LOGO QUE CASEI

Um conto erótico de BONECO
Categoria: Heterossexual
Contém 2426 palavras
Data: 15/05/2026 16:38:01
Última revisão: 15/05/2026 17:05:21

Logo que casei a situação não era muito boa. Acostumado a ter tudo pago na casa dos pais, assumir as despesas da casa não foi fácil. Minhas economias foram para dar entrada na casa, então tinha só o salário para bancar a casa e a mulher.

Ela ainda estava na faculdade e não trabalhava. Eu na casa dos 23 e ela com 25. Tinha voltado a estudar e eu dei a maior força.

Mas os boletos não paravam de chegar. Então , dentro das opções fiz a possível. Hora extra e trabalho extra.

Esse stress do dia a dia foi me tirando do normal. Comia pouco, dormia pouco, e quando me dei conta , percebi que até o sexo eu tinha parado. Tentei algumas vezes e falhei, não consegui endurecer. Acabei fazendo ela gozar chupando a buceta dela. Mas ela cobrava mais.

Ela era bonita , 1,60, coxas grossas e bundinha empinada, apesar de ser magrinha. usava aqueles cabelos loiros grandes, tipo a Farrah das panteras dos anos 70. Muito falante e simpática estava sempre envolvidas com amigos e amigas da faculdade.

Num sexta a noite cheguei quase as 10 horas e encontrei ela reunida com uns colegas fazendo um trabalho para a faculdade. Eram 2 meninas e 2 rapazes. Fiquei um pouco com eles, pessoal super bacana. Todos mais novos que nós , papo legal. Logo um casal foi embora. Vi a menina falar algo no ouvido da minha mulher. Achei estranho. Logo Minha esposinha levantou e me chamou na cozinha.

----amor o pessoal quer acender um baseado, tu te importa ?

Eu não usava e não curtiua, ma também não queria parecer antiquado . Liberei.

Eles acenderam , teram um pega e passaram para minha mulher. Ele me olhou e eu acho que consenti com o olhar. Ela fumou e logo me passou dei um pega. Passei de volta e a roda seguiu.

Quando me dei conta estavam todos rindo, mas em mim o efeito foi diferente. Me deu sono. Fui deitar .

Acordei uma hora depois , meio sonzo. Nem liguei a luz , só segui a claridade da sala. Parei na porta e o que vi me deixou boquiaberto.

Minha mulher sentada beijando a menina sentada ao lado dela e o cara chupando a buceta da menina. Fiquei quietinho assistindo, logo ele trocou e passou a chupar a buceta da minha esposinha. Ele abriu as pernas , ela estava de saia, já com a calcinha afastada, ele meteu a cara bem devagar e e ficou lambendo sua buceta cabeluda bem lentamente. Confesso que o que mais me deixou perplexo, foi o fato do meu pau começar a endurecer.

Não queria, mas comecei a me punhetiar lentamante. O cara para de chupar , levantou , puxou a corpo da amiga para a ponta do sofa , baixou a calça e tirou a pika para fora já dura. Diga-se de passagem, uma pika enorme, muito maior do que a minha, tranquilamente tinha mais de 20cm. Comparada com a minha que não passava dos 14, era enorme.

Abriu as pernas da menina e enterrou o pau de uma vez só na bucetinha da menina. Ficou dando umas estocadas fortes por um tempo , depois agarrou ela no colo , girou e sentou no sofa, com ela por cima.

Aí foi a menina que começou a rebolar e se contorcer na pika do rapaz. Logo as bocas se encontraram , ora ele beijava a menina , ora a minha mulher, ora os tres juntos. A essa altura eu já estava quase gozando, parei a punheta para segurar o gozo. Queria ver onde ia parar aquilo.

Em seguida o cara agarrou a cintura da menina e passou a comandar as ações. Segurando firme , levantando e baixando a menina contra sua pika. Logo gozou. Tirou a menina de cima, e forçou ela a se ajoelhear na frente dele.

A menina de joelhos, abocanhou o pau cheio de porra e foi limpando a pika que ainda estava dura. Ele ficou beijando minha mulher por um tempo, e logo a menina levantou e tirando ele da boca dela. De pé ela beija minha mulher, num longo beijo de lingua. Dava para ver o brilho da porra babada que escorria da boca delas. De novo quase gozei, sem me tocar. A minha esposinha nunca tinha experimentado minha porra, poucos vezes me chupou. O cara aproveitou que estava livre e meteu a mão na buceta da minha esposinha. Ela tentou tirar a mãe dele, fiquei feliz por ela resistir. Mas não durou muito, ele voltou a insistir e ela cedeu. Enviou um ou mais dedos na buceta dela, e senti ela estremecer. Ele afastou a menina, ficou de pé em frente a ela, e balançou aquela pika grande e dura quase encostando na cara dela. A menina colocou a mão na cabeça da minha mulher e puxou para frente. Logo minha esposinha abocanhou o pau do macho, e chupou como nunca fez comigo. Chupava com vontade, com prazer, e quando tirou da boca, abriu a pernas e puxou ele para baixo. O macho entendeu a mensagem e cravou o pau na buceta dela. Ela soltou um gemido e se entregou totalmente para o macho.

Eu estarrecido, gozei sem me tocar. Ele continou comendo ela por uns 5 ou 10 minutos, fiquei sem noção do tempo, e quando ele agarrou a cintura e começou a puxar para frente e para trás, não resisti. Começei a me punhetiar de novo. Meu pau endureceu na hora. Ouvia os gemidos da mulherzinha gozando no pika do macho. Ele continou socando com força, e desta vez demorou um pouco mais a gozar. Acho que uns 10 minutos depois gozou na bucetinha dela.

Tirou o pau ainda duro, levantou e balançou na frente dela. Minha esposinha , agora nem resistiu. Foi ao encontro do pau e engoliu ele inteirinho na boca. Chupou um tempinho e depois ficou lambendo como pirilito, para deixar o pau dele bem limpinho.

Ele se ajeitou, vesti-se e a menina estava fazendo o mesmo. Corri para a cama , e escondi embaixo das cobertas. Fiquei esperando de pau duro, e logo minha esposinha deitou-se só de calcinha.

Esperei um minutinho, e abracei-a com carinho. Ela estava deitada de lado, e me aconcheguei nela , meio de conchinha. Passei a mão nas sua teta (ela adora), mas ela estava meio apagada. Beijei seu pescoço e orelha, mas ela não reagia. Escostei o pau duro na sua bundinha, mas ela resmugou algo e apagou. Levei a mão até sua buceta, estava toda melacada, acho que ainda tinha até porra do macho. Fiquei com um pouco de nocho, mas estava cheio de tesão. Virei ela e deitei-me por cima dela, levei meus lábios ao dela, e forcei um beijo, com a lingua abri seus lábios, e coloquei para dentro. O gosto era azedo, ou doce, não sei, tinha cheiro de sexo, e gosto de porra. Mesmo assim fui beijando , e aos poucos ela foi despertando. Resmungando que queria dormir. Mas não dei ouvidos a ela.

Abri suas pernas, afastei a calcinha para o lado, e meti minha piroquinha na xaninha melecada. O pau escorregou para dentro, e logo começei a bombear. Ela foi acordando aos poucos, , me deu um longo beijo de lingua e em 2 ou 3 minutos eu já estava gozando.

Ela nem tinha começado a se esquentar, e eu já tirando o pau mole da buceta dela. Vi a cara de frustação dela, virou de costas para mim, e dormiu, sem dizer nada. Logo adormerci, sem tempo de pensar em tudo que tinha acontecido naquela noite.

No outro dia acordamos e não toquei no assunto nem ela. Volatamos a nossa vidinha, e eu particularmente a minha correria.

Duas semanas depois, numa sexta , um pouco mais cedo, preparo a janta, e logo minha esposinha chega :

---oi, amor...o Betão veio terminar um trabalho aqui, tu bem ? Olhei e vi o macho da pika grande.

---Claro que não, fiquem a vontade. Eles abriram os cadesrnos e livros, mas nais falavram e cochixavam do que escreviam. Jantamos, e logo esqueceram o trabalho. No final da segunda garrafa de vinho, ela pergunta se ele pode acebder um baseado. Concendi. Ele fumou passou para minha esposinha, que passou para mim.

Logo eles estavam rindo, eu fingi estar com sono, disse que o vinho mais o baseado tinham me deixado mal. Fui para o quarto , apaguei a luz , mas deixei a porta aberta.

Uns 5 minutos depois levantei, e fui espiar pela porta. Minha mulherzinha estava sentada no colo dele no sofâ , beijando o macho. Logo ela tirou a blusa e ele ficou chupando as tetas dela. Em seguida ela levantou deixou cair a calça, e tirou a calcinha. Ele aproveitou colocou o corpo para frente e caiu de boca na bucetinha pentelhuda da minha esposinha. Chupou uns 5 minutos e ao mesmo tempo em que ia se livrando das roupas. Trocaram de lugar ela sentou e ele ficou de pé balançando aquela pika enorme na frente dela . Mas não por por muito tempo, por que ela logo abocanhou o pau dele e passou a chupar com vontade.

Eu já de pau duro asssitindo. Logo ele levanta, passa por tras dela, e força as costas dela em direção ao sofâ. Ainda de pé , se segurando no encosto do sofâ, ela abre as pernas e o macho sem perder tempo envia o kacete na xaninha dela. Escorregou tudo para dentro, e me dei conta que parecia que ela estava acostumada a engolir aquela pika , por uma pika desses sempre encontra resistencia.

Mas de pau duro o pensamentos se concentram em outra coisa. Não conseguia ver a cara dela, mas escutava seus gemidos. O macho socava com força, e ela gemia com prazer. Me segurei para não gozar. Parei a punheta e fiquei só olhando minha esposinha ter prazer de verdade. Acho que uns 10 minutos depois ele acelera os movimentos e goza dentro da xaninha dela. Ela tira o corpo para frente, fazendo a pika sair . Senta no sofâ e engole a pika ainda dura , melada de porra. Chupa por um tempinho, o cara se contorcendo de prazer também. Ele é que tira a cabeça dela da pika e senta exausto ao lado dela. Ela levanta e me imediatamente volto para cama quietinho.

Logo ela volta com 2 cervejas e dá uma espiadinha no quarto. Fingi dormir , mas vi pelo cantinho do olho.

Esperei uns 10 minutos, não estava escutando nada. Pela fresta da porta vi minha esposinha sentada ao lado do macho, peladinha , escorada no ombro dele, e com mão brincando no pau dele. Aí escuto ele falar :

---para , não mexe. Tenho que ir embora...Disse eel tirando a mão dela do pau.

Ela tirou a mão, se afastou um um pouco o sofâ, e caiu de boca na pika dele.

----Melhor tu parar, tenho que ir embora. Se o pau ficar duro vou comer o teu cu. Falou ele alisando os cabelos dela.

Acho que ficou duro, por que ele começou a forçar a cabeça dela para baixo . Em seguida levantou e fez minha mulherzinha ajoelhar e ficar de 4 no chão, com corpo apoiado no sofâ. Se ajoelhou atrás dela, abriu suas pernas e depois abriu as bandas da bunda dela, deu um cuspida no rego, e depois pincelou o pau na xaninha dela, antes de cutucar seu cuzinho dom a pika dura.

Ela deu um pulo para frente, claro que não tinha entrado. Pelo menos para mim ela nunca tinha dado o rabo, isso que tentei umas 3 ou 4 vezes. Ela nunca deixou, nem o dedo eu tinha enviado.

---Eu avisei, tudo provocou, agora vai levar. Relaxa e abre esse cu. Falou ele se abrindo as bunda dela e dando outra cuspida. Encostou o ventre dela no sofâ, para ela poder escapar. Apontou o pau, e encostou no seu anelzinho. Deu uma forçada, e acho que entrou a cabeça, por que ela deixou escapar um gritinho. Ele esperou, socou mais um pouco. Aos poucou ele foi forçando , e cuzinho dela foi engolindo a pika grossa. Ela gemia e as vezes , acho que esquecia que eu estava no quarto,por que dava uns gritinhos de dor.

Eu , claro de pau duro, mas sem me masturbar, guardando o leitinho para dar para ela depois.

Vi o macho encostar o corpo nela. Aí parou. Esperou ela se acostamar. E focou abraçando ela, mexendo nos seus cabelos, no seu peito, enviando alternando o dedo na boca e na buceta dela. Ela foi relaxando, gemendo mais baixinho, e ele sentiu que ela estava preparada.

Agarrou ela pela cintura e começou um vai vem. Primeiro bem suave, depois bem forte. Parava , dava tres ou quatro estocadas fortes, e depois ficava paradinho. Cada metida ela deixava escapar um sussuro, um gemido. Eu fui ficando louco, mas resisti, sem gozar.

Depois de um tempinho ele aumentou bastante o ritmo, dando 10 ou 12 estacadas seguidas, com muita força. Acho que estva doendo, por que ela pedia para ele parar. Mas ele respondeu :

----agora tu aguentar, relaxa que vou encher esse rabo de leite.

Segui metendo com força, e com urro bem alto, gozou dentro dela. Deixou-se cair sobre ela. Eficaram assim uns minutos. Depois ele tirou o pau, bateu na bunda para tirar o resto de porra, pegou a a blusa dela e limpou o pau. Vestiu rapidamente e disse que tinha que ir embora. Ela não se mexia, parecia exausta. Ele ajudou ela a se levantar. Abriu a porta para ele , trocaram um beijo rápido e ele se foi. Quando ela fechou a porta , voltei para cama.

Ela entrou em seguida, só de calcinha, deitou quietinha. Eu ainda só mexi no pau que endureceu na hora. Ela estava deitada de costas para mim. Abracei ela, beijei seu pescaço. Ela estava acordada e ouvi ela chorar baixinho. Fiquei só abraçado um tempo . Quando ela parou virei ela e deite-me por cima. Beijei seu rosto salgado das lágrimas e depois sua boca com gosto de pika. Ajeitei o pau na sua xaninha e meti devagar. Ela voltou a choramingar. Abracei com carinho. Dei mais umas 4 ou 5 metidas e gozei. Deixei o pau amolcer dentro dela, sai de cima dela, transamos nossas pernas e dormimos abraçadinhos.

Ela levantou mais cedo, e quando levantei vi alguns pingos de sangue , misturados com porra no lençol. Tapei com o cobertor , para ela não perceber que eu tinha visto.

Claro que não parou por aí....mas fica para outros contos...

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Comentários

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O famoso corno manso.

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Sim. Sempre tive ejaculação precoce, então não consigo dar prazer para as mulheres. Então deixei ela ser feliz. Um dia ela me contou que tinha brigado na empresa e tinham chamado ela de : mal comida .

Pior é que era verdade. ela estava sempre braba e brigando com todos. Depois que eu liberei ela para outros amchos, ficou boazinha, sempre alegre..

faria tudo de novo......

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