Quando a tia Tereza ligou pra minha mãe e começou a desabafar sobre meu primo, eu quase caí pra trás. Lembro que tava na sala, vendo TV no sofá, quando escutei minha mãe consolar titia no telefone e achei de bom tom bisbilhotar a conversa delas. Se estivessem falando de qualquer outra pessoa, eu não daria a mínima, mas bastou ouvir o nome do Rafinha e eu me esgueirei na porta da cozinha pra escutar o papo das duas.
- Mas isso é normal, Terezinha. Os meninos chegam nessa idade e a puberdade grita, é natural eles se masturbarem. Faz parte. – explicou mamãe.
- Não, Janaína, você não tá entendendo! Rafael tá viciado! Se deixar, passa o dia trancado no quarto vendo pornografia e se tocando, não faz mais nada! O pai dele já falou, eu já falei, os amigos falam, mas ele não muda! Nem com psicólogo resolveu, não sei se esse menino tem salvação! Tô pensando em levar ele lá na igreja, o que você acha? – minha tia se lamentou.
- Caramba, não sabia que tava tanto assim... Igreja, minha irmã? Tem certeza?
- Não sei mais o que fazer com ele! Ou então vou procurar um médico, botar Rafael pra fazer exame. Né possível! Você não imagina a quantidade de cueca e short gozado que eu lavo por dia, não aguento mais!
Quanto mais elas falavam, mais fiquei curioso pra ver meu primo ao vivo, já que a gente não se via há anos. Pra você ter noção, eu devia ter 14 e ele 13 na última vez que trocamos ideia. Rafinha ainda era um garoto irritante, gordo e dentuço, adorava me perturbar e pegava no meu pé o tempo todo, daí o tempo passou e cada um foi viver sua vida, eu cheguei nos 19 e ele completou 18 sem termos contato.
- Tem que ter alguma explicação pra ele ser assim, Terezinha. Será que não é hormonal ou genética? Já perguntou se o pai do Rafael também é assim? Tem que investigar, menina. Eu ainda acho que é coisa da idade. Ele acabou de fazer 18, tá com o sangue quente. – minha mãe explicou.
- Sei não, Janaína... Esses dias eu ouvi os amigos zoando ele. Parece que Rafael transou pela primeira vez, ele nunca tinha feito antes. Tenho pra mim que agora que descobriu o gostinho, não quer mais parar.
- Vish... Só pode ser isso. Ele transou, deve estar na seca pra fazer de novo. Aí faz o quê? Desconta na masturbação. Você tem que contar isso pra psicóloga, ela vai entender o que tá acontecendo. Tadinho do meu sobrinho...
- “Tadinho, sim... Até parece. Moleque insuportável do caralho. Aposto que não mudou nada, continua chato.” – pensei alto.
Eu e meu primo não fomos bons amigos quando mais novos, então minha primeira reação ao ouvir os desabafos da tia Tereza foi aversão, nojo. Só que tenho que admitir que fiquei minimamente curioso pra ver como Rafinha está nos dias de hoje, especialmente depois de saber que ele é viciado em punheta e que bate várias no dia.
Uma semana depois que escutei a conversa de titia com minha mãe, foi a vez do pai do Rafinha desabafar com meu pai sobre o comportamento do filho. Meu tio trabalha embarcado, passa pouco tempo em casa e reclamou que vira e mexe tia Terezinha liga pro navio pra fazer queixas do meu primo, nem ele aguenta mais.
- Porra, tá foda. Nem lá no cu de São Sebastião esse moleque sossega. Toda semana é uma merda nova. Meu filho não podia ser tranquilão que nem o teu, compadre? – meu tio me olhou e bagunçou meu cabelo.
- Mas o que tá pegando? – meu pai quis saber.
- Não tá sabendo? Rafael tá tarado no cinco a um. Pra piorar... – ele começou a falar, olhou ao redor e parou.
- Pra piorar...? – fiquei curioso.
- Não sai daqui, tá? Se Tereza descobrir que eu contei, ela vai ficar puta. Dia desses ela sentiu um cheiro estranho no quintal.
- Cheiro de quê, tio?
- Cheiro de mato queimando, se é que você me entende.
- Putz! Rafinha metido com droga, maluco? Não acredito.
- Pois é. Conversei com ele, ele disse que não. Falou que é o vizinho que fuma e o cheiro espalha. Eu só fico umas semanas em casa, não tenho como saber se é ele que tá fumando ou não. Tá rolando essa fofoca.
- Mas e tia Terezinha, ela não fica em casa? Nunca pegou ele no flagra?
- Tua tia dorme dopada de calmante, garoto. Quando ela cai na cama, só levanta no dia seguinte. É que nem pedra. Tô dizendo, esse moleque só dá trabalho. Falo, converso, tento aconselhar, mas depois que cresce é uma merda. Rafael não é mais aquele garotinho de antigamente, ele tá um homem irresponsável.
- É brabo, irmão. Esse aqui também dá trabalho de vez em quando. Né, Biel? – meu pai apertou meu pescoço e não me deixou sair de fininho.
- Eu? Poxa, sou tão tranquilo. – me fiz de sonso.
- É, sim. Té parece. Heheheh.
Tava quieto na minha e de repente recebi duas informações que eu nem sabia que precisava: primeiro, que tenho um primo punheteiro; segundo, ele provavelmente fuma erva. Só faltava ver com meus próprios olhos e descobrir se a fofoca e os desabafos dos meus tios eram verdade. Mas como averiguar? Como me aproximar do Rafinha sem parecer forçação de barra? A solução apareceu no mês seguinte.
Minha tia completou 50 anos, deu um festão na casa dela e parte da família se reuniu pra comer, beber e festejar a noite toda. Eu tava de férias no curso e passando os dias à toa, me ofereci pra chegar cedo e ajudar tia Tereza nos preparativos, o que ela topou logo de cara. Minha mãe ficou meio assim, porque lá é comunidade e ela tem medo, mas eu fui de boas e ainda levei mochila com roupa pra passar a noite lá.
- “Será que Rafinha tá menos babaca? Ou será que continua o gordinho insuportável de antigamente?” – não parei de pensar.
Cheguei em Cascadura por volta das duas da tarde, cumprimentei titia na sala e ela deu um berro que quase me deixou surdo.
- Ô RAFAEEEEL! TEU PRIMO CHEGOU, DESCE PRA FALAR COM ELE!
Mas não adiantou. Ela teve que gritar de novo até ele ouvir, só então a porta do quarto abriu e eu me deparei com um homem desconhecido parado no topo da escada. Era um pivetão moreno, sem blusa e trajado apenas no calção molinho da Nike, com o tanquinho aparecendo, o corpo suado e a respiração ofegante. De primeira, achei que fosse amigo do meu primo e continuei aguardando o Rafinha dar as caras, mas ele não apareceu e o que aconteceu a seguir me deixou zonzo.
- Até que enfim, Rafael. Anda, vem falar com teu primo. Tem tempos que vocês não se falam. – minha tia mandou.
- Tá, coroa, já ouvi. Precisa ficar repetindo não, bagulho chato. – a voz arrastada e meio rouca entregou que ele não tava com a menor vontade de me cumprimentar.
Porém o mais chocante foi identificar que aquela era a voz do meu primo falando comigo. O sujeito sarado sem camisa não era amigo do Rafinha, mas sim o próprio Rafinha depois de anos sem a gente se ver. Ele cresceu, ficou maior que eu, desenvolveu o corpo e eu me senti perdido, sem saber pra onde olhar.
- Coé, Biel! Caralho, paizão, tu cresceu! – ele desceu os degraus arrastando os chinelos Kenner e parou na minha frente.
- Ó quem fala! Você tomou chá de bambu? Porra, tá enorme! – impossível não manjar o volume do trabuco balançando entre as pernas dele.
- Pior que eu tô grandão mesmo, elas se amarram. Tu tem que ver o tamanho. Teheheh! – o filho da mãe balançou a cintura e fez a penca da rola sacudir de propósito, o calção chegou a mexer de um lado pro outro.
- RAFAEL!? – titia tirou a toalha de prato do ombro e tentou dar uma toalhada, mas meu primo foi mais rápido e desviou antes.
- Hahahah! Tá de boa, tia Tereza. Piada escrota de primos, faz parte. – apaziguei.
Mas não teve argumento certo pra apaziguar o espetáculo de macho que eu vi na minha frente. Pele bronzeada do sol carioca, ombros largos de molecão graúdo, clavículas marcadas, bíceps volumosos, peitoral aberto, os gominhos quase desenhados no abdômen, as pernas mais cabeludas que já vi num homem, cabelo disfarçado na régua, pintado de branco e com risquinho na ponta da sobrancelha. Quem resiste?
- Leva teu primo pra guardar a mochila e mostra a casa pra ele, Rafael. – titia mandou.
- Já é, coroa. – ele concordou, me abraçou e não deu a mínima pra cobra quase picando minha coxa – Maneiro te ver, moleque. Chega aí, bora lá em cima. Te mostrar meu quarto.
- Valeu, Rafinha.
- Não, Rafinha é o caralho. Ninguém mais me chama assim, agora eu sou-
- Rafão? – zoei.
- Não, só Rafael ou Rafa tá bom. – meu primo foi andando na minha frente e eu vi que ele claramente não tava usando cueca por baixo, a julgar pelo vai e vem do pau e das bolas no short.
Enquanto a gente caminhava pro segundo andar, também percebi que Rafael tava animadinho, com a rola meia bomba e uma manchinha de umidade na altura da cabeça, dando a entender que o sacana tava socando punheta antes de descer pra me encontrar. Tão logo ele abriu a porta do quarto e eu olhei pra tela do computador, veio a confirmação com o pornozão rolando.
- Eita, Rafael! Pelo visto, a coisa tá boa.
- Porra, sem querer. Hehehe! – ele ficou sem graça e correu pra fechar os vídeos.
- Relaxa, cara. Também bato, quem não bate?
- É que a coroa fica chiando pra caralho no meu ouvido, tá ligado? E eu tô como, fugindo de problema, meu parceiro. Mó neurose esse bagulho. – seu jeito meio favelado de falar me acertou em cheio, principalmente quando começou a coçar o saco enquanto a gente conversava.
Como o pano do calção era fino, eu vi a cabeça da piroca me olhando de longe, me encarando e testando minha paciência, minha resistência. E o cheiro de pica que tava naquele quarto? Uma mistura perigosíssima de chulé de garotão depois do futebol, cheirão de cloro masculino e uma leve marola de erva, bem no fundo. Certeza que tinha uma cueca recém esporrada largada por ali, a brisa de água sanitária não mentiu.
- Você vê muito pornô, Rafa? – me fiz de inocente, sentei na cadeira do computador e me assustei com a quantidade absurda de vídeos e imagens de putaria já na área de trabalho.
- Ah, mano, se tu soubesse... Geheheh.
- Sério que você é punheteiro assim?
- Sou mesmo, viado. Bagulho como, meus ovo toda hora fazem leite. Tem que esvaziar, fala tu. Vou ficar de saco cheio? Teheheh.
- É... Cheio é que não pode ficar, concordo.
- Tá vendo, pô. Tô sempre esvaziando. De manhã é de lei, já é certo bater a braba no chuveiro. Me amarro. – ele alisou a trilha de pelos que descia do peitoral pro abdômen e eu acompanhei com os olhos, até ela sumir dentro do short.
- Se você é bronheteiro, então tem filho teu em tudo quanto é canto desse quarto, né? No teclado, no mouse, na cama... – fiz cara de nojo e banquei o fresco. – Eca!
- Pior que tem, viado. Hehehe! Meu quarto cheira a leite, tá sentindo?
Até o filho da puta sabia que aquele cheiro era dele, do leite que ele espirrava do saco várias vezes ao dia. Entre outras palavras, não precisei nem de uma hora na casa da tia Tereza pra confirmar que os desabafos dela com a minha mãe eram verdadeiros. Rafael cresceu e virou um garotão viciado em pornografia, além de punheteiro tarado e leiteiro de carteirinha. Ser gostoso é só um dos vários detalhes que compõem o puto do meu primo.
- Tô curioso, Rafa. Qual seu tipo de pornô favorito?
- Anal, com certeza. – ele respondeu na lata.
- Sério? Por que, tem fome de cu?
- Demais, mano! Nunca comi, mas já fui na portinha. Fico vendo essas mina rabuda rebolando na tela e a pica sobe fácil, papo reto. Só de falar, fico como... Dá nervoso. Geheheh! – apertou a tora no calção e logo notei a meia bomba dobrando de tamanho.
- Caralho, que isso! – deixei escapar sem querer.
- Qual foi? – o moleque até olhou pra baixo, pra tentar entender a razão do meu espanto.
E o motivo do choque é que aquilo ali não era normal, Rafael com certeza tinha algum tipo de distúrbio em relação ao tamanho da pica. Ele deu beliscadas no prepúcio por cima do pano e eu não acreditei nos 18cm de caralho MOLE na mão do meu primo, cheguei a perder o fôlego. Pra piorar, o bonitão apertou tanto a mala no short que uma hora a roupa desceu demais e parte do púbis areado de pelos apareceu. A boca encheu d’água e quase pedi pra cheirar os dedos dele.
- Sai fora, maluco! Isso não é piru, é um bicho! Ó o tamanho! Tá vivo!? Hahaha!
- Tá vivão mesmo. – mais uma vez o sem vergonha mexeu a cintura de propósito e fez a espada sacudir na roupa.
Cheguei no meu limite, tomei coragem e movi a mão em direção ao malote do meu primo, na intenção de zoar e fingir que esbarrei de leve. Pra ser franco, esperei tomar um tapa nos dedos e até ser xingado, mas Rafael fingiu que não era com ele, deixou eu patolar e só eu sei como o cuzinho piscou nesse instante, fiquei ouriçado dos pés à cabeça.
- Puta merda, chega a ser pesado! Tomar no cu. Já mediu alguma vez?
- Pra quê? Ligo pra essas parada não, cuzão. Bom é usar.
- Saquei. Será que ele morde? – apertei os dedos, dei afofadas cada vez mais duradouras e ele de boas.
- Não vou te enganar, ele acorda meio nervosinho.
- Mas vai me morder se eu continuar mexendo nele?
- Vai brincando, Biel... Teheheh.
A borracha estufou, ameaçou entrar em horário de pico e foi nesse momento que ele aparentemente caiu em si pro que tava acontecendo. Diria que a ficha do Rafael caiu e ele se deu conta de que minha mão curiosa era, na verdade, desculpa pra sentir a grossura da vara. Nunca quis tanto ser uma das minas de Cascadura, só pra dar a buceta pra ele e ver do que o molecote era capaz.
- Deu a hora do meu fute, viado. Fica à vontade aí, pode jogar o que tu quiser.
- Ué, não vai participar do aniversário da sua mãe? Já basta seu pai embarcado e ela sozinha, coitada.
- Vou, pô. Mais tarde tô de volta, tamo junto. – ele pegou o uniforme, foi tomar banho e me deixou sozinho no quarto.
Muitas fomes me atormentaram nesse minuto. Eu poderia cair de nariz nas chuteiras, farejar suas roupas largadas ou até me masturbar enquanto cheirava tudo, só que eu não tava apenas curioso no Rafael, tava também com fome, galudo e doido pra sentir o corpo dele no meu. Cheirar roupa não resolveria nada e eu continuaria com tesão, entende? Por isso fiquei na minha e fui ajudar titia nos preparativos da festa.
Eu e tia Tereza passamos o resto da tarde preparando as carnes do churrasco, fazendo molho vinagrete, maionese, farofa e arroz. Ela lavou o quintal, eu armei as mesas e cadeiras, forrei tudo e ajeitei os isopores perto do muro, já prontos pros sacos de gelo que o Rafael ficou de buscar na volta do futebol. Durante a arrumação, titia agradeceu minha presença e lamentou sobre o filho não ficar em casa pra ajudar.
- Rafael é um fanfarrão, Biel. Não sei mais o que fazer com esse menino.
- Ele tá precisando é de uma namorada, isso sim. Aí vai sossegar o facho.
- Será?
- Pode ter certeza. Isso é excesso de energia, tia.
- Tomara que alguma menina mude ele, viu? Ou então vai ser o contrário, ele vai arranjar uma moça e ficar pior do que já tá.
As horas voaram, o céu escureceu e meu primo voltou suadão do futebol, a camiseta jogada no ombro e o corpo reluzindo em puro suor quente. Ajudei a tirar os sacos de gelo do carro, mas minha vontade maior era ajudar com outro saco pesado que Rafael tava carregando, não os de gelo. Os primeiros parentes e amigos começaram a chegar, liguei o som e o pivetão acendeu a churrasqueira, daí a festa foi até tarde e eu adorei ver o filho da tia Terezinha ficando altinho de vodca com energético.
O jeito como meu primo olhava pra bunda das mulheres que passavam foi quase explícito. Quanto mais ele bebeu, mais relaxou no comportamento e teve uma hora que eu dei uma cotovelada no braço dele pra disfarçar.
- Cara, cê tá demais. Dá uma segurada, daqui a pouco vão perceber. – falei.
- Perceber o quê? Tá doidão, tu?
- Eu não, você que tá. Tá galudo, né, moleque?
- Porra... Tá sinistro. Me segurando pra não bater uma, meu padrinho.
- Que isso, sério?
- Papo reto. Voltei do fute e não tomei banho, o saco tá como... Chorando. Segura as pontas na churrasqueira enquanto eu vou lá dentro jogar uma água no corpo? – ele puxou o short na altura da cintura e eu notei o volumão muito acima do normal.
- Deixa comigo. Mas ó, é pra tomar banho. Não inventa de tocar bronha, senão vou deixar a carne queimar aqui. Hahahaha.
- Tamo junto, viado. Guenta aí, cinco minuto. – e saiu.
Meia hora depois, Rafael voltou pro quintal pisando leve, de banho tomado, roupa trocada e a cara mais deslavada possível. Começou a rir assim que me viu, veio pro meu lado e eu descasquei logo.
- Vacilão. Tava batendo, né?
- No chuveiro é de lei. Se eu não gozasse, nem taria aqui agora. Precisava esvaziar o tanque, filhão, não tem jeito.
- De boa. Mas agora eu que preciso correr no banheiro, toma conta aqui pra mim.
- Já é, vai lá. – ele pegou o espeto de churrasco da minha mão, assumiu a churrasqueira e apertou a linguiça.
A linguiça dele, não a do churras. Fiquei dois segundos manjando, depois saí dali e corri no banheiro só pra confirmar o que já sabia. Entrei, fechei a porta, olhei no boxe e o ralo tava ENTUPIDO de gala grossa, fresca, branca e viva, quase borbulhando, e numa quantidade absurda! O cheiro de cloro de macho machucou meu nariz, senti a maior vontade de fazer uma coisa muito nojenta, mas me controlei e não fiz, fiquei só olhando mesmo.
- “Esse moleque... Puta que pariu! Vai ser gostoso assim na minha cama, fala sério!” – desabafei mentalmente.
Pensei em sair dali e virei pra meter o pé, foi aí que avistei o cesto de roupas sujas e vi o calção de futebol que meu primo tirou depois que voltou da rua. O cheiro do suor dele misturou com a fragrância temperada das bolas, eu cheirei o short até minhas narinas entupirem e fiquei de pau duraço, doido pra bater punheta e gozar na roupa dele, porém novamente me segurei, controlei a fome e voltei pro churrasco, não fiz nada.
A comemoração rolou até uma da manhã, a galera começou a ir embora mais ou menos nesse horário e eu fiquei pra ajudar tia Tereza na arrumação. Rafael também deu uma força, a mãe dele foi a primeira a entrar pra tomar banho e nós ainda ficamos de bobeira no quintal, comendo a carne que sobrou e matando as últimas bebidas do isopor.
- Vou deitar, meninos, amanhã é dia. Biel, brigado pela ajuda, tá? Depois o Rafa vai fazer a cama pra você lá no quarto dele. – titia saiu do banho e apareceu só pra se despedir.
- Valeu, tia. Vamos tomar mais umas e já já eu deito. Boa noite.
- Boa, meu querido. – ela jogou beijo e se mandou pro quarto.
Tão logo a mãe saiu do quintal e nos deixou sozinhos, Rafael botou a cadeira dele na frente da minha, esticou o pezão 44 no meu colo e relaxou pra ganhar massagem.
- Voltei torto do fute, dá essa moral pro primo.
- Eca, seu pé é nojento. – eu menti.
- Coé, tu tem nojo de mim? – ele me olhou e perguntou sério.
- Eu... Tô zoando. – apertei a sola do pé, comecei a massagear e ele abriu as coxas pra ficar à vontade.
- SSSS... Bem aí, isso! Mmmm... – seus gemidos e a encarada sincera botaram meu cuzinho pra bater palma.
A mão esquerda do meu primo deslizou na perna peluda, alcançou o volume amontoado na virilha e minha boca secou, a garganta pegou fogo diante da sede que senti. Meus dedos pressionaram as bases do corpo dele, Rafael apoiou as mãos na cabeça e eu tive o deleite de massageá-lo enquanto admirava o choro das axilas lotadas de pelos. Como um pivetão de 18 podia ser tão gostoso assim? Pedaço de mau caminho...
- Acho melhor eu deitar, senão vou dormir aqui sentado. Vamo lá no quarto fazer a cama? – pedi.
- Eu que ganho massagem e tu que dorme, Biel?
- Pois é, tô cansado. Preciso dormir.
- Vou lá arrumar o colchão pra tu, vem.
- Valeu, primo.
Fomos pro quarto, ele abaixou de cócoras pra puxar o colchonete de baixo da cama e essa posição do sapo fez a mala acumular inteira na altura da virilha. Mais um pouquinho e o saco vazaria pela saída da perna do calção a qualquer momento, não é à toa que eu suei de nervoso vendo meu primo abaixado.
- Prefere colcha ou lençol?
- Lençol. Sou calorento.
- Um travesseiro ou dois?
- Um tá ótimo.
- Então tá feito. Já vai deitar? Quer que ligue o ar?
- Precisa não, ventilador tá ótimo. Do jeito que tô com sono, vou bater na cama e dormir. – ajoelhei no colchão, me preparei pra deitar e o desgraçado parou de pé na minha frente, a tensão sexual inflamou entre nós.
Mesmo sem ninguém dizer nada, eu e ele sabíamos bem que aquela posição era sugestiva demais pra uma chupeta. Mas o pior não foi isso, o pior é que Rafael tava sem cueca por baixo, a tromba deu um pinote super indiscreto no calção e eu me perdi entre continuar encarando ele ou desviar minha atenção em cheio pra pica. Me senti testado até o extremo, foi difícil resistir.
- Você não vem deitar agora? – perguntei.
- Não, ainda tô terminando de beber. Daqui a pouco eu broto, esquenta comigo não. Dorme bem, viado. – ele coçou a caceta perto do meu rosto e o cheiro veio forte em cima de mim.
- Boa noite... Primo.
- Boa... – Rafael puxou o pano do meio das pernas, desafogou as bolas e eu senti que ele queria dizer algo, mas não disse.
A gente se olhou sugestivamente por mais uns segundos, o safado ficou mudo e eu também, ninguém falou mais nada. Ele virou, apagou a luz, pegou alguma coisa na gaveta da mesinha, saiu do quarto e fechou a porta, não deixou aberta. Não vi exatamente o que ele pegou antes de sair, mas eu sabia da fofoca do meu tio com meu pai, contei uns bons minutos deitado e resolvi levantar pra confirmar o que o gostoso do meu primo tava aprontando.
- “Eu sabia!” – senti a marola da erva antes mesmo de chegar na cozinha.
Andei na pontinha dos pés, fiz silêncio no escuro e passei pelo quarto onde tia Terezinha roncava alto, dopada de calmantes. Caminhei sem pressa pro quintal dos fundos, encontrei a porta entreaberta e a primeira coisa que vi foi a fumaça subindo atrás da mureta da varanda. A segunda coisa foi Rafael sentado num tijolo, de pernas bem abertas, o baseadinho aceso na boca, celular na mão e a giromba pra fora do calção, imensa.
- Caralho! – minha voz saiu sem querer, eu tive que me esconder às pressas e foi por pouco.
O filho da tia Tereza virou pra trás pra ver se via alguém, mas não me viu. Contei um tempo, retornei à fresta da porta e lá estava aquele garotão gostoso largado no tijolo, vendo pornô no telefone, fumando beck, entornando vodca e mandando ver na bronha bem batida. Seus olhos vermelhos e pequenos, a mente feita, a fumaça indo pro céu e a piroca apontada pra cima, grossa até o talo, da cabeça menor e tão escura quanto o resto da vara.
- “Isso não existe! Esse moleque é um jumento! Cavalo total! Se bobear, nem os nossos pais têm pau desse tamanho! Tá maluco, parece piada!” – meu cérebro processou a cena a mil por hora, os neurônios pegaram fogo com tudo que vi.
Olhando de longe, aquilo ali tinha no mínimo 25cm de envergadura firme, três dedos de espessura e um prepúcio borrachudo que cobria a cabeça e arregaçava inteiro no vai e vem da punheta. A glande babona melecou a porra toda, meu primo não precisou cuspir no caralho e acho que o que mais me deixou sedento foi o balanço das bolas durante as mãozadas aceleradas, com direito a pegadas nos ovos e puxões no saco.
- SSSSS... – até o gemido desse puto me deixou torto de tesão.
Ele próprio não sabia manusear o pirocão que tinha, deu pra ver pela maneira pouco firme com a qual segurava a pica. Nem ele, dono da ferramenta, conseguia envolver a mão inteira em torno da piroca, de tão grossa, e no comprimento também era algo absurdo, muito maior que a mão dele. O tipo de caceta que você tem que bater punheta com o dedo mínimo levantado, porque é gigantesca da ponta ao talo.
- SABIA! – de repente ele virou pra trás e me viu em meio à escuridão da cozinha.
A reação foi espontânea, inesperada, e eu demorei uns segundos pra começar a correr pra sala, daí Rafael me derrubou no sofá, caiu por cima de mim e sentou no meu peito com muita facilidade.
- Tá xeretando o quê, filha da puta?! Perdeu a noção do perigo!?
- Fiz nada, cara, só fiquei curioso!
- Tu não disse que ia dormir, viado do caralho?! Fui lá fazer a cama pra tu, tá me fazendo de otário?!
- Não, porra, já falei! Me solta, deixa eu voltar pro quarto! Preciso dormir, amanhã acordo ced-
- Acorda cedo é o caralho! Tu procurou, agora achou! É contigo, toma! – sem mais nem menos, ele botou a pica pra fora, jogou ela na minha boca e largou cintura na minha cara, nem aí se eu ia sufocar ou não. – SSSS! Engole meu pau! Veio xeretar minha bronha, agora engole essa porra! Anda, sem frescura!
O gosto salino me causou certa resistência no início, mas durou pouco tempo, só até eu acostumar com o suor impregnado na cabeça da vara do Rafael. Eu queria que ele me pegasse de jeito, então fingi que não tava a fim de mamar, me fiz de difícil e tentei sair, só pra ver o sem vergonha perder a paciência comigo.
- Quem falou que eu vou chupar? Sai fora, não gosto de pau. – menti na cara dura.
- Ah tá, valeu! Ficou apalpando minha rola mais cedo no quarto por quê? Tu acha que eu sou otário, moleque? Só faltou me chupar com os olhos quando eu fui te receber. Quer mamar sim, e vai mamar até o talo! Bora! FFFF! – forçou de novo a mandioca minha goela abaixo, eu entalei no sofá e delirei com o peso e a quentura da virilha dele na minha cara.
A bolas fizeram meu queixo de suporte, comecei a suar o mesmíssimo suor salgado do meu primo e pisquei o cuzinho adoidado quando senti os pelos das pernas dele amassarem meus mamilos. Era tipo pescaria: de tantos em tantos segundos, o danado mergulhava a vara com tudo, seu anzol fisgava o fundo da minha garganta, seu corpo estancava sobre mim e meus pulmões enchiam na testosterona dos pentelhos.
- Isso, putinha, mama na moral! Vai deixar o primo fortão, vem bancar o sonso comigo não! OOORFF! E ó, sigilo nessa porra! Se contar pra alguém, vou te fuder! Escutou?! – ele deu tapa no meu rosto, apontou o dedo e puxou meu cabelo pra pregar minha goela novamente. – SSSS! Hoje tu quase me deixou de pau durão lá no quarto, papo reto!
- Bem que eu desconfiei. Você ficou meia bomba na minha mão, viu que ia endurecer e correu, né?
- Tinha fute, viado. E eu tava ligado que não ia dar certo ficar perto de tu, agora engole meu piru! AAARGH! – mais uma carcada, ele soterrou minha cabeça na poltrona e as molas rangeram com os botes da cintura.
Quem visse de fora, acharia que ele tava metendo no sofá, de tão enterrado que fiquei. Admito que bateu uma adrenalina sinistra por estarmos expostos ali na sala, o foda é que sentir a pentelhada marejar meu nariz durante o boquete me amaciou legal, eu fiquei pouco preocupado com a possibilidade da tia Tereza aparecer de repente.
- Chega, Rafinha, aqui é perigoso. Melhor parar com essa porra, ouve o que eu tô falando. Não quero fofoca de família com meu nome. – voltei a me fingir de certinho.
- Rafinha? Te mostrar o Rafinha! Eu que mando, porra, vai engolir onde eu mandar! – ele ignorou meu aviso, escondeu a jeba na minha boca e voltou pro seu lugar de direito, macetando minha garganta.
- GLUGH, GLUGH, GLUGH...! – gargarejei bonito.
- OOORGH, SSSS! Isso sim é chupeta de verdade, porra! Essas piranha de Cascadura não tão com nada, tu dá aulas! Geheheh! Esse é tchola mesmo! Boiola raiz! – bolada no queixo, empurrada no nariz, mais tapa na cara e meu primo enchendo minha língua no sal da piroca dele.
- E se tia Terezinha acordar, o que você vai fazer?
- Minha coroa toma calmante, só levanta de manhã. Até lá, eu vou brincar muito na tua goela, pode anotar. FFFF! Tem garganta aí pra mim, comédia?!
Apesar de saber dos horários de sono da mãe, ele fudeu minha boca sem tirar um olho do corredor e o outro da tela do celular. Rafael provou que é viciado em pornografia e chumbou minha fuça enquanto assistia putaria no telefone, tipo revezamento de sexo oral, pornô e adrenalina de fazer sacanagem na sala de casa, com a porta do quarto da minha tia aberta.
- Vou fuder tua boquinha até gozar, Biel! FFFF! E quando eu gozar, tu vai engolir tudo! Sem desperdício, pegou visão!? Quero ver beber tudinho!
- Mas eu tenho nojo de leite, não curto engolir. – menti mais.
- Foda-se, o meu tu vai tomar! Quero nem saber, não inventa de cuspir meu leite! SSSS! Agora vai pensar duas vezes antes de meter o olhão na bronha dos outros, viadinho!
- Se eu soubesse que bisbilhotar tua punheta ia acabar nisso, teria invadido o banheiro mais cedo, na hora que você voltou do futebol. Deve ser gostoso demais te chupar suadão, hein?
- Aí, num tô dizendo que tu gosta? Gosta e gosta muito, né pouco não. Heheheh! Filha da puta mama bem. Chupa minhas bola, isso! SSSS! Boquinha de veludo que tu tem, quentinha! Tava precisando de uma atençãozinha, punheta toda hora perde a graça. Tem que ter uma boquinha, um anel pra pegar emprestado... – o molecão aplicou o primeiro tapa na minha bunda e deu a dica de quais eram suas intenções.
De repente tia Tereza roncou mais alto, engasgou durante o sono e nós paramos imediatamente o que estávamos fazendo. Rafael foi na porta do quarto, viu a mãe dormindo e achou melhor sairmos dali, daí me pegou pelo braço, fomos pro quintal dos fundos e ele quis ganhar bola gato em pé, eu sentado no tijolo onde ele tava se punhetando minutos atrás.
- Você é muito sem noção. Aposto que fuma essa porra toda noite e vem pra cá bater punheta, né? – zoei.
- Acertou. Menos quando tem um viado bom de boca querendo leite, aí eu saio da punheta e boto logo pra mamar. Comigo é assim. SSSS! Sustenta o tranco, lá vai rola! – deu o aviso e botou pra fuder.
Após vários minutos no quintal, Rafael ficou à vontade, reacendeu o beck e me botou pra mamar enquanto fazia fumaça, me olhando com aqueles olhinhos vermelhos de pivetão caralhudo. Quem via sua cara de novinho jogador de futebol, nem imaginava o tamanho da trave pesada que o moleque escondia dentro do short. Eu mesmo custei a aceitar os fatos.
- Vem, empina aqui pra mim. Não vou me perdoar se eu não der uma entrada nesse cu, nem que seja umazinha. – ele me virou de costas na mureta da varanda.
- Duvido, Rafael! Ficou maluco?! Esse pau me rasga. Só se eu fosse muito sem noção pra dar pra você. – banquei o difícil.
- E tu acha que só mamada vai me deixar forte? Te falei que meu bagulho é cu, vai dar pra trás agora? Fortalece, pô. Libera o furico pra eu dar uma brincada, só uma brincada. Boto só a cabecinha, vamo? – fez o pedido e esfregou a cabeça da piroca na portinha.
Continuação no On Now.
onnowplay*com/andmarvin/album/91800
