir como se estivesse perdendo as forças em suas pernas ele percebia que o cu de Alan piscava ao redor da base de seu pau em uma sincronia perfeita! Alan havia gozado junto com Pedro.

—Caralho mano!

—Tu também foi?

—Aham!

—Caralho!

—Porra, que tesão cara!

*

Pedro retorna rapidamente a realidade ao se assustar com a pergunta de sua esposa, que havia notado a protuberância sob o lençol e já foi logo descendo a mão pelo seu peito, passando por seu mamilo, acariciando seu piercing, e descendo por seu abdome em direção ao seu pau:

— Está pensando em que amor, que está com essa cara de safado?

— Na sua cavalgada de hoje logo cedo!

Pedro, em um rápido jogo de corpo vira sua mulher na cama, agarra seus braços ao lado de sua cabeça, a olha nos olhos e sorrindo diz:

— Agora sou eu que fico por cima!

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