Yasmin - PARTE 3 (O Reencontro)

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1722 palavras
Data: 02/05/2026 09:57:48
Assuntos: Heterossexual

Dois anos se passaram desde aquele dia na praia.

Yasmin agora tinha 21 anos e um corpo ainda mais escultural. Malhava religiosamente seis vezes por semana. Suas coxas eram grossas, malhadas e definidas, a barriga completamente chapada com leves marcas de abdômen, os seios pequenos e firmes continuavam empinados como sempre. Mas o que realmente chamava atenção — e o que ela mais valorizava — era o rabão. Redondo, empinado, com 118 cm de circunferência, pele bronzeada e macia, com marquinha de biquíni sempre atualizada. Quando andava de legging ou short curto, o rabo balançava com peso e firmeza, chamando olhares por onde passava. Ela sabia o poder que tinha e adorava provocar.

Mesmo assim, nada preenchia o vazio que Lucas deixou.

Eles pararam de se falar depois daquele dia. Yasmin tinha dado bronca pesada no carro, chorado, falado em estupro e amizade traída. Ele ficou quieto, dirigiu até a casa dela e nunca mais mandou mensagem. No começo ela ficou aliviada. Depois veio o arrependimento.

À noite, sozinha na cama, Yasmin se tocava pensando nele. Não era só o tamanho — 29 cm de rola grossa, veias pulsando, cabeça enorme que esticava sua boca ao limite. Era o sabor da porra dele: quente, grosso, levemente doce e salgado, uma quantidade absurda que encheu sua boca e escorreu pelo queixo. E, principalmente, era a lembrança daquele anal forçado: a dor inicial que virou um prazer sujo e profundo, o jeito como ele arrombou seu cuzinho virgem sem piedade. Antes de Lucas, ela nunca tinha dado o cu de verdade. Depois dele, nenhum outro cara conseguia satisfazer aquela fome.

Nas festas com as amigas, o pensamento voltava com força. Em uma balada no Cais de Santa Rita, Yasmin dançava no meio da pista. O shortinho preto mal cobria metade do rabão malhado, a blusa cropped branca deixando a barriga chapada à mostra. Um cara alto e moreno encostou nela por trás. Ela o levou para o banheiro feminino, ajoelhou e chupou o pau dele de 20 cm pensando em Lucas. Quando ele gozou, uma porra amarga e rala invadiu sua boca. Yasmin fez careta, cuspiu o resto e dispensou o cara na hora.

De volta em casa, tomou banho e rolou o celular por quase uma hora antes de mandar mensagem para Lucas:

“Ei, Lucas… faz tempo. Tô com saudade da nossa amizade. A gente conversava sobre tudo, ria junto… Queria saber como você tá. Beijos.”

Ele visualizou, mas não respondeu.

Três noites depois, ela saiu para uma balada nova no Marco Zero. Vestiu um vestido preto curto e justo que mal continha o rabão — o tecido esticava sobre as bandas redondas e firmes, marcando cada curva. O decote nas costas descia até a base da coluna.

A balada estava lotada. Yasmin dançava com as amigas quando viu Lucas perto do bar, de camisa preta justa e jeans escuro. Ele estava mais magro, um pouco mais alto, o mesmo ar tímido. Seus olhos percorreram o corpo dela e pararam no rabão impressionante.

Yasmin sentiu um calor imediato entre as pernas. Caminhou até ele, o rabão balançando a cada passo.

— Oi, Lucas… Quanto tempo, né?

Ele deu um aceno curto.

— Oi.

E voltou a conversar com o amigo. Yasmin insistiu, voz baixa:

— Podemos conversar em particular? Só um minuto. Lá fora, no estacionamento. Por favor.

Lucas olhou para ela por um instante, depois seguiu-a até o carro. Entraram. Ele ligou o ar-condicionado e ficou em silêncio, mãos no volante.

Yasmin respirou fundo, nervosa, e desabafou sem parar, a mão deslizando pela coxa dele até apalpar o pau por cima da calça. Lucas não afastou a mão. O pau dele endureceu rapidamente, ficando extremamente duro e latejando sob o tecido.

— Lucas… eu sei que faz dois anos e que eu fui uma idiota. Eu mandei mensagem dizendo que sentia saudade da amizade, mas você nem respondeu. Tudo bem, eu mereci. Eu te dei bronca naquele dia, falei um monte de coisa feia, disse que era estupro, que você tinha destruído nossa amizade… Mas eu menti pra mim mesma. Eu provoquei você o tempo todo na praia. Empinei esse rabo na sua frente, segurei seu pau, lambi a cabeça. Eu queria que você fizesse aquilo. E quando você meteu no meu cu… doeu pra caralho no começo, eu gritei, chorei, mas depois eu gozei. Gozei sentindo você me arrombar. E a sua porra… meu Deus, o sabor da sua porra me viciou. Quente, grossa, doce e salgada. Eu engoli tudo e ainda queria mais. Depois disso, nenhum cara chegou perto. Outro dia chupei um de 20 cm pensando em você… e a porra dele era amarga, horrível. Eu cuspi e dispensei ele na hora. Só penso em você. No seu pau de 29 cm, na grossura, na cabeça enorme esticando minha boca, no jeito bruto como você me fodeu. Eu me arrependi tanto de ter dado bronca… Eu queria ter mandado mensagem no dia seguinte dizendo que queria mais, que queria você me comendo de novo, que queria dar esse rabão todo pra você. Eu me toco quase toda noite lembrando. Meu cuzinho fica piscando só de pensar em você me rasgando de novo. Eu sei que sou uma vadia por falar tudo isso agora, mas eu não aguento mais. Eu sinto saudade da nossa amizade, sim… mas sinto muito mais tesão por você. Por favor, fala alguma coisa… me xinga, me manda embora, mas não fica calado assim.

Ela parou de falar, ofegante, lágrimas de nervoso brilhando nos olhos, a mão ainda apertando o pau extremamente duro dele por cima da calça.

Lucas respirou fundo, olhou para ela e, com voz rouca e baixa, perguntou:

— Você quer beber algo quente e viscoso?

Yasmin mordeu o lábio, os olhos brilhando de desejo. Sem dizer nada, ela abriu o zíper dele e puxou o pau para fora. Estava monstruoso — 29 cm de rigidez latejante, veias grossas pulsando, a cabeça inchada e brilhante ainda maior do que ela lembrava. Ela ficou admirando, hipnotizada, passando os dedos devagar pela extensão toda.

De repente, Lucas segurou a nuca dela com firmeza e forçou sua cabeça para baixo. Yasmin abriu a boca ao máximo, tentando engolir a cabeça enorme. Não conseguiu. Os lábios esticaram dolorosamente, mal passando da glande. Ela gemeu frustrada, mas não desistiu. Começou a mamar só a cabeça, sugando com pressão forte, língua girando em círculos lentos, baba escorrendo abundante pelo queixo e pingando nos seios. Por quase quinze minutos ela chupou assim, concentrada, alternando sugadas profundas na glande com lambidas longas pela fenda, gemendo vibrado contra a pele quente.

Por fim, ela tirou a boca, respirando pesado, fios de baba conectando seus lábios ao pau.

— Caralho, Lucas… acho que aumentou de tamanho. Tá ainda mais grosso… a cabeça mal cabe na minha boca agora.

Ela sorriu safada, olhos marejados de esforço, e voltou a chupar, falando besteira entre uma sugada e outra:

— Hmm… que delícia… esse pau é uma aberração… vou tentar engolir mais fundo… engasgar pra você… quero sentir ele pulsando na minha garganta… me usa, vai… me faz babar inteira como aquela vadia que você arrombou na praia…

Lucas segurou mais uma vez a nuca dela com firmeza e forçou sua cabeça para baixo. Yasmin abriu a boca ao máximo, tentando engolir a cabeça enorme. Não conseguiu de primeira. Os lábios esticaram dolorosamente. Ele empurrou mais. O pau deslizou fundo, invadindo a garganta dela. Yasmin sufocou, olhos arregalados, mãos batendo desesperadas nas coxas dele. O corpo dela se debatia, baba escorrendo em fios grossos, lágrimas descendo pelo rosto. Quando o nariz dela finalmente tocou o púbis dele, Lucas deu três estocadas fortes e profundas. Então gozou — uma carga descomunal jorrando direto no estômago dela. A porra era tanta que subiu em refluxo pelo nariz, melando o rosto, o queixo e o colo dos dois.

Ele soltou a nuca dela enquanto ainda gozava. Yasmin se afastou arfando, tossindo violentamente, respirando forte com a boca aberta. Jatos quentes e grossos ainda acertavam sua língua, seus lábios e o interior da boca. Ela tentou se recompor, o peito subindo e descendo rápido, o vestido melado de baba e porra.

— Porra, Lucas… — murmurou ela, voz rouca e entrecortada, lambendo os lábios inchados. — Você quase me matou… e eu ainda quero mais.

Ela começou a lamber tudo, limpando o corpo dele com a língua. A porra ainda escorria do pau dele, que continuava duro feito pedra. Yasmin lambeu a cabeça, a extensão toda, as bolas, engolindo cada gota que descia. Lucas olhou para baixo, respirando pesado.

— Você é uma puta mesmo — disse ele, voz rouca.

Yasmin riu, safada, sem parar de lamber e beber a porra que ainda escorria do pau duro dele.

— E você adora isso… — respondeu ela, lambendo devagar a cabeça latejante. — Olha como ainda tá duro… acho que a noite tá só começando.

Lucas segurou o queixo dela, erguendo seu rosto melado.

— Fica de quatro.

Yasmin obedeceu rápido, virando-se no banco do carro e empinando o rabão malhado. O vestido subiu até a cintura, expondo a buceta inchada e molhada. Lucas não esperou. Encaixou a cabeça grossa e meteu em uma estocada longa e forte. Yasmin gritou alto, o corpo tremendo.

Ele começou a foder com estocadas profundas e ritmadas, puxando quase tudo e enfiando até o talo. Cada investida fazia o rabão balançar pesado. Yasmin gemia rouca, mistura de dor e tesão.

— Aaaah! Lucas… tá fundo demais… ai, caralho… assim dói gostoso… me fode mais forte!

Ele acelerou, as bolas batendo contra ela, as mãos apertando os quadris. Yasmin gritava e gemia, o corpo suado, o rabão tremendo a cada estocada.

— Vou gozar — rosnou ele, voz rouca.

— Goza na minha boca de novo… Quero tomar mais leite! — pediu ela, desesperada.

Lucas tirou o pau da buceta dela com um som molhado, segurou a base e puxou Yasmin pelo cabelo. Ela virou rápido, abriu a boca e colocou a língua para fora. Ele gozou com força — jatos grossos, brancos e abundantes explodiram direto na língua dela, enchendo a boca em segundos. Alguns jatos acertaram os lábios, o nariz e os seios. A porra era quente, viscosa e tinha aquele sabor viciante que ela tanto lembrava. Yasmin engoliu o que conseguiu, tossindo e gemendo, enquanto o resto escorria pelo queixo e pingava nos seios.

— Porra… que delícia de leite — murmurou ela, lambendo os lábios melados, ainda de quatro e ofegante.

-CONTINUA...

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