Olá, mais um conto 100% real das nossas aventuras.
Minha esposa tem 29 anos, 1,62m, 56kg, morena, bundinha grande e empinada, corpo bem definido da academia. Depois que ela intensificou os treinos, ficou simplesmente deliciosa.
A Carona Provocadora
Um dia nosso carro quebrou e ela foi pra academia de Uber. Postou um story pós-treino e o Marcos ofereceu carona. Durante o caminho ele não tirava os olhos dos peitos dela. Ela provocou bastante, deixando o decote baixo. Na hora de descer, se inclinou pra dar beijo de despedida e roçou a mão bem em cima do pau dele. Sentiu que ele estava bem duro. Voltou pra casa molhada pra caralho.
O Encontro Solo
O Marcos nunca tinha feito nada assim e ficou bem receoso. Ele preferia encontrar ela sozinha primeiro. Combinamos só 30 minutos. Eu levei ela.
Quando chegou, ele já estava sem camisa. Eles se beijaram na boca ainda na área da casa. Ela ficou louca quando ele tirou o pau pra fora — era enorme, grosso, com mais de 22cm. Não pensou duas vezes, se ajoelhou ali mesmo e começou a chupar com muita vontade. Depois se debruçou na mesa, empinou a bundinha e mandou ele comer. Ele meteu forte e ela gozou bastante. Voltou pro carro com a bucetinha inchada e o cheiro dele no corpo.
O Ménage no Motel
No sábado à tarde fomos os três para um motel com hidromassagem. Era pra ficar a tarde inteira.
Assim que o Marcos entrou no carro, ela sentou no banco de trás, tirou aquele pauzão pra fora e falou:
— Olha amor… não falei que era enorme?
Eu respondi:
— Chupa ele bem gostoso então.
Ela fez um boquete bem molhado e barulhento durante todo o caminho.
No quarto, ela vestiu uma lingerie branca rendada que contrastava com a pele morena. Estava linda e puta. Me beijou, chupou meu pau e depois olhou pro Marcos:
— Vai ficar só olhando? Vem me comer.
Ela ficou de quatro me chupando enquanto o Marcos devorava a bucetinha dela. Ele chupava com tanta fome que o barulho enchia o quarto. Ela gemia com meu pau na boca:
— Que língua gostosa…
Depois veio o melhor momento. Ela subiu nele, posicionou aquele pauzão na entrada da bucetinha e começou a provocar. Ficava esfregando só a cabeça grossa, descendo só um pouco e subindo de novo. Fazia questão de sentar primeiro só na cabecinha, rebolando devagar, gemendo e depois descia até o talo de uma vez, soltando um gemido alto:
— Ai meu Deus… que pauzão… tá me abrindo todinha… tá batendo no fundo!
Ela olhava pra mim enquanto cavalgava e falava bem safada:
— Amor… eu sempre quis dar pra um macho assim… grande, forte, com uma rola grossa pra me encher inteira. Tá me fodendo tão gostoso…
Ela cavalgava cada vez mais rápido, subindo até quase sair e descendo com força, rebolando gostoso. Os seios pulavam na cara dele, que chupava e mordia os mamilos com força. Os gemidos dela eram cada vez mais altos e desesperados.
Depois ele tomou controle. Virou ela de quatro, segurou no cabelo como rédea e começou a socar com força bruta. O barulho da carne batendo era alto. Ele dava tapas fortes na bunda dela e metia sem piedade. Ela gritava de prazer:
— Isso! Mete forte! Me fode! Sou sua puta hoje! Me usa!
Eu abria a bundinha dela pra ele enfiar até o final. Ela gozou várias vezes, tremendo as pernas inteiras. Ele meteu até não aguentar mais, tirou o pau e jorrou um monte de porra quente nas costas e na bundinha dela.
Fomos pra hidromassagem. Os dois ficavam se beijando como namorados, ela sentada no colo dele rebolando devagar. Eu comi ela por trás enquanto eles se beijavam. A bucetinha dela já estava bem aberta e molhada.
Voltamos pra cama e ele ainda comeu ela de ladinho e depois por cima, bem fundo. No final, quando voltei do banheiro, ele estava por cima dela metendo devagar, os dois se beijando com língua. Aquela cena me quebrou de tesão.
Ela olhou pra mim, ofegante, e perguntou com voz manhosa:
— Amor… você vai me deixar dar pra ele de novo?
Eu respondi:
— Pode… ele te comeu muito melhor que eu hoje.
Ela sorriu safada:
— Comeu… muito melhor mesmo.
Hoje o Marcos está namorando, mas eu confesso que sempre torço pra ele brigar com a namorada e voltar atrás da minha esposa novamente kkkk.