A Dentista Gostosa, O Marido Nerd , A Estagiária e os Órfãos Negros PT6 Ninguém e 100% Fiel

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3417 palavras
Data: 16/05/2026 14:06:02

Após o jantar, Jaque e Maurício se acomodaram na sala para assistir a um filme. Ela tentou relaxar ao lado do marido, mas sua mente ainda estava agitada. Maurício passou o braço ao redor dela, carinhoso como sempre.

Alguns minutos depois, Henrique desceu e sentou do outro lado de Jaque no sofá, bem perto. O clima ficou imediatamente mais pesado. Pouco tempo depois, Gegê apareceu na sala:

— Maurício, você pode me ajudar? Preciso comprar um remédio para dor de cabeça na farmácia 24h. Não tô me sentindo muito bem.

Maurício, sempre prestativo, se levantou na hora:

— Claro, vamos lá.

Marina, que estava na cozinha, apareceu rapidamente:

— Eu vou junto! Assim aproveito para comprar umas coisas também.

Os três saíram de casa. De repente, Jaque e Henrique ficaram completamente sozinhos na sala.

O silêncio era ensurdecedor. Henrique esperou alguns segundos e virou o rosto para ela, falando baixo:

— Jaque… tô precisando de ajuda de novo.

Ela sentiu o coração acelerar.

— Henrique… o que eu disse na fazenda ainda vale. Não vai acontecer mais. Foi a última vez.

Henrique não discutiu. Apenas abriu o zíper da bermuda calmamente e tirou para fora seu pau grosso de 22 centímetros, já meio duro, latejando na palma da mão dele.

— Se você quiser vir… eu e o Gegê estamos te esperando no quarto. Maurício e Marina nem vão ver nem ouvir nada. Pode ser rapidinho.

Jaque ficou olhando para aquele pau enorme, sentindo sua buceta molhar instantaneamente. O desejo veio forte, quase incontrolável. Ela engoliu em seco, o corpo queimando.

— Não… — respondeu ela, com a voz fraca.

Henrique guardou o pau, deu um sorriso leve e subiu para o quarto sem dizer mais nada.

Jaque ficou sozinha na sala, o filme ainda rodando na TV. Sua respiração estava curta. Ela tentou se concentrar na tela, mas não conseguia. Sua buceta latejava, molhada, pedindo atenção. Os flashbacks da fazenda invadiram sua mente: Henrique metendo fundo, Gegê na sua boca, os dois ao mesmo tempo…

Não aguentou.

Subiu as escadas em silêncio, entrou no quarto de casal, trancou a porta e se deitou na cama. Puxou o short para o lado, abriu as pernas e começou a se masturbar desesperadamente. Seus dedos circulavam o clitóris inchado enquanto ela lembrava de cada detalhe: o tamanho dos paus, a sensação de estar sendo esticada, os gemidos, a porra quente dentro dela.

Gozo após gozo, ela se tocava pensando neles, mordendo o travesseiro para abafar os gemidos.

Quando terminou, ficou olhando para o teto, o corpo relaxado, mas a mente em completo caos.

— O que está acontecendo comigo…? — sussurrou para si mesma.

Depois de se masturbar no quarto, Jaque tomou um banho longo e quente, tentando lavar não só o corpo, mas também a culpa. Saiu do banheiro vestindo um pijama curto de seda preta — shortinho que mal cobria a bunda empinada e uma blusa fina de alça que marcava seus seios siliconados.

Ao descer o corredor, ouviu vozes baixas no quarto de Henrique. A porta estava entreaberta. Marina estava lá dentro, conversando com ele.

— Só um boquete, vai… — pedia Henrique, com a voz rouca.

Jaque disfarçou, passando rápido pelo corredor como se não tivesse ouvido nada. Foi quando Gegê surgiu do outro lado, passou por ela e deu um tapa firme e possessivo na sua bunda, apertando de leve antes de continuar andando.

Ela estremeceu, mas não disse nada.

Na sala, Maurício a esperava com um pequeno embrulho nas mãos. Ele estava estranhamente sorridente.

— Amor… comprei um presente pra você hoje — disse ele, entregando a caixinha. — Porque eu te amo. Muito.

Jaque ficou surpresa. Maurício era extremamente tímido e quase nunca dava presentes de surpresa. Ela abriu: era um colar delicado com uma pequena pedra verde, da cor dos olhos dela.

— Obrigada, amor… é lindo — respondeu ela, forçando um sorriso.

Por dentro, porém, ficou desconfiada. Isso não é normal dele, pensou. O comportamento dele estava diferente nos últimos dias.

Às 22h, todos foram dormir. Jaque se deitou ao lado de Maurício, que adormeceu rapidamente. Mas ela não conseguia pegar no sono.

Por volta das 23h, acordou com barulhos baixos vindos do corredor. Levantou-se em silêncio e foi até a porta entreaberta do quarto dos meninos.

Marina estava de joelhos no chão, completamente nua. Ela chupava Henrique e Gegê ao mesmo tempo. Alternava entre os dois paus: colocava o máximo possível do pauzão de 22cm de Henrique na boca, babando bastante, e depois virava para chupar as 19cm grossas de Gegê. Os dois estavam de pé, segurando a cabeça dela, revezando na boca da estagiária.

Marina gemia baixinho, saliva escorrendo pelo queixo enquanto tentava engolir o máximo possível. Gegê e Henrique gemiam baixo, fodendo a boca dela.

Jaque ficou escondida no escuro, assistindo tudo até o final. Primeiro Gegê gozou, enchendo a boca de Marina. Depois Henrique segurou a cabeça dela e gozou também, jorrando porra grossa na língua da loira. Marina engoliu tudo, limpando os dois paus com a língua.

Quando Marina saiu do quarto e voltou para o dela, Jaque esperou um pouco e entrou.

Henrique e Gegê ainda estavam acordados, sentados na cama.

— Vai ser rápido… e o mínimo de barulho possível — sussurrou Jaque, fechando a porta atrás de si.

Jaque fechou a porta do quarto atrás de si com o coração disparado. Henrique e Gegê estavam sentados na cama, só de bermuda. Assim que ela trancou a porta, os dois se levantaram e tiraram a bermuda ao mesmo tempo.

Os dois paus saltaram para fora, já completamente duros. O de Henrique, monstruoso, 22 centímetros de grossura impressionante, veias saltadas e a cabeça grande brilhando. O de Gegê, 19 centímetros bem grosso, pesado, com veias aparentes.

Jaque se aproximou, ajoelhou-se entre os dois e segurou um pau em cada mão. Começou a masturbar os dois ao mesmo tempo, sentindo o peso e o calor deles. Primeiro chupou Henrique, abrindo a boca o máximo possível para engolir a cabeça grossa, descendo o máximo que conseguia enquanto masturbava Gegê. Depois virou e fez o mesmo com Gegê, babando bastante nos dois paus.

— Porra… que boca gostosa — gemeu Gegê, segurando o cabelo loiro dela.

Eles não deixaram ela continuar por muito tempo. Henrique a levantou e a jogou na cama. Gegê abriu as pernas dela e mergulhou o rosto entre suas coxas, chupando sua buceta com fome, enfiando a língua fundo enquanto sugava o clitóris. Ao mesmo tempo, Henrique chupava seus seios siliconados com vontade, mordendo os mamilos, apertando e lambendo os dois ao mesmo tempo.

Jaque gemia baixo, contorcendo o corpo. A língua de Gegê era habilidosa, lambendo e penetrando enquanto Henrique devorava seus seios.

Eles a viraram de quatro. Gegê enfiou seu pau grosso de 19cm na buceta dela de uma vez, começando a meter com ritmo firme. Henrique se ajoelhou na frente e enfiou o pauzão de 22cm na boca dela, fodendo sua garganta devagar.

Eles trocaram várias vezes. Henrique a fodeu de quatro com força, batendo fundo com seu pau enorme, enquanto Gegê enfiava na boca dela. Depois Gegê deitou e Jaque sentou nele, cavalgando com vontade, rebolando enquanto Henrique ficava atrás e apertava seus seios.

Jaque gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, apertando o pau de Gegê dentro dela.

Eles a colocaram de lado. Henrique meteu por trás, enfiando aqueles 22cm fundo, enquanto Gegê enfiava na boca dela. Depois a viraram de frente, Gegê por baixo metendo na buceta e Henrique enfiando o pau na boca dela. Jaque gozou pela segunda vez, gemendo alto com a boca cheia.

Henrique a deitou de costas, abriu bem suas pernas fortes e meteu fundo, fodendo com estocadas longas e potentes. Gegê chupava seus seios enquanto ela era comida. Jaque gozou pela terceira vez, cravando as unhas nas costas de Henrique.

No final, os dois se ajoelharam sobre ela. Jaque masturbava e chupava os dois ao mesmo tempo, alternando entre os paus. Primeiro Gegê gozou, enchendo sua boca e derramando porra no seu queixo e seios. Logo depois Henrique explodiu, jatos grossos e longos acertando seu rosto, pescoço, seios e barriga.

Jaque ficou deitada, coberta de porra, ofegante, o corpo tremendo.

Ela olhou para o teto, a realidade batendo forte novamente.

— Meu Deus… — sussurrou, ainda sentindo o gosto dos dois na boca.

Após o sexo intenso, Jaque estava coberta de porra seca — nos seios, na barriga, no pescoço e escorrendo entre as pernas. Sentia-se suja, usada e extremamente culpada. Levantou-se sem dizer uma palavra, foi até o banheiro, tomou um banho longo e quente, esfregando o corpo com força como se pudesse apagar o que tinha feito.

Deitou-se ao lado de Maurício e tentou dormir. O sono veio leve e inquieto.

Acordou uns minutos depois com um barulho baixo. Gegê e Henrique estavam no quarto, parados perto da cama, olhando para ela. Jaque não disse nada. Virou o rosto, ignorando os dois completamente.

Levantou-se, foi até Maurício que ainda dormia e deu um beijo carinhoso na testa dele. Depois passou por Marina no corredor e cumprimentou ela friamente, sem olhar nos olhos.

Na tarde seguinte, o posto de saúde liberou Jaque e Marina mais cedo. Quando ela saiu do trabalho, foi surpreendida por Gegê e Henrique esperando por ela no carro. Tentou ignorá-los, mas eles se aproximaram.

— Jaque, está tudo bem? — perguntou Gegê.

Ela parou, respirou fundo e explodiu em voz baixa, mas cheia de raiva:

— Eu odeio vocês. Odeio mesmo. Vocês me fizeram trair o Maurício. Isso é errado… eu sou casada, eu amo meu marido e vocês transformaram isso em uma merda.

Henrique e Gegê se entreolharam e sorriram — um sorriso calmo, quase debochado.

— Maurício é gente boa… — disse Henrique tranquilamente. — Mas não é santo.

Gegê completou, ainda sorrindo:

— Ninguém é.

Os dois deram meia-volta e saíram andando, rindo baixo entre si.

Jaque ficou parada na calçada, confusa, com o coração acelerado e a cabeça girando. As palavras deles ecoavam na mente dela.

Passaram-se algumas horas. Já em casa, depois do jantar, Jaque não aguentou mais o peso. Chamou os dois para o quintal, longe de Maurício e Marina.

— O que vocês quiseram dizer mais cedo? Aquela história de que Maurício “não é santo”?

Henrique encostou na parede, cruzou os braços e respondeu com naturalidade:

— Exatamente o que dissemos. Ele é um cara legal… mas também é homem. E homem nenhum é santo, Jaque.

Gegê sorriu de lado e completou:

— Especialmente quando tem uma loira gostosa como a Marina se jogando em cima dele todo dia.

Jaque sentiu o estômago revirar. A confusão, o ciúme e a culpa se misturavam dentro dela de forma insuportável.

Jaque sentiu o sangue gelar. Olhou para os dois, a voz tremendo de raiva e incredulidade:

— Como assim “não é santo”? O que vocês estão querendo dizer?

Henrique se levantou calmamente e fez um sinal com a cabeça.

— Vem conosco.

Os dois a levaram até o quarto deles. Gegê pegou o notebook que Maurício havia emprestado e abriu um arquivo de vídeo. Jaque sentou na beira da cama, o coração martelando no peito.

No vídeo, a sala da casa aparecia claramente. Marina estava sentada no colo de Maurício no sofá. Ela usava um short curto e uma blusa fina. Estava praticamente montada nele, mexendo o quadril devagar enquanto conversavam.

— Você é tão carinhoso… — murmurava Marina, passando a mão no peito dele. — A Jaque tem muita sorte.

Maurício estava claramente excitado, o volume na bermuda era visível. Ele respirava pesado e disse, hesitante:

— Eu amo a Jaque… não posso fazer isso.

Marina sorriu, aproximando o rosto:

— Você já disse que a gente é parecido… que eu te entendo de um jeito que ela não entende. — E o beijou.

Maurício resistiu por dois segundos… depois cedeu. Retribuiu o beijo, primeiro devagar, depois com mais desejo, as mãos dele subindo pelas coxas dela. O beijo ficou intenso, quase desesperado.

Jaque assistia boquiaberta, os olhos marejados.

— Como… como vocês conseguiram esse vídeo? — perguntou ela, a voz falhando.

Gegê respondeu tranquilamente:

— São as câmeras que o Maurício instalou na sala e do lado de fora da casa. Ele mesmo nos ensinou a acessar o sistema. Disse que era para segurança.

Henrique completou, com um sorriso:

— Hoje à noite a Marina vai levar seu marido pra cama. Se não acredita, pode ir lá e ver com seus próprios olhos. Ela está bem determinada.

Jaque ficou em silêncio, o corpo inteiro tremendo. Ciúme, raiva, excitação proibida e uma dor profunda se misturavam dentro dela.

Ela se levantou sem dizer mais nada e saiu do quarto, o coração pesado e a mente em completo caos.

Jaque estava em alerta máximo. Depois de ver o vídeo, não conseguia mais confiar em nada. Chamou Henrique e Gegê no quarto deles e falou baixo:

— Quero que vocês instalem uma câmera no quarto da Marina. Hoje ainda. Inventem uma desculpa qualquer.

Os dois se entreolharam e concordaram. À tarde, disseram que iriam ao mercado comprar algumas coisas para o jantar. Maurício achou normal. Assim que saíram de casa, os dois instalaram uma pequena câmera escondida no quarto de Marina, com ângulo bom para a cama.

No carro, após as compras, eles abriram o notebook e acessaram a gravação em tempo real.

Marina estava no quarto só de calcinha e sutiã pretos de renda, extremamente provocantes. O sutiã mal continha seus seios firmes e empinados, e a calcinha fio-dental marcava perfeitamente sua bunda média e redonda.

Ela chamou Maurício:

— Maurício, pode vir aqui rapidinho? A lâmpada do meu quarto queimou.

Maurício entrou, tímido como sempre, carregando uma lâmpada nova. Assim que ele trocou a lâmpada e desceu da cadeira, Marina fechou a porta do quarto e trancou.

— Marina… o que você está fazendo? — perguntou ele, nervoso.

Ela não respondeu com palavras. Simplesmente se aproximou, colou o corpo no dele e o beijou. Maurício resistiu por alguns segundos, virando o rosto:

— Não… eu não posso… eu amo a Jaque…

Mas Marina insistiu, beijando o pescoço dele, passando a mão pelo peito e descendo até apertar o pau dele por cima da bermuda. Maurício cedeu. Retribuiu o beijo com desejo crescente, as mãos dele subindo pelas costas dela até apertar a bunda firme.

Marina tirou a bermuda dele rapidamente, revelando o pau de 18cm já duro. Ela sorriu safada, ajoelhou-se e começou a chupar com vontade — descendo a boca fundo, babando bastante, olhando para cima enquanto massageava as bolas dele.

— Que pau gostoso… — murmurou ela, lambendo toda a extensão.

Maurício gemia, segurando o cabelo loiro dela. Marina tirou o sutiã, liberando os seios firmes, e fez um boquete entre os seios, depois voltou a chupar com fome.

Ela o empurrou para a cama, tirou a calcinha e montou nele. Segurou o pau e sentou devagar, gemendo alto quando ele a preencheu:

— Aaaahh… que delícia…

Marina começou a cavalgar com força, rebolando a bunda média, os seios pulando enquanto ela quicava. Maurício segurava a cintura dela, metendo para cima, o rosto vermelho de tesão e culpa.

— Você é tão apertadinha… — gemeu ele.

Marina acelerou, rebolando safada, gemendo sem vergonha:

— Mete gostoso… fode essa putinha… eu sei que você queria isso desde que eu cheguei…

Eles trocaram de posição. Maurício a colocou de quatro e meteu forte por trás, batendo contra a bunda dela. Marina empinava, pedindo mais, gemendo alto:

— Isso… me fode… mais forte!

Maurício segurou o cabelo dela e meteu com vontade, o pau entrando e saindo brilhando. Depois a virou de lado, levantou uma perna dela e continuou metendo fundo, os seios dela balançando.

Marina gozou primeiro, tremendo inteira, apertando o pau dele. Maurício não aguentou e gozou logo depois, enchendo-a com porra quente enquanto gemia o nome dela.

Eles ficaram abraçados na cama, suados, ofegantes.

Jaque assistia tudo no notebook do carro, o corpo tremendo de ciúme, raiva e uma excitação doentia que ela não conseguia controlar.

Jaque, Gegê e Henrique voltaram para casa por volta das 23h40. Assim que entraram, Maurício e Marina já estavam na sala. Os dois disfarçaram muito bem — Marina sorriu inocentemente e Maurício foi carinhoso, dando um abraço apertado na esposa.

Jaque os tratou de forma diferente o resto da noite. Estava fria, distante e observadora. Quase não falou com Marina e mal olhou nos olhos de Maurício. O clima ficou estranho, mas ninguém comentou nada. Todos foram dormir cedo.

Na manhã seguinte, Maurício, Henrique e Gegê saíram para correr. Assim que a casa ficou em silêncio, Jaque chamou Marina para a cozinha.

— Precisamos conversar — disse Jaque, séria.

Marina sentou-se e, antes que Jaque pudesse começar, foi ela quem atacou primeiro:

— Eu sei de tudo, Jaque. Sei das “ajudas” que você deu pro Henrique, sei o que rolou na fazenda… sei que você transou com os dois, que eles te foderam ao mesmo tempo. Achou mesmo que eu não ia descobrir?

Jaque ficou surpresa com a direta de Marina, mas não recuou.

— E eu sei o que você fez com o Maurício ontem — rebateu Jaque. — Vi vocês dois transando.

Marina sorriu, quase divertida.

— Então estamos quites. Olha, Jaque… ter nós três aqui salvou o seu casamento. Vocês estavam monótonos pra caralho. O Maurício tava morrendo de tédio e você também. Isso aqui tá fazendo bem pra todo mundo.

Jaque baixou o olhar por um momento, depois admitiu:

— Eu concordo que as coisas estavam monótonas… mas eu me senti muito mal por causa do Maurício. Culpa, ciúme… tudo junto.

Marina se inclinou para frente e falou com naturalidade:

— Mas você gostou, não gostou? Ele gostou. Nós gostamos. Isso pode melhorar muito as coisas, Jaque. Sem mentiras, sem monotonia. Todo mundo sai ganhando.

Jaque ficou em silêncio por alguns segundos, pensando. Depois respirou fundo e disse:

— Eu quero que você me informe toda vez que rolar alguma coisa entre você e o Maurício. Tudo. Sem esconder nada.

Marina ergueu uma sobrancelha, curiosa. Jaque continuou:

— Eu tenho um plano. Instalei câmeras na casa. No seu quarto, na sala… em alguns lugares. Eu vejo tudo.

Marina piscou, surpresa, depois soltou uma risada baixa.

— Caralho, Jaque… você tá mais safada do que eu imaginava. Beleza. Sem segredos então. Eu te conto tudo.

Jaque assentiu, o coração acelerado. A dinâmica da casa havia mudado completamente. E ela, pela primeira vez, estava tentando controlar o jogo.

Jaque respirou fundo e manteve a tranquilidade. Aos poucos, ela sentia que estava assumindo o controle da situação. Não era mais apenas uma vítima do desejo — ela estava começando a ditar as regras.

Chamou Marina no corredor e falou baixo, firme:

— Inventa uma desculpa e tira o Maurício de casa agora. Qualquer coisa. Leva ele pra algum lugar e fica lá pelo menos duas horas.

Marina olhou para ela com um misto de surpresa e admiração. Sorriu de canto e respondeu:

— Pode deixar.

Meia hora depois, Marina desceu arrumada e disse para Maurício:

— Maurício , me ajuda a escolher umas coisas no shopping? Preciso de opinião masculina e não quero ir sozinha.

Maurício, sempre prestativo, aceitou. Os dois saíram de casa.

Assim que o carro deles sumiu na rua, Jaque trancou a porta da frente, tirou toda a roupa e ficou completamente nua. Subiu as escadas devagar e entrou no quarto dos meninos.

Henrique e Gegê estavam sentados na cama. Quando viram Jaque nua, os dois paus endureceram quase instantaneamente.

— Hoje eu mando — disse ela, com a voz baixa e autoritária.

Ela se jogou na cama com eles. O sexo foi louco, intenso e sem limites.

Primeiro chupou os dois ao mesmo tempo, alternando entre o pauzão de 22cm de Henrique e o pau grosso de 19cm de Gegê, babando bastante, engasgando, olhando para cima com seus olhos verdes. Depois montou em Gegê, quicando com força enquanto chupava Henrique. Trocaram de posição várias vezes: ela de quatro sendo comida por Henrique enquanto chupava Gegê, depois sentada no pau de Gegê enquanto Henrique metia em sua boca.

Eles a foderam de todas as formas — forte, fundo, safado. Jaque gozou várias vezes, gemendo alto, o corpo suado e tremendo. No final, os dois gozaram quase juntos: Gegê enchendo sua boceta e Henrique jorrando porra quente sobre seus seios e rosto.

Ainda suja de porra, ofegante e com o corpo brilhando de suor, Jaque se sentou na cama e olhou para os dois:

— Meninos… eu tenho um plano. Quero trazer o Maurício de vez pra tudo isso. Quero ele participando, querendo ou não. Vocês me ajudam?

Henrique e Gegê se entreolharam por um segundo e responderam quase juntos:

— Sim.

Jaque sentiu uma onda de excitação, felicidade, confusão e medo ao mesmo tempo. Seu corpo, ainda sujo de porra, se molhou novamente só de pensar no que estava prestes a fazer.

Ela sorriu, um sorriso novo, perigoso.

Agora quem manda sou eu.

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