Cadelinha que chora no pau - Episódio 9 - O par ideal

Um conto erótico de GELZINHA
Categoria: Heterossexual
Contém 940 palavras
Data: 16/05/2026 17:10:26

Todo esse movimento me fez pensar numa nova vida. Os meus trinta já tinham passado e eu queria ter uma vida menos agitada.

Claro que não iniciei uma caça, mas passei a evitar algumas aventuras. E foram muitas. Eu estava feliz porque depois de muito tempo sendo controlado, era hora de mostrar meus conhecimentos de cama para homens mais maduros.

Entrei num curso de pós e aumentei meu grau de exigência. O homem que chegasse com um linguajar inadequado, já era descartado sem dó. Eu fazia uma análise profunda de cada caso e só saia com quem fosse disponível. Nada de casos ou amantes.

Era namoro.

E era divertido, pois isso afugentou muita gente. O cara chegava com um papo estranho e eu propunha uma foto. Alguns estão correndo até hoje.

No entanto, meu foco era a Pós. Mergulhei de cabeça em estudos de genética aplicada e evolução animal.

Participei de diversos simpósios e congressos. Investi pesado na carreira e procurei novos concursos.

Devo confessar, sou apaixonada pela minha profissão.

Todo esse esforço me rendeu frutos e reconhecimento. Paralelamente, minha vontade de ser mãe cresceu e a procura do macho ideal também A maioria não sabe, mas no mundo real, é a fêmea que escolhe o macho, não o contrário.

Eu tinha a imagem ideal do pai do meu filho.

Um homem responsável, com boa formação e inteligente. A questão financeira não me afetava, pois eu tinha uma renda boa, lecionava em dois colégios e fazia alguns trabalhos para uns laboratórios.

Com meus rendimentos, consegui comprar um apartamento para minha mãe, financiado, e um carro.

Não era gastona e controlava bem minhas finanças.

Em um desses simpósios, ele apareceu. Discreto, elegante e perfumado.

Não disse nada, nem precisava. Eu sabia que era ele.

Nosso papo fluiu levemente. Falamos sobre tudo, rimos outro tanto.

Percebi que seriam 3 ótimos dias. E foram.

No final da última palestra, tivemos tempo para um almoço, um papo e uns beijos.

Fernando César se impunha pela presença, um metro e setenta e cinco, pardo, físico impecável, olhos cor de mel, ombros largos e coxas grossas.

O convite para passar no quarto dele no hotel foi só o estopim.

Subimos o elevador aos beijos, adentramos no quarto sôfregos e liberamos toda a adrenalina acumulada.

Meu vestido foi ao solo, o terno dele voou e logo só sobravam as roupas íntimas.

Fernando, incrédulo, só dizia: não acredito que você está aqui. Eu respondia, estou. Aproveite.

Eu já sabia que ele era solteiro e disponível. Investiguei suas redes sociais e fiz perguntas aleatórias.

Quando seus lábios cansaram dos meus, desceram para os seios. Que fome de macho.

Mamou como se fosse o último peito.

E ainda tinha o outro.

Foi uma delícia.

Eu deixei a surpresa pro final, pois me joguei na cama e esperei ele ver o grelhão. Seus olhos brilharam e a boca salivou. Parecia que ele via um diamante.

Caiu de boca e chupou tudo: grelho, xana e cu.

Insaciável, me fez gozar três vezes e queria mais.

Chamei ele, pois queria apreciar sua pica.

E queria testar a potência do macho.

Agarrei a pica e chupei as bolas. Subi lambendo tudo e abocanhei a cabeça. Fiz minha melhor garganta profunda, senti o macho se desesperar. Nem olhei pra ele. Continuei o trabalho com punheta, gulosa e massagem nas bocas. A pica fervia, não liguei.

Mantive o trabalho e acelerei a mamada. Coitado.

Um homem desesperado gritava não, não.

Mantive a posição até ele soltar um gemido longo, quase um pedido de socorro: vou gozar, vou gozarrrrr.

Continuei sem olhar pra ele enquanto recebia leite para alimentar uma ninhada de gatinhas.

Fernando se recolhia como criança, mas mantinha a porra saindo e eu só parei quando tomei tudo e limpei o pau.

A qualidade da porra era boa. Fiz a escolha certa.

Levantei sem olhar pra ele. Fui no frigobar, apanhei uma água com gás e bebi sem pressa.

Ai comecei a testar os meus comandos. Fui pro banheiro e gritei de lá: vem tomar banho comigo.

No banheiro, tinha um pequeno ofurô que dá para os dois ficarem sentados.

Ele veio e gostei da obediência. Utilizei técnicas de massagem nele para deixá-lo no ponto.

Queria tudo em grande estilo.

Brincamos na água, tomamos um banho gostoso com um lavando o outro.

Voltamos rindo pro quarto e disse pra ele se deitar.

Dei um banho de língua na pica dele. Deixei em ponto de bala.

Como estava tomando pílula, subi na pica pra galopar.

Que gostoso é pular num pau. Eu galopei gostoso. Ia e vinha enterrando tudo.

Eu tinha escolhido aquela pica pra mim. Ia usar e abusar.

Não gozei com a pica na buceta. Virei de costas pra ele, fiquei de cócoras e coloquei no cu.

Ele se apaixonou.

Eu galopei de cu na vara dele.

Ele só via a grande bunda indo e vindo

Meti dois dedos na buceta e massageei forte.

Gemi alto, explorei todo o potencial do macho e gozei forte.

- Pqp estou gozando com tudo dentro.

Senti meu cu estufar com a pica do Nando inchando e recebi uma descarga maravilhosa dele.

- Eu também estou gozando. Que delícia, que delícia.

A distância de nossos cidades era de 30 km. Logo, engatamos um namoro. Ele vinha ou eu ia.

Ele era microempresário e isso facilitou nossos projetos.

Em dois anos estávamos casados.

Com mais dois, tivemos um filho.

Vivemos bem por dez ótimos anos.

Nossa vida era boa, mas o desgaste de viver junto no casamento acabou com a festa.

Vieram as traições, brigas e a derradeira separação.

É um assunto que não cabe aqui.

Vamos seguir falando de sexo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive GELZINHA a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários