Império pornô - Apoiando o comércio local - Parte 1

Da série Império pornô
Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 6172 palavras
Data: 18/05/2026 08:19:20

Sábado de manhã. Levantei da cama, fiz meu café e fui direto para o computador. Entrei num site de freelancers, onde algumas pessoas fazem alguns pedidos, seja edição, tradução, você pode aceitar o trabalho dependendo do pagamento oferecido. Muitos pagavam pouco, cerca de cinco a dez reais mesmo sendo um trabalho extenso e cansativo.

O café foi ficando amargo conforme rolava a página do site, vendo os preços extremamente baixos e serviços complexos, até que uma dor de cabeça começou a apontar, desliguei o monitor de deitei na cama, ficando alguns minutos de olhos fechados. Estava largado na cama, mexendo no celular sem vontade nenhuma de levantar novamente, tentando ignorar a preocupação do fato de que minha conta bancária estava perigosamente próxima do zero.

Foi no meio daquele tédio que eu vi o anúncio, a foto chamava atenção antes mesmo do texto. Uma garota com um sorriso de canto, o rosto um pouco cheio, bochechas rosadas, usando uma blusa rosa apertada fazendo os pneuzinhos dela sair pelos cantos e o cabelo preso em duas ponytails com algumas mechas rosadas perto da franja.

E eu reconheci ela na hora, Pink. Ou melhor, a garota que usava “PinkVenom” como nome nos perfis privados, não sabia o nome dela de verdade. Eu já tinha visto ela pela cidade algumas vezes. Difícil não notar, sempre usando roupas coloridas demais, shorts curtos, maquiagem brilhante.

A legenda do anúncio dizia:

“Procuro alguém discreto e de confiança para ajudar em gravações de conteúdo adulto. Preferência para quem entende de câmera/edição. Trabalho pago por vídeo conforme rendimento. E por favor, sem gente estranha me mandando propostas esquisitas.”

Abaixo tinha um e-mail e um usuário do telegram.

Eu ri sozinho, aquilo com certeza era um golpe, sequestro, tráfico de órgãos, essas coisas ficaram bem comuns para gerar certa desconfiança. Mas o “trabalho pago” ficou ecoando na minha cabeça. Abri o aplicativo do banco e com desgosto fechei logo em seguida. Joguei o celular de lado e fiquei encarando o teto por alguns segundos antes de levantar da cama.

Fazia tempo que eu não mexia com câmera, mas ainda tinha uma guardada no fundo do guarda-roupa. Demorei alguns minutos para achar a bolsa, que estava coberta de poeira. Quando abri o zíper, senti aquela nostalgia estranha. A câmera ainda parecia absurda de tão profissional, cheia de botão que eu mal lembrava para que servia. Meu pai tinha comprado anos atrás numa fase aleatória de querer gravar tudo da família.

Nunca vendeu, ficou como herança após o seu falecimento. E agora aquela relíquia tecnológica talvez fosse me arrumar dinheiro para filmar pornô. Eu dei uma risada pensando nessa dualidade, a vida era engraçada às vezes. A manhã passou, fiquei a tarde inteira pensando se mandava mensagem ou não. No fim, a necessidade falou mais alto. Mandei um e-mail curto dizendo que entendia de câmera, edição avançada e que podia conversar melhor se ela ainda estivesse procurando alguém.

— Ainda tô procurando sim. E você foi uma das únicas pessoas que pareceu minimamente normal até agora.

A partir daí a conversa saiu do e-mail e foi pro Telegram. O perfil dela tinha a mesma foto do anúncio. Ela explicou que a maioria dos caras que responderam ao anúncio pediram foto íntima de graça, fizeram perguntas nojentas ou insistiram que seria mais fácil ela simplesmente fazer programa.

— Se você quiser, pode vir aqui em casa amanhã. A gente conversa melhor pessoalmente.

Existiam duas possibilidades, ela era realmente uma garota tentando gravar conteúdo adulto ou eu ia aparecer num cativeiro e perder um rim. A possibilidade de sequestro de pessoas e tráfico de órgão nunca saiu da minha cabeça esse tempo inteiro. Minha paranoia piorava pelo fato dela ser bonita demais para situação parecer real. Nenhuma garota bonita daquele nível chamava desconhecido para casa daquele jeito sem existir uma gangue envolvida.

— Prefiro encontrar em algum lugar público primeiro— respondi na defensiva.

— Justo. Eu provavelmente faria o mesmo— ela respondeu na mesma hora. — Pode ser um café então? Tem um aqui perto da praça central.

— Pode. Que horas? — eu respirei aliviado.

— Amanhã de manhã? Tipo dez horas? Eu te mando o nome do lugar.

— Fechado.

— Ah, e só para você não ficar com medo de aparecer aqui, eu sou real e não tenho o mínimo de interesse de te sequestrar ou roubar seus órgãos, tá?

— Obrigado pelo aviso, com certeza não fui o único a desconfiar, porém não ajuda muito com o medo, continuo desconfiado.

— Justo, provavelmente eu sentiria o mesmo — dessa vez ela mandou um emoji rindo.

— Vou estar usando uma roupa bem chamativa. Você vai me reconhecer fácil.

— Então nos vemos amanhã.

— Até amanhã — ela confirmou.

Cheguei no café uns minutos antes devido a ansiedade. O lugar ficava perto da praça central, como ela tinha dito. Escolhi uma mesa mais no canto. Fiquei olhando o celular sem prestar atenção, atualizando o chat com ela de vez em quando.

“Já chegou?” — eu pensei em mandar, mas não mandei.

Ia parecer ansioso. Foi quando eu vi ela que com certeza não passava despercebida. O cabelo preso em duas ponytails, com aquele tom rosado, a roupa chamativa demais pro padrão do lugar, cores vivas, algo que chamava atenção sem esforço. E a pele… branca de um jeito que parecia quase fora de contexto ali dentro. Ela olhou em volta por alguns segundos até que os olhos dela pararam em mim, eu acenei e ela sorriu. Ela veio até a mesa sem pressa, puxando a cadeira à minha frente.

— Gabriel? — ela perguntou, com a voz mais leve e doce do que eu imaginava.

— PinkVenom?

— Só Pink mesmo — ela fez uma careta rápida. — “PinkVenom” é para a internet.

— Ok… só Pink então.

— Você parece menos suspeito pessoalmente — ela disse, apoiando os cotovelos na mesa por um segundo, olhando para mim como se estivesse me avaliando.

— Isso é bom ou ruim? — perguntei.

— Ainda não decidi.

Eu ri de leve, mais por nervosismo do que por graça, ela chamou o garçom sem hesitar, pediu um café como se já conhecesse o lugar, e só depois voltou a atenção para mim.

— Então — ela começou — você entende mesmo de câmera ou isso foi uma aposta desesperada?

— Um pouco dos dois, entendo mais sobre edição do que câmeras em si.

— Gostei da honestidade — ela rebateu com um sorriso no rosto. — Eu não vou te enrolar, eu já falei com muita gente sobre isso, a maioria não sabe nem segurar um celular direito, e o resto… bom, você já sabe. Eu não tô procurando alguém para… você sabe... é só gravação solo, organização, coisa profissional.

O café chegou e ela agradeceu rápido.

— Você já fez isso antes? — ela perguntou.

— Não exatamente isso, já gravei muita coisa, mas nunca conteúdo adulto.

— Isso ajuda ou piora?

— Ainda não sei também, vamos ter que descobrir no caminho.

— Então acho que a gente tá meio no mesmo barco — ela disse inclinando um pouco a cabeça.

E, pela primeira vez desde que tudo começou, eu não pensei em sequestro, órgãos ou qualquer coisa absurda, comecei a tratar realmente como algo profissional. Saímos do café. o sol já tinha subido um pouco mais. A Pink caminhava do meu lado, não muito perto, não muito longe.

— Minha casa não é longe — ela disse, ajustando uma das ponytails enquanto olhava para frente. — Dá uns dez minutos andando.

— Você sempre morou aqui por perto?

— Não escolhi muito — ela respondeu. — Só peguei o que dava para pagar.

Continuei andando, tentando não parecer que eu estava prestando atenção demais nela, mas era meio difícil ignorar. Ela chamava atenção mesmo sem fazer esforço. Não do jeito exagerado, era mais a combinação de coisas, o cabelo, as roupas coloridas demais pro dia comum, e aquele jeito de andar como se já estivesse acostumada a ser notada.

— Você parece mais quieto agora — ela comentou.

— Só tentando não parecer que tô pensando demais.

— Isso explica muita coisa — ela respondeu rindo.

Era verdade, o resto do caminho foi mais curto do que eu esperava. Quando percebi, ela já estava parando em frente a um prédio simples, de fachada clara e portão meio antigo, nada tão chamativo quanto a inquilina ao meu lado, nada que parecesse suspeito, pelo menos por enquanto. Ela abriu o portão com uma chave pequena e fez um gesto com a cabeça.

— É aqui.

Subimos as escadas em silêncio, o apartamento dela ficava no segundo andar, ela abriu a porta sem fazer cerimônia.

— Entra.

O espaço não era grande, mas era organizado do jeito dela. Tinha cores espalhadas de forma quase intencional, almofadas, roupas penduradas, objetos pequenos em tons mais vivos. Parecia mais intencional do que bagunça. Num canto da sala, um tripé montado, ao lado, uma ring light e um celular preso nele. Além disso, uma câmera mais simples apoiada numa mesa.

— Eu meio que já comecei sozinha — ela disse, seguindo meu olhar. — Mas fica meio limitado apenas com uma pessoa.

Assenti devagar. Ela fechou a porta atrás de nós e tirou os sapatos, como se isso fosse automático.

— Pode sentar onde quiser — ela falou, apontando pro sofá. — Ou ficar em pé. Tanto faz.

Fiquei alguns segundos parado antes de escolher sentar. Ela foi até a cozinha aberta e pegou uma garrafa de água, me oferecendo outra sem perguntar, peguei pois a boca estava um pouco seca devido o nrevosismo.

— Então… — ela começou, encostando no balcão. — aqui é onde a mágica acontece, basicamente.

— O lugar parece bom, improvisado, nada mecânico ou muito pensado.

— Ainda bem — ela respondeu. — Significa que tá funcionando. Vamos falar direito então, você entende de câmera. Eu preciso de alguém que não fique travando quando tiver que ajustar enquadramento, luz… essas coisas.

— Consigo fazer isso.

— Ótimo — ela falou rápido demais, como se quisesse manter o clima prático. — Hoje não precisamos fazer nada pesado, é mais pra ver se funciona. Se a gente se entende nesse tipo de coisa.

— Um teste — falei sem pensar.

— Isso — ela disse, com um pequeno sorriso. — Um teste.

Ela puxou o celular do tripé e olhou a tela por alguns segundos.

— Vamos começar simples — ela disse. — Só fotos mesmo, nada complicado. Você ajusta o enquadramento. Eu fico aqui e vejo como fica na câmera.

Me aproximei do tripé, ajustei a altura, depois o ângulo, tentando deixar o enquadramento mais neutro possível.

— Tá vendo aí? — perguntei.

Ela olhou a tela do celular e fez uma leve careta de avaliação.

— Um pouco mais para esquerda.

Desloquei.

— Agora?

— Melhor.

Ela soltou um ar pelo nariz, como se estivesse finalmente entrando no ritmo.

— Você parece realmente saber o que tá fazendo — ela comentou.

— Eu disse que sabia um pouco.

Ela se posicionou no espaço improvisado da sala, ajustando a postura com naturalidade.

— Tira algumas fotos assim primeiro — ela disse, mais prática agora. — Depois você me fala o que tá ruim.

— Não vai ser bem assim — respondi.

— Não? — ela arqueou uma sobrancelha.

— Eu vou falar os ângulos, talvez poses, mas você que decide se tá ruim.

Ela sorriu de canto.

— Justo, gostei.

Comecei a tirar as fotos. O som do obturador preencheu o ambiente de um jeito estranho. A cada clique, ela mudava levemente a posição, testando o espaço, a luz, a forma como a câmera respondia a ela.

— Mais para baixo? — ela perguntou em um momento.

— Um pouco.

Ela ajustou sem hesitar.

— E agora?

— Melhor.

Houve uma pausa curta entre os dois cliques seguintes.

— Você fica muito sério quando tá concentrado — ela comentou.

— Isso é um problema?

— Não. Só é um pouco engraçado.

Eu não respondi, mas percebi que ela estava mais solta do que antes, menos “entrevista de trabalho” e mais “vamos ver se isso funciona mesmo”. Ela olhou o celular de novo, observando as fotos sendo capturadas em tempo real.

— É, acho que tá funcionando — ela disse, mais para si mesma do que para mim.

— O quê?

— Isso aqui. A dinâmica — ela me olhou rapidamente. — É mais fácil do que eu pensei.

Ela ficou alguns segundos olhando a tela do celular, passando as fotos uma a uma com o dedo, dava para ver que não era só avaliação técnica, talvez um tipo de alívio.

— Tá melhor do que eu esperava — ela disse, sem tirar os olhos da tela.

— Isso é bom.

Ela bloqueou o celular e soltou o ar devagar, como se estivesse tomando uma decisão interna.

— Acho que dá... para tentar um vídeo — ela falou, mais baixo dessa vez.

— Agora?

— Por que não? Se não funcionar, a gente apaga e tenta outro dia.

Ela voltou para o espaço improvisado, mas agora o jeito dela era diferente, mais natural e confortável, como se já tivesse aceitado a presença da câmera, mas principalmente a minha presença.

— Você só me avisa se ficar ruim — ela disse, ajeitando o cabelo em um movimento automático.

Ela respirou fundo e olhou diretamente para a lente, eu ajustei o enquadramento sem falar nada.

— Pode começar quando quiser — eu disse.

Ela assentiu, o primeiro movimento foi pequeno, um teste dentro do teste, o olhar dela mudou, algo sensual tomou conta daquele olhar, ela olhou a câmera, depois para mim rapidamente, como se estivesse checando se eu ainda estava acompanhando.

— Tá bom assim? — ela perguntou, a voz sexy quase acompanhando o olhar.

— Tá.

Ela respirou de novo, mais firme dessa vez e continuou. De vez em quando, ela quebrava o olhar e voltava para mim. E isso, estranhamente, deixava tudo mais intenso do que deveria. Juntos, vimos o material por alguns segundos, ela não falou nada de imediato, apenas ficou olhando.

— Tá melhor do que eu imaginava — ela disse com o tom de voz baixo.

— Isso é bom sinal.

— É um ótimo sinal.

Ela soltou o ar pelo nariz, como se finalmente tivesse relaxado de verdade depois de horas segurando algo interno.

— Acho que a gente funciona — ela falou.

Ela pegou o celular e começou a desmontar o improviso.

— Amanhã você tá ocupado? — ela perguntou sem me olhar.

— Depende.

— Do quê?

— Do que você quer fazer.

— Boa resposta — ela parou por meio segundo, depois sorriu de lado. — Quero gravar algo mais, sério, por assim dizer, o que acha?

— O que você mandar, você é minha chefe pelos próximos dias — respondi.

— Uma chefe? Gostei dessa autoridade! Vou tentar não abusar muito de você.

Ficamos alguns segundos sem falar enquanto ela guardava o equipamento, quando terminei de pegar minhas coisas, ela abriu a porta.

— Obrigado por hoje — ela disse. — A gente se vê.

Assenti e saí. No caminho para casa, não conseguia parar de pensar no jeito que tudo tinha fluído diferente depois do café. Quando cheguei, ainda com isso na cabeça, meu celular vibrou. Pink.

— Você ainda tá pensando em continuar ou já desistiu de mim?

— Eu nunca disse que ia desistir — respondi quase sem pensar.

— Que bom, porque eu também não, hoje foi mais fácil do que eu achei que seria, você não ficou estranho.

— Você também não ficou.

— Eu fiquei sim, só não com você, mas você ficou com uma cara engraçada quando tava ajustando a câmera hoje.

— Não lembro disso.

— Claro que não lembra, você tava concentrado demais para perceber qualquer coisa — ela respondeu seguido de uma sequência de emojis rindo.

— Você também não parecia muito preocupada com isso.

— Eu tava sim, só que você não me deixou desconfortável, é estranho dizer isso para alguém que eu conheci ontem?

— Talvez seja.

— Mas não parece errado — ela respondeu quase imediatamente.

— Também não parece para mim— eu hesitei um pouco antes de responder.

— Quando você tá trabalhando com a câmera… você sempre fica tão sério assim?

— Geralmente sim, isso é algo que te incomoda?

— Não, na verdade… eu acho bom.

— Bom como? — realmente estava curioso para saber até onde essa conversa iria.

— Bom porque você não fica me olhando como os outros, você olha para a imagem, não para mim.

— Eu meio que preciso olhar para a imagem, mas não quer dizer que não esteja olhando para você, só não diretamente.

— Acho que isso foi o mais confortável que eu já me senti sendo gravada, e você sabe o pior? Eu gostei disso — o “digitando…” apareceu, sumiu, apareceu de novo e sumiu novamente. — A gente se vê amanhã, ok?

O dia seguinte chegou, acordei antes do horário marcado por pura ansiedade. Tomei café sem prestar atenção e fiquei olhando a câmera em cima da mesa por alguns segundos antes de decidir colocar tudo na mochila. Quando cheguei no prédio, ela já estava esperando. Ela abriu a porta sem muita cerimônia. O apartamento parecia o mesmo, mas o clima não. O equipamento já estava montado, a ring light ligada. Ela fechou a porta e ficou alguns segundos parada, como se estivesse organizando os próprios pensamentos.

— Hoje é gravação mesmo — ela falou. — Sem teste.

— Entendi.

— Você tá bem com isso? — ela perguntou.

— Tô — respondi, mesmo a pergunta me pegando um pouco desprevenido.

O processo começou mais natural do que ontem, menos ajustes. Ela se posicionava, eu ajustava a câmera. Ela testava luz, eu corrigia enquadramento. Em algum momento, ela respirou fundo e soltou:

— Ok… acho que agora é só começar — ela olhou para a câmera e depois para mim, sustentando esse olhar por mais tempo do que eu gostaria. — Se ficar estranho você me fala, tá?

— Eu aviso.

E então, ela abriu o botão do short minúsculo que usava, dava para perceber a alça da calcinha erguida desnecessariamente para o cotidiano, mas para o vídeo, deveria ser algo importante. Ela começou. Câmera ligada, ação. Ela fez algumas poses sensuais, focando em sua bunda, apertando os peitos, fazendo alguns movimentos com a língua, logo depois botando o dedo na boca e chupando, como se fosse um pirulito. Percebi seu olhar na câmera e depois em mim, mas não no meu rosto, um pouco mais abaixo. É, meus amigos, eu estava completamente duro, seria estranho se não ficasse de pau duro assistindo ela. Ela sorriu de canto e continuou sua performance. Pegou um brinquedo na bolsa ao lado, um dildo de tamanho mediando, brincou um pouco com a boca, chupando e fazendo a saliva escorrer em seus peitos, ainda cobertos pelo top branco minúsculo.

Ela se desvencilhou do top, batendo o dildo melado nas aureolas rosadas, a cada batida, sua pele ficava um pouco vermelha. Pelo clima, sua bochechas também estavam rosadas. Eu me distrai por um momento, fiquei pensando em entra em cena e fodê-la na frente das câmeras. Mas esse não era o combinado, não era profissional. A todo momento fiquei com uma frase na cabeça, “lembre-se o porque de estar aqui, o porque de estar fazendo isso”.

Quando pudesse me dar conta, ela já estava nua na minha frente, se sentou no chão com as pernas abertas e eu acompanhei apontando a câmera para ela. Os lábios reluzentes escorriam o mel e ela olhava fixamente para a câmera, para a câmera, sim. Ou talvez, para mim? Estava com a mente tão nebulosa que parecia estar vendo coisas.

Ela começou a esfregar o dildo molhado em sua buceta, branca como a neve, levemente se tornando rosada, abrindo os lábios e enfiando um dedo, logo escorregando para cima e massageando levemente o clitóris. O quarto começou a ter cheiro de mulher no cio, o que era pior para a minha situação, mais do que nunca precisei me controlar para não agarrá-la ali mesmo. Os gemidos baixinhos dela tomavam o quarto, mesmo ela tentando se controlar, parecia também perder o controle. Ela passou a se masturbar mais forte, enfiando o dildo fundo em sua buceta enquanto a outra mão se apoiava no chão, as pernas completamente abertas e o suor começava a escorrer de sua pele.

E então, algo inusitado acontece. Ele gemeu mais alto, bem mais alto, ficando com o rosto inteiro corado e então, veio a surpresa. Ela começou a ter um orgasmo, as pernas tremiam absurdamente, ao mesmo tempo, sua buceta jorrava um líquido transparente, esguichando no que estivesse em sua frente, isso quer dizer, na câmera principalmente e respingando um pouco em mim. Me assustei um pouco, não esperava tamanha intensidade.

Ela, ainda ofegante e aparentemente cansada, se deitou no chão, mas logo se deu conta da situação. Finalizei a gravação e comecei a enxugar a câmera primeiro. O silêncio que veio depois foi diferente, ela ficou parada por um instante, olhando para o chão, depois levantou o olhar devagar até a câmera desligada e então até mim. Por um segundo, parecia que ela ia falar alguma coisa… mas não falou.

Em vez disso, levou a mão ao próprio rosto, cobrindo parcialmente a expressão, como se estivesse tentando reorganizar o que acabou de acontecer.

— Eu… — ela começou, mas parou. — Desculpa, isso não era para ter acontecido.

Ela desviou o olhar de novo, indo até mim com uma toalha em mãos, querendo enxugar meu rosto.

— Eu não esperava que fosse acontecer desse jeito — ela disse rápido, ainda sem olhar para mim. — Quer dizer, isso nunca tinha acontecido antes, você tá bem?

Mas toda aquela situação demorou para ser processada pelo meu cérebro, Pink estava na minha frente, ofegante, as bochechas rosadas e completamente nua, tão próxima que conseguia sentir o calor da respiração, o calor que seu corpo exalava, o cheiro de sua buceta e de seu perfume.

— Tô, tô bem sim. Coloca uma roupa primeiro, ok? — disse pegando a toalha da mão dela e me enxugando de seus líquidos corporais.

— Ah, sim, sim, certo...

Ela se levantou e timidamente recolheu a roupa no chão, abriu o guarda roupa e foi atrás de algo que cobrisse mais o corpo, como se estivesse com frio, ou só querendo se esconder.

— Eu não faço ideia de como isso ficou na câmera — ela falou, surgindo de surpresa e passando a mão pelo cabelo, desfazendo um pouco a ordem perfeita das ponytails. — Se ficou ruim, a gente apaga. Sem problema.

Ela falava rápido demais de novo, como se estivesse tentando cobrir o próprio constrangimento com eficiência, pegou a câmera depois de um momento, mas não chegou a mexer. Só ficou olhando para ela, depois para mim.

— Desculpa mesmo — repetiu, agora mais baixo. — Eu meio que perdi o controle ali.

Ela finalmente colocou a câmera de volta na mesa com cuidado, um pouco desorientada.

— Eu vou… dar uma olhada depois — disse, ainda evitando meu olhar direto. — E te falo.

— Tudo bem.

Passei o vídeo para o notebook dela, falei para me chamar se precisasse, peguei minhas coisas e fui embora sem falar nada, ela também parecia não ter mais nada a dizer. Na noite do dia seguinte, meu celular vibrou.

— Oi, vi o vídeo, pode editar.

Fiquei olhando a mensagem por alguns segundos. Confesso que nem havia aberto o vídeo, apenas estava tentando evitar pensar no que tinha acontecido no outro dia.

— Ok.

Conectei a câmera no computador e relutei um pouco para abrir o vídeo, mas já dava para ver uma imagem clara dela se masturbando apenas pelo ícone. Abri o vídeo que comecei a ver, ela posando, sensualizando. Meu pau automaticamente ficou duro. Quando me dei conta, na parte em que ela começava a se masturbar, já estava com o pau na mão, me masturbando freneticamente junto a ela, na parte do orgasmo, gozei junto a ela, indiretamente.

O que era para ser um trabalho de duas horas, virou o serviço de uma noite inteira. Começava a ver o vídeo para separar as partes, meu pau ficava duro, tentava espairecer a cabeça um pouco com outras coisas, voltava ao trabalho, me masturbava. Fiquei nesse ciclo por horas. Até que o material ficou pronto e enviei. Ela enviou um emoji de joinha e apenas isso, não enviei mais nenhuma mensagem também. Esperei mais alguma coisa, não veio.

Os dias seguintes passaram devagar, nenhuma mensagem, nenhuma atualização. O mais absoluto nada. Mas ainda pensava naquele dia, não somente pensava, o que aconteceu me perseguia nos sonhos também, foram dias torturantes, queria ao menos tocar no corpo dela, ou presenciar o orgasmo novamente, por isso abria o vídeo na integra e ficava vendo repetidamente.

Me tornei adicto pela Pink, a mulher com o cabelo rosa.

As vezes abria a conversa dela, sem nenhuma mensagem seguinte. No começo eu achei que ela só estivesse ocupada. Depois comecei a achar que aquilo tinha sido exatamente o que parecia no início, uma coisa de um momento só, um teste que funcionou e acabou ali. Eu pensava em mandar mensagem, mas a coragem logo em seguida sumia.

O celular vibrou no meio de um dia comum, não sei quantos dias se passaram desde aquilo tudo, talvez semanas. Me desprendi um pouco do tempo.

— Tenho duas notícias, uma boa e uma mais ou menos ruim.

— A boa primeiro.

— O vídeo explodiu, tipo… muito, mais do que eu esperava, mais do que você esperava, na verdade… muito mais.

Logo depois, ela enviou um print, fiquei alguns segundos encarando a tela, os números não faziam muito sentido de primeira, views, engajamento, comentários, tudo acima do que ela tinha mencionado antes. E junto disso, um saldo que parecia fora da realidade.

— Isso é o que já entrou até agora, ainda vai subir mais, aproveita e me passa sua conta bancária, seu trabalho fez parte disso, você merece sua parte

Eu fiquei olhando aquilo por um tempo, por um segundo, o motivo inteiro de eu ter entrado nessa voltou com força, o dinheiro. Antes de eu responder, outra mensagem chegou.

— Sobre a segunda coisa… os comentários estão meio fora do controle, muita gente pedindo continuação e coisas mais diretas.

Ela mandou outro print, dessa vez, eu não precisei ler tudo para entender o problema. Era o tipo de pedido que mudava completamente o tom inicial do projeto, também algo que não dava para ignorar se o objetivo fosse crescer no ramo.

O pedido dizia: “traz um cara com o pau grande e faz ele foder sua boca até essa maquiagem ficar toda borrada e seu rosto melado de cuspe e porra.”

— Eu fiquei meio desconfortável de te mandar isso, mas… o valor que ofereceram é alto demais.

Fiquei encarando a tela, muito tempo em silêncio.

— Podemos nos encontrar? — digitei com as mãos trêmulas.

— Claro, sabe onde moro, vem AGORA!

Levantei da cadeira antes mesmo de perceber que tinha decidido ir, em questão de minutos coloquei a câmera na bolsa e parti para o apartamento dela. Quando cheguei no prédio, não hesitei dessa vez, subi direto. O portão fez o mesmo barulho de sempre, a escada. Como se já estivesse esperando exatamente aquele momento.

— Entra — ela disse, sem o tom leve de antes e antes mesmo de eu bater na porta.

Ela fechou a porta atrás de mim, por alguns segundos, nenhum dos dois falou nada, apenas ficamos nos encarando.

— Isso ficou sério rápido demais — ela disse por fim.

— Eu vi o print.

Ela passou a mão pelo próprio braço.

— Eu não queria que chegasse nesse ponto tão rápido — ela falou com um sorriso nervoso. — Mas eles não esperam, não é? Sempre querem mais.

— Quanto eles estão oferecendo? — perguntei.

— Muito, muito mesmo, e o problema não é só o dinheiro — ela disse. — É o tempo que eles deram para a gente fazer.

Eu entendi antes dela terminar a frase. “A gente”.

— Eu não queria te chamar assim — ela completou. — Mas eu não consigo decidir isso sozinha. Conseguimos fazer isso?

— Acho que… conseguimos sim — respondi, ainda hesitante.

Ela me olhou por alguns segundos, como se estivesse tentando entender se aquilo era coragem ou só medo disfarçado. O silêncio pesou um pouco mais.

— Sei que é esquisito… — ela disse, desviando o olhar por um instante. — Mas posso te pedir um abraço?

— Pode — respondi depois de um segundo.

Ela demorou meio passo, como se ainda estivesse decidindo se ia mesmo. E então veio, não foi dramático. Ela ficou ali por alguns segundos a mais. E, quando se afastou, parecia levemente envergonhada do próprio impulso, mas ao mesmo tempo, aliviada.

— Obrigada — ela disse, baixo. — Precisamos estabelecer um roteiro para esse tipo de vídeo, eu conversei um pouco com o autor do pedido e ele tem alguns requisitos específicos.

— Específicos? — falei enquanto tirava todo o equipamento da mochila.

— Do tipo, você pode cuspir no meu rosto, me dar tapas, abusar da minha boca o quanto quiser — ela respondeu, um pouco tímida.

Parei tudo e olhei para ela, tentando raciocinar se aquilo ainda era a vida real. Ela estava nitidamente envergonhada, lutando contra a própria timidez para dizer aquilo em voz alta.

— Parece ser algo um pouco pesado — respondi, tentando aliviar a situação.

— Um pouco? — ela rebateu, elevando o tom de voz. — Mas é pelo dinheiro, não é? Acho que consigo fazer.

— Ok, mais algo que eu precise saber?

— Além de que eu vou chupar seu pau hoje? Acho que não — ela falou, agora em tom de brincadeira, tentando rir.

Ali, parei um pouco e então a ficha finalmente caiu, eu quem iria fazer o papel do homem na cena, essa era a intenção dela o tempo todo. O mundo ficou um pouco mais colorido, imaginando a Pink engasgando no meu pau era algo de alegrar qualquer dia depressivo. Estabelecemos o roteiro como ela disse, eu começaria a gravar, sentado na cama, ela engatinhando parando entre minhas pernas, beijando meu pau duro por cima da calça, ela abre o zíper e começa a chupar, algo mais leve por enquanto, após o sinal de duas piscadas, eu começo a ser um pouco mais agressivo, dou alguns tapas em seu rosto, forço meu pau para dentro de sua garganta para então finalmente foder sua boca como bem entender. Esse sinal era o passe para eu usar a boca dela como eu quiser, satisfazendo o desejo do cliente. Estabelecemos uma palavra de segurança, para parar caso ela se sentisse desconfortável.

Estava ajeitando o enquadramento e luz enquanto Pink estava sentada em frente a sua penteadeira, se maquiando conforme o pedido do cliente. Uma maquiagem leve, tons de rosa para marcar as bochechas (como se precisasse), o rímel preto e alguns tons de dourados em certas partes do rosto. Mas era pedido do cliente, então, paciência. E o principal, claro, o batom vermelho, era o mais marcante de tudo aquilo.

A roupa também foi pedido do cliente, não que ficasse no vídeo por muito tempo, uma camisa branca um pouco transparente e nem nada por baixo. Já havia visto ela se masturbando, mas ver aquela buceta pequena e rosada de novo não ajudava a controlar meu pau.

Então finalmente, decidimos começar, fiquei segurando a câmera com a mão direta e deixar a mãe esquerda livre. Antes, tirei a calça, a cueca e voltei a ficar apenas de calça, para facilitar o trabalho. Pude jurar que a vi um pouco hipnotizada olhando pro meu cacete balançando. Me sentei na cama e respirei fundo.

— Antes de dar o play, tenta durar o máximo que conseguir, ok? — ela falou, agora sem risada nem brincadeira.

Assenti, então, apertei para gravar. Seguimos o roteiro, ela estava há pouco centímetro de mim, engatinhou e ficou entre as minhas pernas, passou a mão por cima do meu pau duro que fazia volume por cima da calça, apertou um pouco e revezava o olhar, olhava para a câmera e depois olhava par ao meu pau, sempre com aquele olhar sedutor, um sorriso de canto provocante.

Ela abriu o zíper e meu pau pulou para fora, batendo em seu rosto. Ali suspirei fundo, ela quase imediatamente arrancou toda a calça junto. Ficou observando meu pau pulsando, deu uns beijos nas minhas coxas, subindo um pouco mais até chegar nas bolas, colocou a língua para fora que percorreu até a cabeça. Com as duas mãos, ela pegou meu pau, expôs a cabeça e ali deu um beijo tímido, colocou um pouco de saliva para fora para cobrir os lábios e voltou a dar outro beijo, agora esfregando a boca pelo meu pau. As mãos começaram a agir, punhetando de forma leve, descontraída enquanto fazia pose para a câmera e então, as mãos foram para baixo, saindo de cena, ela caçou meu cacete com a boca e engoliu a glande, sugando, chupando.

Aqui ela saiu um pouco fora do roteiro, pois tentou engolir todo o meu pau de uma vez, o que me surpreendeu, seus lábios chegaram quase na base, o batom ficou marcado no meu caralho, indicando o máximo que ela conseguiria ir sem forçar, ela recuou com a cabeça e tentou engolir tudo de novo, dessa vez ficando ali por um tempo. Os olhos foram ficando marejados, a saliva pegajosa já começava a sair de sua boca e ela recuou, agora largando meu pau. Ela deu o sinal das duas piscadas, hora de entrar em ação.

Acariciei seu rosto com a mão, rapidamente dando um tapa, dois, três, ela gemeu alto, suspirou e deixou uma lágrima rolar pelo rosto, já dando indícios que aquela maquiagem não iria durar por muito tempo. Agarrei uma de suas ponytails e puxei sua cabeça, enfiando o pau direto em sua garganta, forçando cada vez mais, ela colocou as mãos nas minhas coxas, tentando empurrar, mas não dei muita chance para ela, deixei ela recuar um pouco só para puxá-la de novo, até que seus lábios chegaram na base do meu pau e nas bolas, forcei mais um pouco para garantir que a marca do batom ficaria ali, então soltei ela.

Ela estava ofegante, recuperou o fôlego, dei um foco no meu pau mostrando como estava coberto de saliva junto as marcas de batom, direcionei a câmera de novo para a Pink que ostentava um sorriso largo, de orelha a orelha, seu rosto estava ficando melado com a saliva e mais lágrimas escorriam pelo rosto. Peguei uma das ponytails novamente e a puxei para engolir meu pau, fazendo ela ir até a base e depois relaxando um pouco mais. Aqui quebrei um pouco do roteiro também, era para eu permanecer sentado, mas me levantei e deixei meu pau em cima do rosto dela, que se deleitou chupando as bolas e lambendo todo o tronco até chegar na cabeça. Me preparei, agarrei sua cabeça e enfiei todo o meu pau em sua garganta, comecei a fodê-la do mesmo jeito que foderia sua buceta se tivesse a oportunidade.

Os sons que saiam dali eram pura perversão, a saliva escorria pela camisa branca transparente, melava o rosto, minhas coxas, escorreu pelos peitos pequenos dela, as lágrimas se misturavam com a baba e não se sabia distinguir o que era o que.

Em nenhum momento, a palavra de segurança foi usada, pelo contrário, estávamos aproveitando aquilo, Pink agarrava meu pau e esfregava e batia em seu rosto, dando a certeza que toda aquela maquiagem não iria durar nada no fim. E eu aproveitava, vendo aquela ninfetinha se esbaldando no meu caralho enquanto sorria e engasgava.

O vídeo já durava por cerca de vinte e cinco minutos, vinte e cinco minutos de pura putaria, fodeção de boca e muita saliva. Dei o sinal que o tamanho do vídeo já estava bom, ela compreendeu e começar a me punhetar com as duas mãos enquanto mamava a cabeça. Não aguentei muito e nem precisava falar para ela, ela já sabia que iria gozar em segundos. E então veio, meu orgasmo explodiu e comecei a cobrir seu rosto de porra, Pink colocou a língua para fora e fechou os olhos, continuou punhetando e se deixou ser coberta de porra. No final, sentei no sofá e gravamos mais um pouco dela brincando com o esperma, recolhendo com os dedos e levando direto a boca, engolindo e mostrando a língua comprovando que não havia restado nada. Para finalizar, ela mandou um beijo molhado. Apertei o botão de finalizar a gravação.

Ficamos olhando um para o outro até cairmos na risada. Aquilo tudo era muito estranho para ficar sério.

— A gente conseguiu — ela dizia, ainda rindo.

— Acho que essa foi a experiência mais louca da minha vida.

— A experiência mais louca até agora, lembra que eles sempre querem mais, essa foi só a ponta do iceberg.

Abaixei a cabeça e esfreguei os olhos.

— Bom, preciso de um banho, pode dar uma olhada no material enquanto não volto?

— Claro, pode deixar — respondi, já caçando minha calça para vestir.

— Acho que formamos uma bela dupla, o que acha? Podemos ser sócios, não é?

— Isso significa ganhar dinheiro com vídeos transando?

— É exatamente isso que significa, eu não vou me importar de transar com você, muito menos de ganhar dinheiro com isso — ela respondeu, mas brevemente mudando o tom da conversa. — Espera, acha melhor termos um contrato?

— Não sei, essa parte jurídica e contábil são sempre chatas, vamos ter que ir atrás de alguém que entenda melhor.

— Ah, certo, vamos ver sobre isso depois, preciso urgente de um banho quente e longo, mas antes — ela pegou o celular e tirou uma foto fazendo uma pose sensual, digitou algo e largou o celular. — Avisei nosso querido cliente que o pedido acabou de ser gravado, em quanto tempo acha que fica pronto a edição?

— Não sei, se eu me esforçar faço em uma hora.

— Conto com você então, parceiro.

Então ela saiu. Abri o notebook dela e passei o vídeo, abri e comecei a assistir. No fim, me peguei pensando, “como um anúncio na internet me levou a isso?”

Bom, tenho certeza que isso era apenas o começo.

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Comentários

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Achei seu conto por acaso, aleatoriamente. Gostei bastante, valeu à pena ler, muito excitante. Parabéns!

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excelente, nuito diferent do que tenho visto, muito bom mesmo, continue se puder

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