Seduzido pelos pés da colega de faculdade

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 1979 palavras
Data: 14/05/2026 22:32:06

Venho trazer mais um relato real que aconteceu entre mim e uma colega da faculdade (sim, esse pé na foto é dela), entre os anos de 2012 e 2013. Este relato consiste em algumas aventuras e fala sobre podolatria, cócegas e um pouco de chulé.

Alice é uma garota super gente fina. Tinha entre 19 e 20 anos na época, mais ou menos como eu. Ela é branca e não era muito alta: tinha, no máximo, 1,60 m, creio eu. Tinha cabelos cacheados até os ombros, de cor castanho-escuro. Particularmente, eu não a achava muito bonita de rosto, mas ela tinha um belo corpo. Dava para ver que costumava ir à academia.

Nós nos demos bem desde o início da faculdade. Ela era simpática, tinha a mente aberta e podíamos conversar sobre qualquer assunto.

O que me fez “avançar” em seus pés foi uma cena que presenciei lá pelo meio do semestre.

Não sei como é nas faculdades federais de outras cidades, mas aqui, por ser uma pequena capital do Nordeste, todo mundo costuma ir à faculdade um pouco mais “à vontade”, eu diria. Então é muito comum os homens irem de calça e chinelo, ou de bermuda e chinelo. As garotas estavam sempre de calça ou shorts e de Havaianas, rasteirinhas ou sapatilhas. Raramente o pessoal usava tênis.

Dito isso, voltemos à cena que presenciei.

Estávamos fazendo uma atividade em grupos de três pessoas. Eu me juntei com dois colegas, fizemos a atividade e ficamos aguardando as próximas orientações.

Alice estava poucas cadeiras à minha frente. Ela se juntou com uma colega e um amigo. Entre conversas e zoação pós-término da atividade, percebi que Alice colocou os pés no colo do amigo dela. Não sei se era para brincar ou algo do tipo, mas fiquei prestando atenção.

Quando menos espero, o amigo começa a passar o lápis no pé dela! Ele foi fazendo de leve, deslizando, e ela se encolhendo toda, colocando até as mãos no rosto para segurar a risada, até que não aguentou e puxou os pés de volta.

Não preciso dizer que fiquei com tesão demais e com muita inveja. Eu tinha que fazer isso também, rsrsrs.

Passados alguns dias, estávamos prontos para uma aula no início da manhã quando recebemos a notícia de que o professor iria faltar. Como ainda haveria aula depois, ficamos conversando e relaxando na sala.

Estávamos eu, Alice, outras duas colegas e mais um colega. Fizemos um círculo com as cadeiras e ficamos conversando. Não lembro bem como isso aconteceu; só sei que, em um momento, coloquei o pé esquerdo da Alice no meu colo e comecei a massagear. Ela, simpática e brincalhona, logo falou:

- Eita, que sorte a minha! Vou é relaxar muito agora, rsrs.

E jogou a cabeça para trás.

Fiquei aproveitando e massageando. Meu colega até tirou onda:

- Ih, qual é, Bruno, virou podólogo foi? Kkkkk.

Não lembro o que respondi na hora; só segui curtindo aquele pezinho branquinho, bem cuidado e sem esmalte.

E que pezinho, hein! Sério: de todos os pés que já toquei, acho que o da Alice era o mais macio. Mais tarde eu iria descobrir o porquê de tanta maciez…

Desde esse dia, sempre que possível, eu dava um jeito de massagear os pés dela. Na maioria das vezes, de forma discreta; outras vezes, no meio da galera mesmo.

Conversávamos no chat do Facebook, e eu revelei para ela que gostava de pés e gostava muito dos dela, por estarem sempre bonitos e incrivelmente macios. Ela, muito simpática, já sabia disso, porque, né… eu vivia pegando neles.

Ela revelou que, às vezes, ficava com um pouco de vergonha porque os pés dela estavam sempre suados. Eu percebi isso e confirmei. Ela então disse que era porque tinha hiperidrose, uma condição que faz a pessoa suar muito em determinadas partes do corpo e, no caso dela, eram os pés (para a minha sorte, rsrsrs).

Eu massageava os pés dela de vez em quando, mas houve três experiências que foram ainda mais divertidas.

Primeira experiência

Essa primeira foi sensacional.

Ela fazia parte do centro acadêmico, que organizava alguns eventos que davam certificados para quem participasse. Na semana anterior, tinha ocorrido um evento do qual eu tinha participado.

Durante a semana, ela comentou que estaria por volta das 18h na sala do centro acadêmico fazendo as entregas e que eu só tinha que ir lá assinar. Pois bem: fui somente com o objetivo de pegar o certificado.

Entrei na sala, assinei e ficamos conversando algumas banalidades sobre o curso, trabalho, entre outras coisas. Ainda faltava algum tempo para começar minha aula, então nos sentamos para conversar de boas. A sala era pequena: tinha um computador, uma grande mesa de reuniões e várias cadeiras confortáveis.

Alice estava com roupa social e um salto alto preto. Ela havia ido do trabalho para a faculdade. No meio da conversa, comecei a sentir um cheiro peculiar. Percebi que Alice havia tirado um pouco os saltos debaixo da cadeira.

Nossa… lembro que era um cheiro gostoso, um cheiro que eu gosto muito na medida certa: era o cheiro dos pés dela depois de passar o dia de salto. Um chulézinho delicioso. Muito gostoso mesmo, puro hormônio!

Ela percebeu que eu estava olhando demais e comentou:

- Ah, então você quer massagear meus pés? Não tem problema. Era só falar, rsrs.

Ela se acomodou na cadeira e colocou os dois pés em cima da mesa. Eu logo os peguei e comecei a apertá-los com firmeza, massageando da melhor maneira que podia. Tenho certeza de que eu devia estar salivando, porque o cheiro estava realmente incrível.

Não deu mais para aguentar, então só falei:

- Seus pés estão perfeitos hoje!

Nisso, eu me levantei, me aproximei e levei os pés dela até o meu rosto. Ela ficou sentada com as pernas levantadas, e eu em pé, com o rosto bem próximo dos pés. Comecei a cheirar forte, absorvendo todo o cheiro daqueles pezinhos perfeitos. Eu estava completamente hipnotizado! Eu não queria nem lamber para não acabar com o cheiro. Era uma coisa fenomenal! Então eu só fiquei esfregando o rosto e cheirando muito.

Eu estava tão hipnotizado que nem lembro se ela estava falando algo. Lembro do momento seguinte, quando comecei a dar umas mordidinhas de leve em suas solas. A cada mordidinha, ela puxava um pouco os pés porque era muito cosquenta, mas logo relaxava de novo. Lembro bem de ela dar um leve gemido e falar:

- Peraí, Bruno… vai com calma, rsrsrs… aiii.

Fui dando mordidinhas e cheirando. Ela mexia os dedinhos e os pés de um jeito muito gostoso. Foi uma loucura deliciosa! Eu mordiscava seu calcanhar, o meio do pé e ia subindo até chegar no dedão. Era muito sexy quando eu mordia o dedão, ela encolhia e enrugava bem as solinhas, o que me deixava com ainda mais vontade. Sentia que poderia rascar a cueca de tão duro que estava!

Após algum tempo nessa brincadeira, tive um lapso de lucidez!

Me dei conta de que a porta da sala não estava trancada, e qualquer aluno poderia entrar lá a qualquer momento e ver aquela cena. Quando percebi isso, fui parando. Coloquei os pés dela de volta em cima da mesa e falei que estava quase na hora da aula, então eu estava indo.

Aqui cabe um disclaimer: eu não fazia avanços mais fortes porque ela tinha um namorado de longa data. Por mais que o tesão falasse mais alto, eu não queria me envolver demais com uma pessoa comprometida.

Segunda experiência

Não sei o que havia acontecido durante aquela semana, mas eu estava com muita vontade de encher os pés da Alice de cócegas. Ela sentia muito, muito mesmo e, diferente de mim, aparentemente isso não dava muito prazer a ela. Mesmo assim, eu não consegui me aguentar naquela noite.

Eu havia comentado com ela que queria muito massagear seus pés e a convidei para irmos ao meu carro na hora do intervalo. Ela relutou um pouco, porque falou que poderiam pensar que estávamos fazendo outra coisa lá dentro. Eu disse que ia ser tranquilo, porque o estacionamento não estava muito cheio (era de noite) e haviam várias árvores, o que deixava o local um tanto escuro.

Ela seguiu relutando, mas eu insisti um pouco até que ela cedeu.

Sentamos nós dois no banco de trás do carro e logo fui tirando os saltos dela.

Conversamos e, de fato, massageei os pés dela por alguns minutos, até que resolvi começar meu ataque.

Como eu sabia o quão cosquenta ela era, tratei de segurar bem firme os dois pés dela numa chave de braço. Fiz isso rapidamente e comecei a coçar gostoso aquelas solinhas! Ela ria alto e deliciosamente:

- NÃO, BRUNO, NÃO! EHEHAHAHAHAHAHAHAHA! ASSIM NÃO! HAHAAHAH! AHAHAH! FAZ SÓ A MASSAGEM! EHEHEHEHAHAHAHAAHHA!!!

Ela balançava as pernas com força demais. Ela tinha bastante força mesmo. Foi bem difícil segurar, mas meu tesão era tanto que continuei firme. Ela escapava, eu pegava de volta e deslizava minhas unhas por toda a extensão das solas, sem parar.

- HAHAHAHAHAH, BRUNO, CHEGA! HEHEHEHAHAAHAH! EU NÃO AGUENTO! AHAHAHAH!!!!

Como bom torturador que sou, ainda fiz provocações:

- Não estou muito a fim de parar, não. Você é muito fraca. Não aguenta nem uma massagem, rsrs.

- ISSO NÃO É MASSAGEM! EEHEHEHEHAHAHAHAHA! EU VOU ACABAR TE CHUTANDO! EHEHEHEHAHAHAHAHAHAHA! AII… tá bom… já tá bom… tá bom! OOHOHOEHEHEHAHAHAHAHAHA!

- Ah, tá bom, é? Se tá bom, eu vou continuar então, rsrs.

- NÃO! NÃO! CHEGA! PARAAA AIIIIIIEHEHEHEHAHAHAHAAHAHAHHA!

Nossa, foi gostoso demais. Valeu muito a pena. Não sei quanto tempo ficamos nessa; só sei que foi intenso o suficiente para cansar. Quando percebi, estávamos nós dois suados e realmente parecia que tínhamos feito outra coisa no carro, rsrs. Resolvi finalizar por aquele dia.

Ficamos ainda alguns minutos rindo e conversando, até que saímos do carro e fomos para a próxima aula.

Terceira experiência

Essa foi mais simples, mas igualmente gostosa. Lembro que, depois da experiência passada, em meio às nossas conversas virtuais, ela comentou que gostava das massagens, mas achava as mordidinhas nos pés muito eróticas. Ela falou isso dando umas risadinhas. Eu interpretei que isso a excitava, mas preferia que eu não fizesse, provavelmente por causa do namoro.

Nessa mesma conversa, ela disse que as cócegas a incomodavam porque ela sentia muito, não conseguia se controlar e tinha medo de me machucar e se machucar também. Então resolvi dar uma trégua nesse ponto.

Em outro dia, estávamos na faculdade à noite e a última aula terminou tarde, por volta das 22h. Eu estava com o carro e ela ia de ônibus. Então, ofereci uma carona (sem segundas intenções naquele momento, juro, rsrs).

Ao chegar no carro, brinquei que só iria dar a partida se ela colocasse os pés descalços no meu colo. Ela começou a rir e falou que eu não tinha jeito mesmo. Não ofereceu muita resistência e logo eu estava com aquelas maravilhas nas minhas mãos de novo.

Massageei um pouco os pés dela e aquele cheirinho delicioso estava presente mais uma vez. Eu ia massageando e aproximando-os cada vez mais do meu rosto. Lembro que ela comentou:

- Aii… não coloca no rosto, não. Acho que eles não estão com um cheiro muito bom.

Mal sabia ela que eu adorava aquele aroma de mulher. Arrisquei uns selinhos e umas mordidinhas e fiz cócegas de leve, nada intenso como da última vez.

Ela balançava os pés, deu uns chutinhos de leve no meu rosto. Estava bem gostoso. Nas mexidas de pés, não sei se foi intencional, mas seus pés esfregaram várias vezes no meu membro completamente ereto. Que delícia!

Mais uma vez, cansamos. Nos recolhemos, e eu passei a dirigir feliz e tranquilo.

Este foi mais um dos meus relatos. Coloquei tudo em um capítulo único dessa vez para ver se melhora o engajamento da galera. Espero muito conhecer o pessoal e fazer parte da comunidade. Obrigado por me acompanharem!

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