Minha priminha começou a foder - part. 1

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 768 palavras
Data: 19/05/2026 00:05:59

Oii , faz tempo que não apareço aqui. Mas, hoje resolvi contar mais uma aventura.

Tenho uma priminha linda chamada Clara. Ela é branquinha delicada, cabelos clarinho, não é tão alta. É magrinha. Não tem peitões, mas um bundinha linda, que chama atenção de qualquer um. Ela sempre foi mais na dela, calada, aparentava ser vergonhosa. Muito gente boa. Nunca olhei pra ela com “maldade”, até que…

Quando me mudei pra capital, fiquei incialmente na casa da minha tia, que é como uma segunda mãe pra mim. Ela sempre trabalhou muito, saia cedo de casa e só voltava a noite. Ela tem 3 filhos, duas moças e um rapaz.

Ela tinha um namoradinho que era todo esquisito, da escola dela. Claramente era um virgezão, medroso.

Um certo domingo minha tia foi pra um sítio com outros filhos dela, Clara não queria ir por nada. Eu também não iria pq precisava estudar pra uma prova da faculdade, ficamos só eu e ela em casa. Morávamos em um apto pequeno.

Pela manhã resolvi fazer algumas pendências e terminei por volta de 11h, quando saí pra comer alguma coisa, vi que o namorado dela estava lá. Logo entendi, porque ela não quis ir pro sítio. Falei com ele. Comi alguma coisa e voltei pro quarto.

Passados alguns minutos, notei que estava tudo muito calmo. Rapidamente tive o pensamento de saber o que os dois estavam fazendo.

Saí devagarinho do quarto e fui me aproximando do quarto deles, que não ficava longe do meu. Pra minha sorte eles haviam deixado a porta um pouco entre aberta. Me aproximei com cuidado e consegui ver eles, na maior pegação, ele já estava sem camisa só de cueca. Ela vestida com um shortinho e só de sutiã. Ele visualmente não sabia o que fazer, ela sempre tomava a iniciativa. Quando ela tirou o sutiã meu pau ficou duro na hora, aquela peitinhos branquinhos, com o bico rosinha, ela tirou o short e eu pude ver aquele bumbum lindo engolindo a calcinha que ela usava, o menino imóvel com o pau duro na cueca. Ela jogou ele na cama e subiu em cima dele. Nossa!! Meu coração faltava sair pela boca vendo aquela cena. O menino tirou o pau pra fora e ela colocou a calcinha pro lado, e tentou sentar no pau do menino, conseguia ver o pau dele, que não era tão grande, mas tbm não era pequeno, sumindo dentro dela. Meu pau estava insuportávelmente duro, tive que tirar pra fora pra aliviar. Mas, ela deu umas três sentada e o menino gozou. Foi uma cena até meio engraçada, porque claramente ele ficou com vergonha, e ela ficou puta com ele, porque tinha gozado dentro sem avisar. Rapidamente saí dali, e voltei pra cozinha. Passou-se alguns minutos e o menino saiu com sua mochila.

— Ja vai? - perguntei dele.

Ele só acenou com a cabeça.

Momentos depois ela apareceu. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim. Que só ia descansar um pouco e voltou pro quarto. Mais alguns momentos se passaram e eu pensei em conversar um pouco com ela, chamar ela pra sei lá, ir no cinema. Levantei e fui em direção ao quarto dela, quando me aproximo da porta, percebi uns barulhinhos não convencionais, parei na hora e fui com cuidado olhando pela fresta da porta.

Em cima da cama Clarinha estava de quatro, peladinha, com dois dedos enfiados tudinho na sua bucetinha. O barulho da socada dos dedos na xota ecoava pelo quarto, ela metia descontroladamente, como se estivesse com raiva. Era praticamente impossível não sentir tesao olhando aquela cena. Minha maior vontade naquele momento era entrar naquele quarto e meter meu pau naquela bucetinha linda que engolia seus dedinhos. Tirei meu pau pra fora, duro feito pedra e comecei a bater uma punhetinha violenta ali mesmo. Não demorou muito e gozei.

Eu não tava acreditado no que eu vi naquele dia, nunca imaginei que Clarinha fosse tão safadinha assim. Ela sempre apareceu ser uma mocinha inocente, pura e comportada.

Mas aquilo despertou um sentimento em mim, que nunca tinha sentido por ninguém, fiquei obcecado pela minha priminha. Eu queria tá perto dela, sentir o cheiro dela, tocar ela… ia no sexto de roupas dela e sempre pegava uma calcinha dela pra mim sentir o cheiro daquela bucetinha. Eu estava viciado. Todos os dias batia mais de uma punheta pensando nela. Eu tava quase doente por ela. Mas, não sabia como chegar nela. Morria de medo, do pior acontecer, de ela não querer, contar pra tia. Seria o fim de tudo.

Até que arrumei um jeitinho… segue aí pra acompanhar!

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