SORAYA PUTA TRAVESTI

Um conto erótico de Soraya
Categoria: Trans
Contém 876 palavras
Data: 15/05/2026 09:53:24
Assuntos: Anal, Oral, Trans, Travesti

Meu nome é Soraya e sou uma puta travesti muito safada e vagabunda. Sou alucinada com homens e não consigo ficar sem rola. Adoro chupar piroca, receber uma bela gozada na boca, ficar de quatro sendo enrabada, sentar e cavalgar num cacete bem duro, grande e grosso. Eu era bem novinha quando vieram as primeiras manifestações do meu desejo sexual. No início achei estranho e não sabia o que fazer. Eu via os garotos mais velhos do colégio e ficava louca de vontade de ficar com eles. Quando assisti meu primeiro filme porno, eu me identifiquei imediatamente com a posição da fêmea. Meu papel era servir e dar prazer aos homens. Foi então que me tornei uma sissy, uma travequinha. No início recebi só deboche, insulto e zoeira, mas logo os garotos da escola descobriram em mim uma forma de sentir prazer. Eu virei a putinha boqueteira deles. Era muito melhor do que ficar batendo punheta. Na hora do recreio íamos pro banheiro e eu tinha que chupar seis ou sete pirocas. Minha merenda era leite de macho, direto da rola. Eu tomava bastante e ainda ficava toda lambuzada. Depois da aula íamos pra terrenos baldios ou construções abandonadas e a farra continuava. Minha família foi até chamada na escola pra tratar dessa situação, mas eles não deram a mínima. Não estavam nem aí se eu gostava de chupar rola e tomar porra. Até que um certo dia eu estava em uma casa abandonada com dois garotos mais velhos. Começamos a brincadeira. Fiquei pelada e agachada, mamando um e punhetando o outro. Então eles falaram que queriam algo mais do que boquete. Eu entendi o que era e não me fiz de difícil. Se eles queriam foder o meu cu, eu daria pra eles. Estava na hora de passar por essa experiência. Seria a confirmação de que eu era uma travesti vagabunda, uma puta vadia, que só servia pra dar prazer aos machos de verdade. Não vou contar todos os detalhes nesse conto pra não ficar muito longo, mas o fato é que naquela tarde eu perdi o "cabaço" do meu cu. Fui enrabada por aqueles dois garotos e aí sim virei uma puta completa. No início tive muita dificuldade e senti muita dor. Eles não estavam nem aí e metiam Teve momentos que chorei e mordi os lábios pra não gritar, mas aguentei até o fim. Eles me foderam um após o outro. Meu cu ficou arrombado, escorrendo porra misturada com merda e um pouco de sangue. Fui pra casa com uma sensação estranha. Estava exausta, dolorida, um pouco zonza, mas muito feliz por ter me transformado em quem eu realmente queria ser. Não durmi nada durante a noite e fiquei pensando uma série de coisas. Passavando a mão no meu cuzinho, sentia ele aberto, ardendo e pedindo pra ser invadido novamente. E foi alí que tomei uma decisão na minha vida: iria virar puta profissional. Então larguei o colégio. Passei a ir depois da aula me encontrar com os garotos nos terrenos e construções. Fazia boquete e dava o cuzinho, mas não cobrava nada deles. Era uma forma de ganhar experiência e eles espalhavam o meu nome na cidade, me fazendo uma vadia conhecida. Comecei então a atender os clientes pagos e além de usar os lotes e construções abandonadas, fui fazer programa em um posto de gasolina. Sou de Montes Claros/Minas Gerais e aqui grande parte das pessoas não tem uma condição financeira boa. Eu sou uma puta popular desde o início, ou seja, fico com os homens pobres, da periferia. Então sempre cobrei bem pouco pelo serviço. Atendo os clientes que só querem boquete por 5,00 e os que querem serviço completo (boquete e foder o cuzinho) por 20,00. Sou totalmente passiva e nunca fiz programa que não fosse na condição de mulher. Eu gosto é de ser fêmea, ter uma geba socada na minha boca e no meu rabo, ser usada como objeto sexual, ser humilhada como uma escrava ordinária e sentir um macho tarado enchendo minha garganta e o meu cu de porra. Já são mais de 30 anos como puta. Trabalho todos os dias do ano. As vezes fico no posto de gasolina ou as vezes fico em puteiros da cidade. Alguns homens vem me foder durante o dia no meu barraco. Atendo uma média de dez clientes por dia. Sou muito fogosa, safada e totalmente liberal. Aceito todos os tipos de práticas sexuais, inclusive com violência e humilhação. Também faço gangbang com até quatro homens ao mesmo tempo. Deixo o cliente a vontade pra fazer comigo tudo o que quiser e também faço tudo o que ele mandar. Se está pagando, ele tem o direito de realizar suas taras e fantasias, não é mesmo? Aos poucos vocês irão conhecer mais sobre mim e das minhas aventuras sexuais. Espero que gostem e fiquem excitados. Todos os contos que vou escrever são reais e aconteceram comigo. Vocês vão ficar surpresos com as situações que uma puta tem que enfrentar para dar prazer ao macho que está lhe usando. Se tiverem alguma opinião ou quiserem saber alguma coisa sobre mim, deixem aqui nos comentários ou me mandem uma mensagem no privado. Meu email é:

sorayaputatravesti@gmail.com

Beijos!💋💋💋

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Comentários

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Adoro travestis....Elas sabem aguentar um pika, e sabem comer os caasdos enrustidos como eu.....

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