A Cunhadinha que Não Era Mais Magrela

Um conto erótico de Jorge
Categoria: Heterossexual
Contém 2084 palavras
Data: 02/05/2026 09:25:05

Meu nome é Jorge. Hoje eu tenho 35 anos, duas filhas e uma vida que, pra fora, parece bem normal. Mas quando fecho os olhos e viajo dez anos pra trás, meu pau ainda lateja só de lembrar.

Naquela época eu era casado com a Erika há uns quatro anos. Ela era dois anos mais nova que eu e, caralho, que mulher linda. Corpo perfeito: bunda empinada, cintura fina, peitos firmes que balançavam gostoso quando ela andava de salto. Quando namorávamos, a gente fodia em qualquer lugar. Teve uma vez na casa de praia dos pais dela que até hoje eu acho que foi quando ela engravidou da nossa primeira filha.

A gente tava no quarto dos beliches. Os pais dela dormindo logo ali, a menos de dois metros. Erika montada em mim, rebolando devagar, mordendo o lábio pra não gemer alto. Toda vez que minha pica entrava fundo e nossas peles batiam, a gente parava, coração na boca, esperando pra ver se alguém acordava. O barulho molhado de carne com carne era perigoso. Ela tremia inteira, boceta apertando meu pau, e sussurrava no meu ouvido: “Não para… mas faz devagar, amor…”. Quando o susto passava, ela voltava a cavalgar mais rápido. Gozei dentro dela bem no momento que o pai dela virou de lado na cama. Foi foda.

Depois que a menina nasceu, tudo mudou. Erika perdeu a libido quase por completo. Tentamos de tudo. Médico, hormônio, conversas, viagem romântica… ela rejeitava até o diagnóstico. “Eu não tô a fim, Jorge. Não força.” E eu ficava ali, com 31 anos, cheio de tesão acumulado, olhando pra mulher mais gostosa que eu conhecia e levando um “hoje não” quase toda noite.

Foi mais ou menos nessa época que a Ângela, irmã caçula da Erika, começou a mudar o corpo. Ela sempre foi magrela e meio esquisita, dois anos mais nova que a Erika. Mas depois que resolveu fazer dieta séria e treinar musculação pra hipertrofia, a menina explodiu. Ganhou bunda, ganhou coxa, ganhou um corpo torneado que continuava feminino pra caralho. Não virou aquelas mulheres infladas de academia. Continuava com cara de menina, mas com um corpo que chamava atenção.

Como eu era rato de academia, comecei a dar dicas pra ela. “Desce mais devagar no agachamento”, “costas retas”, “olha o core”. A gente treinava junto algumas vezes por semana. O contato físico foi inevitável.

Num dia, eu tava atrás dela no agachamento, segurando levemente na cintura pra corrigir a postura. Quando ela desceu, o rego daquela bunda redonda encaixou bem em cima do meu pau, mesmo mole dentro da bermuda. Senti o calor da pele dela através do tecido fino. Ela subiu e desceu mais uma vez, devagar. Não falei nada. Ela também não. Achei que era só a posição. Mas Erika ouviu de umas amigas que “o Jorge e a Ângela estavam muito próximos”.

Chegou em casa putíssima.

— Quem tá falando merda pra você? — perguntei.

— Não interessa. Eu não sou trouxa, Jorge. Tá rolando alguma coisa?

Neguei com todas as forças. Disse que era só treino, que ela tava exagerando. Mas naquela noite, deitado na cama, a cena voltou na minha cabeça: o rego da bunda da Ângela encaixando no meu pau. Meu pau começou a endurecer só com a lembrança. Tentei afastar o pensamento. “É minha cunhada, porra. Para com isso.” Quanto mais eu lutava contra, mais a imagem voltava, mais detalhada. Comecei a imaginar como seria sem roupa. Como seria segurar aquela bunda enquanto metia.

Comprei um gel lubrificante e, dois dias depois, convenci a Erika a transar. Ela não estava afim, mas eu insisti, fiz carinho, beijei o pescoço. Quando entrei nela, eu já estava com a Ângela na cabeça. Meti com força, puxei o cabelo dela, segurei a cintura como se fosse a da irmã. Erika gemeu surpresa. Não era o jeito de sempre. Eu tava mais bruto, mais faminto. Ela gozou fraquinho, mais pela intensidade do que pela penetração. Depois, enquanto a gente se limpava, ela falou baixinho:

— Isso foi só pra você hoje, tá? Eu não tô afim de repetir.

Doeu ouvir, mas eu já tinha gozado imaginando a boceta da cunhadinha.

O tempo passou e as coisas só pioraram com a Erika. Ela andava seca, não ria das minhas piadas, fazia comida sem gosto, limpava a casa com cara de quem cumpria obrigação. Eu continuava tentando: ajudava na cozinha, fazia comida gostosa, tentava puxar papo. Nada. Ela parecia cada dia mais distante.

Já a Ângela… a Ângela se aproximava cada vez mais. Visitava a casa com frequência, brincava com a sobrinha, ficava pra jantar. E sempre arrumava um jeito de ficar perto de mim.

Teve um churrasco na casa dos pais delas que mudou tudo. Tinha piscina. Montaram um cabo de guerra na água. Todo mundo chamando a Erika, mas ela não quis. A Ângela não disfarçava:

— Eu quero ficar no time do Jorge!

Na brincadeira, ela se posicionou na minha frente, de costas. Quando puxaram a corda, a bunda dela encostou direto no meu pau. Dessa vez eu já estava meio duro só de tesão acumulado. Ela pressionou mais. Senti o fio dental sumindo entre as nádegas. Meu pau endureceu como pedra e ficou encaixado bem no rego dela, pulsando. Ela não se afastou. Pelo contrário. Rebolou de leve, disfarçado, como se estivesse só se equilibrando. Parecia que ia fazer meu pau entrar no cu dela ali mesmo, na frente de todo mundo. Só o tecido fino da sunga e do biquíni separava a gente.

Naquela noite, em casa, Erika me surpreendeu:

— Eu tô pegando muito no seu pé, né? Já percebi tudo, Jorge. Se você quiser comer a Ângela, pode. Desde que não vire escândalo e não estrague nossa família.

Fiquei sem reação. Ela continuou:

— Vocês já estão quase metendo de roupa na frente de todo mundo. Vocês acham que eu sou cega? A menina praticamente esfrega a buceta na sua cara e você ainda é o mais lerdo de todos.

Fiquei uns dez dias pensando. Parte de mim queria muito. Outra parte tinha medo, culpa, achava que era errado. No final, eu disse pra Erika que nunca faria isso.

Mas menti.

Foi num domingo à tarde. A família toda na sala assistindo filme. Alguns já tinham ido dormir porque trabalhavam cedo na segunda. Erika apagou no sofá, exausta. Eu levantei pra pegar água e encontrei a Ângela na cozinha, tomando refrigerante direto do gargalo da garrafa de dois litros.

Cheguei por trás e dei um susto nela. Ela engasgou feio, tossindo, com refrigerante escorrendo pelo queixo.

— Porra, Jorge! Quase me afogo!

Eu ri e, sem pensar, abracei ela por trás, apertando a barriga pra ajudar a expelir o que tinha entrado errado. No tranco, ela soltou um “ai” manhoso e virou o rosto pra mim, sorrindo safada.

— Vou me afogar mais um pouco então… pra você me ajudar melhor.

E virou de frente, colando o corpo no meu. Senti os peitos dela contra meu peito e a buceta encostando bem no meu pau, que já estava ficando duro.

— Eu vou te dar agora, aqui mesmo — ela sussurrou. — Mas se você começar do jeito que eu gosto, tem uma surpresinha no final.

Não teve mais conversa. Eu a levantei pela cintura e sentei ela em cima da pia da cozinha. A casa tava silenciosa, só o som baixo da televisão na sala. Beijei ela com fome. A língua dela era quente e molhada. Minhas mãos desceram direto praquela bunda que eu tanto tinha fantasiado. Apertei forte, sentindo a carne firme.

Ângela desceu da pia, ficou de joelhos no chão da cozinha e puxou minha bermuda pra baixo. Meu pau pulou pra fora, já babando pré-gozo.

— Caralho… que pau gostoso, cunhado — murmurou, olhando pra cima com aqueles olhos pidões.

Ela começou devagar. Lambeu toda a extensão, da base até a cabeça, deixando bastante baba. Depois colocou na boca e chupou com vontade, fazendo barulho molhado. Subia e descia, enfiando fundo até engasgar um pouco. Depois desceu mais e chupou minhas bolas, uma de cada vez, lambendo com a língua larga, babando tudo. Meu pau pulsava no ar, brilhando de saliva dela.

— Chupa gostoso, cunhadinha… isso…

Ela sorriu com meu pau na boca.

— Gosta quando eu chupo suas bolas, cunhado? Olha como tá babado…

Levantei ela de novo, virei de costas e puxei o shortinho dela pra baixo junto com a calcinha. A buceta dela tava inchada, brilhando de tesão. Passei a cabeça do pau na entrada, provocando.

— Mete, Jorge… mete logo nessa bucetinha da sua cunhadinha.

Entrei devagar no começo. Estava apertada, quente e molhada pra caralho. Quando estava todo dentro, comecei a socar mais forte. O barulho da pele batendo ecoava baixinho na cozinha. Ela gemia baixo, mordendo o próprio braço pra não fazer barulho.

— Isso… me chama de cunhadinha puta… fala que eu sou tua putinha…

— Você é minha cunhadinha puta, porra… — rosnei, metendo mais fundo.

— Então soca forte! Me fode como você queria faz tempo!

Aumentei o ritmo. Segurava na cintura dela e metia com força, fazendo aquela bunda empinada tremer a cada estocada. A buceta dela fazia barulho molhado, escorrendo no meu pau. Ela gozou pela primeira vez tremendo inteira, apertando minha pica lá dentro.

Mas eu ainda não tinha acabado.

Virei ela de frente, levantei uma perna dela e voltei a meter. Olhava pra cara dela enquanto socava. Os peitos balançando, a boca aberta gemendo baixinho. Depois de mais uns minutos, ela sussurrou:

— Agora a surpresinha…

Ela virou de costas de novo, empinou a bunda e abriu as nádegas com as próprias mãos. O cuzinho rosado piscava, todo babado da buceta que escorria.

— Come meu cu, cunhado. Eu quero sentir você me arrombando.

Cuspi na mão, passei no pau e no cuzinho dela. Coloquei a cabeça devagar. Ela gemeu alto quando a cabeça entrou. Fui devagar no começo, sentindo o anel apertado me engolir. Quando estava todo dentro, comecei a meter com mais ritmo. O cuzinho dela era absurdamente apertado e quente. Ângela gemia mais rouco agora:

— Isso… me fode no cu… sua cunhadinha safada tá tomando no cu…

Meti com vontade, segurando na cintura. O barulho era diferente, mais seco, mais proibido. Depois de uns minutos, senti que não aguentava mais.

— Vou gozar…

— Goza nos meus peitos — ela pediu, virando rápido e se ajoelhando.

Tirei do cu dela e bati uma rápida. Gozei forte, jatos grossos acertando os peitos e a barriga dela. Um pouco até caiu na boca. Ela lambeu o que conseguiu, sorrindo satisfeita.

Ficamos uns segundos recuperando o fôlego. Eu tava zonzo de tanto tesão liberado.

Fui rápido pro banheiro, lavei o pau direito com sabonete, escovei os dentes pra tirar o cheiro de buceta e cu. Peguei um pedaço de queijo na geladeira pra disfarçar o hálito. Voltei pra sala, chamei a Erika baixinho e falei que era melhor a gente ir embora. Ela acordou grogue e concordou.

Naquela noite, enquanto dirigia pra casa, meu pau ainda latejava. Erika dormia no banco do carona. Eu não sentia arrependimento. Só vontade de repetir.

E repetimos. Muitas vezes.

Virou rotina. Sempre que dava, a gente dava um jeito. Rapidinha na academia depois do treino, no carro, na casa dela quando os pais saíam, até na nossa própria casa quando a Erika viajava ou dormia cedo.

Alguns meses depois, Ângela apareceu grávida. Contou pra família toda. Quando perguntaram quem era o pai, ela disse sem titubear:

— É o Jorge.

Foi um rolo do caralho. Ofensas, choro, gritos. Erika ficou arrasada no começo. Mas depois de uns dias de silêncio, ela sentou comigo e falou sério:

— Você fodeu tudo, Jorge. Mas eu não vou deixar minhas filhas sofrerem. Você vai cuidar das duas crianças igual. As duas vão ter a mesma coisa: mesma escola, mesma roupa, mesmo carinho. Entendeu?

Eu concordei.

Com o tempo as coisas se acalmaram. Ângela conheceu um cara legal, se amasiou com ele e mora com ele até hoje. O cara sabe de tudo, inclusive que a filha não é dele biologicamente. Erika chegou a oferecer pra Ângela morar com a gente, mas ela recusou.

Hoje a gente se dá bem. As duas meninas crescem juntas, acham que são primas próximas. Erika e eu continuamos casados. Ângela e o marido dela são parte da família. Tem tensão sexual ainda rolando entre mim e a Ângela quando a gente se encontra, mas é controlada.

Se eu pudesse voltar no tempo… faria tudo de novo. Sem hesitar.

Porque aquela cunhadinha magrela que virou uma puta gostosa mudou minha vida. E eu não me arrependo de nada.

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