A surpresa da amiga - Parte 2

Um conto erótico de Junior Paulista
Categoria: Trans
Contém 1781 palavras
Data: 18/05/2026 11:02:07

Não respondi. Coloquei ela na posição de barriga para cima, levantei as pernas dela e me abaixei. Apertei a bunda dela, e parei. Iria chupar um cu de trans pela primeira vez. Cu é cu, mas tinha um pau ali na minha cara... ainda estava com a cabeça bugada. Júlia era uma mulher linda e gostosa. Passei a língua pela região das pregas anais dela, arrancando suspiros. Minha língua deslizava suave, até que coloquei a língua no seu anus e pressionei, fazendo com que ela o abrisse por reflexo. Minha língua sentiu um sabor característico de cu, delícia! Passei a usar meus dedos para massagear a região anal e o períneo dela, enquanto passava a lamber o pau dela, sem usar as mãos, até que ela pegou seu pau e pediu: — chupa!

Coloquei meus lábios na glande rosada, entumecida, lambi a parte debaixo da cabeça, onde tem o frênulo do pênis, que mesmo sendo circuncidados ainda temos. Ela gemia, passava a mão pelos meus cabelos. Passei a fazer um sobe e desce ritmado, com a pressão aumentando lentamente, mas sem aumentar a velocidade. Após uns minutos percebi contrações, espaçadas, que indicavam que o gozo dela estava por vir. Fiquei na dúvida se engoliria, mas acho que valeria experimentar. Já que tinha começado, ira até o final. Continuei, aliviando a pressão, e passei a lamber a glande, com o pau na minha boca. Não demorou e ela se tremeu inteira, o pau pulsou, e ela jorrou porra quente na minha boca. Um líquido que era um misto de doce e salgado, meio grudento, pegajoso, encheu minha boca e eu engoli sem querer quando não teve mais espaço, deixando vazar um pouco no chão. Ela levantou rapidamente, me puxou e me deu um beijo de língua, sentindo o sabor dos seus fluidos.

Deitamos na cama, exaustos de tanto prazer, edredom jogado no chão, devido ao calor do tesão.

— Junior, você é demais, cara, quanto prazer você me deu! - exclamou Júlia — assim eu me apaixono! E me deu um beijo de língua, depois me virou e me colocou de conchinha.

— Peço desculpas pelas minhas falas, ainda estou processando esse misto que você é, de mulher com pênis. Mas você é uma máquina de prazer! - respondi — Perdão se te ofendi ou magoei. Quero você por inteiro na minha vida.

Ela não respondeu, apenas apertou o abraço e me puxou para um beijo molhado. E continuamos juntos na cama até começar a dar frio. Puxei o edredom e virei de frente para ela. Só admirando a beleza dela. Apaguei a luz do quarto e liguei a luz amarela do abajur do canto do criado mudo. O quarto assumiu uma atmosfera mais intimista e romântica. Ela colocou a cabeça no meu peito e pegou no meu pau. Apesar de ter gozado há poucos minutos ele começou a ficar rígido, permanecendo meia bomba.

— Quero sentir ele dentro de mim, mas sem pressa - disse Júlia.

— Temos todo o tempo do mundo... - eu disse — temos a noite de hoje e o dia todo amanhã.

Ela levantou para ir ao banheiro urinar. Eu fui junto. Tomamos água gelada e ela me encostou na pia da cozinha. Me olhou, me dei um beijo apaixonado.

— Nunca pensei que um cara tímido, inseguro pra uma prova, que tem fobia social, iria mudar meu dia, me dar tanto prazer - disse Júlia, me abraçando, seu pau melado de porra semirrígido roçando no meu pau gozado.

— E eu que imaginei que estava diante de uma mulher gostosa caí do cavalo e tive que quebrar meus preconceitos a respeito de mulheres trans - disse eu — e não me arrependo de nada. Você é a melhor coisa que me aconteceu. E desci, caindo de boca no pau sensível dela, ainda com gosto de porra. Mas foram só duas chupadas rápidas.

— Vem, vamos tomar um banho gostoso - chamei.

Entramos no chuveiro, deixando a água quente cair, relaxante, abraçados ora por trás, ora de frente, paus roçando nas bundas, ou se roçando. Depois de um esfregar o outro, eu iniciei uma punheta dupla, sentindo os dois paus entumecidos de tesão, ficarem rígidos como pedra. Nos secamos, e fomos para a sala. Abri o móvel da sala, peguei duas taças, e uma garrafa de vinho tinto seco da uma conhecida marca chilena, que passou por barrica de carvalho durante alguns meses, o que denotava sua qualidade superior.

Nos sentamos no sofá, que apesar de ser de dois lugares, era largo e espaçoso. Coloquei a TV em um filme romântico que ela escolheu e servi o vinho. Nos sentamos, ventilador ligado, aconchegados um no ombro do outro. Alternávamos goles de vinho, beijos, carícias e momentos de fixação no filme. A garrafa foi consumida apenas pela metade, para que o álcool não nos afetasse. O filme acabou e ela se levantou para ir ao banheiro. Fui e parei na porta, observando aquele pau lindo eliminando urina. Ela sorriu, boba. "Pau lindo?" - pensei eu. Chacoalhei a cabeça mentalmente. "Porra, eu, gostando de pau!" - meu pensamento fervia, ainda confuso com tudo aquilo. "Caralho, essa vai ser minha realidade agora" - sorri, mentalmente, satisfeito.

Ela me pegou pela mão, apertou minha bunda, e me puxou para a cama, sussurrando: "você vai experimentar meu cuzinho agora...". Meu pau ficou mais duro do que já tava.

Eu apreciava comer um cu de mulher, mas não comia todos. Algumas ofereciam de cara, as mais safadas. Outras já deixavam explícito que não queriam nem falar no assunto. Já alguns eu conquistava com um belo trabalho oral e provocando alguns orgasmos, aproveitando que nem todos os homens sabem fazer uma mulher gozar. E agora iria comer o cu da trans que eu conquistei. Seria diferente? "Cara, só curte o momento... " - pensei.

Ela me puxou para um beijo gostoso, sob a luz aconchegante do quarto frio. O edredom nos cobria. Desci por baixo do edredom, e fui dando beijos nos peitos dela, na barriguinha, que não era sarada, mas era firme, e cheguei no pau dela, que já tava escorrendo pré-gozo. Fiz suspense. Encostei meus lábios na ponta da glande, deixei ali. Depois fui introduzindo aquela glande lentamente no espaço da minha boca quente e molhada, até que engoli quase tudo. Mantive. Fui retirando até sair totalmente da minha boca molhada. Desci para o cuzinho, passando pelo períneo e depois rodeando o furinho até chupar aquele buraco quente. Meti a língua lentamente, fui molhando o suficiente para introduzir o dedo. Entrou a ponta do indicador, ela não protestou. Subi para o pau e mantive o dedo enquanto masturbava o mastro dela.

— Abre a gaveta e pega o lubrificante aí, gostosa - eu disse. Ela abriu e me jogou o tubo, com cara de safada.

Espalhei um pouco do líquido no cuzinho, introduzindo o dedo com lubrificante do buraco apertado. Ela gemeu baixo. Peguei o suficiente e passei a colocar dois dedos, fazendo um leve movimento de vai e vem. O cu dela apertava meus dedos. Tirei os dedos, e chupei. Ela implorou:

— Coloca teu pau, quero sentir ele dentro!

Besuntei com o lubrificante. Meu pau latejava de excitação. Coloquei a pontinha, e o cu dela se abriu. Ela sabia o que queria... coloquei a cabeça e deixei ali. Que sensação maravilhosa. Quente, apertado, e ainda tinha um pau com uma gota de pré-gozo ali na minha frente. Segurei o pau dela com força, e afundei meu pau no cu dela.

— Porra! - gritei — que gostoso!

— Caralho, que pau é esse! - exclamou Júlia.

Permaneci dentro. Era uma sensação diferente de uma buceta. Apertado, mais quente. E de uma trans gostosa, na minha cama! Enquanto eu me perdia nos meus pensamentos, Júlia apertou meu pau com os músculos do seu esfíncter.

— Vai, gostoso, me come!

Iniciei um movimento de vai e vem, lentos, saboreando o momento, enquanto observava aquele pau lindo ali, e aqueles olhos verdes apaixonados. Parei e fiquei olhando para ela.

— Que foi, meu homem? - perguntou, intrigada.

— Nada, só apreciando, sem acreditar no que tô fazendo e nessa experiência.

E não dei tempo pra resposta. Iniciei as estocadas fortes sem aviso. Ela gemeu alto, levantou a cabeça e segurou o pau com a mão. Eu tirei a mão dela do pau e segurei.

— Hoje você vai gozar só com meu pau no cu, nada de colocar a mão aí, quero ver mesmo se isso é real!

Ela gemeu e não falou nada, apertando meu pau com os músculos do cu. Seu olhar era de prazer.

Continuei mais um tempo e parei.

— Júlia, quero você de quatro. Ela virou e empinou o rabo. Apertei a bunda firme dela, e encostei a glande vermelha do meu pau no cu dela. Ela rebolou devagar e meu pau foi deslizando naquela caverna úmida e quente. Agarrei a cintura dela e comecei a socar forte, ritmo acelerado, minhas bolas batendo nas bolas dela. Seu pau, pendurado, começou a babar no chão. Continuei e parei do nada. Tirei e fui para a lateral da cama e disse:

— Chupa esse pau, sua gostosa!

Ela não se fez de rogada. Iniciou uma chupada vigorosa, que quase me fez gozar. Voltei para trás dela e pedi pra ela voltar a ficar na posição de frango assado. Chupei o pau dela, melado, duro. Meu pau pingou de tesão... e eu coloquei lentamente o meu pau naquele buraco aberto, ansioso para me receber. Ela suspirou. Empurrei, tirei, parei. Repeti algumas vezes, com a pausa. Seu pau escorreu um fio de pré-gozo. Segurei-a pela cintura, abaixei e dei um beijo gostoso, com meu pau no seu cu, movimentando lentamente. Suas pernas me abraçaram, e eu continuei ali, movimentando meu pau no seu cu e beijando-a gostoso. Voltei para a posição em pé, sem tirar de dentro, segurei-a pela cintura, e aumentei o ritmo. Meu pau parecia que ia pegar fogo... eu tava quase gozando já. Ela franziu a testa, se tremeu, e o seu pau jorrou porra na sua barriga. Não aguentei mais e gozei tudo no cu dela.

Tirei meu pau de dentro dela, e lambi todo aquele gozo dela. Que delícia! Depois lambi o cu dela, sentindo o sabor da minha porra. Que sensação! Dei um beijo molhado de fluidos nela, que pediu:

— Deixa eu limpar seu pau - iniciou uma lenta chupada. Subia e descia com uma pressão leve, mas a sensibilidade era alta, e eu tive um novo orgasmo quando ela apertou a minha glande com seus lábios e gritei de prazer: — Pára!!!

Desabamos na cama... corpos suados, a despeito do ar condicionado. Ela me puxou, se aconchegou no meu peito, e ficou fazendo cafuné nos meus cabelos. Nada precisava ser dito.

Após um tempo fomos para o banheiro. Tomamos um banho rápido e fomos para a cama. Puxamos o edredom e apagamos, pelados. Que dia!

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