18 ANINHOS, CASADA E JÁ PUTA.

Um conto erótico de H.C.Cavalcanti
Categoria: Heterossexual
Contém 1841 palavras
Data: 18/05/2026 23:55:14

Esse lance aconteceu comigo faz mais de um mês atrás. Eu estava passando um tempo no litoral, em Santos, pertinho da capital. Era só curtição mesmo e gastar uma grana que eu tinha ganhado. Era só boêmia e álcool. Mas nessas loucuras tive algo com uma novinha deliciosa.

Eu estava trabalhando de garçom como freelancer em um restaurante, apenas para fazer um extra e não acostumar com o ócio. Isso aconteceu numa quarta feira sem movimento, quando ela entrou no restaurante com seu noivo. Por obra do destino, quisera que eu que estava na porta recepcionando nesse dia. Era um tesão — magrinha, baixa, com carinha de menininha, mas com peitos volumosos, num decote ousado, calça jeans colada, que mostrava uma bundinha redonda, tinha 18 aninhos. O rapaz que estava com ela, era uns 5 anos mais velho, no máximo. Mas que tesão de novinha. Acompanhei os dois por todo o restaurante, explicando como funcionava a dinâmica, os preços, os eletrônicos que tínhamos. Como era um restaurante temático gamer, tinha muitas opções de entretenimento. Passamos por todo o ambiente, não conseguia tirar os olhos dela, aqueles seios lindos e seu rostinho angelical. Em um momento de distração dele, percebi os olhos dela sobre mim, durou milésimos, mas foi o suficiente para vê-la melhor. Um olhar quente, pecaminoso, aqueles olhares que só percebemos com a experiência. Aqueles olhos tinham fogo, contrastando com aquele jeito de menininha virgem e recatada — os olhos nunca mentem, a boca sim, mas os olhos…os olhos nunca!

Levei eles para uma mesa e expliquei o cardápio e o vídeogame que ficava na mesa, quando o rapaz olhava vidrado para a tv, ela olhava daquele jeito para mim.

Deixei-os e fiquei pensando se deveria ou não agir, até porque não é do meu feitio dar em cima de mulher casada, é sempre dor de cabeça na certa, mas ela era um tesão de novinha. Isso que mata o homem. Tentei esquecê-la, mas toda vez que passava perto de sua mesa, olhava-me de cima a baixo, sem esboçar nenhuma reação além daqueles olhos de ninfa, transbordava fogo deles. Em 28 anos de vida já vi alguns olhos assim, e em todos os casos eles pediam o pecado.

O cara não ajudava — nem me ajudava a ajudá-lo — não dava a mínima atenção para a menina. Não tirava os olhos da tela, nem lembrava que ela existia, isso só servia para tranquilizar minha consciência no crime.

A casa começava a chegar mais clientes, ficava mais movimentada, mais de uma hora se passou, e seus olhares continuavam. Sou um cara com corpo legal, bem cuidado graças a academia e estava com um bom perfume nesse dia, talvez o conjunto das qualidades contribui para chamar sua atenção. Mas não aguentava mais, a qualquer momento iriam embora, precisava agir. E foi quando ele foi ao banheiro que tomei iniciativa.

— Estão gostando?

Olhou-me com aqueles olhos, quase me fulminando.

— Muito. — falou com uma vozinha infantil, doce, com aquela boquinha pequena e vermelha.

— Que bom. Quando quiserem voltar e reservar uma mesa, só me avisar que deixo reservado uma pra vocês. — disse sem desviar os olhos dela. — Só mandar mensagem. — deixei meu WhatsApp marcado no papel, com o nome do restaurante. — A casa normalmente enche, então é bom garantir uma mesa antes.

— Tá bom, a gente avisa. — um sorrisinho de canto de boca, com aquele rostinho meigo cheio de encanto infernal.

— Pedro, meu nome. E você?

— Ana.

Voltei pra casa, tomei um banho, bati uma pensando nela e recebo sua mensagem quando estava deitado. Na mensagem dizia sem cerimônia alguma para eu a encontrá-la amanhã cedo às 9h em tal endereço. Pediu pra não mandar mais mensagem. Não mandei. Fiquei excitado e ao mesmo tempo com o cu na mão, como dizem. Tava muito fácil. E se fosse o cara? Fiquei receoso, mas valeria o risco . Valeria? Valeria.

Acordei às 7h, tomei um banho, café da manhã reforçado e às 8h00 desci para o endereço que ela me passou. Era uns 15 minutos de ônibus. Cheguei cedo para ver bem o local. O endereço que tinha passado era um bar. Um boteco com algumas casas por perto. Fiquei esperando meio alerta, até vê-la chegando de bicicleta e entrar em uma casa ali em frente, abrir o portão, entrar e sair alguns minutos depois. Fez sinal para mim. Meu coração gelou. Juro. Segui ela, quando passei pelo portão, ela trancou. Correu para a porta da casa e entrou sem me dizer nada. Quando entrei e ela fechou a porta, agarrou-me o pescoço, beijando minha boca intensamente, com sua língua passeando no interior da minha boca. Era tão leve que estava no meu colo, parecia uma pena.

— Vamos para o quarto.

— De quem é essa casa?

— Da minha tia. Ela foi viajar. Tô cuidando do cachorro dela. Vem.

Ela não queria conversa, não tinha tempo aparentemente.

Entramos no quarto, era grande, com uma cama enorme. Quando se afastou de mim, pude ver melhor seu corpinho, vestido em um short minúsculo, com suas coxas brancas, uma camisetinha que deixava seus seios enormes, suculentos. Seus cabelos negros que desciam até a cintura. E aqueles olhos sobre mim. Cheguei perto dela, seu cheiro era deslumbrante, a tornando ainda mais sexy. Agarrei seu corpo, a jogando na cama beijando todinha.

— Não deixa marca. Cuidado. — disse ela.

Sua pele era branca, cheirosa e qualquer contato a marcava.

— Gosta de trair seu marido, cachorra. — sussurrei. — Puta. O que você é?

— Puta.

— Vai ser minha putinha hoje.

— Todinha. — falou toda manhosa.

Beijava seu pescoço com cuidado, para não marcá-lo.

— Cadê o corno?

— Trabalhando.

— Safada mesmo. O que ele não faz que quer que eu faça? Hein gostosa.

— Me pega com força!

— Gosta de ser maltratada?

— Muito. Me pega gostoso.

Que cachorra era ela, Cristo! Com aquela carinha de inocente mal dá para perceber a fera que tem ali dentro.

Tirei seus peitos para fora, eram lindos, grandes, com bicos rosados. Chupei os dois, mal cabiam na minha boca de tão grandes que eram, ela delirava com a chupada. Desci beijando sua barriga, até o zíper do shortinho jeans. Beijei suas coxas, e fui beijando até a costura do short perto da virilha, ela estava mordendo os lábios, acariciando os seios. Desabotoei o short, sua calcinha vermelha à mostra, sua calcinha vermelha rendada, fio dental, dividindo a bucetinha. Puxei para o lado o fio dental do meio dela e beijei, dando pequenas lambidas, até por a língua toda dentro, rosada e pequena. Que delícia. Estava toda babada já. A putinha se contorcia toda com a linguada passeando por toda sua virilha. Gemia palavrões, agarrada no meu cabelo, forçando minha cabeça. Subi a língua até seu clitóris, deslizando a língua em movimentos circulares até seus gemidos aumentarem e esguichos voarem na minha boca. Acabei-me alí. Só de lembrar que minha boca enche de saliva.

Cuspi, afastei um pouco para ver sua pequena pepeca toda rosada, aberta, pulsando escorrendo baba. E seu corpinho encolhido, tremendo.

Beijei sua boca gostoso, que me agarrou com força. Dei um tapa na cara dela, a chamando de puta, perguntando se o corno a chupava assim. Respondeu que não.

Coloquei a de joelhos sobre um travesseiro, sentei na cama, tirei meu pau para fora e sua boquinha já degustava o membro duro. Que visão maravilhosa aquela! Aquele rostinho delicado com o pau metade em sua boca. Alisava seus peitos, seus cabelos, seu rostinho, seus olhos cheios de pecado me encaravam. Engasgava com a rola, babando todo. Eu estava louco de tesão, num frenesi apoteótico.

Pedi para usar só a boquinha, segurei seus cabelos até sentir que gozaria. Perguntei se ela queria leitinho de macho, se iria tomar todinho. Resmungou que sim. Colocou a mãozinha de novo até eu esguichar porra na sua boca, linga, lábios, queixo, bochecha, chupou até o membro ficar mais fraco. Juntei toda a porra da sua cara até levar à sua boca, que tomou tudo. Deixei seu rostinho limpo.

A beijei, grudando em seus cabelos com força, dando tapas na cara dela, perguntando o que ela era.

— Puta.

— Mais alto.

— Puta! Cachorra! — gritou ela.

— Isso. Minha putinha.

A coloquei de quatro na cama. Se esticou que nem uma onça se espreguiçando, com aquela bundinha empinada, a boceta rosada babada. A penetrei lentamente até os testículos baterem nas coxas. Com força, fazendo-a gritar gritos abafados no travesseiro, seu cabelão em minha mão. Quando aumentava as estocadas, os fluidos voavam no meu abdômen. Eu estava perdido no corpo dela.

Retirei o pau e chupei seu cuzinho, apertadinho, com minha língua entrando e saindo. A putinha se contorcia toda. Fiquei ali um bom tempo. Salivei nele, deitei na cama e a chamei. Deitou sobre meu corpo com sua língua na minha boca. Seus peitos esfregando na minha cara, meu pau encaixando todo dentro dela. Sentava lentamente, gemendo forte. Dava tapinhas no seu rosto, mamava seus peitos com ela sentando até o talo no membro. Pediu para eu meter com força, meti, ela gritava perto do meu ouvido, agarrou-me, tendo um orgasmo intenso.

Lentamente, mas com intensidade, apertava o pau no fundo, batendo na parede do útero.

Saiu de cima e deitou na cama, toda satisfeita e exausta.

Que foda incrível! Que novinha gostosa, provocante, transbordando tesão pelo adultério e inclinada ao pecado da carne.

Ela respirava ofegante, com o rosto avermelhado e os cabelos desgrenhados. Seu corpinho pelado, todo vulnerável só para mim, todo entregue aos desejos, bem do meu lado. Tomamos água e sem perder tempo já agarrei de novo, mas disse que tinha que fazer xixi. A olhei nos olhos, pedindo para vê-la. Deu uma risada.

— Você quer ver eu fazendo xixi?

— Quero.

— Tá bom. — disse com aquela carinha de safada.

Fomos ao banheiro, ela estava sentando no vaso sanitário quando a levei para o box. Peguei uma toalha, coloquei no chão e pedi para sentar de pernas abertas. A ninfa obedeceu, reganhou toda, eu com a cara perto de sua pepequinha. Abri grandes e pequenos lábios com os dedos, dei umas chupadinhas até o líquido esbranquiçado sair dela e jorrar na minha boca, amargando a língua e garganta. Dava lambidinhas em sua uretra, aquilo a enchia de prazer. Quando o jato cessou, a chupei toda. Foi a primeira vez na vida que tomei urina, mas vindo dela era mais do que só isso, era um elixir de prazer, eu queria tudo que ela tivesse.

Ficamos em pé e transamos intensamente, onde gozei em suas nádegas.

Tomamos banho, ficamos um pouco juntos se beijando até ela dizer que precisava ir. Disse que mandaria mensagem porque adorou e queria mais. A chamei de cachorra pela última vez e sai.

Dois dias depois encontrei ela no mesmo lugar e horário. Fizemos gostoso por uma hora e meia, perdidos um no corpo do outro. Tomamos café da manhã e nos despedimos. Foi a última vez que a vi. Tive que ir embora de Santos e meu chipp deu defeito, cadastrei outro DDD e nunca mais fiquei sabendo dela. Resolvi criar esse conto para ver se conseguia lembrar melhor dos detalhes daquelas duas manhãs incríveis.

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