Após desligar o telefone, fiquei alguns segundos parada, ainda sentindo o corpo arrepiado com as palavras de Marina. Respirei fundo e me virei para os meninos.
— Gegê, Henrique… vocês podem ir até a mercearia pequena que fica a uns 5 minutos daqui? Preciso de ingredientes pra fazer um macarrão pra gente jantar. Compra massa, molho, queijo, carne moída… o que achar de bom.
Os dois concordaram sem reclamar e saíram na caminhonete, me deixando sozinha na casa rústica.
A chuva ainda caía forte lá fora. Entrei no banheiro pequeno e simples. O teto tinha algumas goteiras, pingando água num balde que alguém havia colocado no chão. Tirei a roupa devagar, o corpo ainda dolorido, e entrei debaixo do chuveiro.
A água quente caiu sobre mim. Olhei para baixo, abrindo um pouco as pernas. Minha buceta estava inchada, vermelha e sensível. Os lábios maiores estavam marcadamente abertos, ainda latejando do tamanho brutal que tinha me fodido há pouco. Consegui ver claramente a marca do estiramento que o pau de 22cm de Henrique havia causado.
Meu corpo queimava de tesão só de lembrar. Senti um novo latejar entre as pernas, um calor subindo pela barriga. Mas meu coração e minha mente pesavam como chumbo.
— O que eu fiz… — murmurei baixinho, quase sem voz, encostada na parede fria do banheiro. — Eu amo o Maurício… amo tanto ele… o que eu estou fazendo da minha vida?
As lágrimas se misturaram com a água do chuveiro. Eu me sentia suja, excitada, culpada e viva ao mesmo tempo. Uma confusão perigosa que só parecia crescer.
Fechei os olhos, ainda sentindo o fantasma daquele pau enorme me abrindo, me preenchendo como nunca tinha sido preenchida antes. Meu clitóris pulsava. Minha mão desceu lentamente pela barriga, mas parei antes de chegar lá.
— Não… — sussurrei para mim mesma.
Fiquei ali, debaixo da água quente, tentando organizar os pensamentos enquanto a chuva caía forte lá fora e Gegê e Henrique estavam prestes a voltar.
Pouco depois, Gegê e Henrique retornaram da mercearia com os ingredientes. Eu tinha encontrado um vestido curto florido que havia deixado na fazenda da última vez que vim passar o fim de semana com Maurício. Ele já não servia mais direito em mim — estava bem mais justo, marcando meus seios siliconados, apertando minha cintura e mal cobrindo a metade das minhas coxas. Qualquer movimento mostrava mais do que deveria.
Preparei o macarrão na cozinha simples da casa. Quando terminei, Gegê foi tomar banho. Henrique se aproximou por trás, falando baixo:
— Eu adorei a ajuda no celeiro, Jaque… Você é gostosa demais. Nunca imaginei que fosse tão safada.
Senti meu rosto queimar. Tentei manter a calma, mas minha voz saiu trêmula:
— Henrique… aquilo foi um erro. Eu sou casada. Não pode mais acontecer.
Ele sorriu, chegando mais perto, quase encostando o corpo no meu:
— Eu sei que você é casada. Mas seu corpo pedia isso, Jaque. Eu senti como você me apertava… como você gozava.
Ele estava perto demais. Senti meu corpo se arrepiar inteiro, os mamilos endurecendo contra o tecido fino do vestido. Meu coração batia descontrolado.
Durante o jantar, Gegê jogou indiretas o tempo todo, com aquele sorrisinho sarcástico:
— E aí, o que vocês fizeram durante aquelas duas horas de chuva no celeiro? Deve ter sido… intenso.
Henrique e eu nos entreolhamos. Disfarçamos o melhor que pudemos:
— Só conversamos e esperamos a chuva passar — respondi rapidamente.
— É… nada demais — completou Henrique.
Após o jantar, fui verificar os quartos. O quarto principal, que tinha a cama de casal, estava com o colchão molhado por causa das goteiras. Henrique e Gegê olharam e disseram quase juntos:
— É melhor colocarmos o colchão na sala. A gente dorme cada um num sofá velho.
Eu aceitei, mas senti uma apreensão forte no peito.
Mais tarde, resolvi dar uma volta na fazenda a cavalo para tentar esfriar a cabeça. Voltei quase uma hora depois. Quando entrei na casa, Henrique estava na varanda, sob a chuva fina que ainda caía.
Ele estava de costas, bermuda abaixada, masturbando aquele pauzão de 22cm com a mão. O movimento era firme e ritmado.
Ele me viu. Não parou. Apenas virou o rosto e disse com a voz rouca:
— Você quer, não quer? Não precisa mentir pra mim, Jaque.
Fiquei parada ali, na porta da varanda, olhando para ele. Minha mente e meu coração gritavam “não”. Eu amo o Maurício. Isso é errado. Mas meu corpo… meu corpo queimava. Sentia a buceta latejar, os seios pesados, a respiração curta.
Eu simplesmente fiquei ali, imóvel, sem saber o que fazer, enquanto a chuva fina molhava meu vestido curto e Henrique continuava se masturbando devagar, olhando nos meus olhos.
Voltei para dentro da casa, o coração disparado. Fechei a porta da varanda e tentei me deitar no colchão que havíamos colocado na sala. Mas o sono não vinha.
Pensava no Maurício sozinho em casa com a Marina. O que eles estariam fazendo agora? Ela com aqueles shortinhos curtos, sem calcinha, se insinuando para ele? A imagem me consumia de ciúmes. E Henrique lá fora, debaixo da chuva fina, masturbando aquele pau monstruoso…
Senti minha buceta molhar novamente. Estava encharcada. Meu clitóris latejava. Levantei-me, tremendo, e voltei para a varanda.
Henrique ainda estava lá, o pau duro na mão.
— Henrique… eu não sei o que há comigo, mas eu…
Ele não me deixou terminar. Virou-se, o olhar intenso queimando o meu, e disse com a voz rouca:
— Vem cá, Jaque. Aproxima.
Eu me aproximei como se estivesse hipnotizada. Ele pegou minha mão e colocou sobre seu pau. Comecei a masturbar devagar, sentindo a grossura latejar, as veias pulsando contra minha palma.
Henrique gemeu e me puxou para um beijo quente, dominador. Suas mãos grandes subiram pelo meu vestido curto, apertando minha bunda empinada. Ele me virou de costas contra a parede da varanda, abaixou meu vestido e chupou meus seios siliconados com fome, mordendo os mamilos enquanto enfiava dois dedos grossos na minha buceta molhada.
— Tão molhada pra mim… — rosnou ele.
Me virou de frente, levantou uma das minhas pernas fortes e posicionou a cabeça grossa do pau na entrada da minha buceta. Empurrou devagar. Eu gemi alto quando senti ele me abrindo. Era enorme. Centímetro por centímetro, ele foi entrando até me preencher completamente.
— Ai meu Deus… Henrique… você é muito grande… — gemi, cravando as unhas nos braços dele.
Ele começou a meter. Primeiro devagar, depois mais forte. O pauzão de 22cm entrava e saía quase inteiro, esticando minha buceta ao máximo. O barulho molhado era alto, misturado com a chuva.
Ele me fodeu contra a parede, depois me deitou sobre a mesa de madeira da varanda, abriu bem minhas pernas e meteu fundo, olhando nos meus olhos verdes. Meus seios balançavam a cada estocada forte.
— Tá gostando do meu pau, Jaque? — perguntou ele, acelerando.
— Sim… porra… tá muito bom… — respondi, quase chorando de prazer.
Ele me virou de quatro sobre a mesa. Segurou minha cintura e meteu com força, batendo contra minha bunda empinada. Eu gozei pela primeira vez assim, tremendo inteira, apertando o pau dele enquanto gemia alto.
Henrique não parou. Me puxou para o colchão na sala, me colocou por cima e me fez quicar no pauzão. Eu rebolava, descendo até o fundo, sentindo ele bater no meu útero. Gozei pela segunda vez, gemendo o nome dele.
Por fim, ele me colocou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu fundo e rápido. Com um gemido rouco, ele gozou. Jatos quentes e grossos de porra explodiram dentro de mim, enchendo minha buceta. Ele continuou metendo devagar até tirar tudo.
Ficamos ofegantes, suados, abraçados.
Eu tinha acabado de trair Maurício de verdade… e o pior é que eu queria mais.
Ainda ofegante, deitada de lado no colchão da sala, senti o pau de Henrique ainda latejando dentro de mim. Ele tinha acabado de gozar forte, enchendo minha buceta de porra quente. Eu olhei para o lado… e gelei.
Gegê estava parado na porta da sala, completamente pelado, segurando seu pau grosso de 19 centímetros com a mão. Ele assistia tudo em silêncio, os olhos pretos expressivos brilhando de tesão.
Henrique percebeu e sorriu, malicioso. Ele ainda não tinha amolecido. Puxou o pau para fora devagar, deixando um rastro grosso de porra escorrendo da minha buceta inchada.
— Round 2 — murmurou Henrique, virando-me de quatro no colchão.
Ele não esperou. Enfiou aqueles 22 centímetros grossos de uma vez, até o fundo. Eu gemi alto, sentindo ele me abrir novamente. Henrique começou a meter com força, segurando minha cintura, batendo sua pelve contra minha bunda empinada. Cada estocada fazia meus seios siliconados balançarem pra frente.
Gegê continuava ali, masturbando devagar seu pau de 19cm, vendo tudo.
Eu estava encharcada, excitada demais com a situação. Olhei para Gegê, respiração entrecortada, e chamei com a voz rouca:
— Gegê… vem cá…
Ele não hesitou. Aproximou-se. Eu segurei seu pau grosso com a mão direita enquanto Henrique me fodia forte por trás. Comecei a masturbar Gegê, depois abri a boca e coloquei a cabeça dele dentro, chupando com vontade.
— Porra, Jaque… — gemeu Gegê, segurando meu cabelo loiro.
Henrique metia cada vez mais fundo, dando tapas na minha bunda:
— Isso, mamãe… chupa ele enquanto eu te fodo.
Eu gemia com o pau de Gegê na boca, babando bastante, enquanto Henrique estocava sem parar. Meu corpo curvilíneo tremia a cada investida. Gegê fodia minha boca com cuidado, mas com tesão, segurando minha cabeça.
Henrique me puxou para cima, ainda metendo, e me fez ficar de quatro entre os dois. Eu chupava Gegê enquanto Henrique me comia por trás. Depois eles trocaram: Gegê me penetrou devagar, sentindo minha buceta apertada e cheia da porra de Henrique, enquanto eu chupava o pauzão de 22cm do Henrique.
— Você é uma puta gostosa… — rosnou Henrique, enfiando o pau fundo na minha garganta.
Gegê metia com ritmo, suas 19cm grossas me enchendo bem. Eu gozei pela terceira vez, gemendo alto com o pau de Henrique na boca, o corpo inteiro tremendo.
Eles continuaram me usando por mais tempo — me virando, me fodendo, me fazendo chupar um enquanto o outro me comia. Eu estava completamente entregue, molhada, suada e gemendo como nunca.
Henrique continuava metendo forte por trás enquanto eu chupava Gegê. Eles me viraram de novo, me deitando de costas no colchão. Gegê se posicionou entre minhas pernas, segurou seu pau grosso de 19 centímetros e esfregou a cabeça na minha entrada encharcada, ainda cheia da porra de Henrique.
— Quero sentir você… — murmurou ele, entrando devagar.
Eu gemi alto quando senti ele me preenchendo. Gegê era mais grosso do que eu imaginava. Ele começou a meter com ritmo firme, segurando minhas pernas abertas. Seus quadris batiam contra mim, fazendo um barulho molhado alto.
— Ai… Gegê… assim… — gemi, cravando as unhas nas costas dele.
Henrique se ajoelhou ao lado da minha cabeça e enfiou o pauzão de 22cm na minha boca. Eu chupava o máximo que conseguia, babando, enquanto Gegê me fodia cada vez mais forte.
Gegê acelerou, metendo fundo e rápido. Eu gozei pela terceira vez — um orgasmo forte, que fez minha buceta apertar o pau dele com força, tremendo inteira enquanto gemia com o pau de Henrique na boca.
Eles me viraram de lado. Henrique ficou atrás e enfiou novamente aqueles 22cm, me fodendo fundo. Gegê ficou na frente, enfiando seu pau na minha boca enquanto apertava meus seios siliconados. Eu gozei pela quarta vez assim, quase sem forças, o corpo convulsionando de prazer.
Gegê me colocou por cima dele. Eu sentei devagar no seu pau de 19cm, rebolando, sentindo ele me encher por completo. Henrique se ajoelhou atrás e meteu na minha buceta também, tentando abrir espaço junto com Gegê. A sensação de estar sendo esticada pelos dois ao mesmo tempo foi avassaladora. Eu gozei pela quinta vez, gritando, o corpo inteiro tremendo descontroladamente.
Finalmente, eles não aguentaram mais.
Gegê foi o primeiro. Segurou minha cintura com força e gozou dentro de mim, jorrando porra quente fundo na minha buceta. Logo depois, Henrique tirou o pau e gozou sobre meus seios e minha barriga, longos jatos grossos que cobriram minha pele.
Eu desabei deitada no colchão, suada, ofegante, com porra escorrendo da minha buceta e cobrindo meus seios.
Fiquei olhando para o teto por alguns segundos, a realidade caindo sobre mim como um peso.
— Meu Deus… o que eu acabei de fazer? — murmurei baixinho, quase sem voz, cobrindo o rosto com as mãos.
Meu corpo ainda tremia de prazer, mas minha mente estava em completo caos. Eu tinha acabado de transar com os dois ao mesmo tempo… e tinha gostado.
Acordamos os três na sala da casa rústica, o clima pesado e silencioso. A chuva tinha diminuído, mas o ar ainda estava úmido. Mal nos falamos. Eu me sentia envergonhada, suja e confusa. Gegê e Henrique também pareciam evitar meu olhar.
Enquanto tomávamos café, Gegê, com aquele jeito curioso e direto, me olhou e perguntou baixo:
— Jaque… gostou de ontem à noite?
Senti meu rosto queimar. Não respondi. Apenas baixei os olhos e continuei mexendo o café. Henrique deu um meio sorriso, mas também ficou quieto.
No meio da manhã, meu celular tocou. Era Maurício.
— Amor, tudo bem por aí? Eu e a Marina estamos bem. Ela está me ajudando aqui em casa, cozinhou até. Não se preocupa, tá?
A voz dele era carinhosa. Eu respondi com a garganta apertada, sentindo uma culpa enorme. Desliguei e fiquei olhando para o nada.
Henrique saiu para verificar a estrada e voltou dizendo:
— A estrada ainda está ruim, mas deve liberar até o final do dia.
O dia passou devagar. Nós três fizemos alguns trabalhos na fazenda: alimentamos os cavalos, arrumamos o celeiro e cuidamos de pequenas coisas. A tensão sexual entre nós era palpável.
No fim da tarde, enquanto Gegê estava sozinho no estábulo, eu me aproximei. Sem dizer muita coisa, eu o empurrei contra a parede, abaixei sua bermuda e chupei seu pau grosso de 19cm com vontade. Ele me fodeu de pé, segurando minha perna, metendo fundo até gozar dentro de mim.
Mais tarde, já quase anoitecendo, foi a vez de Henrique. Ele me pegou no banheiro da casa. Me colocou sentada na pia, abriu minhas pernas e me comeu com força, aqueles 22cm me abrindo toda novamente. Eu gozei tremendo, mordendo seu ombro para não gritar. Ele gozou logo depois, enchendo-me mais uma vez.
Sempre separados. Sempre rápido e intenso.
Por volta das 20h, uma vizinha da fazenda passou e nos avisou:
— A estrada vai liberar só às 23 horas. O pessoal da prefeitura está terminando de drenar a lama agora.
Eu suspirei, cansada e confusa. O dia tinha sido um turbilhão de culpa, prazer e desejo proibido.
Agora só restava esperar a liberação da estrada… e lidar com tudo o que eu tinha feito.
Por volta das 21h, tomei uma decisão. Não queria mais me sentir fraca e dominada pelos acontecimentos. Chamei Henrique e Gegê para a sala da casa rústica. Os dois se sentaram no sofá velho, me olhando com expectativa. Eu estava de pé, ainda vestindo o vestido curto florido que mal cobria minhas coxas.
— Prestem atenção — comecei, com a voz mais firme que consegui. — O que aconteceu aqui na fazenda não vai se repetir. Nunca mais. Eu amo o Maurício. Isso foi um erro grave e eu estou arrependida. Quando voltarmos para casa, tudo volta ao normal. Entenderam?
Eles ficaram em silêncio. Respirei fundo e continuei:
— Mas como ainda vamos ficar aqui mais algumas horas… eu vou dar a vocês um sexo de despedida. Só hoje. Só agora. Depois que sairmos dessa fazenda, nunca mais vai acontecer nada entre nós. Nem um toque, nem um olhar. Isso acaba aqui. Entendido?
Henrique abriu um sorriso lento e respondeu, quase debochado:
— Será…
Ignorei o tom dele. Meu corpo já estava reagindo só de falar aquilo em voz alta.
— Vão tomar banho. Os dois. Voltem em quinze minutos limpos.
Enquanto eles estavam no banho, tirei o vestido e fiquei completamente nua no colchão da sala. Meu coração batia forte, a mente gritando que eu estava errada, mas minha buceta latejava de tesão.
Eles voltaram juntos, só de bermuda. Eu me levantei e comecei com Gegê. Beijei ele com desejo, desci a mão e segurei seu pau grosso de 19cm, já bem duro. Me ajoelhei e chupei com vontade, descendo a boca o máximo que conseguia, babando bastante enquanto masturbava a base.
Depois montei nele. Sentei devagar, sentindo ele me abrir. Rebolei fundo, quicando no pau de Gegê enquanto Henrique assistia, acariciando seu pauzão de 22cm. Gegê apertava meus seios siliconados, chupava meus mamilos e metia para cima, gemendo meu nome.
— Jaque… você é tão apertada… — grunhia ele.
Mudei de posição. Fiquei de quatro e Henrique veio por trás. Ele enfiou aqueles 22cm devagar, me esticando toda. Gemi alto, sentindo ele bater fundo. Enquanto Henrique me fodia com estocadas fortes, eu chupava Gegê, que segurava minha cabeça.
Eles me viraram de lado. Henrique meteu por trás, segurando minha perna aberta, enquanto Gegê enfiava o pau na minha boca. Eu gozei pela primeira vez assim — um orgasmo forte, que fez minha buceta apertar o pau de Henrique enquanto eu gemia com a boca cheia.
Depois me colocaram de frente para Gegê. Sentei nele novamente, cavalgando com vontade, rebolando enquanto Henrique ficava atrás e apertava minha bunda, enfiando um dedo no meu cuzinho. Gozei pela segunda vez, tremendo inteira, quase desabando sobre Gegê.
Henrique me deitou de costas, abriu bem minhas pernas fortes e meteu fundo. Seus 22cm entravam quase inteiros, batendo no fundo da minha buceta. Ele metia forte, olhando nos meus olhos verdes, meus seios balançando violentamente.
— Goza pra mim de novo, Jaque… — ordenou ele.
Eu gozei pela terceira vez, gritando, apertando o pau dele com força. Henrique acelerou e gozou dentro de mim, enchendo-me com jatos quentes e grossos. Gegê se ajoelhou ao lado e gozou sobre meus seios e minha barriga, cobrindo minha pele.
Ficamos os três deitados no colchão, suados, ofegantes, com porra escorrendo do meu corpo.
Eu olhei para o teto, o peito subindo e descendo rápido, e murmurei quase sem voz:
— Meu Deus… o que eu acabei de fazer…
Chegamos em casa por volta da 1h da manhã. A chuva tinha finalmente parado. Quando abri a porta, encontrei Maurício acordado na sala, sentado no sofá. Ele se levantou imediatamente ao me ver.
— Amor! — exclamou, me puxando para um abraço apertado e carinhoso.
Eu o abracei forte. Henrique e Gegê entraram logo atrás. Marina apareceu do corredor usando um pijama curto de shorts e regata fina, que mal cobria suas coxas e deixava os seios firmes bem marcados. Ela abraçou os dois com entusiasmo, especialmente Henrique, colando o corpo no dele de forma bem íntima.
Maurício cumprimentou Henrique e Gegê com um aperto de mão:
— Bem-vindos de volta. Que bom que deu tudo certo.
Henrique olhou para mim por um segundo antes de responder:
— Sentimos sua falta, Jaque.
Gegê completou, com um leve sorriso:
— Muita falta.
Senti um frio na espinha. Maurício não pareceu notar o tom. Eu forcei um sorriso e perguntei:
— E aí, amor? Como foi a convivência com a Marina esses dias?
Maurício sorriu, parecendo relaxado:
— Foi boa. Ela é bem divertida, me ajudou bastante em casa. E vocês? Como foi lá com os meninos?
Eu respondi, tentando manter a voz normal:
— Também foi bom. Eles me ajudaram bastante na fazenda.
Ficamos mais um tempo conversando na sala, até que Maurício e eu finalmente fomos para o quarto. Assim que a porta fechou, ele me puxou para um beijo e começou a tirar minha roupa, claramente excitado.
— Amor… estou cansada — murmurei, segurando as mãos dele. — Foi um dia longo.
Ele respeitou, mesmo visivelmente frustrado, e apenas me abraçou até dormirmos.
Por volta das 4h30, antes do sol nascer, acordei com Maurício beijando meu pescoço. Ele estava possuído por um tesão diferente, quase urgente. Dessa vez eu também estava. Meu corpo ainda guardava as marcas do que tinha acontecido na fazenda, e isso, de alguma forma, me deixou ainda mais excitada.
Não falamos nada. Eu o empurrei de costas na cama e montei nele, sentando devagar no seu pau de 18cm. Comecei a quicar com força, rebolando fundo, meus seios balançando enquanto ele apertava minha bunda. Depois ele me virou de quatro e me fodeu com vontade, metendo forte, segurando meu cabelo loiro ondulado.
— Jaque… você tá tão molhada hoje… — gemeu ele, acelerando.
Eu empinava a bunda, pedindo mais. Ele me fodeu de quatro, depois de lado, e por fim por cima, olhando nos meus olhos enquanto metia fundo. Gozamos juntos, forte e intenso. Eu tremi inteira, apertando ele, enquanto Maurício gozava dentro de mim com gemidos roucos.
Ficamos abraçados, suados, ofegantes.
Acordei na manhã seguinte com um peso enorme na consciência. Meu corpo ainda sentia os ecos do que tinha acontecido na fazenda — a dor gostosa entre as pernas, a sensação de estar completamente preenchida, a porra dos dois ainda seca na minha pele. Olhei para Maurício dormindo ao meu lado e senti uma pontada forte de culpa. “O que eu fiz?”, pensei, mordendo o lábio.
No posto de saúde, a manhã foi corrida. Marina e eu atendíamos um paciente idoso quando, no meio do procedimento, não consegui me segurar:
— Marina… como foi esses dias com o Maurício em casa?
Ela terminou de anotar algo no prontuário e me olhou com um sorriso suave:
— Ah, Jaque… você é uma mulher de sorte. Seu marido é incrível. Atencioso, educado, engraçado… eu adoraria ter um homem assim.
A forma como ela falou, o tom doce e possessivo, me irritou profundamente. Terminei o atendimento e, assim que o paciente saiu, fechei a porta da sala e explodi:
— Marina, para de graça. Eu sei desde o começo que você está se insinuando pra cima do meu marido. Shortinhos, sem calcinha, abraços demorados, dançando em cima dele… Eu vejo tudo.
Marina cruzou os braços, o sorriso ainda nos lábios, mas agora com um brilho desafiador nos olhos castanhos.
— É bom você não falar o que não sabe, Jaque… senão você pode se queimar.
A frase ficou suspensa no ar. Senti uma onda quente de ciúmes e raiva subir pelo meu peito. Quis responder, mas o próximo paciente já estava entrando. O resto da manhã foi um tormento. Minha cabeça não parava de girar.
Será que Maurício tinha cedido? Será que Marina já tinha conseguido o que queria? Será que eu, que tinha acabado de ser fodida por dois jovens na fazenda, tinha moral para cobrar alguma coisa?
Cheguei em casa exausta. Os acontecimentos da fazenda — o celeiro, o colchão na sala, os dois me usando ao mesmo tempo — não saíam da minha cabeça. Meu corpo traía: só de lembrar, minha buceta latejava. Ao mesmo tempo, o ciúme de Marina com Maurício me consumia. Eu me sentia confusa, excitada, enciumada e em alerta o tempo todo.
Entrei em casa e ouvi risadas na cozinha. Maurício e Marina estavam lá, preparando algo juntos. Ela usava novamente um short curto e uma blusa folgada que deixava o ombro à mostra.
Respirei fundo, forcei um sorriso e entrei.
Mas por dentro, eu estava um caos completo