Neide respirava pesado, joelhos tremendo, buceta visivelmente molhada na legging. A mulher respeitável, que ia à missa todo domingo, estava completamente quebrada na minha frente.
E eu ainda nem tinha fodido ela.Eu puxei Neide pelos cabelos, levantando ela do chão. Seus olhos estavam vermelhos, boca inchada de tanto chupar, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios enormes.
— Tira essa roupa. Tudo.
Com as mãos tremendo, ela tirou o top e a legging, ficando completamente nua na minha frente. O corpo de 52 anos era impressionante: seios grandes e siliconados, cintura ainda marcada, quadril largo e aquela bunda grande, redonda e empinada que eu tanto observava desde que ela chegou.
Segurei ela pela nuca e empurrei contra o banco de supino, inclinando o corpo dela para frente. Neide apoiou as mãos no banco, empinando a bunda para mim.
— Por favor, Beto… vai devagar… — pediu com a voz fraca.
Não respondi. Apenas cuspi na mão, passei no pau e posicionei a cabeça grossa na entrada da buceta dela. Neide estava encharcada.
Empurrei com força. Meti metade do pau de uma só vez.
— Aaaaiiihh! — Neide soltou um gemido alto, quase um grito.
Segurei firme na cintura dela e meti novamente, mais fundo. Dessa vez quase inteiro. A buceta madura dela apertava meu pau como um punho quente e molhado.
— Porra… que buceta apertada….
Comecei a meter com força, estocadas longas e pesadas. O som das minhas coxas batendo na bunda grande dela ecoava pela academia.
— Ai… ai meu Deus… Beto! Tá muito grande… aaahh!
Neide começou a gemer alto, sem conseguir se controlar. Quanto mais eu metia forte, mais alto ela gemia. Eu segurava o rabo de cavalo vermelho como rédea e puxava a cabeça dela para trás enquanto socava.
— Grita mais, sua puta! Ontem tava rebolando pro pau do seu neto e agora tá levando o do genro. Fala alto!
— Aaaahhh! Beto… por favor… tá fundo demais! — ela gritava, a voz rouca e desesperada.
Aumentei o ritmo, metendo com violência controlada. Cada estocada fazia os seios dela balançarem pesadamente para frente e para trás. Eu dava tapas firmes na bunda dela, deixando marcas vermelhas na pele clara.
— Ploc! Ploc! Ploc! Ploc!
— Ai! Ai! Ai, caralho! — Neide gemia cada vez mais alto, sem vergonha agora. — Tá me rasgando… sua rola é enorme… aaahhh!
Puxei o cabelo dela com mais força, inclinando seu corpo e metendo ainda mais fundo. A buceta dela fazia barulhos molhados obscenos a cada entrada e saída.
— Diz que você é minha puta agora — ordenei, dando um tapa forte na bunda.
— Eu sou… aaahh!… eu sou sua puta, Beto! Ai, meu Deus… não para!
— Mais alto!
— EU SOU SUA PUTA! — gritou ela, a voz falhando de prazer. — Sou uma puta velha… sua puta… aaahhh fode mais!
Eu sorri satisfeito e comecei a socar com tudo, sem piedade. Segurava a cintura dela com as duas mãos e metia como um animal. Neide tremia inteira, as pernas bambas, gemendo alto e descontrolada.
A cada estocada forte, ela soltava gemidos longos e agudos:
— Aaaahhh… assim… assim… vai rasgar minha buceta… porra… tá tão bom!
Eu sentia ela apertando meu pau por dentro. A vadia estava gozando em cima do meu pau enquanto eu a humilhava.
Puxei ela pelos cabelos, colei meu peito nas costas dela e continuei metendo sem parar, mordendo o ombro dela.
— Quando o Maycon chegar hoje, você vai contar pra ele que agora também é minha puta. Entendeu?
— Entendi… aaahhh… entendi… — gemeu ela, quase chorando de prazer.
Eu continuei fodendo ela com força por mais alguns minutos, sentindo o suor escorrendo nos nossos corpos. Neide já não conseguia formar frases, só gemia alto e rebolava a bunda para trás, completamente entregue.
A coroa respeitável tinha virado uma puta faminta de verdade.Eu estava completamente fora de controle. Segurando firme o rabo de cavalo vermelho de Neide como se fosse uma rédea, eu metia com força bruta, socando meu pau grosso até o fundo da buceta dela.
Cada estocada era violenta. O barulho molhado ecoava alto na academia:
PLAF! PLAF! PLAF! PLAF!
— Aaaahhh! Beto! Vai devagar… por favor! — ela gritava, mas rebolava a bunda para trás pedindo mais.
— Cala a boca e aguenta, sua puta velha! — rosnei, dando um tapa forte na bunda dela.
Aumentei ainda mais o ritmo, metendo com raiva e tesão. Meu pau entrava e saía quase inteiro, abrindo a buceta madura dela sem piedade. Neide tremia inteira, as pernas bambas, os seios balançando descontrolados.
— Aaaaiii meu Deus! Tá muito fundo! Tá me arrombando! Aaaahhh! — gritava ela, a voz rouca e desesperada.
Segurei a cintura dela com as duas mãos e comecei a dar estocadas curtas e potentes, bem no fundo. Neide jogou a cabeça para trás, gemendo alto, quase uivando:
— Assim… assim… fode sua puta! Ai caralho… vai me fazer gozar de novo!
Senti a buceta dela apertando forte meu pau. Ela gozou pela segunda vez, gemendo alto e tremendo inteira, os fluidos escorrendo pelas coxas.
Não aguentei mais.
Apertei a bunda dela com força, enfiei até o talo e comecei a gozar violentamente dentro dela. Jatos grossos e quentes encheram a buceta da minha sogra enquanto eu rosnava:
— Toma… toma toda minha porra, sua vadia… toma dentro da buceta!
Neide gemia alto, sentindo meu gozo quente enchendo ela:
— Ai… tá quente… tá enchendo tudo… meu Deus…
Fiquei dentro dela até a última gota, pulsando forte. Só então puxei o pau para fora. Um fio grosso de porra escorreu da buceta inchada dela, descendo pelas coxas.
Nós dois estávamos suados e ofegantes. Eu sentei no banco e puxei Neide para o meu colo. Ela encostou a cabeça no meu peito, ainda tremendo, a buceta pingando minha porra no chão da academia.
Depois de alguns minutos em silêncio, ela levantou o rosto e me olhou. A voz saiu baixa, envergonhada, mas decidida:
— Agora que eu sou sua puta… vou dormir na sua cama hoje. Angela só volta amanhã à noite. Hoje eu durmo com você… Depois que eu atender o Maycon, eu subo pro seu quarto.
Eu levantei uma sobrancelha, surpreso com a iniciativa dela.
Neide continuou, mordendo o lábio:
— Ele vai querer que eu cuide dele quando chegar da escola… Vou fazer o que ele pedir. Depois eu tomo banho e vou pra sua cama. Quero dormir do seu lado… como sua puta.
Segurei o queixo dela com força e dei um beijo bruto, enfiando a língua na boca dela.
— Tá bom. Hoje você é nossa. Do Maycon primeiro… e depois toda minha a noite inteira.
Neide balançou a cabeça devagar, os olhos brilhando com uma mistura de vergonha e excitação.
— Sim, Beto… sou de vocês agora.