O reencontro do dono e sua cadelinha - pt.1

Um conto erótico de Dominador da Novinha
Categoria: Heterossexual
Contém 548 palavras
Data: 02/05/2026 09:59:44

O reencontro do dono e sua cadelinha - pt.1

Para quem acompanha meus contos por aqui, recomendo ler aqueles escritos pela Novinha Peituda antes de continuar.

Eu sou o Rômulo, o dono dessa delícia, que apareceu depois de algum tempo longe e o reencontro merece ser contado aqui.

A novinha em questão é a Mariana, 20 anos, baixinha, branquinha, com um corpo de menina: cinturinha fina, bunda redondinha e sem nenhuma estria ou celulite. O seu destaque é sua boca e seus peitos, que são grandes, tipo gota, com o bico rosa.

Quase não acreditei quando finalmente nos encontramos naquele dia. Por acaso, sem planejar ou organizar nada, apenas ali, os dois, cruzando o olhar.

Travamos

Os dois.

E esse olhar durou cinco segundos, que para mim, foram como cinco anos.

O mesmo olhar.

Eu, o dono, com a força e o poder que a desarma. E ela, essa cadelinha, com submissão e obediência.

Mesmo de longe, aquele olhar já disse tudo: eu ainda a domino. E sei que assim vai ser. Sempre.

Caminhei em sua direção e, sem deixá-la escapar, só comuniquei:

Vamos sair daqui

Percebi que ela estava com alguém. Um novo namorado. Que ela simplesmente ignorou e rapidamente me seguiu em direção à saída.

Chegamos em casa. Abri o portão e ela entrou, em silêncio.

Entramos na sala e eu parei em sua frente. Com a voz bem grave e suave, disse:

Tira.

O que? - me olhava com aquele mesmo olhar de cadelinha, bem manhosa

Tudo.

Tudo? Já?

Apenas a encarei em silêncio. E ela entendeu.

Pouco a pouco, ela foi tirando a roupa. Começou pela calça, que logo caiu em seus tornozelos. Com todo charme ela deu um passinho se livrando da peça.

Suas pernas branquinhas continuavam lindas e perfeitas.

Em seguida, chegou o momento que eu esperava. Cruzou as mãos na camisa e a tirou, em um só movimento. Revelando seus peitos enormes, ainda maiores que antes, lindos, que balançaram com o movimento, mesmo dentro de um top.

Não pude evitar. Mesmo dominando e sendo seu mestre, eu estava babando.

A novinha fez o mesmo movimento e se livrou logo do top, ficando ali, só com sua calcinha rosa, de renda, tipo shortinho.

Fiquei parado admirando aqueles peitos que eu tanto amo.

Ela levou as mãos aos lados, na cintura, e foi rebolando e abaixando, tirando também a calcinha.

Finalmente.

Aquele corpo impecável estava de novo em minhas mãos.

Continuei com os comandos:

Ajoelha

Sim, senhor

Sem demora, acho que ela finalmente entendeu o que estava acontecendo. Obedeceu à minha ordem e logo estava ali, de joelhos, peladinha, em minha frente. Sem nada entre seus joelhos e o chão, como ela gostava de se autoflagelar.

Tirei então do bolso aquilo que marcou nossa dominação: sua coleira.

Vira. De costas

Ela virou e, em um movimento curto, passei a coleira pelo seu pescoço, a prendendo no tamanho certinho para apertar o suficiente sem marcar.

Vem, cadelinha!

A puxei, e ela então se pôs, de 4, empinando aquele rabo que estava ainda maior e mais redondo, lindo, e engatinhando. Atrás de seu mestre.

Olhei para ela com a cara de dono que ela gosta. Então, ela lembrou o que aquele olhar significava: parou, abriu a boca, e mostrou a língua.

Minha cadelinha bem adestrada.

continua…

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive daddy_cuckold a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários