Sou a Ana, casada com o Abílio, tenho 35 anos, 170cm de altura. Depois do casamento deixámos de frequentar a Igreja até que um dia resolvemos voltar e, em conversa com o Pastor, inscrevemo-nos num curso de aprofundamento que ele ministrava. O Carlos, como se chama, é uma pessoa gentil e afável e tornou o curso muito divertido, de modo que acabámos por ter uma grande amizade que se concretizou em várias actividades e algumas refeições em conjunto. Aos poucos, comecei a gostar dele e reparei que era correspondida. Uma vez, acidentalmente ou não, ele passou a mão pelo meu rabo e deixou-me excitada. O sexo com o meu marido era já muito mecânico e sabia bem sentir-me desejada.
A confiança foi crescendo até que um dia me convidou para ir a sua casa. Vesti a saia mais curta que tinha e uma camisa decotada e fui ter com ele.
Recebeu-me com um sorriso, abriu uma garrafa de vinho e sentarmo-nos a falar. Aos poucos, enquanto o álcool fazia efeito, foi-me acariciando, cada vez mais perto das minhas coxas, até que começou a tirar a minha roupa e verificou que já estava bem molhada. Puxou-me para ele e disse:
• Vamos para o quarto?
Acenei, timidamente, que sim e segui-o. O quarto tinha uma cama larga e, com carinho, deitou-me enquanto se despia. Notei logo que tinha um membro muito grosso e senti um arrepio, só tinha experimentado o meu marido que tinha um pénis muito menor. Ele continuou as carícias e foi-se acercando da minha xana.
Quando começou a penetração, doeu bastante e queixei-me mas ele respondeu que já passava quando me habituasse. Aos poucos foi entrando com tudo e, apesar do desconforto, eu estava cada vez mais excitada. Depois de entrar e sair repetidamente, disse:
• Fica agora de quatro.
Fiz-lhe a vontade e senti-o entrar novamente mas desta vez com violência. Não consegui conter um grito e fui fugindo para a frente até ficar deitada de bruços à sua mercê, que ele aproveitou para entrar com tudo. Apesar de doer, acabei por ter um orgasmo como nunca tinha tido e, passado pouco tempo, senti, com muito alívio, o seu mastro a sair.
Pensei que já tinha terminado quando senti o meu rabo a ser pressionado.
• Não! Nunca fiz aí. – disse-lhe
• Descontrai, para eu entrar. – respondeu
Contraí tudo o que podia enquanto ele pressionava mais a entrada até que conseguiu vencer a resistência do meu rabo e entrou por ele adentro.
• Não! Tira! Está a doer muito. – chorava eu
• Aguenta! Vou arrombar esse rabo gostoso. – ria ele.
Ele continuou a entrar e a sair apesar de eu contrair o rabo e as dores eram insuportáveis. Eu chorava e tentava fugir mas, com ele por cima, não tinha hipótese.
• Vá! Descontrai agora para eu terminar. – disse ele passado muito tempo.
Devagar consegui descontrair o que permitiu que entrasse ainda mais um pouco. Passados mais 5 minutos senti a sua porra a inundar o meu rabo.
Ajudou-me a levantar e levou-me ao WC onde passou água morna no meu buraco recém rasgado. Deu-me um grande beijo e disse que eu era muito gostosa e que adoraria repetir.
Andei 2 semanas com dores no rabo mas amanhã vou ter com ele novamente.