Meu nome é Henrique, sou branco, lisinho e tenho 1,68 de altura. Eu sempre tive interesse em homens mas nunca tinha feito nada e não sabia como chegar em caras da minha idade. Com o tesão à flor da pele, eu demorava a dormir, imaginando mil coisas! Não parava de ver na internet imagens de homens nus e meu tesão só aumentava! Eu vivia sonhando acordado fazer alguma coisa, ficar com um cara e isso só aumentava! E o desejo sempre fala mais alto!
Eu morava em um prédio que era pequeno e só tinha um zelador, Naldo, de uns quarenta e cinco anos (um pouco acabado), não tinha nada de bonito, 1,78 de altura, moreno bem claro (meio amarelado, não via sol há muito tempo!), cabelos pretos e curtos. Era bem magro, usava bigode e um cavanhaque pequeno e era sempre muito calado.
Um dia, eu desci para pegar o carregador do celular no carro do meu pai e vi Naldo entrando no banheiro da garagem, com uma toalha. Mesmo não sentindo atração alguma por ele, me bateu uma excitação em vê-lo sem roupa. Dei um tempo e resolvi entrar lá, como se não tivesse ouvido o barulho da água do chuveiro! O box não tinha cortina e ele estava nu, com o corpo molhado. Os pelos negros nas pernas e peito e as veias saltadas, já me deixaram louco e não pude deixar de ver os fartos pentelhos emoldurando um cacete grosso e grande, mesmo mole, e com um saco pesado. Fiquei parado olhando, sem saber o que fazer. Meu cu piscou muito. Ele me viu e cobriu o corpo, pegando logo a toalha.
- É o que Henrique? O que você quer? Não ouviu o barulho da água? Como você entra assim?
- Desculpe, Naldo, estou apertado, e a porta estava destrancada! Foi mal, mas, pode continuar, vou mijar e você acaba seu banho. - falei com os olhos vidrados em seu membro. Por mais que tivesse visto vídeos na internet, ao vivo era diferente! Eu sentia o tesão correr no meu sangue!
- Não, não é assim, rapaz. Está tudo molhado, você vai sair patinando tudo, acabei de limpar, vai na sua casa! - falou meio nervoso, com falta de paciência. Eu olhei de novo para seu corpo todo, cada detalhe, e saí rápido.
Cheguei em casa e fui tocar uma. Imaginar a proximidade de um macho, peludo e viril e não poder fazer nada, me deixou louco. Eu queria segurar aquele pau grosso e suas bolas, sentir o peso, colocar na boca! Todas as minhas fantasias passavam em flashes na minha cabeça. Gozei muito!
Desde aquele dia, não consegui mais olhar Naldo da mesma maneira. Imaginava ele fazendo as coisas do prédio, suado, cansado e eu relaxando ele, acariciando, segurando seu pau, enfim, essas coisas. Era masturbação direto. Um dia ouvi meus pais falando que a esposa dele estava trabalhando como cuidadora de idoso e que teve que mudar o turno para a noite, porque a outra tinha saído e isso estava sendo um problema para Naldo, porque ele quase não a via e que às vezes acabava dormindo no quartinho do prédio, porque um morador ou outro dava uma quentinha pra ele jantar, então era melhor ficar logo lá. A situação já tinha duas semanas! Imaginei ele sem sexo e sem a companhia da mulher. E adorei!
No dia seguinte, falei para minha mãe fazer a quentinha dele, que eu ia levar. Bati na porta do quartinho e ele abriu: camiseta regata velha, short e chinelos. Observei as pernas magras e cabeludas e o pé grande. Mirei no pau, mas, acho que ele reparou e foi rápido.
- Obrigado, Henrique, agradece a seus pais, mas não precisa não, o pessoal tem ajudado! - falou.
- Que isso, Naldo, faço questão, não custa dar uma força, né? Se quiser companhia para bater um papo, ver TV, eu posso ficar com você! - arrisquei, morrendo de nervoso! E claro, com os olhos sempre no seu corpo. Reparei seus braços veiúdos e dedos grandes e olhei para dentro do recinto pequeno e sem janela. Só tinha uma cama improvisada, uma TV pequena e poucas coisas pessoais. Naldo disse que não precisava e foi fechando a porta.
Saí de lá de pau duro e fui direto me masturbar. Não entendia que tesão era aquele que eu sentia, mas ele tinha cara quem ia me comer gostoso! Fui dormir me imaginando na cama encardida com ele, tirando sua roupa, alisando seus pelos e olhando de perto sua pentelhada vasta. Gozei e dormi.
Puxei papo com ele por mais uns dois dias, me insinuando de maneira muito discreta e, claro, ele percebia. No final de semana ele foi para casa. Na segunda encontramos com ele de manhã, quando estávamos saindo de carro. Meu pai perguntou porque ele estava com cara de cansado e mau humorado e ele disse que a esposa passou o final de semana na casa do idoso e que ele nem podia reclamar porque o dinheiro era bom. Meu pai disse que ia ficar tudo bem e falou que ia mandar um jantar especial naquela noite. Eu decidi que o jantar seria eu. E foi!
Bati na porta com a marmita. Naldo abriu desconfiado e agradeceu. Falei que tinha esquecido de levar a bebida e que levaria mais tarde. Ele acenou com a cabeça. Fiquei parado olhando para ele.
- Henrique, não quero confusão. Já saquei, mas não é a minha, para com isso. - ele falou e encostou a porta. Eu falei que levaria a bebida e subi.
Meus pais foram deitar e eu fingi que fui também. Peguei uma garrafa de vinho, copos e desci. Ouvi o barulho da TV e abri a porta sem bater. Ele estava de cueca e deu um pulo. Pedi desculpa e mostrei o vinho, disse que era um presente. Enchi logo um copo descartável e dei para ele. Olhei de novo para seu corpo magro e peludo. Meus hormônios não me davam trégua: se ele era o homem mais próximo, era com ele que ia ser. Ele bebeu quase o copo todo e falou:
- Henrique, tem um monte de cara da sua idade aí, você cismou com um coroa? Qual é, rapaz?
- Naldo, já que você falou, sim, quero dar para você, estou cheio de tesão, não penso em outra coisa, vamos resolver isso, ninguém vai saber!
- Já falei que meu lance não é viado, para de coisa. - falou e bebeu o restante do copo, enchendo de novo.
- E cu? Você curte cu? Curte meter em um cuzinho apertado? O meu é lisinho, apertado, melhor do que o de muita mulher! E você seria o primeiro! Eu sou virgem, nunca dei! Quero experimentar, quero ver como é, imagino isso todos os dias e vi você pelado me deu mais tesão, seu pau deve ser uma delícia, pronto, é isso! Você nem vai notar que tá metendo em homem, quer ver? - falei a arriei o short. Mostrei minha bunda branquinha e lisa e me abaixei, para ele ver meu cuzinho virgem.
- Caralho, Henrique, você é muito abusado! - ele falou e eu senti mudança no tom de voz. A garrafa de vinho já passava da metade!
- Você não fode há um tempão! Não sente falta de um boquete nem de meter, cara? No sigilo, você acha que sou maluco de dar mole e meu pai descobrir? Bora desenrolar, quero chupar teu pau, quero sentir você metendo, não é pedido de namoro, não! Sente meu cuzinho quente! - peguei a mão dele e levei à minha bunda. Naldo balançou a cabeça. Eu falei que ele seria o primeiro e poderia fazer tudo, porque eu queria tudo! O zelador pegou a garrafa de vinho e virou tudo de uma vez, no gargalo.
- Viadinho, né, louco por um pau, quer chupar, quer dar o rabo, né? Resolveu perder as pregas com um macho mais velho? Viu uma rola e ficou nervoso desse jeito? - ele já estava com o volume crescendo na cueca.
- Quero mamar seu pau, quero sentir você esporrando em mim, sua mulher não vai saber!
- Ela não tem tanta vontade quanto você, viadinho, vem cá! - ele me puxou e me virou de costas, encostando o pau na minha bunda.
Meu coração acelerou! Estava acontecendo tudo o que eu queria! Tirei minha roupa rapidamente e a cueca dele. Vi o pau duro, grande, maior do que imaginava! Naldo parado na minha frente com o pau pulsando de tesão, efeito do jejum de sexo e do vinho! Cheguei perto e alisei seu peito peludo. Os pelos lisos deslizavam na minha mão, seu pescoço de homem maduro, os ombros, tudo me deixando louco. Ele me fez sentar na cama e se aproximou com o pau. Comecei a lamber, e depois, coloquei todo na boca. Alisei as pernas magras e másculas, segurei o saco e ouvi seus gemidos roucos. Foi colocando tudo o que consegui nas boca, mas não cabia! Tirei e passei a lamber todo, o saco, a ponta, a base, e senti o cheiro de sabonete barato nos pentelhos. O cheiro de vinho impregnava o quartinho. Doido para dar, fiquei de quatro na cama e empinei a bunda. Naldo se aproximou e abriu minhas nádegas. Começou a elogiar meu cu, dizendo que nunca tinha visto um tão lindo, tão fechado! Lisinho e rosa! Ele passou o dedo em volta e começou a lamber e chupar de maneira ávida! A língua grossa me deixava arrepiado. Elogiou minha bunda, disse que era gostosa e cheirosa e que ia deflorar meu rabinho bem gostoso. Eu gemia baixo, aproveitando cada linguada no meu cu. Queria fazer um meia nove, mas não queria que nada desse errado, ele poderia ver meu pau e lembrar que eu era um homem e querer parar.
Fiz ele deitar na cama e voltei a chupar. Ele curtia de olhos fechados. Enquanto mamava, observei seu corpo, seus pés grandes e maltratados e joelhos ossudos, um tesão da porra! Era a primeira vez e ainda com um macho de verdade! Comecei a sentir um gosto diferente e vi que era a secreção que sai antes. Saboreei e logo me veio a vontade de sentir seu leite na minha boca. Naldo arfava e já começava a suar. Passei a chupar com mais intensidade, sentindo o gosto e a textura do pau e vi seu corpo ficar mais tenso. Entre as pernas dele, eu lambia do saco até a cabeça do pau, a virilha, sentia seus pentelhos e chupava mais e mais. Naldo se mexia e ele ia gozar! Apertei seu pau na minha boca, mexendo a língua até sentir ele pulsar e o primeiro jato veio com força e vários sem seguida. Sem saber o que fazer, tentei engolir tudo. Primeiro, estranhei o sabor, mas ao ver aquele macho com o abdômen contraído de tesão, as pernas tensas e seu corpo se contorcendo, eu adorei aquilo e fiz questão de engolir tudo! O líquido meio viscoso, meio gelatinoso e muito salgado, deslizou pela minha garganta. Após os espasmos finais, fui tirando o pau da boca. Naldo estava com o braço no rosto, respirando forte, em silêncio. Com a sensação que o esperma deixa na boca, fiquei ali, esperando alguma reação dele. Meu cu estava com mais tesão ainda! Deitei ao seu lado, com a cabeça na altura da barriga dele. Vi seus pelos suados, seu pau grande jogado de lado em cima dos pelos pretos. Minha vontade, agora, era de sentar naquela tora.
(CONTINUA)
