A vingança nunca é plena, mas o prazer sim rs

Um conto erótico de Ninfeta
Categoria: Heterossexual
Contém 624 palavras
Data: 18/05/2026 08:42:18

Sabe, olhando pra mim agora, com esse corpo de pecado e essa fama de ninfeta, ninguém imagina que eu já fui a "santinha" da turma. Aos 16 anos, eu era aquela menina certinha, a namorada perfeita, que acreditava em amor eterno. Namorava aquele imbecil há um ano e meio, achando que ele era o homem da minha vida. Mal sabia eu que, por trás daquela carinha de bom moço, existia um traidor do caralho.

Tudo mudou no dia em que meu celular não parava de apitar. Era a garota que ele estava pegando, mandando prints no Instagram, fotos, conversas... tudo detalhado. Naquele momento, algo dentro de mim quebrou, mas não foi tristeza. Foi ódio. Um ódio quente, visceral, que transformou a santinha em uma vadia vingativa em questão de segundos.

Eu não queria só terminar. Eu queria destruir a vida dele. Eu queria que ele sentisse a humilhação na pele, do jeito mais cruel possível. E eu sabia exatamente onde atacar: o ponto fraco dele, a figura de autoridade da casa... o pai dele.

O pai dele sempre me olhou com um desejo reprimido. Ele via aquela menina loira, de olhos azuis, que já estava começando a desenvolver aquelas curvas absurdas — meus seios crescendo, minha bunda ficando redonda e meu quadril alargando. Ele achava que eu era inocente, mas naquele dia, eu decidi usar cada centímetro do meu corpo para manipulá-lo.

Esperei o momento certo, quando o filho da puta não estava em casa. Entrei no quarto do pai dele fingindo que precisava de ajuda com um trabalho da escola. Usei a roupa mais provocante que eu tinha, algo que deixava minha cinturinha fina em evidência e que marcava bem a minha bunda.

— Senhor... eu não sei como resolver isso aqui — eu disse, com a voz manhosa, me inclinando sobre a mesa e deixando meu decote escancarado bem na frente dos olhos dele.

Ele travou. O desejo que ele guardava por anos explodiu. Ele não aguentou a provocação e me puxou pelo braço, me jogando na cama com uma brutalidade que me fez vibrar. Ali, eu descobri que amava ser dominada. Ele me despiu com pressa, devorando cada parte do meu corpo, enquanto eu ria por dentro, sabendo que cada beijo e cada toque eram pregos no caixão do filho dele.

Ele me comeu com uma fome animal. Foi a minha primeira vez, mas não teve nada de romântico; foi puro sexo bruto, sujo e visceral. Ele me possuía enquanto eu gemia alto, sentindo aquele pau grosso me rasgando e preenchendo, me transformando naquela putinha que eu nasci para ser.

Enquanto ele estava no ápice, eu fiz o movimento final. Peguei o celular, liguei a câmera e posicionei estrategicamente para pegar tudo: o rosto de prazer do pai, a minha expressão de êxtase e o momento exato da explosão.

— Goza pra mim! Goza na minha cara! — eu gritei, provocando-o.

Ele soltou um rosnado e gozou com força total, cobrindo meu rosto, meus olhos azuis e minha boca com aquele sêmen quente e espesso. Eu fiquei ali, lambendo os lábios, olhando para a câmera com um sorriso diabólico.

Assim que ele relaxou, eu me levantei, me limpei calmamente e, antes mesmo de sair do quarto, enviei o vídeo para o filho da puta com a legenda: "Agora a gente está quites, querido. Beijos do seu pai."

Eu destruí aquela família em cinco minutos. O caos que se seguiu foi música para os meus ouvidos. O namorado ficou arrasado, o pai ficou devastado e eu? Eu saí daquela relação com a descoberta mais importante da minha vida: eu não nasci para ser santinha. Eu nasci para ser a Ninfeta, a dona do jogo, e desde aquele dia, a putaria se tornou o meu caminho favorito. rs

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