Olá, estive sumido. Vou compartilhar aventuras que tenho vivido. Estou trabalhando numa cidade pequena no interior do mato grosso do sul, na região leste, numa indústria, trabalho de segunda a sexta-feira e vou pra casa a cada 15 dias, vou pra casa que fica a 150km. Bem, direto ao conto kkkk. Após o dia de trabalho costumo ir a um boteco pra tomar umas cervejas e bater papo, a uns meses atrás conheci um senhor muito simpático e comunicativo, Zezão mão de onça, um negão de quase dois metros, forte, com 62 anos, mora na área rural, tem uma chácara. O vi algumas vezes nesse bar, como é muito comunicativo, puxava assunto e fomos sempre nos falando, pessoal zoava chamando ele de Zé alavanca, tripé e tal, ele ria não importando com os apelidos. Nessas conversas contou ser viúvo a 5 anos, e mora sozinho e vem a cidade fim de semana, a mesma fica a 8km da cidade, trabalhou nas indústrias da região e aposentou como mecânico industrial e tal. A um mês atrás cheguei ao dito bar e começou chover, não demorou e Zezão chegou, e comentou que não ia demorar porque ia precisar arrumar carona pra ir embora, pois seu carro tinha ficado na oficina, me ofereci pra levá-lo, agradeceu aceitando, tomei algumas cervejas ainda e ele sua cachaças, pois não gosta de cerveja. Fui levar ele na chácara, peguei umas latas de cerveja e ele um litro de pinga, antes de sair o pessoal zoando, cuidado em branquelo, o Zezão não perdoa hein, no caminho batendo papo e rindo, perguntei dos apelidos e do aviso do pessoal pra ter cuidado, ele riu e falou é porque meu brinquedo é grande. E como nem toda mulher tem coragem de encarar o brinquedo o que aparece eu traço kkkkkkk.
Continuamos falando de outras coisas e chegamos. Quis me pagar pela carona, mas não aceitei, então me convidou pra jantar e não aceitaria recusa, entramos na casa, ele pediu licença que iria trocar de roupa pra começar fazer a janta. Voltou de short branco de futebol, aqueles de tecido fino e pelo balanço estava sem cueca, e de camiseta regata. Os dois já alto na bebida, rindo bastante e falando bobagens. Falei pra ele se não aparecia ninguém pra "brincar", respondeu que por ser longe da cidade não e a vizinha tudo casado e também fofoqueiros kkkkkkkk. E como faz pra aliviar quando não vai na cidade, só na punheta? com o jeito brincalhão dele que era o jeito fazer o que. Nisso eu estava com o cuzinho piscando em ver aquela jeba balanço no calção e com a conversa estava ficando dura e ele vez ou outra segurava e apertava. Então disse que ele precisa de ajuda pra se aliviar, foi quando ele virou e desceu o short dizendo, olha como fico? Não acreditei no que vi, era muiiiiito grande e grossa, negra cheia de veias saltadas e a cabeça roxa, não aguentei levantei e ajoelhei agarrando aquele cacetete e engolindo a cabeçona, ou seja tentando né? Kkkkkkkkkkk a chapeleta enorme igual cogumelo. Tiramos as roupas e fomos pro banheiro, tomamos banho e pedi pra me preparar, fix chuca e fui pro quarto, ele estava deitado com aquele mastro apontado pro teto. Cai de boca novamente enquanto ele apertava minha bunda e passava o dedo no meu cuzinho. Mamei bastante aquele colosso, consegui engolir a cabeça e uma parte, engasguei gostoso, Zezão lubrificou meu cú com creme e foi arrombando com seus dedos de mão de onça kkkkkkk lambi o cacete inteiro e o saco também grande, me colocou de lado e encostou o cogumelo na entrada do meu Robinho e foi tentando empurrar, não entrava perguntou se podia forçar mais, falei que podia entrar na sua puta, porque não sou de correr de desafio, pra que falei isso, segurou minha bunda com uma mão e eu estava envolvido em seu braço e foi empurrando, nem na primeira vez que fui enrrabado tive essa sensação, foi abrindo, rasgando, empurrando as pregas, afastando uma popa da outra, quando a cabeça entrou fez um barulho de ploc kkkk eu gemia e mordia o travesseiro, parou de empurrar porque meu cú não fazia resistência de expulsar, ardia, doía e queimava, passado algum tempo eu empurrei a bunda pro lado dele, foi o sinal, Zezão empurrou até o saco encostar em minha bunda e ficou colado, gemi e choraminguei, começou a puxar e socar e foi aumentando a velocidade, me colocou de quatro sem tirar a trolha do meu rabo e mandou ver pica sem dó, depois que neu toba delatou ficou delicioso demais, tentei morder mas devido o grossura não consegui, me colocou de frango assado e pica preta no cú do branquelo, beijou gostoso e meteu sem dó, não sri quanto tempo levei estocadas, quando gozou a impressão foi que o cacete dobrou de grossura, com o pulsar daquela benga gozei sem punhetar meu cacetinho kkkkkk, caiu de lado ainda atolado em min, senti seu cacete amolecendo e sair sos pouco e os fios ofegantes de cansaço, quando o cacete saiu senti um enorme buraco que escorria muita porra e etc. Descansamos e depois preparou a janta e fui embora, falou pra eu ficar, nas sem condições, precisava recuperar kkkkkkk. Na outra semana nos encontramos no bar e desde então quando não vou pra casa vou esvaziar o saco do Zezão mão de onça.
