O carro quebrado

Um conto erótico de Casal Maravilhoso
Categoria: Heterossexual
Contém 906 palavras
Data: 15/05/2026 05:01:24

Tinha quarenta e três anos e carregava comigo aquela beleza madura que não precisava de esforço para chamar atenção. Morava com Marcelo, meu marido de quarenta e nove, numa pequena cidade do interior de São Paulo, onde todos sabiam da vida de todos — ou ao menos acreditavam saber.

Nosso casamento sobrevivia mais por hábito do que por paixão. Marcelo passava os dias trabalhando numa loja de materiais agrícolas e as noites afundado diante da televisão, indiferente ao meu perfume que ainda fazia questão de usar, a camisola de renda ou aos vestidos leves que comprava escondido, apenas para sentir que continuava viva.

Naquela tarde abafada de verão, o meu carro começou a falhar na estrada estreita que ligava a cidade ao sítio de minha irmã. O motor tossiu duas vezes antes de morrer por completo. Irritada, desci do veículo e observei o horizonte vazio, o calor grudando na pele sob o tecido fino da blusa.

A única oficina próxima era a do seu Agenor, um mecânico velho, gordo e de mãos permanentemente cobertas por graxa. O lugar ficava na entrada da cidade: um galpão de telhas enferrujadas, ventilador barulhento e cheiro de óleo queimado.

Quando seu Agenor apareceu para ajudar, os olhos dele demoraram mais do que deveriam sobre as minhas pernas, pois estava com um shorts jeans curto.

— Problema sério? — perguntei, tentando manter a compostura.

— Só olhando por baixo para saber — respondeu ele, com uma voz rouca e lenta.

O comentário arrancou de mim um sorriso involuntário. Talvez pelo calor. Talvez pela carência. Talvez pelo modo como aquele homem me observava sem disfarçar desejo algum — algo que Marcelo não fazia havia anos.

Seu Agenor rebocou o carro até a oficina que estava vazia, sem movimento devido a véspera de feriado. Enquanto ele trabalhava no motor, permaneci ali, sentada num banco alto, cruzando e descruzando as pernas, sentindo os olhares indiscretos que ele me dava.

Ele fazia perguntas simples, mas carregadas de intenções escondidas:

— Seu marido não veio ajudar?

— Marcelo trabalha demais.... respondi.

— Homem que trabalha demais esquece de cuidar do que tem em casa.

A frase pairou pesada sobre mim.

Percebi então algo perigoso dentro de mim, estava gostando daquela situação. Gostava de estar ali, numa oficina quente e suja, sendo desejada por um homem improvável, velho, gordo e sujo. Gostava da sensação de estar fora do controle, longe da esposa exemplar que fingia ser.

Quando seu Agenor pediu que eu testasse o carro, entramos juntos. O interior apertado parecia menor ainda com o cheiro de graxa misturado ao meu perfume.

Do lado de fora, o silêncio que pairava na oficina era o fundo musical do perigo, da tentação.

— Agora pegou — disse seu Agenor, a mão pesada repousando por um instante sobre a minha na alavanca de marcha.

Não me afastei.

Meu coração acelerou não apenas pelo toque, mas pela possibilidade de alguém ver. Pela ideia de existir um segredo nascendo ali, em plena luz da tarde. Seu Agenor estava ofegante, olhando para mim como se fosse um animal indo para o abate.

Saímos do carro e fomos até seu escritório, uma pequena sala aos fundos da oficina, entrei na frente, mas quando ele entrou, me agarrou de costas pela cintura, me prensando na parede. Uma de suas mãos ásperas entrou por baixo da minha blusa, tocando meus seios. Eu tentei ter uma reação, mostrar que aquilo era errado, mas tudo ao nosso redor, fazia meus sentimentos dizerem sim aquele velho.

Lutei por alguns segundos, mas logo parei e me entreguei. Ele tirou minha blusa, meus seios com as auréulas grandes e escuras, os bicos durinhos ficaram a mostra. Ainda de costas, ele baixou meu shorts e calcinhas de uma só vez, estava ali completamente nua, naquela oficina com aquele velho babando de tesão.

Me empurrou até uma mesa, me fazendo inclinar para frente, esticando meus braços me apoie, quando senti a cabeça de sua pica encostando em minha buceta, que melada, denunciava meu tesão. Seu Agenor começou a me fuder, meus gemidos ecoavam pela oficina. O cheiro da graxa, a sujeira do lugar, o proibido, somente aumentava a loucura de dar para um homem como ele.

Então me virei e fiz ele se sentar em uma cadeira, então me sentei, encaixando sua picaem mim e cavalguei como louca. Ele apertava com suas mãos ásperas meus seios, parecia querer me ordenhar igual uma vaca, não que naquele momento não estava sendo uma.

Posicionei os bicos dos seios em sua boca e mandei ele mamar. Chupava com uma força tão grande que subia um choque pela espinha até a nuca, até que gozei muito, foi uma explosão que a muito tempo não tinha. Então me abaixei e pedi para gozar em cima de mim, como uma verdadeira puta. Logo senti o leite cair sobre mim.

Peguei um pano na mesa e me limpei, e me troquei com aquele velho olhando para mim. Então quando perguntei quanto havia ficado o serviço, ele disse que já estava tudo pago.

Na volta para casa, dirigindo sozinha pela estrada, percebi que o carro estava perfeitamente consertado. Mas que um segredo havia nascido naquela tarde.

Naquela noite, Marcelo mal levantou os olhos da televisão quando entrei no quarto. Fiquei parada diante do espelho por alguns segundos, lembrando do olhar faminto do velho mecânico, do calor da oficina, da sensação de ser observada e da bucetinha ainda ardendo.

E pela primeira vez em muitos anos, sorri sozinha antes de apagar a luz.

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