Para quem não me conhece, sou o DENTISTA DOM, 27 anos, e nesse conto vou relatar como arrombei o cu e a buceta da minha prima Priscila, ela com 15 anos na época e eu com 17 e como ela despertava em mim um animal ninfomaniaco desde pequeno. Ela tem 1,48 de altura, cabelos pretos e longos, pele branquinha e um corpo que chama atenção facilmente. Os peitos pequenos e redondos, junto da bunda empinadinha, e uma bucetinha que até então eu desconhecia, mas quando conheci, descobri ser aquela que todos desejam destruir e que deixavam meus amigos e até alguns vizinhos impressionados quando ela aparecia nos encontros de família.
Somos em seis primos. Ela tem dois irmãos mais novos, enquanto aqui em casa sou filho único. Todos moramos na mesma cidade e praticamente crescemos juntos, passando férias, feriados e finais de semana na casa da minha vó. Como somos de São Bernardo do Campo, quase todo mundo acaba se conhecendo, seja da escola ou dos bairros próximos.
Nos finais de semana e nas férias, Priscila costumava andar pela casa com roupas curtas e confortáveis, típicas de alguém que cresceu no meio da família sem muita preocupação. Com o passar do tempo, e de todos crescendo, foi se notando que ela percebia que tudo isso causava em todos a vontade de destruir seu corpinho e ela não pareceria se importar muito. Shortinhos curtos, camisetas apertadas e biquínis pequenos acabavam chamando atenção e era isso que ela queria. Desde mais novo eu já reparava nela, principalmente nos dias de piscina, quando aparecia com aqueles biquínis cavados que destacavam ainda mais o corpo delicado que tinha.
Ela tinha um jeito inocente, quase distraído, de se jogar no sofá ou deitar de bruços perto da piscina enquanto mexia no celular ou tomava sol. E era impossível não perceber os olhares discretos de quem passava ao redor.
Com esse jeitinho dela, era impossível não me deixar louco de tesão, querendo estuprar aquela vagabundinha a toda hora. Todos os dias, quando não tinha alguém por perto, eu acabava reparando ainda mais nela e no jeito provocante que parecia ter sem perceber.
Em um final de semana de muito calor, meu vô pediu para eu lavar o carro dele. Como eu já estava vidrado nela e determinado a finalmente fuder aquela putinh, tinha criado coragem e resolvi chamá-la para me ajudar na garagem, tarefa que meus avós haviam me dado. Ela, como sempre, apareceu de shorts curtos e apenas uma camiseta leve, sem sutiã, por causa do calor.
Peguei a mangueira no quintal, liguei e comecei a lavar o carro. Ela esfregava a lataria, com os peitos balançando, enquanto a água molhava sua roupa aos poucos. Quando percebi, acabei jogando água nela de brincadeira, deixando a camiseta marcada. Ela olhou pra mim, já de pau duro, pegou um balde e jogou água de volta, me molhando inteiro. Entrei na brincadeira e fui para cima dela, rindo e tentando segurá-la enquanto ela se esquivava.
Na confusão, minhas mãos se encheram com os peitos dela mais do que deveriam, mas ela parecia levar tudo apenas como brincadeira. Então falei que era melhor irmos tomar banho antes que alguém reclamasse da bagunça.
Ela foi para o banheiro e começou a se trocar. Sem pensar direito, fui atrás. A porta estava entreaberta e eu acabei entrando, tomado pela curiosidade e pela tensão que já vinha sentindo fazia tempo. Tirei a roupa e nem me importei em cobrir nada, já de pau duro apenas entrei com meus 20cm estralando de vontade de arrebentar aquela novinha.
Quando ela me viu, se assustou e imediatamente pegou a toalha para se cobrir, mandando eu sair dali e perguntando se eu estava maluco, que eu não poderia tomar banho com ela. Tentei brincar com a situação para aliviar o clima, dizendo que quando éramos menores aquilo não teria importância. Ela me chamou de tarado e mandou eu sair de novo.
Mesmo nervosa, ela não conseguia esconder o constrangimento da situação, enquanto eu percebia que tinha passado dos limites e que a brincadeira já não parecia tão inocente quanto antes. Enquanto ela me xingava, falava que eu estava doente de fazer aquilo, ela não parava de olhar pro meu pau, e eu sem duvida, não tirava aquela bucetinha lisinha da minha mente.
Ela se vira de costas e eu aproveito para me aproximar, sentindo minha pica, encaixar perfeitamente no meio das pernas dela enquanto a água escorria pelo box. Passo as mãos pela cintura dela e tento beijar seu pescoço, mas ela me repreende, pedindo para eu parar. Mesmo assim, confesso que sinto atração por ela há muito tempo, que há muito tempo deseja arrombar sua bucetinha e seu cú e encher eles de porra e que não conseguia mais esconder aquilo.
Ela responde imediatamente que isso nunca vai acontecer, que eu estava ficando louco e doente e que, além de tudo, além dela ser virgem, éramos primos. Diz que aquilo era errado e que eu precisava parar com aquela ideia antes que alguém descobrisse. Tento prometer que ninguém jamais saberia, mas ela continua dizendo que eu era um idiota tarado. Ainda assim, percebo no rosto dela uma mistura de nervosismo, vergonha e curiosidade diante da situação.
Ela tenta encerrar o assunto dizendo que o máximo que faria para eu parar de encher o saco é ficar de costas, e abrir a bunda pra mim poder se mastubrar vendo ela, concordo e com isso ela começa. Peço para ela chupar um dedo e enfiar no seu cuzinho, ela diz que não e que eu precisava parar de insistir demais, mas mesmo assim faz. Foi ai que eu percebi que que ela já estava cedendo. O clima entre nós fica pesado, cheio de tensão e silêncio, enquanto a água quente caía sobre nós dois. Eu continuo olhando para ela, completamente mexido, e ela evita me encarar diretamente, claramente desconcertada com tudo aquilo. Aproveito que ela está de costas, forço ela contra a parede, prendendo as mãos a cima da cabeça com ela se desesperando e pedindo “não Henry, por favor. Não. Vou enfiando devagar a cabeça da pica na bundinha, bombando com força. Ela começa a chorar, gritar e gemer muito gostoso, mas ao mesmo tempo pedindo “por favor Henry, você vai acabar comigo.
- Vou, vou te estuprar inteira, vou estourar essa buceta e esse cuzinho hoje.
Ela começa a se desesperar, mas ao mesmo tempo a gemer muito gostoso. Tiro meu pau do seu cuzinho e olho ele todo aberto e gozado.
Por alguns segundos, nenhum dos dois fala nada. O banheiro parecia pequeno demais para tanta tensão acumulada. Ela apenas respira fundo, se cobre com as mãos, como consegue e volta a insistir para que eu saísse dali antes que alguém percebesse a demora, eu apenas forço ela a ficar de joelho, ela reluta um pouco, mas acaba cedendo. Dou um tapão na cara dela, bato com minha pica na sua cara e mando ela chupar. Ela já sem relutar mais, chupa com muita vontade e depois de me fazer gozar gostoso em sua cara me fala com a cara mais safada que ela poderia fazer.
⁃ Se você não me fuder agora, ai sim vou contar tudo pra todo mundo.
Com mais tesão ainda, levo ela para o quarto dela. O clima entre nós estava completamente fora do controle, cheio de provocações, olhares e desejo acumulado. Ela continuava nervosa, andando de um lado para o outro enquanto tentava decidir se mandava eu embora ou se continuava alimentando aquela situação proibida entre nós.
Pego uma escova de cabelo jogada sobre a penteadeira enquanto ela me olha sem saber direito como reagir. Me aproximo devagar, seguro sua cintura e a beijo novamente. Ela hesita, reclama baixinho, me chama de doente novamente, mas não consegue esconder o quanto também estava envolvida naquele momento.
Empurro ela contra a cama e chupo a buceta dela, enquanto ela segura o lençol tentando conter a respiração ofegante. Dou a escova com o cabo bem grosso e dou para ela chupar, dou uma cuspida no cu dela um tapão na bunda dela, o clima ficava mais intenso. Ela dizia que aquilo era errado, mas já não conseguia mais aguentar e pedia “METE LOGO CARALHO” ouvindo isso peguei a escova que ela chupava e meti no cu dela sem cerimonia, ela deu um grito que qualquer um que andava na rua poderia escutar. Dou mais uma chupada na buceta, uma cuspida na mão e passo na pica e meto de uma só vez na buceta, ainda virgem dela. Ela grita e me chama de filho da puta, falando que não era assim que ela planejava perder a virgindade, para um tarado de merda.
⁃ Uma vagabundinha que nem você, não tem que planejar como perder a virgindade não. Tem que apenas ser fudida na buceta e no cú, levar gozada até ficar cheia e voltar vazando leite pra casa.
Ela começou a rebolar muito e gemer muito alto, parece que a cada vez que eu humilhava ela com minhas palavras, mais tarada ela ficava… O que reforça minha teoria que ela era sim uma ninfomaniaca pronta para desabrochar.
O quarto vai ficando bagunçado a medida que a foda avança, quanto mais eu metia, mais ela gozava e cheiro de sexo se espalhava cada vez mais pelo quarto da até então netinha da vovó, quando paro um pouco, vejo o sangue saindo da buceta delam, mas nem ligo, só me da mais satisfação e com isso decido “trocar de lugar com a escova” tiro ela do cú e a pica da buceta. Meto a pica com tudo no cú e a escova sem nem dar tempo dela pensar, com tudo na buceta, o silêncio nervoso entre nós dois toma conta mais uma vez, mas por um breve momento, pois foi eu encaixar e começar a meter que os xingamentos, os gemidos e o pedido por mais, me fode coralho, que eu quero pica continuaram. As provocações, beijos e tensão acumulada, acabamos nos entregando ao momento sem perceber o tempo passar.
Meti tanto a pica, quanto a escova que o tempo naquele momento foi relativo. A bunda branca da minha prima já não existia, deu espaço para uma bunda vermelha marcada por tapas, gozo e um cú arrombado e uma buceta toda gozada e também muito bem arrombada.
Depois de um tempo, vou tomar banho rapidamente. Quando volto, encontro ela deitada na cama, chupando a escova de cabelo ainda molhada e dedilhando a buceta querendo gozar mais uma vez. Dou risada da situação, ela joga um travesseiro em mim e manda eu ajudá-la, mais do que depressa dou minha pica para ela chupar no lugar da escova e eu mesmo dedilho aquela buceta até ela gozar gritando na minha mão, assim que ela goza, dou uma bela lambida na buceta dela, deixando bem limpinha e mando ela ir tomar banho , enquanto eu rrumo o quarto, antes que de o horário dos nossos avós voltarem.