O Mestre da Vontade ep:5 - Eu mandei e ela empinou pra ser fodida

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1414 palavras
Data: 18/05/2026 22:01:02

Capítulo 5

O tesão me consumia inteiro, uma fogueira que subia da base do pau até o peito e explodia na cabeça. Minutos atrás ela tinha me dado um fora daqueles, reforçando com toda a delicadeza do mundo que era noiva, que não ia rolar. E agora? Agora estava de joelhos no chão sujo de um banheiro de funcionários, boca inchada, queixo brilhando de saliva e pré-gozo, me chupando como se a vida dela dependesse disso. Coisa muito estranha. Muito mesmo. Mas foda-se. Eu queria comer ela. Queria comer muito. E ia comer.

— Levanta — ordenei, a voz saindo mais grossa do que eu pretendia. — Empina essa bunda. Você vai dar essa bucetinha pra mim agora, sua gostosa.

Ela obedeceu na hora. Levantou-se devagar, os joelhos vermelhos do chão frio, o uniforme amarrotado e o decote torto deixando metade do sutiã à mostra. O rosto dela estava estranho: olhos vidrados, boca entreaberta, uma expressão que misturava prazer com uma sombra de dúvida, como se uma parte minúscula dela ainda tentasse entender o que diabos estava acontecendo. Me deu um frio na espinha por um segundo. Mas o anel vibrava no meu dedo, quente, pulsante, quase vivo, e aquela sensação apagou qualquer hesitação. O metal parecia falar comigo, um zumbido baixo que subia pelo braço e me enchia de uma certeza absoluta.

Ela se virou de costas, devagar, apoiando as mãos na pia. Levantou a saia do uniforme com as duas mãos, expondo a calcinha branca simples que cobria a bunda redonda e firme. Empinou sem que eu precisasse pedir de novo. A posição era perfeita: costas arqueadas, quadril projetado para trás, as coxas ligeiramente abertas. A calcinha estava embolada entre as nádegas, marcando o contorno da buceta.

Eu me aproximei, encostando o pau duro na dobra da bunda dela só para sentir o calor. Coloquei as mãos nas nádegas, apertando com força, sentindo a carne macia ceder entre meus dedos.

— Caralho, que bunda gostosa… parece que foi feita pra apanhar e pra ser aberta — falei, com um riso baixo e sacana, quase sem pensar.

Ela soltou um gemidinho baixo, mas não respondeu. Apertei mais, abrindo as nádegas devagar, expondo tudo. O cuzinho apertado, rosado, piscando de leve sob a luz fraca do banheiro. A calcinha estava úmida na frente, mas não muito. A buceta ainda não escorria como eu esperava. Os lábios inchados apareciam por baixo do tecido, mas secos, como se o corpo dela estivesse obedecendo mais rápido que o desejo.

Passei o dedo médio pelo rego, roçando o anel apertado do cu. Ela tremeu inteira, um arrepio que subiu pelas costas. Desci mais, empurrando a calcinha de lado, e enfiei o dedo na entrada da buceta. Estava quente, mas pouco molhada. O canal apertado resistiu um pouco, envolvendo meu dedo sem facilitar a passagem.

— Ainda não tá pronta, né, sua safada? — murmurei, quase rindo.

Cuspi na palma da mão. Levei a mão até a sua boca.

— Abre a boca e chupa meu dedo, cachorra.

Ela abriu na hora, sem hesitar. Enfiei dois dedos entre os lábios inchados, sentindo a língua dela se enrolar neles, lambendo a saliva como se fosse o melhor sabor do mundo. Mexi os dedos lá dentro, esfregando na língua, no céu da boca, deixando tudo bem babado. Depois tirei, levando a mão molhada de volta para a buceta dela.

Abri os lábios com os dedos, expondo o clitóris pequeno e inchado. Esfreguei a saliva misturada com a minha na entrada, circulando devagar, depois enfiei dois dedos de uma vez. Ela arfou alto, o corpo se curvando mais, a bunda empinando ainda mais contra mim. Agora sim, o canal começou a ceder, ficando mais escorregadio, quente, apertado ao redor dos meus dedos.

Eu puxei a calcinha para o lado com mais força, quase rasgando o tecido. Meu pau latejava, a glande roçando a entrada úmida dela, sentindo o calor que emanava dali. O anel vibrava mais forte, como se estivesse me dizendo que era a hora. Que ela era minha. Que tudo aquilo era meu.

Eu só precisava empurrar.

Segurei firme nos quadris dela, as mãos afundando na carne macia, e empurrei de uma vez. A glande abriu caminho, deslizando devagar no calor apertado da buceta que ainda não estava encharcada, mas já cedia, envolvia, apertava. Senti cada centímetro sendo engolido, o canal quente e macio se moldando ao meu pau como se tivesse sido feito para isso. Ela soltou um suspiro curto, quase inaudível, o corpo estremecendo uma única vez enquanto eu entrava até a raiz.

Comecei a meter devagar no início, sentindo a fricção deliciosa, a buceta se ajustando, ficando mais escorregadia a cada estocada. O anel pulsava no dedo, quente, enviando pequenas ondas que subiam pelo braço e explodiam no peito. A cada vez que eu saía quase todo e voltava com força, a bunda dela tremia, as nádegas se chocando contra minha virilha com um tapa molhado.

Levantei a mão e desci com força na nádega direita. O som ecoou alto no cubículo apertado, um estalo seco seguido de um tremor na carne. A pele ficou vermelha na hora, uma marca perfeita da minha palma. Ela não gemeu alto, não gritou. Apenas arqueou mais as costas, empinando ainda mais, como se o tapa tivesse sido um comando silencioso. Dei outro, mais forte, na esquerda. A bunda balançou, a pele ardendo sob meus dedos. Continuei metendo, o ritmo acelerando, os tapas vindo em sequência: direita, esquerda, direita, esquerda. Cada estalo fazia a buceta dela apertar meu pau com mais força, como se o corpo respondesse mesmo sem a boca dela emitir som.

Ela ficou em silêncio quase o tempo todo. Só respirações curtas e pesadas, o ar saindo pelo nariz em golfadas rápidas. De vez em quando um gemidinho baixo escapava, abafado, quase engolido, mas nada alto, nada exagerado. Era como se ela estivesse aceitando tudo sem resistência, sem questionar, apenas deixando o corpo obedecer. Isso me deixava ainda mais louco. Saber que minutos antes ela me dispensou com um “não vai rolar, bebê” e agora estava ali, de quatro, levando rola e tapas sem reclamar.

Aumentei o ritmo. As estocadas ficaram mais profundas, mais brutas. Meu saco batia contra o clitóris dela a cada investida, o som molhado misturado aos tapas ecoando no banheiro. A buceta agora escorria de verdade, o líquido quente escorrendo pelas coxas dela, pingando no chão sujo. Eu sentia o prazer subindo, uma pressão quente na base da coluna, o pau inchando ainda mais dentro dela.

Segurei os quadris com as duas mãos, as unhas cravando na carne, e meti com força, rápido, sem parar. A bunda dela estava vermelha, marcada com impressões das minhas palmas, tremendo a cada impacto. Dei mais dois tapas fortes, abertos, sentindo a pele queimar sob minha mão.

Então gozei.

O orgasmo veio como uma onda violenta. Meu pau pulsou dentro dela, jorrando grosso, quente, enchendo a buceta até o fundo. Senti cada jato forte, o corpo dela apertando ao redor de mim como se quisesse sugar tudo. Gozei fundo, bem fundo, sem tirar, deixando tudo lá dentro, marcando ela por inteiro. Meu quadril colou no dela, tremendo, enquanto os últimos espasmos saíam.

Respirei pesado, o peito subindo e descendo. Tirei devagar, sentindo o pau escorregar para fora, brilhando de gozo e dos fluidos dela. Um fio grosso e branco escorreu da entrada da buceta, descendo pela coxa. Ela continuou de costas, empinada, sem se mexer, sem falar nada.

Puxei a calcinha de volta para o lugar, enfiando o tecido entre as nádegas e cobrindo a buceta gozada. O tecido ficou imediatamente molhado, colando na pele, absorvendo o que escorria. Ajeitei a saia por cima, alisando o tecido amarrotado.

Me inclinei sobre ela, a boca perto da orelha, voz baixa e firme.

— Hoje você vai trabalhar toda gozada, sua safada. Vai sentir meu leite escorrendo o dia inteiro enquanto atende os clientes, enquanto sorri e fala “bom dia, o que vai querer?”. Não vai limpar nada. Entendeu?

Ela apenas assentiu, devagar, o rosto ainda corado, os olhos vidrados. Não disse uma palavra.

Levantei a calça, fechei o zíper, ajeitei a camisa. Abri a porta do banheiro e saí primeiro, deixando-a ali, de pé, com minha porra dentro dela e a calcinha encharcada colada na buceta.

O café lá fora continuava barulhento, cheio de gente, como se tivesse faltando uma das atendentes.

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