Após alguns dias, a rotina na casa havia se tornado extremamente excitante e perigosa.
De manhã, eu e Marina íamos juntas para o posto de saúde. Durante o expediente, nos comportávamos normalmente, mas a tensão sexual entre nós duas era palpável. Na hora do almoço, eu saía dizendo que ia resolver coisas particulares e encontrava Henrique e Gegê no estacionamento do mercado vizinho.
De lá, íamos direto para um motel discreto próximo.
Uma dessas tardes no motel:
Assim que entramos no quarto, não perdemos tempo. Eu tirei a roupa rapidamente e fiquei só de salto. Henrique me jogou na cama e abriu minhas pernas, enfiando o pauzão de 22cm de uma vez, me fazendo gemer alto. Ele me fodeu com força, estocadas profundas e ritmadas, meus seios balançando enquanto eu cravava as unhas nas costas dele.
Gegê se ajoelhou ao lado e enfiou o pau de 19cm na minha boca. Eu chupava com fome, babando, alternando entre os dois paus. Eles me viraram de quatro: Henrique metendo na buceta por trás enquanto Gegê fodia minha boca. Depois me colocaram de lado, um em cada buraco — Henrique na buceta e Gegê na boca. Eu gozei duas vezes seguidas, tremendo inteira.
No final, me colocaram de joelhos no chão. Os dois gozaram quase juntos: jatos grossos de porra acertaram meu rosto, seios e língua. Eu engoli parte, o resto escorrendo pelo meu queixo enquanto eles gemiam meu nome.
Voltávamos para o posto com o corpo marcado e o cheiro de sexo ainda no ar.
Enquanto isso, Marina ia para casa quase todos os dias e dava para Maurício. Ela me contava depois, com detalhes. Maurício ainda ficava desconfortável, claramente chateado e culpado por me trair. Mas não conseguia resistir ao corpo jovem e safado dela.
Um dia, cheguei mais cedo do trabalho. Entrei no quarto e levei um susto: Henrique estava completamente pelado, deitado na minha cama, o pau já duro latejando contra a barriga.
— Hoje eu quero você só pra mim — disse ele, com aquele olhar intenso.
Não resisti. Tirei a roupa e subi na cama. Henrique me fodeu gostoso, devagar no começo, depois com força. Me virou de quatro, segurou meu cabelo loiro ondulado e meteu fundo, batendo contra minha bunda. Eu gozei gemendo o nome dele. Ele gozou logo depois, enchendo minha buceta.
Ainda dentro de mim, ele sussurrou:
— Quero ficar sozinho com você às vezes… sem o Gegê. Só nós dois.
Eu sorri, ainda ofegante, e respondi:
— Eu tenho uma ideia…
Ainda deitada na cama, suada e com a buceta latejando após a foda com Henrique, Jaque virou o rosto para ele e disse:
— Gegê tem que ir junto nessa ideia. Os dois. Não vou fazer nada só com um.
Henrique franziu a testa por um segundo, mas acabou concordando com a cabeça.
No dia seguinte, Jaque colocou o plano em prática. Durante o jantar, ela comentou casualmente:
— Amor, que tal a gente passar o feriado prolongado na fazenda? Faz tempo que não vamos… eu, você e os meninos.
Maurício fez uma cara de desculpas:
— Amor, eu queria muito, mas não vai dar. Surgiu um trabalho urgente numa empresa parceira. Vou ter que viajar e ficar lá o feriado inteiro. É um projeto percentual, não posso recusar.
Jaque fingiu decepção, mas por dentro sorriu. Tudo estava saindo como planejado.
Marina, que assistia a conversa sentada à mesa, abriu um sorriso largo e malicioso. Quando os meninos subiram, ela se aproximou de Jaque e sussurrou no ouvido dela:
— Vou ficar aqui. E você vai ver por todas as câmeras tudinho que eu vou fazer com o seu marido. Pode deixar que eu cuido bem dele…
Jaque sentiu um arrepio percorrer o corpo inteiro, mas não respondeu. Apenas assentiu.
Início do feriado prolongado
Eles partiram cedo: Jaque, Henrique e Gegê. Maurício ficou em casa, alegando que viajaria à tarde para o trabalho.
Assim que o carro saiu da rua, Marina, ainda de pijama curto, se aproximou de Maurício na sala com um sorriso safado e disse:
— Finalmente sozinhos… Agora eu vou aproveitar bastante esse momento a sós com você, Maurício.
Enquanto isso, na estrada, Jaque ia no banco do passageiro, olhando pela janela. Seu corpo ainda guardava as marcas dos últimos dias, mas sua mente estava focada no plano. Ela estava excitada, nervosa e com um estranho sentimento de poder.
Henrique, dirigindo, colocou a mão na coxa dela e apertou de leve. Gegê, no banco de trás, sorriu pelo retrovisor.
Jaque respirou fundo e pensou:
Agora é a hora.
Primeiro Dia
Chegamos à fazenda no final da tarde. Assim que descemos do carro, a tensão sexual já estava no ar. Mal terminamos de guardar as coisas e Henrique me prensou contra a parede da casa rústica. Ele abaixou meu short e me fodeu de pé, metendo aqueles 22cm grossos com força enquanto eu tentava abafar os gemidos.
Mais tarde, no celeiro, Gegê me pegou por trás enquanto eu me inclinava sobre um fardo de feno. Seu pau de 19cm entrava fundo, batendo ritmado. Henrique assistia, depois se juntou, enfiando na minha boca. Eles me foderam juntos no celeiro até eu gozar tremendo.
À tarde, debaixo da grande árvore de laranja, eu fiquei de quatro no gramado. Henrique metia na buceta com força enquanto Gegê enfiava na minha boca. O sol batia no meu corpo, meus seios balançando a cada estocada. Gozei duas vezes antes deles gozarem — um dentro de mim e o outro sobre minhas costas.
À noite, antes da foda principal, eu liguei as câmeras da casa.
Na casa — Câmeras
Maurício estava comemorando a fechamento do negócio com uma taça de refrigerante. Marina se aproximou por trás, só de camisola curta, e abraçou ele.
— Parabéns… você merece relaxar agora — sussurrou ela.
Maurício negou no começo, mas Marina insistiu, beijando o pescoço dele e apertando o pau por cima da bermuda. Ele cedeu. Marina tirou a roupa dele, ajoelhou e chupou com vontade, babando no pau de 18cm.
Depois ela se deitou na cama de casal, abriu as pernas e disse:
— Hoje eu quero que você foda meu cuzinho. A Jaque nunca te deu, né?
Maurício hesitou, mas o tesão venceu. Marina lubrificou o pau dele e o seu próprio ânus, depois sentou devagar. Gemeu alto quando o pau entrou no seu cu apertado. Ela cavalgou devagar no começo, depois mais rápido, rebolando a bunda média enquanto Maurício apertava seus seios.
— Isso… fode meu cu… — gemia Marina.
Maurício perdeu o controle, virou ela de quatro e meteu no cuzinho com força, batendo contra a bunda dela. Marina gozou gemendo alto, e Maurício gozou logo depois, enchendo o cu dela de porra.
Jaque assistiu tudo de boca aberta, chocada e molhada ao mesmo tempo.
Segundo Dia
Na fazenda, o dia foi de muito sexo. Pela manhã, no quarto rústico, os dois me foderam ao mesmo tempo — Gegê na buceta e Henrique na boca. À tarde, no estábulo, Henrique me comeu de pé contra a parede enquanto Gegê chupava meus seios. À noite, no celeiro, eles me fizeram gozar várias vezes: eu cavalgando um enquanto chupava o outro, depois os dois me penetrando alternadamente.
Em casa, Marina cavalgou Maurício na sala e depois deixou ele foder seu cu novamente na cama. Maurício estava cada vez mais entregue.
Terceiro Dia
Jaque foi fodida intensamente o dia inteiro. Pela manhã, debaixo da árvore de laranja novamente. À tarde, na piscina improvisada da fazenda, os dois me comeram na água. À noite, no quarto, uma sessão longa: eu de quatro sendo comida por Henrique enquanto Gegê enfiava na minha boca, depois os dois gozando sobre meu corpo.
Em casa, Marina e Maurício transaram quase o dia todo. Ela o seduziu na cozinha, no sofá e no quarto. Maurício estava cada vez menos culpado e mais viciado no corpo jovem de Marina.
Quarto Dia (Último)
No último dia na fazenda, o sexo foi ainda mais intenso. Pela manhã, no celeiro, os dois me foderam ao mesmo tempo — um na buceta e o outro na boca. À tarde, no quarto rústico, uma sessão longa e suada. Eu gozei várias vezes, completamente entregue.
À noite, antes de voltarmos, eles me foderam uma última vez na varanda, sob as estrelas. Eu gozei tremendo enquanto eles gozavam sobre meu corpo.
Em casa, Marina e Maurício transaram pela última vez antes da nossa chegada. Marina deixou Maurício foder seu cu novamente, gemendo alto e chamando ele de “meu macho”.
Jaque desligou as câmeras, o corpo ainda sujo de porra, a mente confusa, mas com um estranho sentimento de poder.
O jogo havia começado de verdade.
Chegamos em casa no final da tarde. Maurício estava claramente estranho — quieto, evitava meu olhar e parecia carregando um peso enorme. Depois do jantar, ele me chamou para o quarto.
— Jaque… eu não estou bem. Preciso conversar com você. É sério.
Antes que Maurício conseguisse continuar, Marina apareceu na porta do quarto.
— Maurício, posso falar com você um minutinho? — pediu ela, com a voz doce.
Os dois foram para o corredor. Marina fechou a porta parcialmente e falou baixo, mas firme:
— Se você contar qualquer coisa pra ela, eu vou dizer que você me seduziu. Um homem mais velho seduziu a estagiária órfã que a própria esposa abrigou em casa. Você acha que as pessoas vão acreditar em quem? Eu sou a garota que perdeu tudo, Maurício. Você é o homem casado. Entendeu?
Maurício ficou pálido, visivelmente abalado. Ele não respondeu. Marina sorriu levemente e voltou para a sala.
Maurício voltou para o quarto, mas não teve coragem de contar a verdade. Disse apenas que estava estressado com o trabalho e foi dormir mais cedo.
À noite
Enquanto Maurício dormia ao meu lado, eu assistia pelas câmeras: Marina estava no quarto dos meninos, de quatro na cama, sendo comida por Henrique com força. Gegê enfiava o pau na boca dela. Os três gemiam baixo, sem pudor.
No nosso quarto, eu e Maurício transamos com intensidade. Eu montei nele, quicando forte, rebolando fundo. Depois ele me colocou de quatro e me fodeu com vontade, segurando meus quadris. Gozamos juntos, suados e agarrados.
Mas mesmo gozando, minha mente estava dividida entre o prazer e o plano que eu começava a traçar.
No sábado à tarde, Jaque foi ao shopping com Maurício. Ela fingiu estar animada, experimentou roupas, deixou ele escolher um perfume para ela e agiu como a esposa carinhosa de sempre. Maurício, ainda carregando culpa, estava mais atencioso que o normal.
Ao retornarem para casa no final da tarde, Jaque chamou Marina discretamente para o quarto.
— Eu tenho um plano — disse Jaque, com a voz baixa e decidida.
Em seguida, chamou Henrique e Gegê. Os quatro se reuniram no quarto de Jaque com a porta trancada.
— No próximo sábado vocês dois vão dizer que vão passar o dia na fazenda comigo. Vão arrumar as coisas, sair de casa e ficar rodando por aí até eu mandar mensagem. Enquanto isso, Marina vai seduzir o Maurício aqui em casa. Quando eles estiverem no flagra… nós voltamos e pegamos os dois no ato.
Marina sorriu, claramente animada com a ideia. Henrique e Gegê se entreolharam e concordaram.
Jaque continuou, com os olhos brilhando de uma mistura de excitação e controle:
— Depois disso, eu vou colocar o meu plano em prática. Tudo vai mudar nesta casa.
Ela fez uma pausa, olhou para os três e sorriu — um sorriso confiante, quase dominante.
— A partir de agora, quem manda sou eu. E depois que esse plano for executado… tudo vai ficar melhor. Muito melhor.
Marina mordeu o lábio inferior, Henrique e Gegê assentiram em silêncio. O ar no quarto estava carregado de expectativa e tesão.
Jaque sentiu uma onda de poder percorrer seu corpo. Pela primeira vez desde que tudo começou, ela não se sentia mais uma vítima das circunstâncias.
Ela estava no comando.
No sábado seguinte, Jaque colocou o plano em prática.
Pela manhã, ela avisou Maurício:
— Amor, vou passar o dia na fazenda com os meninos. Tem uns problemas com os cavalos e quero resolver. Volto à noite.
Maurício concordou, um pouco aliviado por ficar sozinho. Jaque saiu de casa com Henrique e Gegê. Assim que entraram no carro, ela ligou o notebook e acessou as câmeras da casa em tempo real.
Em casa ,Marina não perdeu tempo. Pouco depois que o carro saiu, ela desceu usando apenas uma camisola curta transparente, sem sutiã e sem calcinha. Maurício estava na sala vendo TV.
— Maurício… — chamou ela com voz manhosa. — Estou me sentindo tão sozinha hoje…
Ela sentou no colo dele, beijando seu pescoço. Maurício tentou resistir no começo, mas Marina era insistente. Beijou a boca dele, esfregou a boceta molhada na coxa dele e sussurrou:
— Eu sei que você quer… eu sinto seu pau duro toda vez que eu chego perto.
Maurício cedeu. Beijou Marina com desejo, apertando os seios firmes dela por baixo da camisola. Ela tirou a roupa dele rapidamente, ajoelhou e chupou o pau de 18cm com vontade, descendo fundo, babando bastante enquanto olhava para cima.
Depois Marina tirou a camisola, ficou completamente nua e montou nele no sofá. Segurou o pau e sentou devagar, gemendo alto enquanto ele a preenchia:
— Aaaahh… que gostoso… me fode, Maurício…
Ela cavalgou com força, rebolando a bunda média, os seios firmes pulando enquanto gemia safada. Maurício segurava a cintura dela, metendo para cima, o rosto vermelho de tesão e culpa.
Marina virou de quatro no sofá. Maurício meteu por trás com vontade, batendo contra a bunda dela, puxando o cabelo loiro. Marina empinava, gemendo alto:
— Isso… me fode gostoso… sou sua putinha agora…
Eles transaram intensamente: no sofá, ela por cima, depois de lado. Marina gozou tremendo, apertando o pau dele. Maurício estava quase gozando quase gozando quando....
Jaque, que assistia tudo pelo notebook no carro, mandou os meninos darem meia-volta. Chegaram em casa em tempo recorde. Ela subiu as escadas sem fazer barulho, o coração disparado.
Abriu a porta do quarto de Maurício de uma vez e gritou:
— AMOR, O QUE É ISSO?!
Maurício estava de quatro em cima de Marina, metendo nela com força. Os dois congelaram. Marina virou o rosto, com um sorriso surpreso nos lábios. Maurício ficou branco como papel, o pau ainda dentro dela.
— Jaque… eu… não é… — gaguejou ele, saindo de dentro de Marina rapidamente, o pau brilhando.
Jaque ficou parada na porta, olhando a cena: Marina nua, pernas abertas, buceta inchada e molhada; Maurício nu, pau duro, expressão de puro pânico.
O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.
Jaque ficou parada na porta por alguns segundos, absorvendo a cena. Maurício saiu de dentro de Marina rapidamente, o pau ainda duro e brilhando. Marina estava nua na cama, com um olhar de quem sabia exatamente o que estava acontecendo.
— Marina, se veste — disse Jaque, com a voz controlada.
Marina obedeceu calmamente, pegando suas roupas sem pressa. Ela e Jaque trocaram um olhar rápido e cúmplice — Marina fazia parte do plano desde o começo.
Jaque virou e foi atrás de Maurício, que tinha corrido para o quarto do casal, tentando se vestir desesperadamente. Ela entrou, fechou a porta com força e, num impulso calculado de raiva, pegou um vaso de decoração da cômoda e jogou no chão. O vaso estilhaçou em mil pedaços.
Maurício pulou de susto, lágrimas já escorrendo pelo rosto.
— Jaque… meu amor… me perdoa… eu sou um idiota… por favor… — chorou ele, caindo de joelhos na frente dela.
Jaque não respondeu imediatamente. Começou a abrir o guarda-roupa e arrumar uma mala, jogando algumas roupas para dentro.
— Jaque, não faz isso… você não precisa sair de casa. Eu que vou embora — disse Maurício, chorando, tentando segurar as mãos dela.
Ele pegou algumas roupas rapidamente, colocou numa bolsa e saiu do quarto, arrasado. Jaque ouviu a porta da frente bater.
Ela respirou fundo, controlando a expressão. Marina apareceu no corredor, já vestida. As duas se olharam em silêncio. Marina sorriu discretamente, sabendo que tudo estava correndo conforme o plano.
No dia seguinte
Maurício voltou para casa à noite, com olheiras profundas e cara de quem não tinha dormido. Caiu de joelhos na frente de Jaque novamente:
— Me perdoa, amor… eu cometi o maior erro da minha vida. Eu te amo. Por favor, me dá outra chance.
Jaque olhou para ele friamente e respondeu:
— Não.
No Segundo dia, Maurício tentou novamente. Chorou, implorou, disse que largaria tudo, que faria terapia. Jaque negou mais uma vez.
No Terceiro dia ,Maurício estava destruído. Sentado no sofá, com os olhos vermelhos, mal conseguia falar. Jaque sentou na frente dele, cruzou as pernas e ficou em silêncio por um longo tempo.
Finalmente, ela falou:
— Eu aceito te perdoar… mas com uma condição.
Maurício levantou a cabeça rapidamente, os olhos cheios de esperança:
— Qualquer coisa, amor… eu faço qualquer coisa.
Jaque sorriu por dentro. O plano estava prestes a entrar na fase final.
Jaque olhou para Maurício, que ainda estava de joelhos no chão, chorando. Ela respirou fundo, mantendo a voz firme e fria:
— Eu só te perdoo se eu pagar na mesma moeda. Eu vou transar com os dois meninos. Aceita ou não. É pegar ou largar.
Maurício ficou completamente chocado. Seus olhos se arregalaram, o rosto pálido como se tivesse levado um soco. Ele balbuciou, a voz falhando:
— Jaque… você… com os dois? Ao mesmo tempo? Não… por favor… isso não…
Ela cruzou os braços e o encarou sem piedade:
— Você fodeu a Marina. Agora eu vou foder os dois. Ou você aceita isso, ou eu termino tudo aqui e agora.
O silêncio que se seguiu foi agonizante. Maurício baixou a cabeça, lágrimas escorrendo pelo rosto. Depois de longos minutos, ele murmurou, quase sem voz:
— …Eu aceito.
Jaque sentiu uma onda estranha de poder e excitação percorrer seu corpo.
Maurício voltou para casa à noite, com uma mala pequena. Estava abatido, com olheiras profundas. Mal olhou para Marina quando ela o cumprimentou. Também evitou olhar para Henrique e Gegê, que estavam na sala. Foi direto para o quarto, quase sem falar com ninguém.
Jaque observava tudo em silêncio. Sabia que ele estava destruído por dentro.
No dia seguinte, pela manhã, após o café, Jaque se aproximou de Maurício na cozinha. Ele estava tomando café, cabisbaixo. Ela colocou a mão no ombro dele e falou baixinho, com um tom quase doce:
— É hoje, amor.
Maurício congelou. A xícara tremeu na mão dele. Ele levantou o olhar lentamente, os olhos cheios de dor, humilhação e uma excitação doentia que ele não conseguia esconder.
Jaque sorriu levemente, inclinou-se e deu um beijo suave na testa dele.
— Hoje eu vou transar com os dois. E você vai saber de tudo.
Na parte da tarde, Maurício desceu as escadas já arrumado. Marina havia saído mais cedo, dizendo que iria ao shopping. Jaque estava na sala, vestindo um robe curto de seda preta que mal cobria suas coxas.
Maurício parou na porta, olhando para ela com os olhos vermelhos e cheios de dor. Sua voz saiu baixa, quase quebrada:
— É isso que você quer mesmo, Jaque? Você vai mesmo transar com os dois?
Jaque o encarou por alguns segundos, depois respondeu com calma e frieza:
— Sim. É exatamente isso que eu quero. Você fodeu a Marina. Agora eu vou foder os dois. É justo.
Maurício baixou a cabeça, engoliu em seco e saiu de casa sem dizer mais nada. O som da porta batendo ecoou pela sala.
Assim que ele saiu, Jaque subiu as escadas. Henrique e Gegê já estavam no quarto esperando. Ela entrou, trancou a porta e deixou o robe cair no chão, ficando completamente nua.
— Hoje eu mando — disse ela, com a voz firme.
Os dois se aproximaram. Henrique a puxou para um beijo voraz enquanto Gegê chupava seus seios siliconados, mordendo os mamilos. Jaque gemeu, sentindo as mãos deles por todo o seu corpo curvilíneo.
Eles a jogaram na cama. Gegê abriu suas pernas fortes e mergulhou a boca na sua buceta, chupando o clitóris com fome enquanto enfiava dois dedos. Henrique se ajoelhou ao lado e enfiou o pauzão de 22cm na boca dela. Jaque chupava com vontade, babando, enquanto Gegê lambia sua buceta encharcada.
Eles a viraram de quatro. Henrique meteu primeiro, enfiando aqueles 22cm grossos até o fundo. Jaque gemeu alto, sentindo ele esticá-la inteira. Gegê enfiou o pau de 19cm na boca dela, fodendo sua garganta. Os dois metiam em ritmo, fazendo seu corpo balançar.
Trocaram de posição várias vezes. Jaque cavalgou Gegê com força, rebolando a bunda empinada enquanto Henrique enfiava na boca dela. Depois Henrique a fodeu de lado, segurando uma de suas pernas fortes no ar, metendo fundo enquanto Gegê chupava seus seios.
Jaque gozou pela primeira vez cavalgando Henrique, tremendo inteira, apertando o pauzão dele. Gozou pela segunda vez de quatro, com Gegê metendo forte enquanto Henrique enfiava na sua boca.
No final, eles a colocaram de costas. Henrique abriu bem suas pernas e meteu com força, estocadas profundas e rápidas. Gegê masturbava o pau ao lado, depois gozou primeiro, jorrando porra quente sobre os seios e o rosto dela. Henrique acelerou e gozou logo depois, enchendo a buceta de Jaque com jatos grossos e abundantes.
Jaque ficou deitada na cama, o corpo coberto de suor e porra, ofegante, com um sorriso satisfeito no rosto.
Quando Maurício voltou para casa no final da tarde, Jaque estava sentada no sofá da sala, calma e com um olhar firme. Ele entrou cabisbaixo, os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar.
Assim que a viu, ele parou no meio da sala, a voz embargada:
— Jaque… eu vi tudo. Pelo menos parte. Eu sei o que você fez com eles hoje.
Jaque o encarou sem desviar o olhar e respondeu com tranquilidade:
— Sim. Eu transei com os dois. E estou satisfeita. Paguei na mesma moeda.
Maurício caiu sentado no sofá, cobrindo o rosto com as mãos. As lágrimas voltaram a escorrer.
— Tudo isso é culpa minha… Eu estraguei nosso casamento. Eu traí você… eu sou um fraco. Me perdoa, por favor.
Ele respirou fundo, a voz falhando:
— Eu amo você, Jaque. Acho você a mulher mais gostosa do mundo. Morro de tesão por você… mas… eu não consigo esquecer a Marina. Ela é um fogo incontrolável. Quando ela me toca, eu perco a cabeça. Isso está me destruindo por dentro. É humilhante pra você… eu não mereço mais ser seu marido. Eu quero o divórcio.
Jaque ficou em silêncio por um momento, processando as palavras dele. Depois se aproximou, sentou ao lado dele e segurou seu rosto com as duas mãos.
— Eu não quero divórcio — disse ela com firmeza. — Eu tenho uma proposta pra você.
Maurício a olhou confuso.
— Você fica com a Marina de vez… e eu fico com os meninos. Podemos continuar casados, morando na mesma casa. Cada um vivendo sua vida sexual como quiser. Sem mentiras, sem culpa.
Maurício arregalou os olhos, chocado:
— Você… você tá falando sério? Isso é loucura, Jaque!
Ela sorriu levemente e continuou:
— Nosso casamento melhorou muito depois que os três chegaram. Você sabe disso. Nós transamos mais, com mais vontade. Eu me sinto mais viva. E você também.
Jaque se inclinou e o beijou. O beijo começou suave, mas logo se tornou quente e urgente. Maurício correspondeu com desespero. Eles subiram para o quarto e transaram com uma intensidade que há muito tempo não acontecia.
Jaque montou nele, quicando forte, rebolando enquanto Maurício apertava sua bunda. Depois ele a colocou de quatro e meteu com força, puxando seu cabelo loiro ondulado. Gozaram juntos, gemendo alto, suados e agarrados.
Deitados na cama, ainda ofegantes, Maurício olhou para o teto e murmurou:
— …Tudo bem. Eu aceito.
Jaque sorriu, um sorriso satisfeito e triunfante.
Agora tudo está perfeito, pensou ela, enquanto acariciava o peito do marido.