A MAQUETE QUE MUDOU NOSSAS VIDAS

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Heterossexual
Contém 2786 palavras
Data: 18/05/2026 10:31:02

Tenho 18 anos, curso Arquitetura, e estava a um passo de reprovar no segundo semestre. O problema era uma maquete. Um projeto residencial de 80 metros quadrados, com terreno inclinado, vegetação nativa e um monte de exigências que eu não fazia a menor ideia de como construir. Meu professor disse na cara dura: "Se você não entregar essa maquete na semana que vem, pode fazer as malas e voltar para o cursinho."

Eu estava desesperado.

Foi quando minha namorada, a Letícia, deu a ideia. Letícia é da minha sala, 18 anos também, corpo magro, cabelo castanho liso até os ombros, olhos claros que ficam meio cinzentos quando ela está com tesão. E ela estava sempre com tesão. A gente transava regularmente, mas ela vivia reclamando que eu não tinha "criatividade". "Papai e mamãe, de ladinho, de quatro... sempre a mesma coisa", ela dizia. Eu tentava inovar, mas ela gozava rápido e queria dormir.

— Por que você não pede ajuda para a sua prima? – Letícia sugeriu, numa tarde chuvosa, enquanto eu martelava uma maquete de papelão que já tinha desmoronado três vezes.

— A Márcia? Ela é arquiteta. Formada há uns cinco anos. Mas a gente não se fala muito.

— Então fala. Você precisa. Ou quer reprovar?

Márcia. Minha prima de segundo grau, 32 anos, solteira, sapatão assumida desde os 20. Ela tinha terminado um relacionamento de três anos com uma mulher havia mais de um ano e, segundo minha mãe, "estava na seca". Minha mãe não usava essas palavras, mas dava para entender. Márcia vivia postando fotos de viagens, de obras, de projetos. Mas de mulher, nenhuma. Nunca mais.

Mandei uma mensagem no WhatsApp. Ela respondeu na hora, animada. Disse que sim, que me ajudaria, que era para eu levar o material na casa dela no sábado. "Leva a sua namorada também", ela escreveu. "Quero conhecer."

No sábado, às 14h, estávamos na porta do apartamento da Márcia. Letícia estava de vestido curto, cabelo solto, cheirosa. Eu estava de calça jeans e camiseta, carregando uma caixa de papelão cheia de isopor, madeira balsa, cola quente e estiletes.

Márcia abriu a porta.

Ela era mais bonita do que eu lembrava. Cabelo preto curto, no estilo "chanel", olhos verdes penetrantes, corpo malhado – ela fazia Crossfit, dava para ver pelos braços definidos e pelos ombros largos. Vestia um top preto de ginástica e uma calça legging cinza, colada no corpo. Os seios eram médios, os mamilos marcavam o tecido. E a bunda... Márcia tinha uma bunda grande, redonda, empinada, que a legging fazia questão de destacar.

— Entrem – ela disse, com a voz grossa e segura.

O apartamento era um studio: sala, cozinha americana, um quarto com cama king-size, banheiro com box de vidro. Plantas penduradas nas paredes, projetos arquitetônicos na mesa de centro, um cheiro de incenso de sândalo. E, em cima da cama, três consolos de tamanhos diferentes – pequeno, médio, grande – dispostos como se fossem troféus. Ela nem escondeu.

— Estou reformando o escritório – ela disse, seca. – Os brinquedos estão aqui provisoriamente.

— Aham – Letícia respondeu, com um sorriso safado.

Sentamos na mesa da sala. Abrimos os materiais. Márcia examinou meu projeto e começou a dar orientações: "Aqui o terreno desce, você precisa de um arrimo... a vegetação nativa tem que estar nesse quadrante... a casa tem que ser implantada paralela às curvas de nível..." Ela sabia o que estava fazendo. Em duas horas, a maquete já tinha estrutura.

— Vai ficar pronta amanhã – ela disse. – Mas vocês vão ter que ficar. Vamos pedir pizza, beber alguma coisa.

— Tudo bem – Letícia respondeu antes de mim.

A pizza chegou. A cerveja gelou. O papo foi evoluindo de faculdade para relacionamentos. Márcia falou da ex, disse que estava "em recesso". Letícia falou de mim, disse que eu era "bonzinho mas sem criatividade". Eu fiquei calado, comendo pizza.

Foi quando Márcia olhou para mim, diretamente nos olhos, e disse:

— Você tem uma bunda enorme.

— O quê? – eu disse, sem graça.

— Sua bunda. Ela é grande. Sempre foi. Quando você era criança, a gente brincava na piscina, eu lembro. Você de sunga, aquela bunda redonda. Todas as primas comentavam.

Letícia riu.

— É verdade – ela disse. – A bunda dele é uma das coisas que mais me atraem.

— Você já comeu ele? – Márcia perguntou, direta.

— Como assim, comer?

— Já enfiou o pau no cu dele?

Letícia ficou vermelha.

— Não... ele nunca deixou.

— Por que você não deixa? – Márcia perguntou, virando-se para mim.

— Porque... eu nunca pensei nisso.

— Pois deveria. Homem com bunda grande tem obrigação de dar o cu. É uma questão de justiça divina.

As duas riram. Eu ri, sem graça, sentindo uma pontada de tesão na barriga. Meu pau já estava meio duro dentro da calça.

A noite avançou. Mais cerveja. Mais conversa. Márcia colocou uma música – um jazz lento, sensual. Letícia sentou no tapete, as pernas abertas, o vestido subindo. Márcia se sentou ao lado dela, as pernas também abertas, a legging marcando a virilha. Eu estava na poltrona, tentando não olhar.

— Vamos fazer uma coisa – Márcia disse, quebrando o silêncio.

— O quê? – Letícia perguntou.

— Eu ajudo vocês com a maquete. Termino amanhã de manhã. Deixo pronta, linda, nota 10. Em troca, vocês vão me pagar com um presente.

— Que presente? – perguntei.

Ela levantou, foi até a cama, pegou o consolo médio. Voltou, sentou na nossa frente.

— Isso aqui não é um presente. Isso é uma ferramenta. O presente é outra coisa.

— O quê? – Letícia repetiu.

— Eu quero comer os dois.

Silêncio. O jazz continuava.

— Como assim, comer? – Letícia perguntou, com a voz falhando.

— Eu quero que você, Letícia, sente na minha cara. Quero lamber a sua boceta. Quero sentir o seu gosto. E quero que você, meu querido primo, fique de quatro e me dê o seu cu. Com o consolo. E depois, se a gente gostar, com o seu pau. Mas primeiro, o consolo.

— Márcia... – eu comecei.

— Você quer passar na faculdade ou não?

— Quero.

— Então aceita.

Letícia olhou para mim. Os olhos dela estavam escuros, as pupilas dilatadas. Ela estava com tesão. Dava para ver pelo jeito que ela respirava, pela forma como ela apertava as próprias coxas.

— Eu topo – ela disse.

— E você, priminho? – Márcia perguntou, com a voz grossa.

Olhei para a maquete inacabada. Olhei para a bunda da Márcia. Olhei para os olhos da Letícia.

— Topo.

— Então tem uma condição antes.

— Qual?

— Eu quero uma calcinha sua, Letícia. Usada. De hoje. Com o seu cheiro. E quero que o meu priminho me entregue. Pessoalmente. Cheirando ele na minha frente.

Letícia ficou vermelha, mas levantou, foi até o banheiro, tirou a calcinha. Era uma calcinha de algodão preta, pequena, com uma mancha escura no fundo. Ela me entregou.

— Entrega pra ela – Letícia disse.

Levantei. Fui até Márcia. A calcinha na mão. Ela estendeu a mão, mas eu não entreguei. Ela olhou nos meus olhos.

— Cheira primeiro. Na minha frente.

Levei a calcinha ao nariz. O cheiro subiu – ácido, doce, forte. Cheiro de boceta excitada, de suor, de tesão acumulado. Meu pau ficou completamente duro.

— Isso – Márcia disse. – Agora me dá.

Entreguei. Ela cheirou a calcinha. Inspirou fundo, os olhos fechados.

— Delícia – ela sussurrou. – Você tem o cheiro da sua namorada na boca, priminho. Eu quero sentir esse cheiro mais perto.

Ela segurou meu braço, puxou, me fez ajoelhar na frente dela.

— Agora você vai me dar um beijo grego.

— O quê?

— Beijo grego. Você vai lamber o meu cu. E eu quero que a sua namorada veja.

Letícia se aproximou, sentou ao lado, os olhos brilhando.

— Faz – ela disse. – Eu quero ver.

Márcia se levantou, tirou a legging, ficou só de calcinha – uma calcinha de renda preta, pequena, cavada. A bunda dela apareceu, redonda, perfeita. Ela abaixou a calcinha até os joelhos. O cu dela apareceu – pequeno, rosado, lisinho. Depilado. Brilhando de umidade.

— Lambe.

Ajoelhei atrás dela. Enfiei a cara na bunda da minha prima. O cheiro subiu – sabonete, suor, um fundo ácido de cu limpo, mas suado. Lambi. A língua tocou o ânus. Ela gemeu.

— ISSO, CARALHO! ENFIA A LÍNGUA!

Enfiei a língua. O gosto era salgado, amargo, delicioso. Ela apertou minha cabeça entre as nádegas.

— ISSO, SEU VIADINHO! ASSIM QUE SE LAMBE UM CU!

Letícia se masturbava por cima do vestido, os olhos vidrados.

— Ele nunca fez isso em mim – ela disse.

— Vai aprender – Márcia respondeu. – Hoje ele vai aprender tudo.

Lambí o cu da minha prima por uns cinco minutos, até ela estar satisfeita. Depois ela se virou, me empurrou na cama, e ordenou:

— Tira a roupa. Tudo. Fica pelado na minha frente. E quero ver sua namorada pelada também.

Tiramos a roupa. Letícia ficou nua primeiro – os seios pequenos, os mamilos duros, a boceta lisa, depilada, já escorrendo. Depois eu tirei a camiseta, a calça, a cueca. Meu pau pulou para fora, duro, grosso. Márcia olhou.

— É bonito – ela disse. – Maior que o da minha ex. Mas não é o que eu quero agora.

Ela me virou de bruços na cama. Espalhou minhas pernas. Minha bunda ficou empinada. Meu cu apareceu – peludo, apertado.

— Que cu gostoso – ela disse. – Vai ser meu hoje.

Pegou o consolo médio. Passou lubrificante. Eu senti o plástico frio encostando no meu ânus.

— Relaxa – ela disse. – Vai entrar devagar.

Enfiou a ponta. Eu gritei. A dor foi uma facada.

— CALMA – Letícia disse, vindo para o meu lado, segurando minha mão. – Respira.

Respirei. A dor passou. Ela enfiou mais. Mais. Até o consolo estar inteiro dentro do meu cu.

— Pronto – Márcia disse. – Agora você não é mais virgem de cu.

Ela começou a mexer o consolo. Tirar e enfiar. Tirar e enfiar. Eu gemia no travesseiro. Letícia me beijava, passava a mão no meu pau.

— Olha como ele tá gostoso, Letícia – Márcia disse. – Olha como o cu dele aperta o meu consolo. Ele nasceu pra ser comido.

Letícia olhou. Seus olhos estavam escuros de tesão.

— Ele tá tão lindo assim – ela disse.

— Quer experimentar?

— Quero.

Márcia tirou o consolo do meu cu. Meu cu ficou aberto, piscando. Ela entregou o consolo para Letícia.

— Enfia nele. Devagar. Com carinho. Ele é seu namorado. Tem que tratar bem.

Letícia se ajoelhou atrás de mim. Passou lubrificante. Enfiou a ponta do consolo no meu cu.

— ISSO – eu geme. – ENFIA TUDO.

Ela enfiou. O consolo médio desapareceu dentro de mim. Ela começou a mexer, devagar no início, depois rápido.

— TÔ COM TESÃO EM VER VOCÊ SENDO COMIDO – ela disse. – TÔ COM TESÃO EM SABER QUE É O MEU CONSOLO QUE TÁ DENTRO DO SEU CU.

— EU TÔ AMANDO – respondi, ofegante. – EU QUERO SER COMIDO TODOS OS DIAS.

— VAI SER – Márcia disse. – Agora é a minha vez de ser comida.

Ela se deitou na cama, abriu as pernas. A boceta dela apareceu – peluda, mas aparada, os grandes lábios rosados, o clitóris pequeno e escondido. Ela estava escorrendo.

— Letícia, senta na minha cara. Quero lamber a sua boceta enquanto o meu primo me come com o pau dele.

Letícia obedeceu. Sentou no rosto de Márcia. As duas gemeram. Eu me posicionei entre as pernas da minha prima, enfiei o pau na boceta dela. Estava quente, molhada, apertada. Comecei a meter.

— ISSO, CARALHO! – Márcia gritou, com a boca na boceta da Letícia. – METE COM FORÇA!

Metti. Forte. Rápido. As bolas batendo no cu dela.

— TÔ GOZANDO! – eu gritei.

— GOZA DENTRO!

Gozei. Jatos grossos, quentes, dentro da boceta da minha prima. Ela sentiu, gemeu, gozou também – o líquido claro jorrou, molhou minha barriga.

Letícia desmontou do rosto da Márcia. As três caíram na cama, ofegantes.

— Pronto – Márcia disse. – Primeira parte do pagamento.

— Falta alguma coisa? – Letícia perguntou.

— Falta. Agora é a vez de vocês se pegarem. Eu quero ver. E quero que ele seja viadinho para você. Quero que você chame ele de viadinho gostoso enquanto fode ele.

Letícia me olhou.

— Você quer?

— Quero.

Ela me virou de bruços. Enfiou o pau – o dela não, o consolo que ainda estava no meu cu. Ela enfiou de novo. Eu gemia.

— VIADINHO GOSTOSO – ela disse, metendo forte. – OLHA VOCÊ AÍ, DE CU ABERTO, SENDO COMIDO PELA SUA NAMORADA.

— SOU SEU VIADINHO – respondi.

— VIADINHO GOSTOSO!

Ela metia, metia, metia. Até gozar – gozou sem pau, só de tesão, o líquido claro jorrando na minha bunda.

— TÔ GOZANDO SÓ DE COMER O SEU CU – ela gritou.

Eu gozei também. Sem tocar no pau. Gozei de cu.

Márcia aplaudiu.

— Aprovado. Os dois estão aprovados. A maquete fica pronta amanhã.

No dia seguinte, a maquete estava pronta. Linda. Perfeita. Eu tirei 9,5.

Mas o acordo não acabou ali.

Na terça-feira, depois da aula, Márcia mandou uma mensagem no grupo: "Vamos repetir. Mas agora eu quero que vocês tragam uma prenda."

— Que prenda? – Letícia perguntou.

— Uma calcinha sua, Letícia. Usada. E quero que o meu primo vista ela. Na minha frente. E dance para mim.

Na quarta-feira, estávamos no apartamento da Márcia de novo. Eu estava de calcinha da Letícia – preta, de renda, pequena, encharcada do cheiro dela. Dancei. Márcia riu. Letícia riu.

— Agora você vai lamber o meu cu de novo – Márcia disse. – E a sua namorada vai te filmar. Para eu ter lembrança.

Ajoelhei. Lambi. Filmaram. Meu pau estava duro dentro da calcinha.

— Agora você vai comer a sua namorada. Mas eu quero que você coma o cu dela. E eu vou filmar também.

Comi o cu da Letícia pela primeira vez. Ela gritou de prazer. Márcia filmou tudo.

Na quinta-feira, outra mensagem: "Hoje eu quero a calcinha da Letícia de novo. Mas quero que o meu primo venha com ela vestida. E quero que ele traga uma calcinha sua também, Letícia. Para mim usar."

Na sexta-feira, estávamos no apartamento de novo. Eu de calcinha preta. Letícia de calcinha azul – uma das minhas favoritas, a que ela usava quando a gente transava no carro. Márcia vestiu a calcinha azul. Ela ficou de calcinha e top, andando pelo apartamento, rebolando.

— Agora vocês vão transar na minha frente – ela disse. – Mas eu quero que você, priminho, coma o cu da sua namorada. E quero que ela goze. Se ela não gozar, vocês ficam de castigo.

Comi o cu da Letícia por meia hora. Ela gozou três vezes. Márcia se masturbou assistindo.

No sábado, Márcia disse: "Hoje é o último dia do acordo. Depois de hoje, a maquete está paga. Mas se vocês quiserem continuar... vai depender de vocês."

— O que você quer hoje? – Letícia perguntou.

— Eu quero que vocês dois me comam. Ao mesmo tempo. Eu quero o seu pau no meu cu, priminho, e quero que a Letícia enfie o consolo na minha boceta. E depois vocês trocam. Ela coloca o consolo no meu cu e você enfia na minha boceta.

— Combinado.

Fizemos isso. Ela gozou quatro vezes. Eu gozei duas. Letícia gozou três – só de assistir e de sentir o consolo vibrando dentro dela enquanto ela mexia.

A maquete foi entregue. Eu passei. Mas o acordo não acabou.

Ele só mudou de nome.

Agora, toda semana, a gente se encontra. Às vezes no apartamento da Márcia, às vezes na minha casa (quando minha mãe viaja), às vezes num motel. Márcia comprou um consolo duplo – daqueles que entram nas duas ao mesmo tempo. Na primeira vez que usamos, ela deitou Letícia na cama, vestiu o consolo, e disse:

— Hoje você vai saber o que é ser comida por uma mulher, minha putinha.

Ela enfiou uma ponta do consolo na boceta da Letícia e a outra ponta na boceta dela. As duas gemeram juntas. Eu me masturbava assistindo.

— Agora você, priminho – Márcia disse, tirando o consolo das duas. – Chega aqui. Vai lamber a boceta da sua namorada enquanto eu como o seu cu.

Ela me virou de quatro. Enfiou o consolo no meu cu – a ponta que estava na boceta dela. Estava molhada, quente, cheirando a boceta da Márcia. Enfiou inteiro.

— AGORA VOCÊ LAMBE A LETÍCIA!

Lambia. A língua na boceta da minha namorada, o consolo no meu cu. Letícia gemia. Márcia metia o consolo em mim.

— TÔ GOZANDO! – eu gritei.

Gozei. Jorrei na cara da Letícia. Ela lambeu. Márcia gozou também, dentro do meu cu – o líquido claro escorreu pelo consolo.

— Pronto – Márcia disse. – Agora vocês dois são meus. Completamente meus.

— E você? – Letícia perguntou. – Você é nossa também?

— Sou.

Nos abraçamos. Os três pelados, suados, as bocetas escorrendo, o cu escorrendo.

Naquela noite, eu tentei comer a Márcia. Ela não deixou.

— Você não vai comer a minha boceta – ela disse. – Isso é privilégio da sua namorada. Você vai comer o meu cu. E vai chupar a minha boceta. Mas não vai enfiar. Quero ver você implorando.

Implorei. Ela não deixou.

Letícia comeu a Márcia. Enfiou o consolo duplo na boceta da Márcia e na boceta dela. As duas gemeram. Eu lambia os pés da Márcia, os dedos suados, as solas.

— VIADINHO – Márcia disse. – VIADINHO GOSTOSO.

— VIADINHO – Letícia repetiu, cavalgando o consolo.

E eu era.

E sou.

FIM.

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