LOUCURAS DA BOQUETEIRA, MESMO GRÁVIDA, E SE EU FOSSE SOLTEIRA...

Um conto erótico de Morena peituda
Categoria: Heterossexual
Contém 1319 palavras
Data: 16/05/2026 16:26:07

Bom, lá vou eu, novamente esplanando melhor essa minha tara por fazer boquetes. O cara fica satisfeito/orgulhoso, quando eu digo que ele, e só ele, goza gostoso na minha boca. Faço isso de propósito. Se for na língua, dá uma sensação gostosa; se for na bochecha, meio de lado, é comovente; no fundo da garganta e de repente, é fascinante.

O chefinho Daniel Boaventura diz que eu sou uma boba, e que engolir a porra é um fetiche desnecessário. Eu respondo que não; que só de ver a cara de satisfação do macho, já vale o recado. Ademais, o sabor da porra é algo intrigante → gozo na calcinha só pensar que fui a responsável.

Amarro o cabelo com a calcinha, que é para não atrapalhar os meus movimentos no cacete duro. A minha língua desliza fácil nessa rola fina e pouco comprida, que enverga na minha garganta e consigo lamber o saco. Ele se prepara; percebe que sou uma louca. Quando retiro, está arfando e em ponto de bala. Na próxima enterrada ele solta a porra na minha garganta → muita porra; imensurável.

Loucura de boqueteira é essa: ficar com o estômago quentinho de porra → a porra do meu patrão, que merece o presentinho, já que está dando serviços leves para mim. É que estou grávida, no meio da gestação de um filho varão. Se for bonito como o pai, que não é este que eu referi estar chupando a rola, será uma benção e mais uma gratificação para a chupadora de rolas aqui.

Sou a Cristiane Melo, repórter aqui da cidade de Londrina-Pr. Fui chamada neste mês de maio para descrever alguns acidentes que andam acontecendo nas rodovias por aqui. No texto, eu coloquei que, acidentes acontecem por falta de estrutura emocional de quem está no volante, e também, as condições das pistas não acompanham a evolução dos carros. “A sincronia faz parte do bom andamento das coisas”.

Liguei para o Murilo, um amante roludo que anda meio bravo com as minhas travessuras, tipo ingestão excessiva de porra, sabe? - Será que queria que eu engolisse só a dele? Pelo amor do meu filhinho, é pra acabar! - Não acham? “Quem é o dono da rola mais gostosa?”, perguntei. Ouvi o resmungo antes do xingamento “Puta! Ainda tem coragem de me ligar?” Achei legalzinho este argumento dele, e continuei: “Você desistiu do curso de Química? Não sebe que eu tenho que engolir o produto? É bom pra...” “Sua indecente, o que acha de pedir exame de DNA para o seu corno?”, interompeu ele. “Não adianta, Mu. Vai dar positivo. Está com ciuminho, querido?” “Eu vou..., eu vou...”, tentava ameaçar ele. “Vai nada! Esteja aqui em meia hora!”, e desliguei.

Eu sei que é de mim que o Murilo gosta, e é louco pelas minhas chifradas, menos às ao meu marido, e mais às a ele próprio. Eu mexo com os seus sentimentos, quando digo que ele é o roludo mais gostoso que já chupei, mas não posso ficar uma noite inteira com o seu pau porque sou comprometida. Chegou, e já me estalou um tapa no lado esquerdo da minha cara. “Essa foi pelo coquetel de porra daquele dia?”, perguntei e ele mandou-me outra bofetada na face direita... E ficamos um tempo assim, um olhando para a cara do outro, sem saber o que fazer na sequência, até que dei de ombros e mandei deitar no sofá da minha sala.

Ajoelhei devagar porque a minha barriga já está ficando meio pesada. Fui engatinhando até a rola, pois que o garoto Murilo já tinha baixado o calção. Retirei a cueca, e fiquei cheirando → estava um tanto com aroma de xixi. Adorei toda essa comoção, respirei fundo aquele cheiro, e quis aprofundar a “humilhação” → Lambi a sola do pé direito dele, e começou a dar risada; depois gargalhada. Abaixei e lambi o cu também, antes do saco, e até botando as duas bolas na boca → Sabe amante que apanhou na cara? Tem direito a tudo isso.

Depois de mais calma, fui fazer o meu básico, que é aguentar tudo aquilo - 24,5 cm’s de vara - na garganta. Já na primeira enterrada, fiquei vermelha e tossindo. Acho que esse 4º mês de gravidez tá me deixando sensível. Mas na hora de demonstrar paixão, fui aprofundando sem dó, até a ponta do meato tocar e comprimir as minhas amigdalas. Ele deu uma sentadinha, e aproveitei para abraçar as nádegas do Murilo, demonstrando ainda mais, a minha entrega de boqueteira submissa. Ele foi gozando, e eu mantendo apertado, respirando com a ajuda do meio centímetro quadrado que ficou livre nas minhas narinas. A porra foi descendo, quentinha e viscosa, goela abaixo, maravilhosamente chegando ao meu estômago, se acrescentando à luxúria das minhas enzimas gástricas de engolidora viciada.

Murilo foi embora, o prêmio já estava no meu estômago, mas sei lá - lembrei que meu marido estava em um congresso de 3 dias - e, que tal aquela casa de swuing que me convidaram? Com eu prenha desse jeito, não vão querer traçar o meu cu, que é o que eu evitava e temia. Mas agora, apenas por capricho da paixão de engolir porra, e desconhecidas por sinal, não me custa nada.

Por lá, escolhi dois garotos bem apanhados para a primeira sessão. Acho que eles eram irmãos, ou primos pelo menos, que aceitaram ficar ‘de valetes’, deitados com as pernas entrelaçadas, e com as rolas encostadas. Daí, eu deitei de bruços, e fiquei, por cerca de 20 minutos, chupanado duas rolas em simultâneo. No fim, era um tal de “Ploc, ploc”, que eu fazia com a boca, que eles não aguentavam nos sorrisos irônicos. Gozaram quase junto, com eu sorvendo a meleca toda → e o gostinho tava de profanar qualquer casamento feliz, ainda que sem fidelidade.

Na hora de dormir, eu não pegava no sono, na solidão desse apartamento, e liguei para três estudantes de medicina que moram no meu prédio, tomar umas cervas aqui em casa. Eles vieram e vararam até as duas da manhã, no truco e nas chatices de artigos de biologia. Lá pelas tantas, perguntaram: “Dona Cris, onde fica o toalete?” Eu respondi: “Tá interditado. Faz aqui na minha boca”. Eu já estava ajoelhada no chão da sala, e começaram a rir. Mas um deles já tinha mijado antes, sacou a rola e já socu na minha boca → veio pela esquerda, e sem nehum cavalheirismo, já começou a urinar. A maior parte, escorria pelo meu queixo, mas engoli um bom tanto do líquido salgadinho.

Depois de já descontraídos, os outros dois lindos também estavam estourando de vontade, e começaram a mijar na minha boca → urina bem quente neste friozinho. O meu roupão ficou encharcado, mas logo mais, eu joguei para ficar só de calcinha e peitões exuberantes à mostra. Adoro chupar um pau assim, que está ainda mijando, que o barulho é de “Croch, croch”, e eu me sinto a mais suja das putas insanas e devassas.

No mais, eu chupei pau a noite inteira, e também, algumas penetradas, com jeitinho, na xana. Depois, ainda tomei mais um pouco de porra no café da manhã - dos três, e de mais dois que chegaram de uma noitada. Antes de dormir um soninho legal, ficaram exaustos de tanto gozar na boca da repórter putinha aqui.

À tarde liguei para o meu marido, que ele precisava voltar → Eu estava à beira de fazer uma loucura. Eu disse a ele; “Amor, você sabia que eu não consigo uma só noite sem chupar um pau?” Ele disse que não entendeu. Falei que iria repetir, mas ele disse: “Não é necessário, que eu já entendi”.

Daí, eu paguei a diarista que limpou o chão da sala, passei o Bom Ar, e ela perguntou com um sorrisinho irônico: “O seu marido não gosta de cheiro de urina de macho?”. Eu respondi: “Detesta, querida! Mas... acho que na minha boca, ele não se importa”. Daí o sorrisinho dela virou gargalhada.

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Foto de perfil de Morena peitudaMorena peitudaContos: 107Seguidores: 214Seguindo: 14Mensagem Estou tentando resolver este problema, onde uma cena cresce mais que seu autor.

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