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Tudo começou dentro da minha cabeça, como a maioria das coisas boas e perigosas.
Eu e Rafael estávamos juntos havia dez meses. Ele era lindo: 1,82m, moreno, corpo definido de quem malha sem exagerar, bundona redonda e empinada que eu adorava comer devagar. Eu sou ativo com ele, mas sempre senti que ele precisava de algo mais bruto, mais pesado. Uma noite, depois de gozar dentro dele, enquanto ele ainda tremia com o cu piscando, eu soltei sem filtro:
— Amor… — murmurei, ainda dentro dele, sentindo seu corpo quente e mole contra o meu. Passei a mão devagar pelas costas dele, descendo até aquela bunda que ainda pulsava ao redor do meu pau. — Você gozou tão gostoso hoje… tremendo inteiro. Às vezes eu fico pensando… se você precisa de algo mais intenso do que eu consigo te dar.
Rafael virou o rosto no travesseiro, mas eu vi o canto da boca dele se mexer. Continuei, voz baixa e rouca perto da orelha dele.
— Tipo… um cara mais bruto. Mais forte. Alguém que te segurasse com mais firmeza, que te fodesse de um jeito que você sentisse até o dia seguinte. Você já imaginou algo assim?
Ele ficou em silêncio por uns segundos, respirando mais fundo. Senti o cu dele apertar levemente ao redor de mim.
Insisti, beijando o pescoço dele.
— Não precisa ter vergonha… me conta. Você já fantasiou com um homem maior que eu? Mais velho, mais pesado… com um pau bem grosso, daqueles que abrem de verdade?
Rafael soltou um suspiro longo, o rosto ainda escondido. Quando finalmente falou, a voz saiu abafada, quase envergonhada.
— Já pensei… às vezes. Não sei se é só fantasia ou se eu teria coragem na real. Mas a ideia me excita pra caralho.
A partir dali, a porta abriu. Começamos a falar mais. Eu contava minhas fantasias com um cara mais macho, mais dominante. Rafael admitia que gostava de imaginar ser usado, colocado no lugar dele.
Ele era carinhoso comigo, brincalhão no dia a dia, sempre me fazendo rir com suas piadas idiotas e carinhos bobos. Mas na cama revelava um lado safado, quase submisso, que me deixava completamente louco. Depois que gozávamos, suados e embolados, era quando as conversas mais perigosas surgiam.
Uma noite, ainda com minha porra escorrendo devagar dele, Rafael virou o rosto pra mim, olhos brilhando de malícia e vergonha misturadas, e provocou com a voz manhosa:
— Então… você ia gostar mesmo de ver outro cara me comendo? Me abrindo, me fazendo gemer alto? Não ia ficar com ciúme?
Eu segurei o queixo dele, obrigando ele a me olhar nos olhos.
— Ia ficar com ciúme pra caralho… — respondi, sentindo o pau já começar a endurecer de novo só de imaginar. — Ia querer matar o cara e ao mesmo tempo não conseguir parar de olhar. Ver você se entregando, virando putinha pra outro… isso me deixa doente de tesão.
Rafael mordeu o lábio, claramente excitado com a minha resposta. Ele continuou, pressionando mais:
— E se ele fosse bem mais macho que você? Mais forte, mais grosso… me fodesse de um jeito que eu não aguentasse fingir que sou seu. Você ia aguentar me ver pedindo pra ele continuar? Pedindo pra ele gozar dentro?
Eu apertei a bunda dele com força, enfiando um dedo no cu melado enquanto respondia:
— Ia aguentar sim… e ia amar cada segundo. Ia ficar louco de raiva e tesão ao mesmo tempo. Ver você perdendo o controle pra outro pau, gemendo mais alto do que geme pra mim… Porra, Rafael, você não faz ideia do que isso mexe na minha cabeça.
Ele sorriu devagar, safado, e sussurrou quase no meu ouvido:
— Então admite… você quer mesmo me ver sendo usado, né? Não é só fantasia. Você quer me entregar.
Eu não respondi com palavras. Apenas o beijei com força, já sentindo que estávamos prestes a foder de novo.
Aos poucos, o “outro cara” ganhou rosto. Primeiro foi o Bruno, nosso amigo da academia.
Bruno era daqueles caras que chamavam atenção sem esforço: 1,90m, ombros largos pra caralho, braços grossos de quem treina pesado há anos, peito estufado e uma cara de macho sério que contrastava com o sorriso fácil quando conversava com a gente. Ele malhava no mesmo horário que nós quase todo dia.
Uma tarde, enquanto fazíamos supino, eu vi Rafael roubando olhares pro Bruno que estava no rack de agachamento, short justo marcando a coxa grossa e a bunda dura. Quando o Bruno passou por nós suado, regata colada no corpo, eu não resisti e comentei baixinho, encostando no Rafael:
— Porra… imagina o Bruno te jogando de quatro depois do treino. Aqueles braços prendendo você enquanto ele te fode sem piedade.
Rafael quase derrubou o peso. Olhou pra mim, corado, mas com um sorrisinho safado.
— Caralho, Lucas… para de falar isso aqui. Olha o tamanho da mão dele… imagina segurando minha cintura. E o volume que ele carrega nesse short? Deve ser um pau bem grosso mesmo.
Eu ri baixo, sentindo o tesão subir enquanto ajeitava o pau dentro da bermuda.
— Você ia aguentar? Ele parece do tipo que não tem dó. Te abrir todinho, te fazer gemer alto no vestiário vazio… Eu ficaria ali assistindo ele te usar como uma cadelinha.
Rafael respirou fundo, apertando a barra da máquina com mais força. Depois, com a voz mais rouca, completou:
— Eu ia tentar… ia pedir pra ele ir mais fundo. Imagina o suor dele pingando nas minhas costas enquanto ele mete. Porra, tô ficando duro só de pensar.
A partir daquele dia, Bruno virou nossa fantasia recorrente. Às vezes no carro voltando da academia, às vezes no meio da foda. A gente detalhava tudo: como ele provavelmente comia bruto, como ia olhar pra Rafael enquanto metia, como eu ia sentir ciúme vendo meu namorado se derretendo pro pau de outro cara.
Mas, sem eu planejar, aos poucos o Bruno foi perdendo espaço. A fantasia evoluiu, ganhou contornos mais perigosos e proibidos. Sem aviso, o “outro cara” virou meu pai.
Paulo. 53 anos. Viúvo. Ombros largos, braços grossos de quem ainda trabalhava na obra quando precisava, peito peludo, barriga dura de macho maduro. Voz grave, jeito direto, cheiro de homem. Eu sempre admirei ele de um jeito que ia além do filial. Quando adolescente, ver ele pelado no banheiro me deixava perturbado. Agora eu entendia: era desejo. Um desejo sujo, incestuoso, que me fazia gozar pensando no meu próprio pai dominando o Rafael, mostrando pra ele o que era um homem de verdade.
Eu não contei isso pro Rafael de cara. Fui plantando, bem devagar, quase sem ele perceber.
Nas semanas seguintes, comecei a mencionar meu pai de forma casual, sempre misturando admiração com um tom que carregava algo a mais. Quando passávamos de carro em frente a uma obra, eu comentava: “Meu pai ainda trabalha assim, na idade dele. O cara é foda, tem uma resistência que eu não tenho”. Ou, à noite, enquanto assistíamos alguma coisa, soltava: “O velho ainda é bem conservado, né? A maioria dos caras da idade dele já largou tudo”. Rafael concordava, sem desconfiar, e eu via que as sementes estavam sendo regadas aos poucos.
O primeiro jantar na casa do meu pai foi “inocente”. Churrasco, cerveja gelada, futebol na TV. Mas eu observava tudo com atenção cirúrgica.
Notei Rafael olhando pros braços grossos do meu pai quando ele virava a carne na churrasqueira, os músculos se destacando com o esforço. Notei meu pai, por sua vez, deixando o olhar descer um segundo a mais pra bunda do Rafael quando ele se abaixou pra pegar uma cerveja no cooler. O clima ficou estranho, carregado, como se o ar estivesse mais pesado.
Em certo momento, antes que a carne ficasse pronta, eu plantei a primeira semente pro meu pai, de forma bem leve:
— Pai, o Rafael vive elogiando seu shape. Disse que o senhor ainda é mais forte que muita gente nova por aí.
Meu pai riu, virando a carne, e deu uma olhada rápida pro Rafael.
— É? Então o moleque entende de macho bom, hein?
Rafael sorriu sem graça, mas eu vi que ele gostou do elogio. Meu pai continuou, no mesmo tom brincalhão:
— Esse moleque tem uma bunda boa, hein Lucas? Cuidado pra não perder ele pro primeiro marceneiro tarado.
Rafael riu, mas ficou vermelho. Eu só sorri e apertei a coxa dele por baixo da mesa.
Naquela noite, em casa, mal fechamos a porta e já estávamos um em cima do outro. Transamos como animais. Eu mal tirei a roupa dele direito — só baixei o short até os joelhos e o empurrei contra o sofá. Cuspi na mão, lubrifiquei rápido e meti tudo de uma vez. Rafael soltou um gemido rouco, arqueando as costas.
Eu fodia ele com força, estocadas profundas e possessivas, segurando sua cintura com as duas mãos como se quisesse marcar território. Enquanto metia, aproximei minha boca do ouvido dele, voz baixa e carregada:
— Você reparou como meu pai olhava pra sua bunda hoje?
Rafael gemeu mais alto, apertando o cu em volta do meu pau.
— Reparei… porra, ele é bem macho mesmo.
Eu senti uma pontada quente de ciúme no peito. Meu próprio pai. Mesmo assim, ou talvez justamente por isso, meu pau latejava ainda mais forte dentro dele. Aumentei o ritmo, batendo mais fundo, quase com raiva.
— Vi você olhando pros braços dele também… Não disfarçou direito. Você ficou imaginando aquelas mãos grandes segurando você, né? Meu pai te dominando?
Rafael enterrou o rosto no encosto do sofá por um segundo, mas eu puxei o cabelo dele pra trás com firmeza, obrigando ele a continuar falando. Ele virou o rosto de lado, sorrindo de canto com malícia apesar da respiração pesada, e provocou baixinho:
— Imagina se ele for bem mais grosso que você… Será que eu ia aguentar? Ou ia ficar choramingando pedindo pra ele ir mais devagar?
Aquilo me acertou em cheio. Um ciúme bruto subiu pela garganta, misturado com um tesão doentio. Eu rosnei no ouvido dele, metendo mais forte, quase punindo:
— Você imaginou ele te comendo? Meu próprio pai te abrindo, te usando como uma putinha… te fazendo gemer mais alto do que eu consigo?
Ele hesitou só um segundo, mas a voz saiu manhosa e provocadora:
— Imaginei… caralho, imaginei sim. Imaginei ele me jogando de quatro e me fodendo bem bruto… me chamando de putinha dele. Acho que eu ia pedir pra ele continuar mesmo doendo…
Aquelas palavras me destruíram. Ciúme, raiva, excitação — tudo junto. Segurei os quadris dele com força suficiente pra deixar marca e comecei a meter com tudo, selvagem, como se quisesse apagar a imagem do meu pai dentro dele. O cu dele estava quente, molhado e guloso.
— Você é meu, porra… — grunhi, mesmo sabendo que a fantasia dizia o contrário.
Rafael gozou primeiro, tremendo inteiro. Depois gozei tão forte que quase desmaiei, enterrando fundo e enchendo ele de porra quente enquanto meu corpo inteiro convulsionava de prazer e ciúme.
Caímos embolados no sofá, suados e ofegantes. Meu pau ainda pulsava dentro dele quando eu beijei sua nuca, a voz rouca:
— Isso tá ficando perigoso pra caralho… e eu tô gostando mesmo assim.
Depois disso, a fantasia virou conversa recorrente. Passamos duas semanas falando sobre isso quase toda vez que transávamos. Rafael estava cada vez mais solto:
— Seu pai deve ter um pau bem grosso… daqueles que abrem a gente de verdade. Eu ia tentar aguentar só pra ver sua cara.
Eu provocava de volta, mas por dentro estava obcecado.
Marcamos o segundo jantar. Dessa vez eu já tinha avisado pro Rafael: “Se rolar clima, eu quero tentar”. Ele ficou nervoso, mas excitado. “Se eu der mole, você não vai me odiar depois, né?” Eu garanti que não.
Chegamos. Meu pai estava de regata branca justa, daquelas bem finas que grudam no corpo suado. O tecido esticava sobre o peito largo e peludo, o decote generoso deixando à mostra os pelos escuros e grisalhos que desciam até o meio do tórax. Os braços grossos, marcados pelo trabalho, pareciam ainda mais volumosos. A bermuda jeans velha caía bem na cintura, marcando as coxas fortes e a bunda ainda firme para a idade dele. Ele estava descalço, cheirando a homem — uma mistura de suor limpo, carvão e colônia barata.
Porra… ele sabia exatamente o que estava fazendo.
Senti uma onda forte de ciúme misturada com tesão. Meu próprio pai se arrumando assim, mais arrumado e exibido que no primeiro jantar, só podia ser de propósito. Ele queria que o Rafael olhasse. E o pior é que eu também não conseguia parar de olhar.
A carne já estava na churrasqueira, soltando um cheiro bom. O clima era bem mais íntimo dessa vez: luz baixa na varanda, uma playlist de sertanejo antigo tocando baixinho no fundo. Bebemos bem mais que da outra vez, as cervejas descendo rápido enquanto a conversa fluía mais solta.
Eu comecei a jogar pesado. Sentei o Rafael no meu colo na frente do meu pai, acariciei a coxa dele abertamente. Meu pai não desviava o olhar. Em certo momento, eu soltei:
— Pai, o Rafael me confessou que acha você um puta macho. Disse que fica imaginando como seria com um homem da sua idade.
Rafael ficou vermelho, mas não negou. Em vez disso, olhou pro meu pai e falou com a voz um pouco rouca:
— É verdade. O senhor tem um corpo foda… e um jeito de macho que me deixa curioso.
Meu pai parou com a cerveja na mão, sério, mas com um brilho safado no olho. Ele deu um passo à frente, parou na frente do Rafael e perguntou direto:
— Curioso como, garoto? Quer sentir na pele?
O silêncio foi elétrico. Rafael olhou pra mim. Eu fiz que sim devagar, coração disparado.
— Quero… — ele respondeu, quase sussurrando.
Meu pai colocou a mão grande e pesada no ombro do Rafael, apertou com força, depois desceu devagar até o pescoço, dominando ele. Puxou meu namorado pra cima como se não pesasse nada e deu um beijo bruto, faminto, enfiando a língua fundo. Rafael gemeu alto dentro da boca dele, entregando-se completamente, as mãos subindo pro peito peludo do meu pai.
Eu assistia parado, pau latejando dolorosamente dentro da calça, vendo aquelas mãos grossas apertarem e amassarem a bunda que era minha há dez meses.
Eles se separaram com um fio de saliva. Meu pai olhou pra mim, sério, com os olhos escuros de tesão:
— Tem certeza, filho? Porque uma vez que eu começar, não vou parar no meio. Vou comer ele direito.
— Tenho certeza, pai. Eu quero ver. Quero entregar ele pra você.
Rafael tirou a camisa com as mãos trêmulas, olhos brilhando de tesão e vergonha. Meu pai tirou a regata devagar, revelando o peito largo, peludo e forte, com mamilos escuros. Abriu a bermuda jeans e puxou o pau pra fora. Pesado, grosso, veiudo, com a cabeça rosada e inchada. Era visivelmente maior e mais grosso que o meu.
Rafael soltou um suspiro admirado, quase reverente.
— Caralho…
Sem que ninguém mandasse, ele caiu de joelhos.
Chupou com fome, mas sem pressa. Lambia toda a extensão, passava a língua devagar pelas bolas pesadas, sugava a cabeça grossa tentando engolir o máximo que conseguia. Meu pai gemia rouco, segurando o cabelo dele com uma mão.
— Isso, putinha… mama o pau do pai do seu namorado. Mostra pro Lucas como você chupa gostoso quando quer de verdade.
Eu tirei meu pau pra fora e batia devagar, hipnotizado e humilhado ao mesmo tempo. Rafael nunca chupava o meu com tanto entusiasmo.
Depois de uns minutos, meu pai levantou o Rafael, virou ele de costas e baixou o short dele até os tornozelos. Cuspiu na mão, abriu aquelas nádegas macias e enfiou dois dedos grossos de uma vez. Rafael gemeu alto, empinando a bunda.
— Vai devagar no começo… — pediu, voz manhosa.
Meu pai riu baixo, confiante.
— Eu sei como abrir uma bundinha apertada. Essa aqui é bem mais apertada que a maioria… seu namorado não te abre direito, né garoto?
Rafael gemeu só de ouvir a humilhação, empinando mais. Meu pai olhou pra mim enquanto mexia os dedos.
— Olha como ele tá molhado pra mim, Lucas. Esse cu tá piscando pedindo pau de macho de verdade.
Ele colocou Rafael de quatro no sofá, bem de frente pra mim, para que eu visse cada detalhe. Encostou a cabeça grossa e começou a entrar, devagar, centímetro por centímetro. Rafael gemia sofrido, agarrando as almofadas.
— Ai porra… é grosso demais… tá abrindo muito…
— Respira, putinha. Relaxa esse cuzinho apertado — meu pai mandou, segurando a cintura dele.
Quando meteu até o fim, Rafael tremeu inteiro, soltando um gemido longo e quase choroso. Meu pai começou a estocar: primeiro devagar, depois cada vez mais forte, pesado, as bolas batendo contra a bunda com barulho molhado. O sofá rangia.
Rafael virou uma cadela completa:
— Me fode, sogrão… caralho, que pau gostoso… me usa… me arromba…
Meu pai sorriu, olhando pra mim enquanto metia com força.
— Tá ouvindo, Lucas? Ele nunca gemeu assim pra você, né? Olha como seu namorado tá rebolando no meu pau. Esse cuzinho apertado foi feito pra rola grossa igual a minha.
Rafael, completamente perdido de prazer, confessou entre gemidos:
— É… é muito… muito mais grosso… tá me enchendo todinho… ai, porra, eu tô gostando demais…
Aquilo me deu uma descarga violenta de ciúme, mas meu pau nunca esteve tão duro. Meu pai riu, segurando o cabelo do Rafael e puxando a cabeça dele pra trás.
— Fala pra ele, garoto. Fala pra seu namoradinho que você tá preferindo o pau do pai dele.
— Eu… eu tô amando… — Rafael gemeu, voz quebrada. — Desculpa, bebê… mas o pau dele é muito melhor… tá me fodendo tão fundo…
Meu pai aumentou o ritmo, metendo como um animal. O barulho molhado, os gemidos, o cheiro de sexo enchiam a sala. Eu me aproximei, segurei a cabeça do Rafael e enfiei meu pau na boca dele. Ele chupava enquanto era arrombado, mas estava claramente mais focado no pau do meu pai.
Depois de uns minutos brutais, meu pai rugiu, enterrando até o talo e gozando forte, enchendo o Rafael de porra quente e grossa. Quando tirou, o cu vermelho e aberto escorria semen abundante.
Eu me ajoelhei rápido, lambi tudo, saboreando a porra do meu pai misturada com o cu do meu namorado. Depois meti nele. O cu estava completamente molhado, aberto e quente. Eu quase não sentia pressão.
— Porra… tá tão folgado agora… — murmurei, humilhado, a voz saindo quase como um gemido frustrado.
Meu pai riu rouco atrás de mim, ainda com o pau semi-duro pingando. Ele se aproximou, deu um tapa forte na minha bunda, fazendo eu gemer e meter mais fundo no Rafael.
— Normal, filhão. Depois de levar uma rola de verdade, o buraco fica assim… aberto e acostumado com pau de homem. — Ele segurou meu cabelo com firmeza pela nuca, inclinando meu corpo pra frente enquanto eu fodia. — Vai, mete. Não precisa ter pressa não. Empurra bem fundo, assim…
Ele guiou meu quadril com a outra mão, me fazendo dar estocadas mais fortes e ritmadas. Cada tapa na minha bunda vinha acompanhado de um elogio debochado:
— Isso… fode ele com a porra do papai ainda aí dentro. Tá sentindo como meu leite tá facilitando pra você? Esse cu tá todo melado de mim.
Meu pai se inclinou mais perto, o peito peludo roçando nas minhas costas, e falou baixo no meu ouvido, voz grave e cheia de orgulho:
— Olha como ele tá quietinho agora… Quando eu meti, o Rafael tava gritando e rebolando como uma cadela no cio. Com você… coitado, mal sente. Mas tudo bem, filho. Papai já abriu ele direitinho pra você.
A humilhação me acertou forte. Meu pau latejava dentro do cu destruído do Rafael, e o aperto do meu pai no meu cabelo só aumentava o tesão doentio. Ele deu outro tapa forte na minha bunda e apertou minha nuca:
— Goza, Lucas. Goza dentro dele misturando com a porra do pai. Mostra pra gente que você também consegue encher esse buraco.
Eu não aguentei mais. Meti fundo, tremendo inteiro, e gozei com força, jorrando minha porra e misturando com a dele dentro do Rafael. Gemi alto, quase chorando de prazer e vergonha.
Meu pai soltou meu cabelo e deu um último tapa possessivo na minha bunda, satisfeito.
Rafael gozou sem tocar no pau, tremendo violentamente, gemendo os nossos nomes misturados enquanto o cu piscava sem controle.
Depois, caímos os três no sofá, suados, destruídos e cheios de porra. Meu pai passou a mão grande na minha cabeça e na do Rafael, satisfeito.
— Podem vir sempre que quiserem. Essa bunda agora tem dois donos… mas o principal sou eu.
Rafael, com a voz fraca, destruída e satisfeita, olhou pra mim:
— Eu te amo… mas porra, Lucas… seu pai me fodeu a alma. Nunca gozei tão forte na vida.
Eu sorri, exausto, humilhado