Adoro feriadões. Quanto mais dias enforcados, melhor: o condomínio onde moro fica um deserto. Todo mundo viaja. Sinto-me dono, rei, soberano do espaço. Assim aconteceu no mais recente findi prolongadíssimo – a uns feriados nacionais juntaram-se outros municipais, antecipação e puro enforcamento mesmo, foi quase uma semana de silêncio e solidão.
Desbundei geral. Colocava minhas bermudas mais escrotas para levar o lixo no depósito ou simplesmente passear pelo pátio vazio. Certa vez ousei descer dois andares para deixar uma caixa e o fiz completamente nu, a rola duraça na frente... Adoro feriadões no meu condomínio.
O mais recente foi muito massa. Eu tinha ido até a padaria, tomar uma suculenta sopa de carne, no final da tarde, começo da noite. O dia estava frio, um vento cortante fazia eriçar meus mamilos à mostra, pela larga manga da regata; também arrepiados os pelos fininhos das minhas coxas expostas pelo micro short que chegava à beira das nádegas; meu cu besuntado de creme, parecia borbulhar a cada passada. A rola, em função disso tudo, semiereta.
Eu voltava para meu reino de nudez e enquanto atravessava o pátio deserto, retirei a camiseta, recebendo no peito a lufada gostosa de ar frio. Dobrei o cós do short, deixando-o ainda mais curto, quase metade da palma da bunda de fora, a cabeça da rola dura querendo aparecer pela perna folgada. Fui subindo devagar a escada, curtindo cada sensação daquele tesão natural.
O completo silêncio dos dois primeiros lances de escada foi aos poucos sendo quebrado por discretíssimo ruído duplo e intermitente. O que seria? Minha mente dramática pensou logo num ladrão que, aproveitando o deserto do condomínio, cerrava a fechadura de algum apartamento. Logo sosseguei a periquita, que nem o barulho era metálico nem a rígida segurança do espaço permitiria qualquer entrada estranha sem alarmar.
Ao atingir meu andar, na curva do último lance da escadaria, deparei-me com a cena: Valdo, o encarregado de serviços gerais do nosso bloco, estava sentado no primeiro degrau, pernas abertas, rola imensamente dura na mão, se masturbando bem devagar, olhos fechados, língua lambendo os beiços e gemendo discretamente.
Parei surpreso e extasiado, pelo inusitado da cena, mas principalmente pela delícia da rola do funcionário – média, fina e com a cabeça alongada. Imediatamente minha própria pica endureceu para fora do short, pela abertura da perna. Alguns segundos detido diante daquela maravilha, sem que Valdo se desse conta... até que, pressentindo uma presença, abriu os olhos, e ao dar comigo diante dele, tomou um baita susto, e, num impulso instintivo, fechou as pernas para tentar esconder a ereção, sussurrando desculpas desconexas.
Senti que, se não avançasse, perderia a chance. “Não, Valdo, não se preocupe... Pode continuar! Olhe como estou...” E arregacei a perna do short, expondo completamente minha vara tesa. E antes que ele tomasse o rumo da situação, ajoelhei-me diante dele, toquei suavemente seus joelhos, fazendo abrir as pernas e levei meus dedos ao ainda rígido falo do funcionário.
Atônito, ele nada fez além de aceitar. E meu toque virou massagem, carícia, punheta... Ele se remexia e voltou a fechar os olhos, remexendo discretamente os quadris. Então abaixei-me e colhi aquela maravilha com os lábios, sentindo-lhe o delicioso gosto de pica bem tratada. Quando tomei sua rola na boca, passando a suga-la cadencialmente, seus grunhidos foram se tornando mais evidentes; sua mão pressionava minha nuca, forçando-me a engolir todo seu pau.
Num movimento contorcionista, consegui descer meu short e me expor agora completamente nu, o cu piscando terrivelmente. Levantei-me e me voltei para a parede, pernas abertas, quadris arqueados e cu arreganhado. Valdo passou o dedo “maior de todos” ao longo do rego, girando pelo meu furico várias vezes – minha rola já babava. Até que numa dessas passagens, o dedo se deteve diante de minhas pregas e foi se enfiando... gemi safadamente, como uma rapariga no cio.
Em breve o dedo saiu e senti algo mais grosso e mais macio sondar meu buraquinho. Uma leve pressão e a rola de Valdo foi se afundando em mim, até entrar completamente e eu sentir seu corpo colado a minhas costas. Começou a estocar devagar, sua rola entrando e saindo suavemente, sua voz rouca gemendo no meu ouvido.
Eu dizia safadezas, pedia que ele fodesse sua putinha, que arrombasse meu cu com carinho, que sua rola era um sonho e que ele enrabasse com gosto seu viadinho. Ele endoidava com essas provocações e enfiava com mais intensidade, chamando-me de quenga safada, escrota e gostosa, que gostava de dar o cu; falava que já me vira sem roupa e ficou com uma vontade imensa de me foder; que cu maravilhoso eu tinha...
Eu toquei a cabeça da minha pica, toda babada, e aproveitei o lubrificante natural para também me punhetar. Não fui muito longe, que o tesão estava enorme, e a energia forte sacudiu-me o corpo, fazendo explodir meu vulcão aos jatos, naquela parede. Os movimentos involuntários do meu corpo gozando pressionava o pau que me comia, que senti crescer e, sob fortes grunhidos de Valdo nas minhas costas, a explosão se deu dentro de mim.
Quando, cansado, ofegante, o funcionário retirou-se do meu cu, sua gala desceu aos borbotões pelo interior de minhas coxas, e foi se formando uma poça no degrau, embaixo de mim. Meu esperma fazia listas na parede, descendo até o chão, numa segunda poça – eu também com a respiração entrecortada.
Quando conseguimos voltar minimamente ao controle de nossos corpos, sorríamos feito dois bobos, o brilho nos nossos olhos e a felicidade na nossa cara de gozados. Recolhi minhas sumárias roupas e concluí a subida da escada. Diante da minha porta, voltei-me para Valdo, que guardava a rola, ainda a meia bomba e sorri, dizendo:
– Pronto, véio! Arranjou serviço no feriado... tem que limpar essa galaria toda da escada, viu?!
Ele mostrou-me o dedo do meio, também sorrindo...
