Eu sou homem, hétero, sempre amei mulheres. Sempre que passa uma por mim fico olhando. À época dos fatos, eu tinha 23 anos e estudava em Porto Alegre, fazia curso técnico.
Sou Junior, tenho 1,74 m de altura e um pau normal, com 13 cm quando ereto, e grosso.
No curso havia não muitas meninas, por ser um técnico em manutenção de aeronaves. Dentre todas, havia uma ruiva natural, com sardas, peitos avantajados mas não grandes, pouco mais baixa que eu, corpo firme, olhos verdes cativantes. Júlia, no auge dos seus 19 anos.
A dona do curso era uma senhora de uns 55 anos, loira, olhos azuis, mas a beleza escondia uma rigidez no controle da escola e supervisão dos alunos. Dentro da escola eram admitidos casais, mas desde que se comportassem como alunos, e ela não permitia nada além de um selinho.
O curso técnico inclui a formação básica e a especialização em célula, que permite trabalhar com toda a aeronave, excluindo-se motores e a parte eletroeletrônica.
A Julia e eu sentávamos próximos, mas eu sempre tímido, ficava na minha. Tinha poucas amizades, conversava o essencial. O curso era aos sábados, e almoçávamos em um restaurante próximo da escola, pois as aulas eram de manhã e de tarde. Aos poucos foi-se formando um grupo de almoço, e Julia estava nele.
— Nossa, você é quieto - disse Júlia enquanto me olhava do outro lado da mesa. Nem respondi. Estava concentrado no bife de frango empanado com fritas, e pensando na prova de asas rotativas que teria logo mais, após o almoço.
— Ei! Tô falando com você! - disse Júlia de novo. O colega do lado me cutucou e me tirou do devaneio.
— Ah, oi - respondi, sem graça — Tô aqui pensando na prova da tarde... estou inseguro sobre o conteúdo.
— Relaxa, menino, a gente pode revisar daqui a pouco. Vamos conversar, entra na conversa.
Passei a prestar atenção ao assunto. Falavam sobre as expectativas no mercado de trabalho, nas promessas de emprego na empresa de manutenção de aeronaves que fica na cidade.
— Júlia, né? - perguntei sem graça — tenho dificuldade em gravar nomes.
— Júlia, prazer - e estendeu as costas da mão para mim. Sem graça, peguei na mão dela e fiz que dei um beijo, mas a distância através da mesa não permitia — Junior, respondi.
— Você, sendo uma das poucas meninas da sala, como se sente em relação ao futuro trabalho?
— Sou segura de mim, tenho certeza que o curso é bom e que quem tem vontade de aprender se dá bem - respondeu. — O que importa é ser um bom profissional, ser homem ou mulher não faz diferença.
Fiquei vermelho, pois não tive a intenção de dizer que mulher era sexo frágil ou que o ambiente de manutenção aeronáutica, amplamente dominado por homens, fosse antinatural para mulheres.
— Desculpe pela minha fala, não tive a intenção de diminuir vocês mulheres. - os colegas nem prestavam atenção, estavam falando de futebol.
— Tudo bem. Agora vamos pagar a conta, temos prova daqui há uma hora e você tá com dúvidas.
Pagamos o almoço e fomos a pé para a escola, que ficava distante apenas dois quarteirões. Subimos as escadas e entramos na sala. Ela pegou a lista de exercícios e começou a me fazer perguntas. Às vezes eu errava conceitos básicos, outra vezes acertava perguntas difíceis. Ela se aproximou com sua cadeira e sentou junto da minha pequena mesa. Senti seu perfume floral e o calor da sua coxa, que tocou na minha, sem querer ou querendo. Meu pau reagiu, ficando levemente endurecido. Mas, não era hora para imaginar outras coisas... continuamos a revisão e acabamos pouco antes do professor entrar na sala.
— Professor, vou ao sanitário antes de começar a prova - eu disse. Saí e retornei, a sala já estava arrumada. Sentei, o professor distribuiu as provas e foram 45 minutos de tensão. As costas doíam, a cabeça coçava. Terminei a prova, entreguei e saí da sala.
Lá fora, os colegas debatiam as questões. Eu ouvia, respondia o que achava que tinha colocado na prova, e fiquei em dúvida se tinha passado, pois a nota mínima era 8. Após todos terminarem o professor chamou a todos e começou a correção. Júlia, sentada na mesa ao lado, dava sorrisos de satisfação a cada resposta. Eu, suava a cada letra que o professor fala:
— Questão 9, letra b. Questão 10... letra a... — e assim foi até a quadragésima questão.
— E aí - perguntou Júlia — qual foi sua nota? Fiquei com 9,25, errei 3 questões.
— Eu fiquei com 8,25, acertei 33. Foi por pouco essa... - respirei aliviado — e graças a você, obrigado!
— Ah, você é capaz. Foi mérito seu - e deu um sorriso.
A aula continuou até as 17:00. Saímos juntos e fomos em direção à estação da Trensurb. Conversamos assuntos diversos, pessoal pegou o trem para um sentido e eu e a Júlia ficamos esperando o trem no outro sentido. O trem estava cheio, apesar de ser sábado. Ficamos próximos, um de frente para o outro. Eu fiquei sem graça, passei a olhar para fora, através da janela.
— Estação Aeroporto. Desembarque pelo lado direito do trem - disse a mensagem automática, me tirando do devaneio. Olhei para Júlia, e ela estava com o olhar fixo em mim, me analisando. Fiquei mais sem graça ainda...
— Oi. Olha aí seu futuro local de trabalho - disse pra disfarçar o incômodo social.
— É, mas não quero trabalhar em aeroporto, prefiro hangar, manutenção pesada - respondeu ela.
O assunto se manteve nisso, até algumas estações depois. Eu e ela tínhamos um longo caminho pela frente, até a última parada da linha, em Novo Hamburgo. A viagem durava normalmente 40 minutos, e ainda tinha metade do tempo.
— Por quê você não fala? - perguntou ela — algum problema?
— Eu tenho dificuldade de interagir com pessoas, tenho bloqueio. Nada contra nenhuma pessoa específica - respondi.
— Ah tá - respondeu com mais um sorriso cativante. Eu estava pensando naquela coxa quente que encostou na minha antes da prova... mas não tinha ideia de como iniciar uma conversa mais íntima.
— Estação, Sapucaia. Desembarque pelo lado direito do trem - informou o aviso automático — Senhores passageiros, aqui é a maquinista. Solicito que tenham um pouco de paciência. Devido à um problema técnico aguardaremos por 10 minutos na estação. Livre embarque e desembarque.
Fiquei aliviado, apesar de querer chegar em casa. Assim poderia ter Júlia mais tempo comigo.
— Ei guri - disse Júlia — posso te chamar assim? - eu afirmei com a cabeça. — Que tal comermos no shopping antes de irmos para casa?
— Por mim podemos - respondi com um sorriso involuntário. Não queria demonstrar minha ansiedade.
Dali até a última estação ficamos um pouco mais próximos, pois o trem encheu devido à parada anormal. Durante o trajeto encostei na coxa dela algumas vezes, além de ter quase encostado na bunda dela sem querer, devido ao balanço do trem.
Descemos e fomos pro shopping, que fica em frente à estação. Sentamos numa mesa, com os pratos que cada um escolheu. Ela sentou do meu lado.
— Posso? - disse me olhando com um olhar interrogador.
— O que? - respondi, sem entender.
— Sentar do seu lado, guri!
— Claro, e por quê não poderia!? - rimos os dois.
Ao final da refeição ela olhou pra mim, pôs a mão na minha perna, se aproximou e recostou no meu ombro.
— Fazia tempo que não tinha um dia tão feliz! Obrigada por fazer isso por mim.
Não respondi. Apenas passei o braço por trás das costas dela, virei meu rosto e dei um beijinho na face dela. Mas queria mesmo era um beijo quente, de língua!
Ela virou, me olhou, colocou a mão no meu queixo, virou meu rosto e encostou os seus lábios no meu, dando início a um longo beijo gostoso, sem pressa, suave. Minha mão foi pro meio da perna dela, mas ela segurou e sussurrou: — aqui não... vamos pra algum lugar.
Respondi que podia ser no meu apartamento, mas que eu estava de ônibus (ainda não tinha Uber na cidade). Ela não reclamou, disse que morava no bairro vizinho e não teria problema em pegar outro ônibus para ir embora depois. Fomos nos beijando até em casa, como namorados apaixonados. Subimos os dois lances de escada abraçados. Abri a porta (ainda bem que havia dado uma faxina no dia anterior, e a casa estava relativamente organizada) e pedi que ela entrasse.
Caímos no sofá, e começamos a nos acariciar. Eu passava a mão por seus peitos e a beijava, enquanto ela alisava meu peito e segurava minha nuca. Sua calça tipo era de um tecido fino e folgado, o que permitia que eu logo enfiasse minha mão em suas parte íntimas. Ela segurou minha mão e me disse: espera! Parei e olhei pra ela.
— O que foi? Quer tomar um banho? - perguntei. — Pode ser, me arruma uma toalha? - respondeu ela.
Peguei a toalha e ela foi para o banheiro. Eu a encontrei sentada no vaso, sem roupa, me olhando.
— Olha, tenho que te contar uma coisa. Sou trans! - falou, sem nem me deixar responder nada.
Olhei, pasmo! Júlia era totalmente feminina. Eu, homem hétero, nunca havia nem falado com uma trans, imaginava que teriam voz masculinizada e traços masculinos. Mas não era o caso. Ela não deixava transparecer que era trans. Ela abriu as pernas, mostrando um pau médio, talvez pouca coisa maior que o meu e pouco mais fino. Fiquei sem graça, minha mente fervia. Não sabia o que falar. Tinha na minha frente uma mulher trans, que tinha se tornado minha melhor amiga ao longo do dia, e que ainda teria que ver durante todo o curso. Ela tinha me ocultado um detalhe que realmente não precisaria ter sido dito se a amizade não tivesse avançado para a intimidade. Mas agora ela estava ali, na minha casa, nua, na minha frente, com o pau meia bomba. Eu ainda estava de short, mas o meu pau tava estava ficando duro, o que indicava atração. Meu corpo me traia!
— Olha, fiquei muito surpreso. Você não parece ser trans, parece uma mulher de verdade, se é que me entende. Desculpe, não quero te magoar, não sei me expressar - falei.
— As coisas esquentaram rápido, então nem pensei nisso. Queria aproveitar a amizade que construímos ao longo desse dia. Peço desculpas - falou Júlia, com uma expressão de culpa.
Não respondi. Peguei no rosto dela, abaixei, e dei um beijo curto. Olhei no rosto dela e disse: — precisamos de um banho. Depois você me fala sobre isso. Vamos terminar nosso sábado. Quero aproveitar a novidade, conhecer você por inteira.
Ela levantou, pau ficando duro. Me abraçou, seu pau roçou no meu. Abri a porta do blindex e entramos debaixo do chuveiro. Como não gosto de banho frio, deixei uma temperatura levemente quente, apesar de estar um dia com temperatura na faixa de uns 30 graus. No quarto, o ar estava ligado.
Entramos embaixo da água, ficamos abraçados, nos beijando, paus roçando. Ela pegou o xampu, desligou o chuveiro, passou na minha cabeça, que já começava a rarear os cabelos. Depois pegou o sabonete e começou a me lavar, começando pelo peito, braços, depois desceu para as coxas e por fim voltou para o meu pau, que tava super duro diante da nova experiência. Olhou pra mim, pegou e segurou no meu pau com a mão ensaboada e começou a subir e descer, apertando suavemente o corpo cavernoso. Eu só olhava, sentindo a mão agradável, que ora apertava ora passava a mão na cabeça vermelha do meu pau, me levando a me retrair de prazer. Ela passou mais sabonete na mão e passou as mãos na minha bunda, me puxando para si, me beijando, e ensaboando minha bunda, apertando. Logo passou os dedos pelo meu cu, que se retesou. Ela sussurou: relaxa e aproveita o momento.
Era minha vez de retribuir. Peguei o xampu, passei nas mãos, virei ela de costas para mim, me inclinei para trás e encaixei meu pau na bunda dela, enquanto passava o produto no cabelo ruivo e volumoso. Mantive a posição, passando a ensaboar seus peitos macios. Depois desci para as coxas, voltei para o pau dela, me mantendo por trás.
A sensação de segurar um pau pela primeira vez era muito estranha. Eu estava acostumado com bucetas, nunca nem tinha visto um grelo grande, quem dirá um pau! Mas eu gostei de ter a sensação de segurar outro pau, outra textura, outro tamanho. Comecei um sobe e desce suave, ora apertando, ora diminuindo a pressão, e por fim passando o dedão na cabeça, o que levou Júlia a emitir grunhidos de prazer e segurar minha mão, abrindo o chuveiro em seguida.
Nos enxaguamos, e ficamos alguns minutos abraçados de frente na água. Eu queria uma banheira, mas não tinha nem espaço e muito menos dinheiro pra isso, assim ficaria impossibilitado de ter a experiência de senti-la deitada em cima de mim na água. Nos secamos, fomos para o quarto, onde a cama de casal já estava com um edredon. Eu morava sozinho, mas a cama era de casal por motivos óbvios.
Deitamos lado a lado, fiquei fazendo carinho no rosto e no cabelo dela, olhando a beleza e ainda tentando processar o que estava acontecendo. Virei Júlia e a coloquei de conchinha, puxando o edredon, pois estava com frio. Aumentei um pouco a temperatura.
Ficamos abraçados ali, no aconchego, meu pau já estava amolecido, e o dela também. Depois de uns minutos assim ela se virou e me empurrou gentilmente de costas na cama, subindo por cima e deitando, encostando seus peitos no meu tórax. Iniciou um beijo suave, que foi aumentando de intensidade, passando a explorar minha boca com sua língua quente, enquanto passava a mão pelos meus cabelos e eu pelo dela. De repente ela parou de me beijar e foi descendo. Beijou meu peito, chegando ao meu pau, que já começava a babar. Nesse momento, ele já estava duro. Ela pegou nele, deu uma lambida suave na cabeça, que de tão dura brilhava, e começou um boquete quente. O movimento de sobe e desce, com os lábios quentes, era perfeito, ela sabia o que estava fazendo.
Gemi alto e puxei o cabelo dela: — pára! - ela parou no mesmo instante, me olhando. — Que foi? - perguntou espantada. — Se você continuar eu vou gozar... - respondi, sem fôlego. Ela parou e deitou na cama, de barriga pra cima, pau duro, latejando, cabeça rosa intenso, maior que a minha.
— Sua vez - chamou. Pulei pra cima dela, nossos paus se tocando, o meu ainda molhado do boquete gostoso. Iniciei da mesma forma, com um beijo, mas no pescoço, depois passei pra boca quente e macia. Parei e olhei nos olhos verdes, desejantes. — Continua - sussurrou ela, com voz sexy. Passei a chupar seus peitos macios, descendo lentamente até o seu pau. Hesitei. Ela levantou a cabeça do travesseiro e falou:
— Se não quiser continuar não precisa.
— Sabe, não quero quebrar o clima - respondi — mas é estranho, uma mulher com pau. Senti hoje um pau que não o meu pela primeira vez. Parece contraditório, parece que dá um tilt, buga o cérebro. Mulher com pau? Ainda mais um desses, bonito como o seu. Será que sou hétero afeminado?
Caímos na gargalhada. Mas os paus de ambos continuaram duros, o dela babando pré-gozo e o meu doendo de tão duro.
— Desculpe - disse eu. E caí de boca no pau dela, sem segurar, apenas com a boca, sem dar tempo de ela responder. Apertei a cabeça com meus lábios e parei. Era uma sensação diferente de uma buceta, minha boca estava sendo preenchida por algo quente, textura macia, e tinha um sabor agradável do pré-gozo dela. Fui descendo devagar, suave, só para sentir a pele, o calor, a textura, a veia grossa que passava pela parte externa do pau dela.
Voltei para a glande, desci de novo lentamente, e comecei um vai e vem mais rápido, subindo e descendo alternando velocidade e pressão. Ela gemia baixinho, segurava minha cabeça. Se eu era elogiado pelo oral em uma buceta, em um pau estava surpreendendo por ser a primeira vez.
Ela puxou minha cabeça e gritou roucamente: — pára! Quase gozei! Pra quem nunca viu um pau você é melhor que muita gente por aí...
Eu deitei na cama. Ficamos ali, agarrados, de conchinha, mas agora era ela quem estava por trás de mim, seu pau roçando meu cu.
Depois de um tempo abraçados, ela me pediu pra deitar na borda da cama. Temi pelo meu cu, admito. Nem eu tocava nele... mas, estava ali, curioso pelo que viria, mas com medo de ver aquele pau duro próximo.
Ela levantou minha perna, na posição de frango assado, meu pau estava duro, caído na minha barriga, e meu cu exposto. Ela se agachou no chão, passou a acariciar minha bunda com as mãos, abrindo levemente as bandas. De repente senti um toque quente e retesei meus músculos. Ela não falou nada, continuou passando a língua quente e dura pelo meu cu, dando a volta na área próxima, passando a língua pelo períneo, e seus dedos molhados de saliva passaram a acariciar meu orifício, enquanto ela subia com a boca quente e úmida pelo meu pau, que agora estava segurando com uma das mãos. Dei um gemido involuntário. Que negócio gostoso. Nenhuma mulher tinha feito um boquete como o de Júlia, era mais do que perfeito. Ou talvez o tesão pela curiosidade estivesse me fazendo pensar que nunca tinha tido uma experiência melhor antes. Ela continuava, pressionando seu dedão molhado suavemente em volta do meu cu e sobre o períneo, enquanto lambia a cabeça do meu pau e alternava chupadas completas, com pressão e velocidades diferentes. De repente meu pau deu um choque de prazer e eu puxei meu corpo para trás, mas ela me segurou e continuou com a boca no meu pau. Em seguida meu pau tremeu, e junto com ele meu corpo todo. Senti o períneo se movimentar ritmadamente, conduzindo meu gozo para dentro da boca da Júlia. Ela recebeu a carga toda, engoliu e ainda deu mais uma ou duas chupadas na minha glande, o que me fez gritar de prazer, devido à sensibilidade trazida pelo gozo.
— Caralho! Puta que pariu! - gritei. Ela me olhou, de baixo pra cima, agachada no meio das minhas pernas - nunca senti nada parecido na minha vida! Safada!!!
— Obrigada, meu amor. Você é gostoso demais! - olhou, com ternura.
Puxei ela gentilmente para a cama, beijei ela, segurando no pau duro e babado dela.
— Você tá muito excitada... olha esse pau molhado! - falei.
— Nunca tive uma experiência tão boa assim. Os 3 ou 4 caras com quem saí só queriam comer meu cu. Não foram experiências boas. Você é carinhoso, sem pressa, romântico... - falou, apaixonada.