Descobri que Dona Aiko é uma safada

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 3962 palavras
Data: 15/05/2026 18:07:16

Antes daquele inverno, Dona Aiko fazia parte da minha vida da mesma forma que o porteiro do prédio, ela sempre e simplesmente estava ali, uma constante no meu pequeno mundinho. Desde criança eu entrava e saía do apartamento dela junto com o Kenji. Cresci ouvindo a voz dela ao fundo enquanto jogávamos videogame, estudávamos ou fazíamos bagunça pela casa.

— Meninos, tirem o tênis antes de pisar no tapete.

— Se não pararem com essa bagunça, eu vou desligar esse videogame.

— Estou ouvindo vocês conversarem, é para estudar!

— Estão com fome? Vou cortar fruta para vocês.

Coisas assim. E talvez por isso eu nunca tenha enxergado Dona Aiko como uma mulher de verdade. Não naquele sentido. Ela era só a mãe do Kenji, meu melhor amigo desde que me conheço por gente. Mesmo depois de alguns anos, na academia do prédio, nossa convivência era mecânica. Eu chegava com meus fones e ela normalmente já estava lá. Às vezes correndo na esteira, às vezes alongando, às vezes fazendo exercícios com uma concentração absurda para alguém da idade dela, mas eu realmente nunca prestava muita atenção, nossos diálogos raramente passavam de educação básica.

Se a encontrava de manhã:

— Bom dia, Dona Aiko.

— Bom dia, Gabriel.

Se a encontrava de tarde:

— Boa tarde, Dona Aiko.

— Boa tarde, Gabriel.

Se fosse a noite, o mais corriqueiro:

— Boa noite, Dona Aiko.

— Treinando hoje também?

— Pois é, não posso parar.

E acabava aí. Teve uma época em que minha mãe até brincava dizendo que Dona Aiko parecia mais disciplinada que muito jovem.

— Aquela mulher não para — ela dizia rindo. — Corre de manhã, faz academia à noite, come certinho, eu fico cansada só de olhar e só quero minha cama quando chego em casa.

Eu só dava de ombros, porque realmente não fazia diferença para mim. Às vezes nossas mães passavam horas juntas no apartamento dela tomando café e falando da vida dos outros. Nessas ocasiões, Dona Aiko sempre aparecia educada, arrumada e discreta, trazendo alguma coisa para comer ou perguntando como estava meu trabalho. Eu respondia sem pensar muito.

— Tudo normal.

Ela assentia.

— Que bom! Esperamos que continue assim!

E então, silêncio entre nós, era estranho pensar nisso depois, mas durante anos nossa relação inteira cabia em conversas de menos de um minuto, pensando melhor, menos de trinta segundos, sem curiosidade, sem tensão, sem segundos olhares, eu nunca demorava olhando para ela e ela também nunca parecia me notar de verdade, como se fossemos fantasmas um para o outro.

Depois que o Kenji foi embora para estudar em outro estado, alguma coisa mudou na rotina do prédio e principalmente na Dona Aiko. No começo foi sutil, ela começou aparecendo mais lá em casa durante a semana. Antes, os encontros entre ela e minha mãe ficavam mais para sábado à tarde, café passado na hora, bolo simples e fofoca interminável na mesa da cozinha, mas depois da mudança do Kenji, aquilo virou quase um hábito diário. Às vezes eu saía do quarto à noite para pegar água e encontrava as duas sentadas no sofá conversando baixo enquanto a televisão ficava ligada sem ninguém assistir. Outras vezes Dona Aiko passava o sábado inteiro lá em casa, e até domingo, minha mãe parecia gostar da companhia.

Acho que as duas preenchiam o silêncio uma da outra de algum jeito, eu normalmente ficava no meu quarto trabalhando, jogando ou fingindo não prestar atenção nas conversas. Mas era impossível não ouvir partes soltas atravessando o corredor, numa dessas noites, lembro de ter parado perto da cozinha quando ouvi meu nome.

— O Gabriel também quase não conversa comigo — minha mãe comentou, rindo sem muito humor. — Fica trancado naquele quarto o dia inteiro, sei que ele trabalha bastante, não faz por mal.

Dona Aiko respondeu numa voz baixa e calma:

— Aproveite assim mesmo.

Houve alguns segundos de silêncio antes dela continuar.

— A gente só percebe o barulho que eles faziam quando vão embora.

Minha mãe soltou um “é…” cansado, e eu fiquei parado sem fazer barulho do outro lado do corredor.

— Pelo menos o Gabriel ainda está aqui — Dona Aiko disse. — Você ainda vê ele todo dia.

A voz dela parecia diferente naquela noite, mais fraca.

— O apartamento ficou muito vazio depois que o Kenji foi embora.

Escutei o barulho da xícara de chá sendo colocada devagar sobre o pires.

— Tem dias que eu chego em casa e parece estranho, silencioso demais.

Minha mãe tentou aliviar o clima.

— Mas ele vem visitar você.

— Vem. Mas não é a mesma coisa.

Silêncio outra vez, então Dona Aiko comentou, quase distraída:

— Depois que meu marido morreu, eu me acostumei a ocupar a cabeça o tempo inteiro. Academia, corrida, trabalho, qualquer coisa, acho que era minha maneira de não sentir muito.

A voz dela continuava controlada, mas existia alguma coisa cansada ali no fundo.

— Aí o Kenji foi embora também.

Minha mãe não respondeu imediatamente. E, pela primeira vez em muito tempo, senti algo estranho ouvindo Dona Aiko falar. Porque até então ela sempre pareceu perfeitamente organizada, forte, como se tivesse a vida completamente sob controle e nada a abalasse. Voltei para o quarto sem fazer barulho. Fechei a porta devagar e sentei na cadeira em frente ao computador, fiquei alguns minutos olhando para a tela apagada sem pensar em nada direito. A voz da Dona Aiko continuava na minha cabeça.

“O apartamento ficou muito vazio.”

Era estranho, eu nunca tinha parado para imaginar a vida dela fora daqueles pequenos encontros no elevador ou na academia. Nunca pensei nela chegando sozinha em casa, jantando sozinha ou passando noites inteiras naquele apartamento silencioso, porque, para mim, ela sempre tinha sido apenas uma presença fixa, como se pessoas mais velhas simplesmente já viessem prontas, completas, imutáveis. Na manhã seguinte acordei tarde, como quase sempre, o cheiro de café vindo da cozinha denunciava que minha mãe estava em casa, o que era raro numa sexta-feira de manhã. Coloquei qualquer roupa e fui até lá ainda meio sonolento. Dona Aiko também estava sentada à mesa.As duas tomavam café enquanto conversavam baixo.

— Bom dia — falei automaticamente, abrindo a geladeira.

— Bom dia — as duas responderam quase juntas.

Peguei a garrafa de água, mas antes que eu voltasse para o quarto minha mãe falou:

— Filho, depois você pode ir ao apartamento da Dona Aiko dar uma olhada na máquina de lavar?

Parei no meio da cozinha.

— Máquina de lavar?

Dona Aiko levantou os olhos imediatamente, surpresa.

— Ah… eu só comentei isso ontem à noite — ela disse, olhando para minha mãe. — Não precisava incomodar o Gabriel.

— Que incomodar nada — minha mãe rebateu. — Ele gosta dessas coisas.

Eu dei de ombros e concordei, era verdade. Desde moleque eu gostava de desmontar e consertar coisas. Computador, ventilador, televisão, chuveiro… qualquer problema técnico acabava sobrando para mim no prédio.

— O que aconteceu com ela?

— Acho que travou — Dona Aiko respondeu. — Ela liga, faz barulho, mas não gira. Minha mãe apontou a xícara na direção dela.

— E outra, é bom para você ter companhia dentro daquela casa de vez em quando.

Dona Aiko soltou uma risada meio sem graça.

— Vocês falam como se eu estivesse abandonada.

— E está? — minha mãe provocou.

Ela sorriu de canto sem responder, só então percebi que Dona Aiko estava usando roupa de academia outra vez. Legging escura, casaco leve e o cabelo preso alto. Provavelmente tinha acabado de voltar da corrida, mas dessa vez, não sei dizer bem, talvez por causa da conversa da noite anterior, talvez porque eu tivesse finalmente prestado atenção nela de verdade, meu olhar demorou um pouco mais do que deveria.

O café terminou rápido depois daquilo, minha mãe ainda ficou na cozinha recolhendo as xícaras enquanto Dona Aiko pegava a chave do apartamento com aquele jeito tranquilo de sempre, como se o dia já estivesse inteiro organizado na cabeça dela antes mesmo de sair do lugar, e antes de ir embora comentou que precisava

ser rápida porque tinha muita roupa acumulada para lavar, dizendo isso com naturalidade, sem drama nenhum. Minha mãe logo emendou brincando:

— Então leva ele junto, ele resolve qualquer coisa em cinco minutos.

Eu respondi quase automático:

— Como se fosse verdade.

Dona Aiko me olhou de lado, com um sorriso leve, e disse:

— Em cinco minutos seria ótimo.

Como se aquilo fosse só mais uma conversa comum de rotina entre vizinhos que já se conhecem há anos. No caminho até o apartamento dela eu fui com a caixa de ferramentas na mão, andando um pouco atrás no corredor do prédio, escutando o som dos passos dela à frente e percebendo como o corpo dela era esbelto, definido, elegante. Quando chegamos e ela abriu a porta do apartamento, a sensação era diferente de quando frequentava a casa junto ao Kenji, antes tinha um pouco mais de vida, agora era organizado demais, silencioso demais.

— A lavanderia é ali, eu vou fazer outro café.

Eu só acenei com a cabeça e fui direto para o trabalho sem pensar muito, porque aquilo ainda era, na minha cabeça, apenas mais um conserto simples de rotina. Me ajoelhei em frente à máquina e comecei a desmontar a parte traseira enquanto ela se movia pela cozinha ao fundo, abrindo armários, enchendo a cafeteira, deixando aquele som doméstico baixo preencher o ambiente de um jeito automático, e ela ainda perguntou de longe:

— O que você acha que é?

Ao que eu respondi sem muita emoção:

— Provavelmente correia ou travamento, acho que nada grave.

E ela soltou um leve humor na voz:

— Você fala isso como se fosse fácil.

E eu só retruquei que já era meio automático para mim, ouvindo ela rir baixo em resposta, um som simples, cotidiano. Foi quando, ao me virar para pegar uma ferramenta no chão, meus olhos acabaram caindo no cesto de roupas ao lado da máquina, e não foi algo imediato nem consciente no começo, foi mais um atraso de percepção, uma calcinha preta por cima das roupas, simples, algo comum para um cesto de roupa suja, mas na neutralidade do ambiente e do meu cérebro, me fez sentir um choque por todo o meu corpo e naquele instante alguma coisa travou dentro de mim de um jeito que eu não consegui simplesmente ignorar.

— Gabriel? — a voz dela veio da cozinha, calma como sempre. — Tudo bem aí?

Engoli seco antes de responder, mantendo o corpo levemente inclinado sobre a máquina como se aquilo fosse suficiente para esconder qualquer coisa que estivesse acontecendo na minha expressão.

— Tá… sim. Só conferindo uma coisa.

— Se precisar de qualquer coisa, me fala. Não precisa ter pressa também.

E essa frase, dita com a mesma leveza de sempre, foi exatamente o tipo de coisa que deveria ter sido irrelevante, mas não foi, porque naquele momento eu já não conseguia separar o que era rotina do que estava começando a mudar dentro de mim, e enquanto ela ainda circulava pela casa, indo e vindo com a xícara de café na mão, eu tentava focar nos fios, nos parafusos, em qualquer parte mecânica daquilo que fizesse sentido, mas a presença dela parecia ocupar o ambiente inteiro mesmo sem estar ali fisicamente. Alguns minutos depois ela apareceu na porta da lavanderia, encostando de leve no batente com a xícara na mão, olhando para mim de um jeito tranquilo e perguntando:

— Você quer café?

Ao que eu respondi rápido demais:

— Depois.

O que fez ela inclinar levemente a cabeça, analisando minha expressão por um segundo que pareceu maior do que deveria, e então ela só disse:

— Você parece meio sério hoje.

Sem acusação, sem pressão, como quem comenta o clima, e eu respondi:

— É só concentração, quase resolvido.

Ao que ela aceitou com um simples:

— Entendi.

Ficando ali por alguns segundos antes de sair de novo dizendo:

— Me chama se precisar.

Foi quando ela desapareceu pelo corredor o silêncio voltou, meus olhos pousaram naquela calcinha de novo, imaginando ela no corpo nu de Dona Aiko, ela tirando levemente após uma sessão pesada de musculação. Nunca fui do tipo pervertido, mas aquela senhora de quase cinquenta anos despertou algo em mim. Decidi acabar rápido para sair daquele ambiente, me sentia um pouco sufocado.

— Você tem certeza que está tudo bem mesmo? — a voz dela veio de algum ponto atrás de mim, mais próxima agora.

Eu não tinha percebido quando ela tinha voltado para o corredor da lavanderia.

— Tá, tá sim. Só um ajuste aqui e já volta a funcionar.

Mas quando me virei um pouco para pegar outra ferramenta, ela já estava mais perto do que antes, olhando por cima do meu ombro, e por um instante curto demais para ser confortável eu percebi como aquele espaço pequeno da lavanderia parecia ter diminuído ainda mais.

— Isso aqui sempre dá problema — ela comentou, num tom baixo, como se estivesse apenas observando a máquina, não a situação.

— É… só travou mesmo.

Eu continuei mexendo, mas me sentia como se estivesse com uma mira na minha cabeça. Qualquer movimento meu ali parecia mais consciente do que deveria. Terminei de apertar o último parafuso sem realmente prestar atenção no que estava fazendo, e por alguns segundos fiquei ali parado, olhando para a máquina como se ela fosse me dar alguma resposta de volta, até que finalmente fechei a tampa e respirei fundo, passando a mão na caixa de ferramentas para recolher tudo de qualquer jeito, com a sensação estranha de que quanto mais rápido eu saísse dali, melhor.

— Acho que está tudo certo — eu disse, mais para mim do que para qualquer outra pessoa.

Quando me levantei e virei o corpo, ela estava ali, ainda mais perto do que eu esperava. O tipo de proximidade que não parecia planejada, mas também não casual o suficiente. Dona Aiko me olhava diretamente, sem pressa, sem se apressar em dizer nada, apenas me observando de um jeito que não combinava com a forma habitual, fugindo de cumprir seu papel de uma constante. Eu não soube exatamente quanto tempo ficamos assim, mas foi o suficiente para o meu corpo perceber primeiro do que minha cabeça que a temperatura naquele cômodo estava alta demais para um dia de inverno. O olhar dela desceu por um instante, sem pressa, como alguém que quer registrar detalhes que antes nunca tinham sido relevantes, e depois voltou para o meu rosto como se estivesse conferindo alguma coisa que só ela entendia. E então, sem quebrar o silêncio, ela desviou o olhar para o cesto de roupas ao lado da máquina, a calcinha ainda estava ali, inofensivamente imóvel. O canto da boca dela se moveu levemente, não era exatamente um sorriso aberto, mas também não era indiferença.

— Acho que agora está funcionando — ela disse, depois de alguns segundos, com a mesma calma de sempre, porém movimentando levemente a ponta do dedo até meu pau duro por cima da bermuda. — Funcionando bem até demais, posso ver?

Um sorriso largo tomou conta de sua boca, ao mesmo tempo, mordendo o lábio inferior. Minha única e sincera reação foi abaixar a bermuda, fazendo meu pau pular para fora, encostando levemente nos dedos esguios da Dona Aiko. Os dedos dela estavam um pouco gelados, senti melhor quando ela agarrou com força meu membro e começou a massagear. Meu pau pulsava em sua mão, ela apertava, movimentava para cima e para baixo com um sorriso de malícia e curiosidade.

— Sinto falta de um desses — ela falou, sem desgrudar os olhos. — Pode me ajudar com isso também, faz tanto tempo, tanto tempo que não sei o que é ser desejada.

Ali meu mundo parou, virou apenas preto no branco, um desejo animalesco tomou conta de mim e a puxei para perto, meu pau pousou entre suas coxas e comecei a beijá-la. Ela retribuiu com o mesmo instinto feral. Ainda podia sentir o gosto de café em sua boca, a sua língua macia dançando junto a minha. Deslizei as mãos para a sua bunda enquanto ela tentava se desvencilhar daquelas peças de roupa de academia. A cada segundo, ficava deslumbrado com o seu corpo, era tudo firme, tudo fruto de sua dedicação a corrida e a academia, aquela mulher de cinquenta anos tinha facilmente um corpo de uma garota de vinte.

Os peitos pequenos, a cintura fina e o quadril um pouco mais largo que o resto do corpo. Num piscar de olhos, todas as nossas roupas estavam no chão, ela se escorou na parede, empinando sua bunda para mim. Passei um pouco de saliva na glande e fui a seu encontro. Meu pau entrou fácil em sua buceta, estava pingando, encharcada, como se me desejasse ali dentro. O grito estridente de Dona Aiko marcava o fim de toda aquela espera, de um homem para satisfazer seus desejos. Agarrei sua cintura e comecei a meter, devagar para ela se acostumar, mas ela me lançou um olhar como quem estivesse implorando para ser fodida com força, sem dó e sem compaixão.

Foi o que fiz, apertei as mãos em sua cintura e passei a meter forte, sentia toda a sua buceta melando meu caralho, o som do choque dos nossos corpos tomava conta não somente da lavanderia, mas do restante de sua casa. Continuei metendo, ela gemia de prazer, algumas palavras desconexas saiam de sua boca, não sei se eram desconexas ou se era eu mesmo que estava muito concentrado para entender o que ela estava dizendo.

— Para um pouco! Espera!

Ela disse, me obrigando a parar, se virou, ajoelhou na minha frente e apoiou as mãos nas minhas coxas, ferozmente agarrou a cabeça do meu pau com a boca e começou a chupar, me olhando nos olhos. Agarrei sua nuca com as duas mãos e passei a foder sua garganta. Ela aguentava bastante, não tudo, mas o suficiente para fazê-la engasgar no meu pau. Sentia a saliva escorrendo pelo meu pau e pelas bolas. Ela se levantou limpando a saliva que escorria em seu queixo, me pegou pela mão e me levou até seu quarto. Ali ela me empurrou para a cama, me aconcheguei, a vi engatinhando na cama, de olho no meu pau reluzente, babado e duro feito pedra, ela o pegou e tornou a chupar, a língua mais habilidosa que antes, faminta, parecia uma fera com fome de rola. Realmente, pelo que ela disse antes, ficou em abstinência por muito tempo e eu estava sendo aquele que estava alimentando essa vontade.

Voltei a foder sua boca novamente, dessa vez mais forte e sem muito cuidado, fazendo ela engasgar diversas vezes, melando seu rosto com saliva. Ela tirava meu pau da boca e batia em seu rosto, esfregava e punhetava dizendo que nunca imaginou que o melhor amigo do filho dela seria aquele que mataria aquela solidão, aquele que mataria o tesão acumulado de todo esses anos sem foder. Ela se levantou ficando em pé na cama, pegou um amontoado de saliva na ponta dos dedos e passou em sua buceta, que tive agora a oportunidade de vê-la amplamente, havia poucos pelos na

testa e em volta foi raspada por volta de uma semana, podia ver os pelinhos crescendo nos lábios. Hipnotizado, nem notei o momento em que ela abaixou, encaixou meu pau novamente em sua buceta e começou a quicar.

Sua buceta devorava meu pau inteiro enquanto ela me olhava nos olhos. Tomado pela luxúria, comecei a meter no ritmo, fazendo meu pau chegar um pouco mais fundo fazendo-a gemer um pouco mais alto, também podia jurar que a ouvi rosnando por um momento, talvez eu estivesse fazendo meu trabalho direito. Era engraçado e excitante ver a Dona Aiko daquele jeito, ela sempre foi tão elegante, organizada, fina, vê-la daquele jeito, com o rosto coberto de fluidos corporais e vendo ela se deleitando numa rola grossa como se não houvesse o amanhã. Falando nisso, ela gozou, gozou uma, duas, não sei quantas vezes enquanto sentava no meu pau. Sentia por causa das pernas tremendo e as paredes de sua buceta me apertando. Por causa de seu orgasmo, as pernas ficaram fracas, se acomodou um pouco no meu peito com a respiração ofegante, tentando se recuperar. Mas resolvi não dar trégua para ela, queria aproveitar aquele momento ao máximo. Agarrei seu quadril, dando alguns tapas em sua bunda e voltei a meter.

— Espera, acabei de gozar, deixa eu descansar um pouco — ela suplicou com um sorriso no rosto.

Mas não dei ouvidos, a puxei para mais perto, dando um beijo em sua boca calando-a. Passei a dar mais tapas em sua bunda, deixando a marca da minha mão e a marca da minha rola em sua buceta, arrombando ela mais e mais. Mas Dona Aiko parecia insaciável, ela começou a sentar no ritmo, quicando no meu pau e em poucos minutos, ao invés dela pedir para parar, estava pedindo para socar mais forte, mais forte, mais forte. A joguei de lado sem tirar meu pau de dentro, levantei sua perna e voltei a meter, sua buceta era tão acolhedora, tão quente, tão macia, parecia que nasci para aquele momento, nasci para tirar a Dona Aiko daquela solidão. Ela virou seu rosto e me beijou de novo, enquanto não parava de meter. Levei meus dedos até seu clitóris e comecei a masturbá-la, seus olhos se arregalaram, parecia que um enorme prazer havia tomado conta dela e em pouco segundos, ela estava gozando no meu pau de novo, e agora, parecia ser definitivo, ela não tinha mais forças. Eu já estava no meu limite também.

— Dona Aiko, vou gozar — anunciei.

— Goza dentro de mim, quero sentir...

— Tem certeza, posso mesmo?

Ela só acenou com a cabeça, passei a meter mais forte, arrumando forças sei lá de onde e então gozei dentro da Dona Aiko, enchi sua buceta de porra. No fim, ficamos um tempo em silêncio, abraçados, foi então que meus olhos pararam nas costas dela, uma tatuagem nada discreta com a ausência das roupas.

— O que significa essa tatuagem? — perguntei, mais por curiosidade.

Ela demorou um instante para responder.

— Hum…— ela virou levemente o rosto, sem pressa. — Inochi.

Fez uma pausa curta.

— Significa vida e destino.

— Sempre teve ela? Nunca tinha visto antes.

— Sim, sempre esteve aí, e a partir de hoje você a verá constantemente — ela sorriu e virou um pouco mais a cabeça, desejando um beijo em seus lábios. — Sua mãe ainda vai achar que você demorou demais aqui, avisa ela que vou precisar mais da sua ajuda, tem muitas coisas nessa casa para serem consertadas.

Ela sorriu, um pouco exausta, tirei meu pau de dentro dela e o esperma escorreu pela coxas.

— Acho melhor você ir, tenho certeza que já se passaram mais que cinco minutos — ela disse se levantando e indo em direção ao banheiro.

— Quando quiser minha “ajuda” novamente, só me chamar — falei enquanto vestia minha roupa.

— Com certeza irei precisar, querido, nos vemos depois.

Me vesti e sai do apartamento da Dona Aiko e voltei para casa, minha mãe me esperava na cozinha, aparentemente impaciente.

— Poxa, finalmente! — ela segurava uma xícara de café sentada na mesa. — Estava quase indo te buscar, porque tanta demora?

— Desculpa, devia ter avisado, fiquei tomando um café com a Dona Aiko.

Minha mãe abriu um sorriso, nitidamente feliz.

— Ah! Que bom filho, fico feliz que tenha feito companhia para ela, ela anda tão sozinha depois que o Kenji foi embora, sabe?

— Sim, ela comentou que anda muito solitária, acho que vou visitá-la mais vezes, você não se importa, não é?

— Claro que não, filho. Só não vai roubar minha amiga de mim — ela riu, brincando.

— Não vou não, mãe, fica tranquila, ela comentou que está com bastante reparos a serem feitos na casa dela, então vou ter que passar um bom tempo por lá.

Conversamos mais um poucos e então fui para meu quarto, voltar ao trabalho. Por um momento, havia me desligado completamente da vida real, como se estivesse num sonho ou numa simulação virtual.

Desde aquele dia, passei a frequentar a casa da Dona Aiko todos os dias.

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