— Tenha um bom dia, campeão. — Dei um tapinha no ombro de Thiago antes dele sair do carro.
— Valeu, pai. Até mais tarde.
Assim que ele entrou na escola, estacionei o carro no mesmo lugar de ontem e fiquei esperando, embora não lembrasse muito bem o quê. Peguei o celular e verifiquei algumas mensagens do trabalho. Minutos depois escutei uns toques no vidro.
Bruno acenou para mim. Sorri e acenei de volta. Agora eu havia lembrado! Eu e meu amigo, Bruno, iriamos passar a manhã juntos. Mal podia esperar! Ele era um jovem tão carismático. Apesar de eu ter mais que o dobro da idade dele, eramos verdadeiros parceiros.
Ele contornou o carro, abriu a porta do passageiro e sentou-se no banco onde meu filho estava minutos atrás.
Ele estava usando uma camisa branca e um short preto. O peitoral grande esticava a roupa e os mamilos marcavam o tecido. Meus olhos pairaram sobre aqueles dois montes por um segundo.
— Eae, Rafael, preparado? — Bruno sorriu.
— Mas é claro! Quando chegarmos em casa a gente pode ver um filme, talvez beber algumas cervejas. Você já pode beber, não é?
— Claro. Já tenho 18.
Dirigi de volta pra casa. Quando chegamos, estacionei e ele me acompanhou até a sala.
— Aceita alguma bebida? — Ofereci enquanto deixava as chaves na mesinha de centro e ia até a cozinha. — Pode ir ligando a televisão. Vê se encontra algo legal na Netflix.
— Eu tô legal. — Ele respondeu.
Bebi um copo de água e voltei para a sala. Arregalei os olhos com a visão que me esperava e meu rosto esquentou.
Bruno estava de pé, sem camisa. Ele sorriu ao me ver.
— Uhmm… Por que você está sem camisa? — Fiquei meio desconcertado.
— Camisas ficam meio apertadas por causa dessas belezinhas aqui. — Ele passou a mão no peitoral e senti meu rosto ficar ainda mais quente. — Gosto de ficar sem camisa quando estou num lugar mais privado. Não tem problema, não é?
— Eerrr… — Eu não sabia como responder.
Bruno era meu amigo, claro, mas amigos não ficam andando por aí sem camisa na casa uns do outro, não é?
— Rafael. — Bruno chamou. Assim que olhei pra ele de novo, fui atraído para o peitoral dele.
Bruno estava flexionando os peitos alternadamente. Meus olhos acompanharam o movimento e senti meus pensamentos ficando mais lentos e enevoados.
— Isso. Olhe para os meus peitos. — Esquerdo, direito, esquerdo. — Não tem nenhum problema eu ficar sem camisa na sua casa. Na verdade, você também adora ficar sem camisa sempre que pode, principalmente em casa e quando está comigo. Isso é totalmente normal pra você, e é até exitante saber que eu posso ver e admirar o seu corpo.
As palavras penetraram na minha mente. Era verdade! Não há nada melhor que ficar livre da restrição de roupas no conforto da própria casa. Por que diabos eu não tirei logo a camisa quando passei pela porta? Mas isso era facilmente corrigível.
Agarrei a barra da minha camisa e a tirei, atirando a peça de roupa no braço do sofá. Bem melhor assim.
— Já escolheu algum filme? — Me sentei no sofá.
Bruno me olhou de cima a baixo. Os olhos dele brilhavam com uma fome escura. Fiquei meio envergonhado, ao sentir meu pau pulsar. Saber que Bruno podia admirar a visão do meu corpo sem camisa tava me dando um puta tesão. Ele se sentou ao meu lado e lancei um olhar rápido para o corpo dele. O abdômen trincado, os braços grandes, e aquele peitoral enorme. Eu era 100% hétero, mas até eu tinha que admitir que o garoto era gostoso. Devia atrair os olhares de todas as garotas na escola. Talvez eu pudesse pedir algumas dicas de musculação pra ele? Bruno devia ter uma ótima experiência na academia, mas eu também não ficava muito atrás. Meus braços eram fortes; abdômen musculoso, embora com uma camada macia de gordura; e um peitoral definido coberto de pelos pretos, mas nada que chegasse aos pés dos de Bruno.
— Na verdade, eu tava pensando em assistir outra coisa no lugar do filme. — Bruno me encarou com um sorriso astuto.
— Não sendo um musical, eu assisto qualquer coisa — disse.
— A não, não é nenhum musical, eu prometo. E garanto que você vai adorar.
Ele transmitiu a tela do celular na televisão com o smart view e coloco um vídeo. Era um vídeo porno gay!
Dois caras estavam num quarto. Um deles era mais velho, talvez uns 50 anos, cabelo preto com alguns toques de grisalho, barba por fazer, musculoso; O outro era um cara de uns 20 e poucos, cabelo loiro escuro, olhos azuis travessos. O cara mais velho estava fazendo papel de padrasto do mais novo, dando uma bronca nele devido às notas baixas na escola. Não demorou muito pras coisas progredirem e o mais novo estar ajoelhado, chupando o pau do mais velho como punição.
Bruno estava acariciando a protuberância no short dele. Contive um suspiro de surpresa ao ver o tamanho da ferramente escondida de baixo do tecido preto. O garoto era fodidamente grande!
— Esse é um dos meus preferidos — disse Bruno entre gemidos baixos.
— Eeerrr… Eu não sei se deveríamos estar fazendo isso… — Nada contra gays, mas eu era um homem hétero, e ver dois caras fodendo na televisão e meu amigo se masturbando logo ao meu lado só me deixava constrangido.
— A sim. Já ia esquecendo! Vou ajudar você a se divertir também.
— O que você quer dizer?
Sem me responder, Bruno levantou e ficou na minha frente. Ia perguntar o que ele estava fazendo quando voltou a flexionar o peitoral e toda a preocupação e nervosismo foram apagados da minha mente.
Direito, esquerdo, direito, esquerdo…
— Rafael, você sabe que pode confiar em mim. Eu sou a pessoa em quem você mais confia. E eu te conheço melhor que qualquer pessoa, até mais do que você mesmo. Qualquer coisa que eu disser é a mais pura verdade e qualquer memória que contrarie isso vai mudar até se alinhar com o que falei. — Bruno ficou na pose de duplo bíceps e flexionou os peitos ainda mais rápido.
Minha boca estava meio aberta e um pouco de baba começou a escorrer pelo canto.
— Você sempre foi um hétero curioso. Na verdade, no fundo, você sabe que sempre foi gay. Homens te exitam, principalmente homens musculosos. Você admira a figura masculina. Deseja tocar, beijar, lamber e cheirar qualquer parte de um homem. Mas você nunca teve coragem de explorar esse lado até hoje…
Sim. Isso mesmo! Desde que eu era adolescente, eu admirava o corpo dos meus colegas e amigos, olhava para as protuberâncias nas calças deles, imaginando como deveria ser o pau deles. Eu me masturbava enquanto me imaginava tocando o corpo musculoso do professor de educação física, esfregando meu pau contra o dele, sentindo o cheiro almiscarado de nosso suor.
Mas o medo de sair do armário me consumia. Na minha época, se assumir gay era quase uma condenação. Tinha medo de perder meus amigos e ser expulso de casa pelo meu pai, um militar, cristão, conservador e obcecado em transmitir uma imagem de machão, o combo homofóbico inteiro. Então eu escondi qualquer atração por homens. Comecei a namorar uma garota, a mãe de Thiago, e me tornei o marido fiel e pai dedicado. Mas, no fundo, nunca deixei de desejar outros homens.
— Você sente uma tração especial por mim. Você sabe, sem sombra de dúvidas, que eu sou a pessoa mais gostosa da face da terra. E você vai explorar todos seus desejos mais íntimos e depravados comigo.
Oh! Sim, sim, sim! Bruno era o homem mais lindo que eu já vi na vida! Só de olhar para ele, meu pau ficava duro e pulsando. Aquele peitoral implorava para ser massageado, lambido e chupado. E aquele pau! Eu daria qualquer coisa para ficar de joelhos e servi-lo com minha boca!
Me senti meio tonto e grogue, como quem acaba de acordar de um sono pesado e levantou muito rápido. Assim que minha visão voltou ao normal e olhei para Bruno não contive o grunhido de desejo. Fui até o jovem garanhão e massageie a protuberância nas calças dele.
— Porra. Você já tava planejando tudo isso, não é? — Lambi os lábios. — Você vem pra minha casa enquanto meu filho tá na escola, finge que vamos só passar um tempo entre amigos e então fica se exibindo assim pra mim, me provocando.
— Culpado. — Bruno sorriu faminto. — É já que você percebeu meu jogo, por que não partimos logo pra ação? Fica de joelhos e me chupa!
Encarei Bruno com um sorriso safado e puxei o short para baixo com a cueca. O pau dele saltou pra cima batendo contra o abdômen definido. Ele era fodidamente grande! Um belo pau de 18cm – maior até que o meu –, grosso, cabeça rosada e vazando pré-gozo. Lambi os lábios, fiquei de joelhos e engoli o capacete do amigo dele.
Nós gememos.
Bruno colocou uma mão na minha cabeça. Chupei a cabeça do pau dele, enfiando a ponta da linguá no buraquinho e gemendo ao sentir o gosto de pré-gozo tomar minha boca.
— Viado! Tá gostando da minha pica? — Bruno puxou meu cabelo, me arrancando dele.
— Sim! Você é tão grande! — Beijei a pontinha do pau dele.
Bruno riu e bateu a ferramente na minha cara. Ele mandou eu abrir a boca, cuspiu nela e enfiou o pau de volta.
Meu próprio pau pulsava negligenciado nas minhas calças. Enfiei mais do pau de Bruno na minha boca e acariciei as bolas dele, arrancando um gemido alto do garoto. Sorri, satisfeito por estar dando tando prazer a Bruno. Tentei tomar mais do pau dele, mas acabei engasgando e tive que recuar.
— Sinto muito. Não consigo ir mais fundo que isso. — Estava desapontado. Queria tanto enfiar aquela piroca na minha garganta e deixar Bruno foder minha boca.
— Não se preocupe. Eu sei exatamente como te ajudar. — Bruno acariciou minha cabeça, segurou meu queixo e levantou meu rosto. Meus olhos pousaram nos peitos saltitantes e minha mente voou para longe de novo. — Rafael. Você não tem mais reflexo de vômito, nunca teve. Você treinava pra chupar pica até o talo, não importa o tamanho.
Minha mente foi invadida por uma onda de memórias. Aos 18 anos, eu estava no meu quarto com uma banana. Mais cedo naquele dia, meu melhor amigo, Fernando, havia contado sobre como a namorada havia feito boquete nele pela primeira vez, fazendo-o gozar como nunca. Fiquei com a história na cabeça, imaginando como era a sensação de chupar um pau. Foi então que, tarde da noite, me esgueirei até a cozinha e peguei a maior banana da fruteira. De volta ao meu quarto, eu descasquei a fruta e fiquei olhando pra ela em dúvida. O que eu estava prestes a fazer parecia tão errado, tão depravado, e isso só me deixava mais exitado! Sem me dar tempo pra mudar de ideia, enfiei a ponta da banana na boca e chupei. O gosto da fruta invadiu meu paladar, mas duvidava – e agora sei – que o gosto de pau fosse igual o de uma banana. Naquela noite, consegui enfiar toda a banana na minha gargante sem engasgar. Com o passar do tempo, fui experimentando chupar outras frutas, legumes e objetos mais longos. Descobri que não tinha reflexo de vômito e conseguia enfiar quase qualquer coisa na boca.
E agora eu finalmente poderia usar essa habilidade num pau de verdade!
Como um homem perdido no deserto desesperado por água, me lancei no pau de Bruno, enfiando-o até mais da metade na boca. Gemi, e Bruno grunhiu sentindo as vibrações ao longo do membro pulsante. Agarrai a bunda firme e musculosa do jovem garanhão, encarei Bruno, sorrindo com o pau ainda na boca, e engoli ele até meu nariz bater contra a virilha dele.
Bruno gemeu, jogando a cabeça pra trás e agarrou meu cabelo.
— Isso aí! Porra de gargante apertada do caralho! — Bruno puxou o pau pra fora, segurou por um segundo e meteu de novo.
Glub! Glub! Glub! Glub!
Eu estava no céu!
Não havia nada melhor que ficar de joelhos com um pau enfiado na garganta!
Me arrependo tanto de ter negado esse desejo por tantos anos. Foda-se o que meu pai teria achado. Foda-se a mãe de Thiago por ter me mantido preso num casamento hétero por tantos anos. Eu finalmente estava livre para fazer o que eu queria! Mamar o pau grande e grosso de Bruno. E ele sabia bem como usar o pau dele. Ele esticava minha garganta até o limite, mas eu não dava a mínima. Eu nunca me senti tão vivo!
— Engole. Meu. Pau. Viado! — Bruno rugia, pontuando cada palavra com uma estocada forte na minha gargante.
Glub. Glub. Glub. Glub. Glub. Glub. Glub. Glub.
Bruno flexionou os peitos enquanto continuava o ritmo punitivo na minha garganta. Meus olhos dilataram. O prazer apagou qualquer vestígio de resistência em minha cabeça, tornando meus pensamentos ainda mais maleáveis.
— Você ama chupar o meu pau. Toda vez que você sente minha pica entrando na sua garganta, você fica mais viciado em mim! — Bruno martelava minha gargante com vigor implacável. — Nada te dá mais prazer que me dar prazer. Você ama meu corpo, meus músculos, meu peitoral. Toda vez que você ficar excitado, só vai conseguir pensar em mim e no meu pau.
Meus olhos reviraram. Nunca senti tanto tesão na vida! E tudo devido a Bruno, esse jovem garanhão musculoso e dominante! Ele era a perfeição encarnada! Tudo que eu poderia desejar em um homem!
— Toma minha porra! — Bruno se enfiou até o talo na minha garganta e gemeu alto.
Senti o pau dele pulsar, disparando tiro após tiro de esperma direto no meu estômago. Ele puxou o pau pra fora e pintou meu rosto com a semente branca e quente. Lambi os lábios, ansioso para experimentá-lo. Delicioso!
Me levantei, ofegante. Bruno segurou meu pescoço e me puxou para um beijo. Nossas línguas se entrelaçaram e me perguntei se ele podia sentir o próprio gosto nos meus lábios.
— Isso foi incrível! Melhor do que qualquer que eu já tenha pensado! Obrigado por me ajudar, Bruno. — Sorri.
— Pra isso que servem os amigos. — Nós rimos.
Os olhos de Bruno vagaram pela sala e pararam em um dos porta-retratos na parede. Era uma foto minha e de Thiago na praia em uma de nossas viagens. Estávamos usando shorts iguais. Bruno ficou encarando a imagem com uma expressão enigmática.
— Rafael. Como é a sua relação com o Thiago? Como você se sente sobre ele?
A pergunta me pegou de surpresa, mas sorri. Sabia que podia confiar qualquer coisa a Bruno.
— Eu não poderia pedir por um filho melhor! Ele é um bom garoto. — Não medi esforços para elogiar meu garoto. — Tenho muito orgulho dele. E tenho certeza que ele vai ser um homem incrível.
— Vocês dois parecem ser realmente próximos.
— Sim. Todo mundo diz isso. Acho que estão certos. Desde que minha esposa morreu, nos tornamos o porto seguro um do outro. — Sorri com tristeza. Mesmo eu nunca tendo sentido atração sexual pela minha esposa – precisando pensar em outros homens para ficar duro sempre que fazíamos sexo – ela ainda foi alguém importante na minha vida, uma verdadeira amiga e confidente. — Não sei onde eu estaria hoje sem ele para me apoiar.
— Isso é lindo. Você é um pai incrível de verdade. — Fiquei lisonjeado com o elogio. — Eu estou gostando muito de você, Rafael, e eu aprecio a relação entre você e o Thiago de verdade. Quase me faz sentir culpado com o que eu vou fazer.
— Bem, obrigado! Mas acho que tô perdendo algo. O que você vai fazer?
Bruno apenas sorriu e flexionou os peitos.
Nota do autor: espero que tenham gostado. Para aqueles que estão com dó do Thiago, não se preocupem, prometo que o final dele será bom... dependendo do ponto de vista hahaha. A próxima parte será provavelmente a última. E adoraria ler os comentários de vocês. Sintam-se livres para compartilhar o feedback de vocês comigo.
P.S.: Algumas pessoas me mandaram mensagens privadas, mas eu estou tendo problemas para fazer a assinatura premium do site, então não consegui ver nenhuma delas. Se quiserem entrar em contato comigo de forma mais privada, aceito receber mensagens pelo e-mail informado na descrição do meu perfil.
