FUDENDO MINHA ESTAGIÁRIA PUTINHA E ELA CAGOU NA MINHA PICA

Um conto erótico de DENTISTA DOM
Categoria: Heterossexual
Contém 1507 palavras
Data: 17/05/2026 19:55:14

Julia, como tantas outras, era uma dentista recém-formada em busca do primeiro emprego. E eu, um dentista louco por sexo e Sado, já era conhecido na faculdade por transitar entre todas as turmas, já carregava certa fama, não apenas pela odontologia, mas também pelo jeito intenso com que vivia tudo fora dela.

Quando ela se formou, veio até mim pedir ajuda para entrar no mercado. Na clínica, estávamos sempre precisando de dentistas para clínico geral, principalmente gente com vontade de aprender e crescer. Dei a ela essa oportunidade sem qualquer segunda intenção. Sempre soube separar trabalho de desejo.

Mas algumas pessoas parecem brincar perigosamente com essa linha.

Julia tinha aquele tipo de olhar que demorava um segundo a mais do que deveria. Sorrisos sutis, toques aparentemente inocentes, conversas que escapavam do profissional com facilidade demais. Era como se ela gostasse da sensação de provocar sem precisar dizer nada diretamente.

E, com o tempo, ficou difícil fingir que eu era o único percebendo aquilo. Quando uma novinha decidi que quer te dar, nada e nem ninguém pode impedir.

Com o passar do tempo, ela começou a trabalhar na clínica. Os expedientes até tarde e a forma como ela sempre fazia questão de se mostrar prestativa começaram a despertar em mim um lado que, até então, eu fingia não existir.

Numa sexta-feira, depois de um dia extenso de cirurgias, a chuva caía tão forte que era quase impossível sair da clínica sem estar de carro. Como de costume, eu esperava todos irem embora para fechar tudo. Júlia estava demorando mais do que o normal, então fui apressá-la, porque eu também queria ir embora.

Ela disse que nenhum Uber aceitava a corrida; todos cancelavam. Sem pensar muito, ou talvez pensando mais do que deveria, perguntei onde ela morava. Não ficava tão longe. Então falei:

— Tá, pega suas coisas que eu te deixo em casa. Quero fechar logo e ir embora.

Ela aceitou sem nem hesitar, quase como se já esperasse que eu oferecesse.

Trancamos a clínica e corremos até o carro debaixo da chuva. Acabamos nos molhando um pouco, deixando nossas roupas úmidas. Assim que entrou no carro, ela começou a tirar a camiseta e disse:

— É melhor você tirar também e ligar o ar quente, senão vamos ficar gripados.

— Que isso, Júlia? Você tá ficando maluca.

— Uai, estamos molhados. Não quero ficar gripada, não.

Não tirei minha camiseta e seguimos caminho.

Só que a chuva piorou ainda mais. Resolvi parar num posto perto da clínica. E talvez tenha sido a maior besteira daquela noite. Ao lado do posto havia um motel e, até hoje, não sei se parei ali inconscientemente ou se ela decidiu acreditar que foi proposital.

Assim que estacionei, ela olhou para mim e falou:

— Ué… parou aqui por quê? Se quer entrar ali, é melhor entrar logo. Não precisava fingir no posto.

— Que? Do que você tá falando? Parei aqui porque a chuva piorou muito.

Ela sorriu de canto.

— Aham… vou fingir que acredito.

Então começou a passar a mão por cima da minha calça, meu pau duro, me denunciava, ela continuava me provocando enquanto me encarava.

— Júlia, para com isso. Você tá confundindo totalmente as coisas. Eu só te dei carona por causa da chuva.

— Tô confundindo? Então por que você tá com a pica dura desse jeito? Você acha que eu nunca percebi você me comendo com os olhos? E as histórias da faculdade… acha mesmo que eu nunca ouvi?

Ela se aproximou ainda mais e sussurrou:

— Para de bancar o certinho. Entra ali e vamos fuder.

Fiquei alguns segundos encarando aquela garota completamente molhada, provocando cada limite que eu ainda tentava manter. Meu silêncio já dizia mais do que qualquer resposta.

Então apenas dei partida no carro e entrei no motel ao lado.

E, como se aquilo já estivesse escrito muito antes daquela chuva começar, pedi justamente a suíte temática de Sado que eles tinham.

Mal estacionamos e ela já desceu pelada do carro. Falei:

— Caralho… que horas você tirou o restante da roupa?

— Quando ouvi você pedindo uma suíte de sado, me gozei inteira. Então, além de estar molhada por fora, estava molhada por dentro. Tive que tirar. Vem logo.

Mal entramos no quarto e ela já veio pulando no meu colo, me beijando, entrelaçando as pernas na minha cintura enquanto falava:

— Caralho… como eu estava com vontade disso.

— Estava com vontade de me dar, é? Então hoje tu vai dar, sua putinha.

Joguei ela na cama, tirei toda a minha roupa e fiquei em pé ao lado da cama, mandando ela vir chupar. Ela ficou meio de quatro, empinada, me chupando, e dava pra ver a bucetinha e o cuzinho dela piscando pelo espelho enquanto fazia aquilo. Meu Deus… era lindo de ver.

Ela chupava bem, mas subi uma das pernas na cama e comecei a foder a boca dela, apertando sua cabeça, sufocando o máximo que conseguia. Quando eu percebia que ela já não estava mais aguentando, soltava. Dava pra ver as lágrimas escorrendo dela. E então eu voltava a foder sua boca de novo.

Após um tempo sendo chupado, decidi chupar aquela buceta que eu via escorrendo pelo espelho. Deitei ela na cama, abri bem suas pernas e enfiei dois dedos dentro enquanto passava a língua no grelinho duro, chupando sem parar.

Ela começou a se remexer inteira, prendendo minha cabeça com a mão do mesmo jeito que tinha feito com ela antes. Gemia baixinho, mas sem conseguir esconder o quanto estava entregue naquele momento. Sem dúvida, era uma ninfomaníaca… ou pelo menos estava com uma vontade absurda de dar pra mim naquela noite.

Depois de sentir ela gozando, parti para foder ela.

Coloquei as pernas dela nos meus ombros, pincelei bem minha pica, deixando tudo melado, e meti.

— Olha como sua buceta tá engolindo minha pica, Júlia… tá toda melada…

Depois de muito meter, vendo aquela buceta apertar minha pica enquanto ela se masturbava junto, ela começou a gemer mais alto:

— Mmmhh… caralho… só de sentir você me fudendo eu já tô quase gozando de novo… não para… fode esse grelinho com essa pica.

Ela gozou pela segunda vez, apertando minha rola com força enquanto o corpo inteiro tremia. Esguichando com força pela buceta. Eu não aguentei. Empurrei fundo e gozei também, jatos grossos sentindo ela se contorcer embaixo de mim e preenchendo a bucetinha dela.

— Tô gozando dentro da sua buceta, Júlia…

Ela tremia, os olhos revirados.

— Aaaahhh… tá quente, tá me enchendo toda caralho.

Ficamos conectados por alguns segundos, minha pica ainda pulsando dentro dela. Mas eu continuava duro pra caralho. Puxei devagar, sentindo o corpo dela arrepiar inteiro.

Virei ela de bruços, levantei aquela bunda empinada e passei a mão pela pele já suada.

— Agora eu quero esse cu, Júlia… Tu queria dar, não queria??

Ela olhou pra trás, os olhos cheios de tesão e um pouco de receio.

— Vai devagar no começo… mas eu quero… meu cuzinho é virgem, mas vai, me fode.

Encostei a pica devagar, já melada de porra e mel da buceta dela e empurrei aos poucos. Ela gemeu alto, segurando o lençol.

— Aaaaiii… continua… tá doendo, mas fode

Centímetro por centímetro, fui entrando enquanto ela tentava se acostumar comigo. Quando percebi, ela já rebolava devagar contra mim, gemendo no meu ritmo.

— Porra… tá rasgando meu cu… mas tá gostoso.

Comecei a meter devagar, depois mais forte, segurando a cintura dela enquanto o quarto se enchia dos nossos gemidos e do barulho dos nossos corpos batendo um no outro era o melhor “ploc ploc ploc”. Ela levou a mão por baixo do corpo e começou a esfregar o grelinho enquanto eu continuava fodendo ela.

— Tá indo fundo no meu cú, eu tô gozando de novo… aaaahhh…

O orgasmo dela veio forte, fazendo o corpo inteiro tremer contra o meu.

— Me fode mais… eu tô gozando pelo cú, porra.

Senti minhas bolas subindo outra vez.

— Vou gozar dentro do seu Cú, Júlia…

Ela respondeu quase sem conseguir falar direito:

— Então goza… mas se você gozar dentro eu vou me cagar toda. Mas goza, enche meu cu de porra.

Empurrei fundo e gozei de novo, Porra grossa e quente no intestino dela, sentindo ela estremecer junto comigo e gritando.

- Aaaah, caralho. Ta enchendo meu cú de porra. Tô gozando junto…

Quando tirei a pica devagar, o cú dela ficou aberto e ela continuou empinada, rebolando lentamente, ainda perdida no prazer. A porra branca, escorria pelas pernas e coxas dela, misturada com um pouco de merda.

Ela gemia baixinho, ainda curtindo a gozada que tinha dado.

- Filho da Puta, olha o que você fez comigo. Eu me caguei toda com sua porra no meu Cú.

Ficamos ali, suados, melados de porra, suor e merda, respirando pesado, sabendo que aquela noite tinha mudado tudo em nossa relação.

A Júlia virou o rosto, sorriu safada e disse:

— Se você me levar em casa todos os dias… todos os dias podemos repetir isso. Mas isso não precisa mudar nada em nossa relação na clínica.

Olhei pra ela e disse:

- Tu é uma safada mesmo. Puta que pariu.

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