Minha irmãzinha linda pretinha perdeu a virgindade comigo, quando eu também perdia minha. Entre suas pernas a admirava em sua maravilhosa cor preta ébano e sua fenda rosada brilhante escorrendo minha porra esbranquiçada.
Ao lado Leah, a outra irmã esperava sua vez ansiosa, mas eu precisava de um descanso.
– Só vou descansar um pouco Leah. Quero estar totalmente recuperado pois sua primeira vez tem que ser tão boa quando a de Sara, isso se ela gostou, provoquei Sara.
Perdida em seus devaneios pós-orgasmo ela nem me ouviu e eu e Leah rimos juntos.
– Com certeza ela adorou e pelo que estou vendo não vai demorar muito minha vez, falou olhando para meu pau que estava a meio pau sabendo o que havia por vir.
– Isso é porque você é muito gostosa e não vejo a hora de experimentar sua bucetinha.
– Essa é a vantagem de ter um jovem com os hormônios a flor da pele como amante, sorriu.
– Você também é jovem e está com os hormônios a flor da pele.
– Com certeza, ainda mais depois de ver você e a Sara e como a deixou. Sei que tenho que fazer o que você mandar, mas posso pedir 2 coisas? Não tem problema se você não aceitar.
Só o fato dela pedir e dizer que estaria tudo bem se não aceitasse já mostrava como tinha realmente se entregue a mim e eu não era nenhum Dom, palavra que conheci naquelas pesquisas da madrugada. Só estava fazendo aquilo porque Sara tinha confessado gostar e por um pouco de orgulho próprio de conseguir dominar minha outra irmã mandona.
Fazer amor sem esses acessórios de obediência e dor com elas, lindas e deliciosas como eram já seria a realização de todos meus sonhos, então teria que andar na corda bamba entre dar o que elas queriam de me tornar o autoritário que eu não era.
– Claro que pode Leah.
– Já que você fez amor nessa posição com a Sara, poderia mudar e fazer comigo diferente?
– Como você quer?
– Você me disse naquela hora que se mandasse ser sua cadelinha e ficar de 4 teria que obedecer e fiquei pensando nisso. Seria muito excitante perder a virgindade assim bem safadinha.
– Vou adorar, pois se falei antes é porque já pensava nisso. Sei que a ver nessa posição vai ser um dos melhores momentos de minha vida. Você é safadinha ou está safadinha só por rebeldia e para se vingar de nosso pai?
– Não sei responder porque desde novinha já queria me rebelar contra ele. Posso fazer o segundo pedido?
– Se for tão bom quanto o primeiro, deve, falei sorrindo e tirando um lindo sorriso dela.
– Se prepara então. Você poderia colocar tudo de uma única vez, pediu envergonhada.
Diante de sua ousadia até Sara despertou daquela prostração pós orgasmo olhando assustada para a irmã, da mesma forma que eu.
– Vai doer muito como você viu com a Sara e fui devagar. Posso te machucar.
– Se você me permitir escolher, quero sentir essa dor mesmo que me machuque. Quero que essa virgindade que meu pai me obriga manter seja arrancada de mim de uma forma dilacerante para ser inesquecível. E se lembre que eu agora querer sentir dor é responsabilidade sua.
– Está bem Leah. Só espero não ter que te levar ao hospital depois pois não teria como mentir a nossos pais. Ao menos se tivesse um lubrificante.
– Você se lubrifica em mim, pois estou encharcada. E pelo jeito você se excitou com o pedido que fiz, falou mostrando meu pau duro como aço.
O pior é que não podia negar que tinha me excitado, mas estava apavorado.
– Se sou o responsável não vou me omitir. Se é o que você quer, então se coloque de 4 como uma cadelinha.
Nem bem falei e Leah já se levantou e se colocou de 4 ao meu lado. Sara continuou deitada, mas se afastou um pouco dando espaço. Quando me coloquei de joelhos atrás de Leah de 4, tudo o que imaginei que seria foi arrasado pela realidade.
Aquele corpo escultural de ancas largas e bumbum arrebitado com aquela bucetinha de lábios fininhos e delicados emoldurados por cabelinhos pretos era o paraíso na terra. Mal podia esperar para pegar a minha pretinha Sara também naquela posição.
Só lamentei o fato de que não a beijaria e nem mamaria naquelas gotas perfeitas que eram seus seios. Sem nenhum do dois querendo perder tempo, segurando meu pau o levei para sua rachinha e a abrindo pincelei sem pressa naquelas carnes macias e meladas e com a ajuda de meus dedos puxava seu liquido espesso para besuntar todo o comprimento e diâmetro.
Leah gemia por antecipação e Sara estava apreensiva a meu lado. Quando achei que estava bem lubrificado o encaixei naquela portinha apertada e levei minhas mãos para suas ancas para que a segurasse no lugar quando a penetrasse.
Diferente de Sara e pela intensidade de como aconteceria, tive que fazer a pergunta.
– Tem certeza Leah?
– Mais do que tudo. Seja meu homem como prometeu e arregace minha bucetinha.
Porque minhas irmãs tinham de falar essas coisas para mim? Mesmo me controlando elas me levavam a beira de perder o controle.
– Então aqui vai, deus nos ajude a não te machucar.
Empurrei com toda minha força e não foi aquele blump, e pronto já está lá no fundo enterrado. Seu canal era tão ou mais apertado do que o de Sara e foi resistindo dificultando uma entrada instantânea.
Ela começou a gritar de dor antes mesmo de chegar a seu hímen e eu também sentia dores que certamente esfolariam meu pau. Ao sentir a resistência de seu lacre, puxei suas ancas para trás com a mesma força que empurrava e senti algo se romper e com ele um intenso calor que com certeza era sangue. Sorte que tínhamos colocado a camiseta sob seus joelhos.
Meu pau parecia um prego entrando em uma madeira macia, mas resistente. Se com Sara levou poucos minutos em não mais de 20 segundos meu pau encontrou o fundo da porta do útero de minha irmã mais velha.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Durante todo o percurso e ainda mais quando seu hímen foi rompido Leah foi gritando de dores, mas não se entregou e jamais pediu para parar. Sentindo-se totalmente preenchida não aguentou.
– Ohhhhhhhhhhhh, bendita dor. É tão excitante. Estou gozaaaaaando.
Só seguíamos a religião porque éramos forçados por nossos pais, mas com a convivência falávamos muitos termos religiosos, mesmo com nossa contrariedade.
Sentindo o calor de seu sangue, não me atrevi a começar a estocar até porque a visão de minha irmã gostosa gozando tremendo com meu pau desaparecido dentro daquela buceta de lábios delicados era o paraíso.
Mesmo sendo alta, mais encorpada e terem cores diferentes, não sentia nenhuma diferença de deliciosidade no interior de suas bucetinhas. Talvez porque já fossem a nota máxima do quesito gostosura, não tinham como ser melhor do que a outra. Era uma nota 10 contra outra nota 10, apesar das embalagens serem tão diferentes. Não sei dizer qual das duas gozou mais longamente após a primeira penetração perdendo a virgindade, mas os dois foram longos.
Assim que a dor começou a perder intensidade, Leah saiu dos apoios das mãos e se apoiou no cotovelo ficando com a bunda mais arrebitada.
– Faça o que tiver vontade com minha bucetinha. Agora ela é sua mesmo. Só quero gozar outra vez como a Sara, pois não estou satisfeita ainda.
Quando puxei meu pau inteiro para fora para o empurrar de volta, vi bem vermelho.
– Melhor parar Leah. Meu pau está bem vermelho de sangue.
– Está pingando na camiseta?
– Não.
– Então deve ser só um corte. Continue, por favor. Quero sentir seu esperma e tenho algo pensado para ele.
Comecei o vai e vem, mas contido com receio de a machucar mais e Leah me deixou encucado com o que falou sobre ter algo pensado para meu esperma.
– Forte. Bem forte. Por favor. Quero sentir você arregaçando minha bucetinha e sentir dor. Veja o que você fez comigo.
Um arrependimento enorme tomou conta de mim por ter feito Leah descobrir também ter prazer em sentir dores devido a meu orgulho em querer dominar minha irmã mandona. Já tinha me chocado com Sara levando tapas no dia anterior e fui provocar isso também em Leah.
– Me perdoe Leah. Nunca vou me perdoar por isso. Foi meu orgulho em querer que minha irmã mais velha também me obedecesse.
– Nunca mais fale isso. Você não criou isso em mim, só despertou. É por isso que as vezes sentia inveja de a Sara gozar bem mais forte do que eu quando a fazia sentir dor. Eu queria aquilo para mim e você me deu. Agora cumpra a promessa e me dê as dores que você me prometeu.
Foi a promessa que fiz e não iria me eximir da responsabilidade. Então segurando firme em suas ancas comecei a acelerar as estocadas a fazendo gritar cada vez mais forte de dor e prazer. Entre um desses gritos enquanto puxava para fora, conseguiu dizer algo.
– Meu irmãozinho vai ser dono de todas minhas virgindades. Ahhhhhhhhhhhiiiiii.
Olhando aquele cuzinho pequeno e rosinha como seus lábios vaginais totalmente exposto imaginei se fazia parte do pacote. Não que precisasse, pois sabia que já daria trabalho dar conta daquelas duas safadinhas.
Por causa daquela posição, os ruídos dos encontros de nossos corpos eram bem mais altos do que foi com Sara formando uma sequência sonora com seus gemidos.
– Ahhhiii. Ploft. Ahhhiii. Ploft. Ahhhiii. Ploft. Ahhhiii. Ploft.
A pele de meu pau já estava em chamas e com certeza de sua bucetinha também, então desferi os golpes fatais para gozarmos juntos sem diminuir a intensidade. Foram golpes de verdade dando tapas em sua bunda empinada e deliciosa e comecei a ouvir Ahhhiiis sentindo as dores da penetração, Plofts de nossos corpos se chocando seguido de outros Plofts de um tapa ardido.
E assim continuou, por não mais de 30 segundos.
– Ahhhiii. Ploft. Ploft. Ahhhiii. Ploft. Ploft. Ahhhiii. Ploft. Ploft.
Olhando para Sara a vi lambendo os lábios de vontade, pois fazia com nossa irmã o que antes só ela gostava. A beira do orgasmo a consolei.
– Você terá sua vez logo Sara. Ohhhhhh. Estou gozandoooooo.
Evidente que não tinha a mesma quantidade de esperma das duas vezes anteriores, mas tinha mais do que imaginei, tanto que Leah sentiu.
– Ohhhhh. Que delicia sentir o esperma quentinho de meu irmão. Estou gozaaando.
Era a segunda bucetinha que deflorava naquela tarde e as duas de minhas deliciosas irmãs e nada poderia me excitar mais, então mesmo sendo o terceiro gozo foi bem intenso. O de Leah foi quase parecido com o primeiro que teve que seria difícil de bater pois foi perdendo a virgindade. No entanto no segundo dei tudo o que ela queria e por esse motivo conseguiu gozar tão forte novamente.
Quando deu o último suspiro de seu gozo, quis sair logo para a aliviar, mas ela não deixou.
– Espera um pouco. Me dê a calcinha Sara. Não quero que vaze.
Assim que Sara entregou a calcinha saí com calma percebendo que ela fazia força para fechar o canal. Não entendi porque ela queria tanto que não vazasse e descobri assim que me deitei e as duas voltaram a se deitar sobre meu corpo cada uma de um lado.
– Não vou tomar banho e nem me limpar lá embaixo para ir ao jantar assim, Leah falou.
Eu e Sara nos olhamos não entendendo o motivo, mas fiquei preocupado. Leah se mostrava cada vez mais audaciosa.
– Nosso pai e a mamãe podem sentir esse cheiro de sexo e desconfiar, falei.
Leah sorriu com desprezo.
– Duvido que o papai ou a mamãe saibam que cheiro é esse, pois devem fazer só sexo careta. Se ainda fizerem. E quero jantar com ele com o sangue de minha virgindade e o esperma de meu irmão que foi quem me deflorou, dentro de minha buceta. Vou o provocar para que repita aquele sermão que sempre dá de que a mulher deve se preservar virgem para o marido e só fazer sexo com ele com o único objetivo de ter filhos, falou com um olhar maquiavélico.
– Você é louca Leah, falei preocupado com o que faria.
– Não, só quando se trata do papai. Ele é quem é louco nos mantendo quase prisioneiros. O que ele nos impede de ter fora de casa, teremos em casa. Agora que senti esse pau lindo e gostoso dentro de mim, não quero mais ficar sem. Só vou parar se você não quiser, me provocou.
– Eu vou querer. Foi bom demais. Só temos que tomar cuidado para nossos pais não nos pegarem.
– Na verdade acho que eles nem fazem mais sexo. Ouvi uma conversa da mamãe reclamando com ele, Sara entrou na conversa.
– Não devem fazer mesmo. Coitada da mamãe pois deve estar totalmente insatisfeita. Acho que nem quando faziam ela gozava com o papai pensando só nele, falou Leah.
– Queria que ele sumisse de nossas vidas. Acho que a mamãe não nos oprimiria se ele não a pressionasse. Também não vou tomar banho para o jantar, falou Sara resoluta.
Se enfrentar nosso pai daquele jeito com meu esperma dentro de Leah já era impensável, Sara fazer o mesmo era uma insanidade, pois jamais se atrevia a enfrenta-lo. Sua decisão mostrava o quanto ele estava fazendo mal a elas e no fundo eu também desejava que ele fosse embora.
– Minhas irmãs além de safadinhas são louquinhas, mas as amo assim mesmo, falei apertando as duas contra mim.
– Safadinhas, louquinhas e putinhas de nosso irmão, falou Sara.
– Oh meu deus. O que vou fazer com vocês?
– O mesmo de agora pouco, respondeu Leah tirando sorriso de todos.
– Falei sério. Não podemos dar bandeira nem ficar com provocações próximo a eles. Se mudarmos nossos comportamentos, vão desconfiar.
– Sim senhor, responderam.
– Sei que foi uma brincadeira, mas nunca me chamem de senhor. Pode ser irmão ou Lucas. Não gostei de ver a Sara te chamando de senhora, Leah.
– Na verdade ontem foi a primeira vez que aconteceu e estávamos testando. Não teve muita graça.
– Podemos também chamar de meu amor, afinal todos nós nos amamos, falou a doce Sara com um sorrisinho tímido.
– Claro meu amor. Você tem razão. Queria tomar banho como vocês, mas como não vão tomar antes do jantar vou sozinho, pois estou com o cheiro de minhas duas irmãs. Adoraria não tirar, mas é abusar da sorte. Amanhã tomaremos banho juntos, se vocês já tiverem se vingado de nosso pai, sorri.
Elas também sorriram, mas não da piada e sim por já ter marcado para o dia seguinte brincarmos novamente.
– Ia te perguntar quando repetiríamos isso. Ainda bem que já é a amanhã, falou Leah.
– Isso se meu pau e suas bucetinhas tiverem em condições. De qualquer forma, mesmo se não tiver, tem algo que faltou e quero muito fazer.
– Também quero muito, falou Sara.
– Você sabe do que falei?
– Claro. Faltou você lamber nossas bucetinhas.
– Estou morrendo de vontade. Faltou também beijar e mamar nos seios da Leah, falei olhando para ela.
Sem dizer nada ela subiu mais sobre meu corpo e me deu um beijo cinematográfico cheio de amor, luxuria e voracidade por uns 3 minutos me deixando duro de novo e totalmente pasmo quando me largou, pois fui estuprado por seu beijo.
– Os seios você mama quando quiser, já que te prometi isso e são seus mesmo. Pena que não podemos aproveitar esse pau novamente.
– Nem daria Leah. Está ardendo de tão esfolado.
– Como vão ser nossos encontros? Tem que serem todos juntos?
Foi uma ótima pergunta de Leah.
– Todos juntos é sempre melhor pois quero colocar as duas brincando entre si enquanto pego uma de vocês.
Seus olhos brilharam de excitação.
– Acho que também podemos nos encontrar separados quando a outra não pode. Só não podemos deixar que uma esteja comigo muito mais do que a outra. Concordam?
– Totalmente, Sara concordou.
– Perfeito. Vai que uma não pode por 3 dias quando está menstruada. Não vamos obrigar os outros 2 a não fazerem nada, lembrou bem Leah.
– E se vocês quiserem continuar a se pegar sozinhas não vou interferir, mas tem que ser de igual para igual, pois a Leah não dá mais ordens para você Sara a não ser que eu mande. Só não se desgastem demais para não ficarem sem vontade de fazer amor comigo, provoquei.
Foi Leah quem respondeu.
– Se estivermos sempre com você nos satisfazendo como agora e se nos mandar brincar uma com a outra quando estivermos todos juntos, acho que nem teremos vontade só nós duas. Até comentamos ontem à noite que seria muito excitante ter você nos assistindo e depois participando.
– Acho que está bom. Maravilhoso na verdade. Só vamos combinar que se tiver um de nós se incomodando com algo, conversaremos com os outros para esclarecer. Nunca brigamos de verdade e não vai ser agora.
Antes que se fossem, fiz uma última provocação.
– Vamos fazer isso até que arrumem um namorado.
– Não quero mais um namorado. Agora não preciso pois com você tenho o que queria e duvido que um namorado daria o mesmo. Só vou provocar o papai de vez em quando que quero namorar para que não desconfie, falou Sara.
– O mesmo para mim. E se o papai insistir escolher um marido para mim na igreja dele, vou morrer solteirona bem feliz com meu irmão me satisfazendo, complementou Leah.
Era mesmo hora de nos separamos mesmo faltando uma hora para mamãe chegar. Elas foram para seu quarto me deixando babando de as ver só de calcinha por trás, mas me controlei e fui tomar o banho que precisava, mas não desejava pois os deliciosos perfumes de minhas irmãs estavam impregnados juntos em minha pele.
No jantar, que nosso pai nunca deixou que fossem descontraídos por causa de seus sermões aproveitando a única hora que estava com os filhos, os rostos de Leah e Sara estavam mais leves e quase sorridentes e sabia o motivo. Por baixo daqueles shorts e camisetas largas que escondiam seus corpos fabulosos vestiam aquelas calcinhas que as vi saindo de meu quarto e por trás daquelas calcinhas no fundo de seus ventres meu esperma em uma afronta gigantesca, mas silenciosa a nosso pai.
Logo depois de começarmos a refeição, Leah cumpriu sua promessa.
– Papai, sábado à noite minhas amigas vão sair juntas para um barzinho. Posso ir? Prometo que não vou beber nada.
Como previsto sua provocação disparou o sermão de nosso pai chamando os barzinhos de locais cheios de pecados onde o diabo levava as pessoas a atitudes imundas como fazer sexo antes do casamento, muitas vezes com um desconhecido.
Desta vez os rostos de Leah e Sara não estavam fechados e emburrados como em outros discursos sobre o dever da mulher se manter pura para o marido. Elas quase não conseguiam se controlar com vontade de rir, o que me levou a mesma situação, porque nosso pai não podia imaginar que o que ele mais odiava estava debaixo de seus olhos.
Suas duas filhas puras não mais virgens e com o ventre cheio de esperma usando pílulas contra a concepção proibidas pela sua igreja. Isso sem contar que elas tiveram atividades homossexuais com própria irmã e o esperma que levavam no ventre era do próprio irmão.
Todas as vezes que ele condenou o incesto em seus sermões para nós, foi sempre de forma envergonhada e um tanto leve para não ter que falar sobre sexo, mas era perceptível que muito mais do que a sociedade, ele condenaria os praticantes de incesto ao mais fundo do inferno, sem poder imaginar que seus 3 filhos seriam os primeiros condenados.
Após o sermão o clima ficou ainda mais pesado, mas só para mamãe pois aquele sermão não nos afetava mais. Quando o jantar terminou fomos ajudar mamãe a arrumar a cozinha e lembrando o que Sara tinha dito, toda vez que olhava para ela sentia pena por nosso pai a tratar mal e pôr a negligenciar como mulher. Também pelo que estávamos fazendo a ela, que se descobrisse a deixaria destroçada.
Com peso na consciência decidi ser um filho melhor apesar de já ser um bom filho. A ajudaria mais e até faria mais companhia, mas o problema era que com seu trabalho tinha pouco tempo para nós quando não era um final de semana ou feriado. O programa de meu pai com ela era quase estritamente a ida à igreja uma noite por semana e no domingo pela manhã e enrolando um pouco para terminar o que eu fazia, esperei Leah e Sara subirem.
– Mãe, vamos ao cinema no sábado à tarde? Você pode escolher o filme.
Ofereci que escolhesse pois ela tinha limitações a vários tipos de filmes ousados demais. Ousados na visão de meu pai.
– De onde veio isso Lucas?
– Ahh mãe. Não tenho visto você fazer nada de diferente. É casa, trabalho e igreja. Já que meu pai não te leva vou te levar e assim ficamos mais tempo juntos, pois temos ficado pouco.
Ela me abraçou emocionada.
– Obrigado por se preocupar comigo filho. Você é jovem e tem que passar seu tempo com jovens como você e não como uma velha como eu.
– Não fale isso mãe. Você é muito jovem ainda, só tem 39 anos. E se vestisse roupas mais modernas e coloridas e fizesse uma maquiagem leve, tenho certeza que achariam que tem 30. Já que meu pai te proíbe de tudo, seu filho te levará ao cinema ou qualquer outro passeio que queira. Podemos ir só tomar um sorvete do Parque da cidade.
Percebia mamãe querendo, mas não tinha a força para fazer algo que meu pai não gostaria. Para encerrar o assunto, sem querer me deu esperanças.
– Nesse sábado não posso pois terei que trabalhar em alguns Processos em casa. Vamos deixar para o outro, falou sem se dar conta que assumia um compromisso.
Não perdi a oportunidade.
– Combinado mãe. Então no outro sábado. Não vá inventar desculpas. Deixe que eu mesmo conto ao meu pai e vou escolher o filme mais careta para ele não implicar, falei sorrindo e a abraçando.
– Está bem Lucas. Você venceu, respondeu com um raro sorriso.
A distribuição dos quartos de nossa casa fazia com que raramente víssemos mamãe e meu pai após irmos para nossos quartos pois eles eram no andar superior e a grande suíte deles no térreo. As únicas vezes que subiam, muito mais mamãe, era para fazer as vistorias em nossos quartos. E se não íamos assistir TV juntos porque ele escolhia os programas, me despedia de mamãe após o jantar e nem me despedia de meu pai sem que ele desse a mínima.
– Boa noite mãe. Não costumo falar, mas te amo muito.
– O que deu em você hoje filho, perguntou com uma carinha surpresa.
– Só me dei conta que preciso ser um filho muito melhor e ficar mais com você, já que meu pai não te dá atenção.
Ganhei outro abraço sentindo aquele corpo aconchegante de mamãe preto ébano lindinho e quente.
– Eu também te amo filho. Boa noite.
Fui para meu quarto enquanto escutava minhas irmãs indo ao banheiro tomar seus banhos e não conseguia esquecer que ainda carregavam meu esperma. Precisava estudar um pouco por não ter feito isso durante a tarde, mas não conseguia deixar de pensar em tudo o que aconteceu. Em 30 horas, fui do sonho impossível de ter qualquer tipo de intimidade com minhas irmãs para a realidade de ter feito sexo com elas se entregando a mim me dando o poder de repetir quando desejasse.
De novo fui estudar não as matérias, mas alguns sites sobre sexo para descobrir posições sexuais, formas de deixar a mulher satisfeita sexualmente durante um sexo mais normal e dar atenção a elas como mulher fora daqueles momentos.
Não queria só fazer sexo com elas, mas tentar dar o que nosso pai não permitia terem como irem a lugares que jovens de nossas idades frequentavam. Talvez se me propusesse a fazer companhia a elas, ele permitisse.
Na noite anterior tinha buscado mais sobre os desejos de dor de Sara e como conseguir dominar Leah, mas faltou ler mais sobre o sexo normal que os casais costumam fazer, se bem que por sermos irmãos para nós nunca seria normal.
Aprendi muitas coisas que com o tempo usaria com elas, pois me lembrando daquela tarde quando senti uma deliciosa sensação de satisfação só por me dar conta que dava aqueles orgasmos imensos a minhas amadas irmãs, queria ter para sempre essa sensação durante nossos encontros íntimos.