Capítulo 4
Sem acreditar no que estava acontecendo, olhei em volta, desconfiado, varrendo o salão com os olhos para ter certeza de que ninguém percebia. Um sorriso sacana nasceu devagar no canto da minha boca enquanto a imagem do que poderia rolar ali tomava forma na minha cabeça. Meu pau já começava a dar sinal de vida só de imaginar. Empurrei a porta cinza com cuidado, quase sem fazer barulho.
Do outro lado era um cubículo minúsculo, um vestiário de funcionários que mal cabia duas pessoas de pé. Armários de metal amassado, um cheiro misturado de desinfetante barato, suor acumulado e café velho impregnado nas paredes. No canto, uma portinha estreita levava ao banheiro dos funcionários — um espaço um pouco menos apertado, com pia, privada e azulejos gastos.
Ela já estava lá dentro, de pé, me esperando. Quando a porta se fechou atrás de mim com um clique seco, virou o rosto. Os olhos dela ardiam de uma sede crua, a boca entreaberta deixando escapar uma respiração curta e quente. Sem dizer nada, estendeu a mão, agarrou a frente da minha camisa e me puxou para perto com força. Nossos corpos colidiram no espaço exíguo; senti o calor da pele dela através do uniforme fino, os seios macios pressionando meu peito, o perfume misturado ao cheiro natural do corpo dela invadindo minhas narinas.
Ela me empurrou mais para trás, guiando-me até o banheiro menor. A porta rangeu ao abrir. O cubículo era apertado, mas dava para respirar — e para se mexer o suficiente. Ela me encostou na parede fria de azulejo, os olhos fixos nos meus, e falou num sussurro rouco, quase desesperado:
— Eu não sei o que me deu… mas eu quero muito fazer isso.
Sem esperar resposta, ajoelhou-se no chão sujo sem hesitar. A saia do uniforme subiu pelas coxas grossas, revelando a pele clara e a borda de uma calcinha confortável branca simples por baixo. Os dedos dela foram direto para a minha cintura. Ela desabotoou a fivela do cinto com um puxão seco, o metal tilintando alto no silêncio do cubículo. O zíper desceu num movimento brusco, quase rasgando o tecido. A mão mergulhou dentro da cueca sem nenhuma delicadeza, envolvendo meu pau ainda meio mole, quente contra a palma fria e ligeiramente úmida de suor dela.
Senti o choque imediato do toque. O contraste da pele macia dela contra a minha. Ela segurou firme na base, o polegar deslizando devagar pela cabeça ainda coberta, puxando a pele para trás com uma lentidão que me fez prender o ar. Meu corpo respondeu na hora. O sangue correu rápido, inchando a carne dentro da mão dela, endurecendo enquanto ela me manipulava com uma fome que parecia não ter controle.
Ela abriu mais a calça e a cueca o suficiente para me libertar. Meu pau saltou para fora, pulsando na frente do rosto dela. A respiração quente bateu na glande sensível, fazendo-a inchar ainda mais. Por um segundo ela apenas ficou ali, olhando, como se estivesse hipnotizada pela própria urgência. A ponta da língua apareceu, úmida, roçando de leve a fenda, coletando a primeira gota que já escorria. O gosto pareceu acendê-la de vez, porque soltou um gemidinho baixo, quase um ronronar.
Então abriu a boca e me engoliu.
Os lábios dela se fecharam ao redor da cabeça grossa, quentes, molhados, escorregadios de saliva. Desceu devagar no começo, deixando eu sentir cada centímetro sendo envolvido pelo calor apertado da boca. A língua pressionava forte na parte de baixo, lambendo a veia que pulsava ali, enquanto a garganta se abria para me receber mais fundo. Quando chegou quase na base, senti o leve aperto da garganta contraindo, um engasgo controlado que só aumentava a pressão deliciosa. Ela recuou devagar, os lábios esticados, deixando um fio grosso e brilhante de saliva escorrer pelo meu pau inteiro, pingando no queixo dela e molhando o decote do uniforme.
— O que é isso? O que te deu? — murmurei, a voz saindo rouca, quase engasgada de tesão.
Ela não respondeu. Nem abriu os olhos. Apenas gemeu baixo, um som gutural que vibrava direto na minha glande, e voltou a descer, mais rápido dessa vez. A cabeça começou a subir e descer num ritmo constante, faminto. Cada descida era profunda, os lábios chegando até a raiz, o nariz roçando minha virilha, o cheiro de sabonete misturado ao cheiro forte de macho invadindo as narinas dela. A língua não parava: lambia em círculos na cabeça toda vez que subia, chupava a fenda com força, sugava como se quisesse extrair algo de mim.
A mão dela apertava a base com firmeza, masturbando em sincronia com a boca, girando o pulso de leve para aumentar a sensação. A outra mão subiu pelas minhas coxas, unhas arranhando de leve a pele, subindo até apertar minha bunda, puxando meu quadril para frente, forçando-me mais fundo na garganta dela. O som era obsceno: chupadas molhadas, respirações ofegantes pelo nariz, o estalo úmido quando ela tirava a boca por um segundo para respirar e voltava a engolir tudo de uma vez.
Eu olhava para baixo, hipnotizado. O rosto dela estava vermelho, corado de esforço e tesão. Os olhos fechados, as sobrancelhas franzidas de concentração. Cabelos escapando da redinha, alguns fios colados na testa úmida de suor. Saliva escorria pelos cantos da boca, pingava no colo, escorria entre os seios que balançavam a cada movimento da cabeça. O uniforme estava amarrotado, o decote aberto o suficiente para eu ver a pele clara brilhando de suor e saliva. Ela chupava como se nunca tivesse tido uma rola na vida, como se aquilo fosse a única coisa que importava no mundo inteiro naquele momento.
A cada descida profunda ela soltava um gemido abafado, vibrando ao redor do meu pau, fazendo meus quadris tremerem. A sucção era tão forte que parecia que ia me virar do avesso. Eu sentia o anel pulsar no dedo, quente, quase vivo, enviando pequenas ondas de prazer que subiam pelo braço e explodiam no peito. Meu saco estava apertado, pesado, sendo massageado de leve pelos dedos dela enquanto ela engolia tudo de novo e de novo.
Eu estava perto. Muito perto. A base da coluna formigava, o prazer subia em ondas quentes, mas eu segurei. Apertei os dentes, respirei fundo pelo nariz, forcei o corpo a não ceder ainda. Queria sentir mais. Queria que aquilo durasse.
Ela continuou, incansável. A boca trabalhando sem parar, a língua dançando, os lábios apertando, a garganta se abrindo e fechando ao meu redor. O ritmo acelerou, ficou mais urgente, mais desesperado. Ela gemia alto agora, sons molhados e roucos que ecoavam no cubículo apertado. Meu pau inteiro brilhava de saliva, latejava dentro da boca quente dela, a glande inchada roçando o céu da boca a cada estocada.
Então, de repente, ela parou.
Deslizou devagar até a cabeça, chupou forte uma última vez, soltando um estalo molhado quando a boca se abriu. Ficou ali de joelhos, respirando pesado, olhando para cima com os olhos vidrados, lábios inchados e vermelhos, queixo brilhando de saliva e pré-gozo. O peito subia e descia rápido, os seios quase pulando para fora do uniforme aberto.
Ela lambeu os lábios devagar, limpando o que escorria, e continuou me encarando, esperando com uma expressão de quem não estava entendendo nada.
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