Capítulo 4 - Levando meu primo ao puteiro (Saga Drakon - Magia e Putaria)

Um conto erótico de Ei Aventura
Categoria: Heterossexual
Contém 3713 palavras
Data: 18/05/2026 23:33:54

Capítulo 4 - Levando meu primo ao puteiro

Saga Drakon - Magia e Putaria

Estão curtindo as aventuras quentes de Drakon?

Boa leitura!

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Ontem meus primos haviam completado dezenove anos, ou seja, haviam vivido o primeiro ano de sua maturidade, e eu havia prometido presente especial para ambos: Karyna, minha prima, ganharia uma viola nova e um saco de moedas para gastar como quisesse; Kayo, meu primo, seguindo a tradição da terra onde vivíamos, ganharia uma noite no puteiro da cidadezinha para perder sua virgindade e conhecer o que era extremamente gostosa.

Eu pessoalmente levaria meu primo ao cabaré e pagaria as quengas para abrir as pernas para ele, assim como meu pai havia feito comigo. Era uma tradição milenar nesta terra onde vivíamos. Eu conduziria Kayo até uma buceta gostosa e convidativa e o deixaria gozar quantas vezes aguentasse.

Assim que cheguei à minha casa e entrei, deparei-me com um ambiente acolhedor e iluminado por lampiões e pela lareira acesa e crepitante. Era um lar grande, bem construído, muito seguro e mobiliado com móveis essenciais e utensílios indispensáveis. Havia sala de estar, cozinha, banheiro e três quartos com cortinas na entrada, embora privacidade fosse algo bastante incomum por aqui. Olhei para minha cama vazia e desejei me deitar nela e descansar por horas e mais horas.

Exausto da noite e cheirando à buceta de puta e cerveja, despi toda minha roupa, ficando pelado e exibindo meu corpo musculoso, e fui me banhar, usando água morna, uma bacia grande, sabão e uma esponja macia. Lavei meu cabelo preto e liso, meu rosto severo e bonito, meu tronco parrudo, meu pau grande e dolorido (havia estocado numa ninfeta e sua bucetinha era deliciosamente apertada), meus colhões peludos, minhas pernas compridas e meus pés. Então me enxuguei e vesti apenas um calção de pano mole.

Fui para a cozinha, acendi o fogão a lenha e comecei a preparar o desjejum, coando um café forte, fritando ovos e salsichas e assando pãezinhos. Então minha prima abriu a cortina do seu quarto, espreguiçou-se e veio até mim, sorrindo. Sorri para ela e lhe desejei um bom-dia.

Karyna era uma mulher baixa, magra e apaixonada por canções e instrumentos musicais desde sempre e meu primo e eu, sem dúvida, fazíamos tudo que ela nos pedia, o que a fez se tornar um pouco mimada. Ela tinha cabelo ruivo, liso e perfumado, rosto bonito e sardento, olhos verdes, feições amistosas, seios médios, barriguinha magra e pernas lisinhas. Karyna agora vestia seu típico pijama: uma calcinha branca e uma camisa longa que cobria até o meio das suas coxas.

— Feliz aniversário atrasado, prima!

— Gratidão, Drakon! — disse ela e veio me abraçar, envolvendo-me com seus braços delicados e me dando um beijo em cada bochecha.

— Tenho presentes para você.

Ela ficou contentíssima quando lhe dei a viola e o saco de moedas, abraçou-me novamente, beijou minhas bochechas mais algumas vezes e me encarou, sorrindo. Eu fiz um carinho no rosto cintilante dela e beijei sua testa, como fazia sempre. Ela se sentou à mesa, dispensou o café da manhã e começou a afinar sua viola e a pensar em como gastar suas muitas moedas.

— Você vai mesmo levar o Kayo ao cabaré? — perguntou de repente, olhando-me de relance e parecendo um pouco desgostosa.

— Sim, é uma tradição — respondi tranquilamente.

— Deveria existir uma tradição e um lugar onde as garotas pudessem ir para perder a virgindade também.

— Prima, nós já conversamos sobre isso várias vezes e você sabe que homens e mulheres são diferentes por aqui, quer gostemos ou não. A virgindade de um homem não significa nada e é totalmente desprezível, enquanto a virgindade de uma mulher é um tesouro, é uma dádiva.

— Então eu só posso transar quando eu me casar?

— Seria o ideal.

— E você, como o chefe da nossa família e da nossa casa, vai me obrigar a casar?

— Jamais, priminha — afirmei e fui acariciar o rosto dela. — Você só se casa se quiser.

— Eu posso namorar… Hã! Eu posso namorar quem eu quiser?

— Desde que seja um namorado à sua altura, sim.

Ela assentiu e continuou afinando sua viola. Então Kayo acordou e se aproximou, sorrindo e se espreguiçando. Karyna se levantou para abraçar o gêmeo e deu vários beijos úmidos nas bochechas dele.

Kayo era muito parecido com a gêmea, sendo um pouco mais alto que ela e tendo menos sardas. Os olhos dele eram iguais aos dela (verdes) e o cabelo seguia a mesma cor ruiva, embora fosse curto e desgrenhado. Ele não tinha músculos tão definidos quanto eu, mas também não era magro e ossudo como outros homens da mesma idade, e vestia apenas um calção branco, deixando à mostra sua pele pálida e quente.

— Feliz aniversário atrasado, primo! — desejei e dei um soquinho na mão dele, como fazíamos habitualmente. — Empolgado para ir ao puteiro?

— Hã! — exclamou ele, ficando com as bochechas vermelhas de vergonha. Ele olhou para a gêmea e desviou o olhar rapidamente. — Estou muito animado, sim.

— À noite nós vamos e você poderá se deliciar com qualquer puta que desejar.

Karyna apenas soltou um resmungo, muito contrariada com a tradição.

Mas, independentemente da contrariedade dela, Kayo e eu nos vestimos, calçamos botas e saímos de casa, já sob o luar. Avançamos por ruas escuras e cheias de bandidos, porém nada de ruim nos aconteceria, afinal eu era um bruxo crudelíssimo e impiedoso e ninguém ousava me desafiar ou arrumar encrenca com meus primos ou com meu mano. Durante a caminhada, nós conversamos sobre o puteiro e as quengas e meu primo parecia muito tenso.

— Será que meu pau pode machucar a moça que eu escolher?

— Acho difícil, pois elas já estão acostumadas e lasseadas.

— Se elas aguentam o seu pau, vão aguentar o meu com facilidade — disse ele, observando os lampiões vermelhos do cabaré logo à nossa frente. — Seu pau é enorme, assustador, enquanto o meu é pequeno e inexperiente.

Eu sabia que o pau dele era menor e menos grosso que o meu, pois já havíamos batido punheta juntos várias vezes.

— Se você tiver sorte e houver uma ninfeta disponível, aí, sim, seu caralho talvez a machuque.

— Ninfetas são moças virgens, certo? — perguntou, curioso, e eu assenti. — Mas são raras e caras, certo também?

— Certo — respondi, pensando na delícia que era estocar numa bucetinha virgem. — Ninfetas são virgens, raras e caras, contudo vale cada moeda. Elas são negociadas em leilões e, às vezes, custam uma fortuna. Se houver uma virgem no puteiro, vou arrematá-la para satisfazer você.

— Gratidão, Drakon! Você é o melhor primo do mundo.

Encontramos o puteiro cheio de clientes e bem no meio de um leilão ardente, no qual uma linda ninfeta de dezenove anos era disputada pelos endinheirados e tarados. De boca aberta, Kayo observou as quengas irem e virem com taças e canecas nas mãos macias e exibindo seus seios nus e suas calcinhas minúsculas. Nós tomamos cerveja e observamos a ninfeta sendo leiloada.

Era uma garota de cabelo curto e preto, olhos verdes e rosto redondo e bonito. Ela vestia um conjunto de sutiã e calcinha de renda vermelho e, para estimular os interessados, fazia carinha de atrevida e acariciava sua bucetinha por cima do tecido encharcado. Seus seios eram médios e suas pernas nuas e roliças tremiam um pouco, afinal logo, logo ela ia enfrentar um cliente faminto.

— Você gostou dela, primo?

— Claro — respondeu ele, sorrindo, e seus olhos cintilavam de empolgação. — Gostei dos olhos verdes dela. — Ele se voltou para mim. — Você vai fazer um lance agora?

— Ainda não, pois o leilão acaba de começar; os lances agora são apenas para esquentar o público. — Peguei outra caneca de cerveja e chamei uma puta qualquer para conversar comigo e com Kayo. — Primo, você já viu uma mulher pelada?

— Hã! Só a Karyna…

— Mas ela é sua mana e minha prima, portanto, é sagrada também.

— Com certeza — comentou, nervoso. — Então nunca vi uma mulher pelada.

— Quenga, mostre sua bucetinha para nós e depois eu lhe dou algumas moedas de gratificação.

Sorrindo atrevida, a puta desceu sua calcinha até o meio das coxas e pude ver sua buceta peluda, carnuda e melada. Senti meu pau ficar rígido e começar a pulsar e decidi que iria me aliviar nessa quenga mesmo. Ela permitiu que meu primo tocasse sua buceta por cinco segundos e então tornou a subir sua calcinha vermelha e provocante.

— Sua gratificação — disse eu e então lhe dei cinco moedas. — E pode ficar por aqui, pois, após o leilão, nós vamos para um quarto e eu me aliviar na sua bucetinha. — Voltei minha concentração para o leiloeiro e enfim dei um lance: — Cem moedas.

Oh! Todos ficaram admirados com o lance alto e eu ganhei o leilão de imediato.

— Meu primo vai para um quarto com você, ninfeta, e eu vou para outro quarto com você, quenga.

— Peço desculpa, senhor bruxo, mas há somente um quarto disponível por enquanto, pois estávamos com a casa cheia — explicou a velha proprietária do cabaré, sorrindo amarelo.

— Cacete! Como vou me aliviar então?

— Hã! Talvez você e seu primo possam dividir o mesmo quarto.

Olhei para meu primo e ele assentiu, então fomos os quatro para o quarto disponível e, após fechar a porta, começamos a grande aventura da noite. Eu beijava minha puta com vontade, mordiscava seus lábios e apalpava suas nádegas grandes e excitantes. Kayo beijava sua ninfeta timidamente e não usava as mãos para sentir o corpo quente dela. Conduzi minha puta para o outro lado do quarto, onde havia um sofá-cama, e comecei a beijar seu pescoço, marcando-a com chupões.

— Qual seu nome?

— Violeta — respondeu e eu sabia se tratar de uma alcunha excitante.

— Qual seu nome? — perguntou meu primo para a ninfeta à sua frente.

— Dália — respondeu ela, acariciando o rosto dele.

Deixei Kayo e Dália se entendendo do outro lado do quarto, concentrei-me em Violeta, mandei-a se ajoelhar e pôr meu pau para fora para chupá-lo e lambuzá-lo com saliva. Ela se ajoelhou, obediente, afrouxou meu cinto, desceu minha calça até as canelas, e observou meu caralho avolumando o calção que eu vestia. Forcei sua cabeça contra minha intimidade e logo ela mordia e apalpava meu pau por cima do tecido mesmo.

Ao descer meu calção até as canelas também, Violeta começou a chupar meu caralho, sugando a glande pulsante e avermelhada e lambuzando toda a extensão rígida e excitante. Ela fazia um boquete insuperável, dava atenção aos meus culhões e parecia muito interessada em me fazer gozar.

— Você está com medo de eu machucar sua buceta? — perguntei, ainda forçado sua cabeça contra a minha intimidade.

— Hã! Não, senhor bruxo…

— Está, sim, e saiba que, embora não seja de propósito, isso vai acontecer. Meu pau destrói.

— Sim, senhor bruxo — sussurrou, amedrontada e excitada.

Do outro lado do quarto, Kayo recebia um boquete inexperiente da ninfeta e gemia alto, maravilhado com a sensação molhada e calorosa. Dália parou de chupar o pau pulsante dele, levantou-se e beijou sua boca ofegante. Ele enfim colocou suas mãos nas nádegas redondinhas dela e desfrutou da textura.

— Levante-se e tire sua calcinha — disse eu a Violeta.

A puta se levantou, largando meu pau rígido e babado, e despiu sua calcinha, revelando sua buceta peluda, carnuda e melada. Eu despi toda a minha roupa, admirei o corpo sexy de Violeta, em especial seus seios grandes e firmes, e elogiei sua lascívia. Ela sorriu, deu uma voltinha lenta, possibilitando que eu admirasse sua bundona deliciosa, e olhou para o meu pau.

— Deite-se no sofá-cama e abra bem as pernas.

A quenga me obedeceu prontamente e eu já fui me colocando sobre seu corpão gostoso e alinhando minha glande à sua entradinha molhada. Ela envolveu minhas costas com seus braços e suas mãos unhavam minha pele bronzeada e áspera. Ela soltou um gritinho de desconforto quando meu pau penetrou sua buceta e eu fiquei impressionado com o quão apertada ela era.

Eu me sustentava sobre Violeta usando meus braços musculosos e movia meu quadril contra o dela num ritmo forte e rápido, dando estocadas agressivas no fundo da sua buceta gostosa. Meu saco batia na sua pele, causando um estalido repetitivo que se misturava aos gemidos e gritinhos. Eu estocava sem perder o ritmo e, às vezes, beijava a boca ofegante dela.

— Está doendo?

— Um pouco, senhor bruxo — respondeu, tremendo. — Seu pau é muito grande e grosso.

— É o maior que você já enfrentou?

— Sim, senhor.

Tirei meu pau da buceta de Violeta e gozei nas coxas dela, jorrando meu sêmen sobre sua pele quente. Gemi alto e ofegante e me levantei, observando a puta exausta e sem forças. Vi sua buceta lasseada agradecer à minha saída de dentro dela e observei seu rosto cansado e aliviado.

— Vista sua calcinha e saia do quarto — disse eu, severo, e dei um tapa forte na buceta peluda dela, fazendo-a soltar mais um gritinho de tesão.

Quando a puta saiu porta afora, eu me preparei para sair também, a fim de deixar meu primo a sós com a ninfeta, pois observei que ele ainda estava nas preliminares com ela, beijando sua boca quente e apalpando seu corpo imaculado.

— Drakon, você já gozou? — perguntou Kayo, olhando-me.

— Já — respondi, sorrindo com malícia e pegando minha roupa. — Terminei logo para deixar vocês a sós…

— Já gozou e seu pau continua duro… — comentou Dália, vendo meu caralho ainda ereto e pulsante.

— Geralmente gozo três vezes antes do meu pau amolecer — expliquei, orgulhoso, mas ciente de que isso havia me custado muitos anos de aperfeiçoamento.

— Então venha gozar mais duas vezes com a Dália — disse meu primo, convidando-me a desfrutar da ninfeta também. Ela olhou para ele, amedrontada, temendo meu pau grande e grosso. — Vamos gozar juntos na Dália.

Deixei minha roupa no chão mesmo e, nu, fui até meu primo e sua ninfeta. Kayo já estava nu, exibindo seu pau de dezesseis centímetros, grosso e com pelos ruivos, e seus colhões grandes. Dália também já havia despido seu sutiã e calcinha, deixando à mostra seus seios médios e assimétricos e sua buceta lisinha e virgem. Coloquei-me diante da ninfeta, alisei suas nádegas empinadas e redondinhas e beijei sua boca ofegante.

Empurrei Dália para a cama e abri suas pernas, deixando sua buceta à mercê da minha excitação e da excitação do meu primo. Juntos, ele e eu nos acomodamos como conseguimos e começamos a chupar a intimidade lisinha da ninfeta, passando nossas línguas do clitóris ao cuzinho. Eu deixava meu primo ter mais acesso à buceta de Dália, pois era a primeira vez dele numa aventura assim.,

— Que gostoso isso!

— Delicie-se, primo.

— É sempre gostoso assim, Drakon?

— Sempre, porém meter rápido e forte é melhor ainda, primo. Você vai ver logo, logo.

Dedilhei a entradinha virgem da garota, fazendo-a gemer alto e tentar fechar as pernas. Kayo também começou a dedilhá-la, sentindo a quentura excitante, e também dava mordidinhas nas coxas dela. Deixei a buceta dela aos cuidados do meu primo e fui beijar seus seios e sua boca ofegante.

— Primo, a virgindade dela é sua — afirmei e ele assentiu, sorrindo.

Kayo se posicionou entre as pernas da ninfeta e, desajeitado, enfiou seu pau de uma vez só na buceta virgem dela, fazendo-a tapar o rosto com as mãos e segurar um grito alto de dor. Ele soltou um urro de prazer quando seu pau entrou todo nela, fechou os olhos e apreciou o delicioso momento da perda das virgindades.

— Primo, comece o vaivém.

Ainda com os olhos fechados e parecendo viver um sonho, Kayo começou a mover seu quadril, fazendo seu pau rígido e pulsante deslizar dentro da buceta gostosa de Dália. Ela gemia, estremecia e parecia também estar gostando de perder a virgindade. Ele foi adquirindo perícia com a prática e logo estocava tão forte e rápido quanto eu, certamente estimulando pelas minhas histórias.

Eu continuava beijando os seios da ninfeta e já me imaginava metendo na buceta dela, fazendo-a gemer muito alto e implorar por gentileza (o que eu não costumava oferecer), entretanto eu queria que meu primo gastasse todas as suas energias antes, aproveitando ao máximo seu presente de aniversário.

— Está doendo, Dália? — perguntou Kayo, enfim abrindo os olhos e admirando a mulher nua que recebia seu pau rígido e pulsante.

— Um pouco.

— Quer que eu pare?

— Não, senhor — respondeu, afastando as mãos do rosto corado. — Dói um pouco, mas também é gostoso, muito gostoso, então continue, por favor.

Meu primo sorriu e continuou o vaivém, estocando na buceta da ninfeta com força e rapidez e fazendo seus colhões bater na pele dela. Eu continuava me deliciando com os seios da mulher, conduzi uma mão até sua intimidade e, sem atrapalhar Kayo, comecei a estimular o clitóris dela, fazendo-a sentir muito prazer. Dália agora gemia de luxúria e suas mãos envolviam meu cabelo.

— Vou gozar — anunciou meu maninho, olhando para mim.

— Goze onde quiser, primo: dentro ou fora.

Ele sorriu, deu mais três estocadas fortes e gozou na buceta da ninfeta, lançando seus jatos de porra com gemidos altos e intensos. Ele ainda estocou mais algumas vezes, agora com menos força e rapidez, e enfim retirou seu pau de dentro dela, permitindo que mel, sêmen e sangue escorresse para o lençol branco.

— Uau! Que delícia! — exclamou e se deitou na cama, exausto e risonho. — Ela é toda sua, Drakon, mas seja gentil com ela.

Sorri para o meu primo, coloquei-me entre as pernas da garota e pincelei minha glande entre os lábios rosados e quentes da buceta dela. Encarei-a, observando seu rosto bonito e corado preocupar-se com o tamanho do meu caralho. Empurrei meu corpo contra o dela, juntando nossas intimidades e enfiando meu pau na sua entradinha recém-desvirginada, melada e muito apertada.

Dália tornou a tapar o rosto com as mãos, mas não conseguiu conter o grito de dor e o soltou bem alto, fazendo Kayo se levantar e perguntar se ela estava sentindo muita dor.

— Sim, parece que vou ser rasgada no meio — respondeu ela, gemendo.

— Seja gentil com ela, Drakon — pediu ele, colocando uma mão no meu ombro —, por favor.

— Estou sendo — afirmei, olhando para o meu pau enterrado até a base da buceta da ninfeta —, porém não tenho culpa de ser bem-dotado.

— Relaxe então, Dália, sua bucetinha — disse ele para a mulher. — Drakon vai esperar você se acostumar para depois iniciar o vaivém.

Acariciei o clitóris da ninfeta, enquanto aguardava sua intimidade se acostumar com o meu pau dentro dela. Kayo começou a se masturbar, voltando à ativa, e beijava os seios da puta, excitando-se com os mamilos durinhos dela. Iniciei enfim e vaivém e a buceta dela apertava tanto o meu pau que me fez me lembrar da minha aventura com a minha elfa inimiga.

— Está doendo ainda?

— Não, senhor; é gostoso agora.

Então aumentei o ritmo das estocadas e continuei estimulando o clitóris dela, fazendo-a ter tanto prazer quanto eu. Kayo continuava beijando os peitos dela e punhetava seu pau já rígido novamente, pronto para mais um round. Dei dez estocadas violentas e prazerosas e gozei no fundo da buceta dela, inundando-a e misturando minha porra à porra do meu primo.

— Cacete! Que bucetinha gostosa! — exclamei e tirei meu pau de dentro da ninfeta, deixando sua entradinha toda abertinha e lasseada. — Fique de quatro agora para meu primo e eu nos divertirmos com seu cuzinho.

Dália se colocou na posição que eu ordenei e empinou sua bunda gostosa para nós. Seu anelzinho era rosado e virgem e piscava de luxúria, convidando-nos. Kayo e eu, juntos, deslizamos um dedo cada por entre as suas nádegas, sentindo a textura e o calor da área. Logo nossos dedos se molharam na sua buceta e voltaram ao seu cuzinho para dedilhá-lo.

— Você vai foder o cuzinho dela, Drakon? — perguntou Kayo, parecendo preocupado com o bem-estar da ninfeta. Ele era assim: preocupado até demais com o bem-estar dos outros. — Não prefere dar sua terceira gozada na bucetinha dela?

— Na verdade, não prefiro, primo, porém farei isso, pois ela não aguentaria meu pauzão no seu cuzinho virgem — expliquei, ciente de que receber um caralho na bunda era muito, mas muito mais desafiador do que na buceta. — Eu vou gozar na buceta dela de novo, mas você vai foder o cuzinho dela.

Nós continuamos dedilhando o cuzinho dela, juntos, até ele ficar lasseado o suficiente para ser penetrado pelo pau do meu primo. Eu me deitei na cama, Dália se colocou sobre o meu corpo, pronta para montar no meu caralho, e Kayo se posicionou atrás dela para retirar a outra virgindade dela. Nós sorrimos um para o outro, felizes e excitados em partilhar a aventura um com o outro.

A ninfeta alinhou sua buceta e meu pau e desceu sobre ele no ritmo que quis. Eu entrelacei meus dedos atrás da minha cabeça e relaxei, apenas sentindo meu caralho ser envolvido pela intimidade quente e apertada de Dália. Kayo lubrificou seu pau com saliva e penetrou no cuzinho da garota, fazendo-a estremecer e gemer muito alto.

Ela cavalgava no meu pau e, ao mesmo tempo, sentia as estocadas gentis do meu primo na sua bunda gostosa. Ela ofegava, unhava meu peitoral, marcando-me, e pedia por mais prazer. Ela parecia enfim ter encontrado sua vocação para ser quenga e eu já a havia colocado na minha lista de putas mais gostosas.

— Vou gozar — anunciou meu primo, após centenas de estocadas.

— Eu também.

Juntos, nós gozamos gostoso, eu inundando a buceta dela e ele, o cuzinho. Dália também teve um superorgasmo e desmontou sobre a cama, exausta e sem palavras. Meu primo e eu trocamos um sorriso malicioso e demos um soquinho na mão um do outro, comemorando a aventura juntos.

— Foi o melhor presente de aniversário da minha vida. Gratidão, Drakon!

— Nas próximas vezes, será ainda melhor — afirmei, saindo da cama e começando a me vestir. — Voltamos quando você quiser, primo, e também podemos repetir sempre a parceria, caso você queira também.

— Quero, sim — garantiu e se aproximou de mim, tocando no meu ombro. — Gostei muito de dividir a ninfeta com você e de ver sua perícia na cama. Espero ser um dia tão bom quanto você.

— Somos primos, então a mesma perícia que corre nas minhas veias corre nas suas também, portanto falta apenas a gente trazê-la à tona. — Nós sorrimos. — Agora vamos embora, pois já é tarde e a Karyna e o Cedrico estão sozinhos em casa.

[Kayo vai voltar…]

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