A priminha da capital veio morar na minha casa - Parte 1

Um conto erótico de Artur
Categoria: Heterossexual
Contém 1062 palavras
Data: 14/05/2026 16:53:02
Última revisão: 14/05/2026 16:54:13

Já tinha bem uns 5 anos que eu não via essa minha prima, Jamilly é um ano mais velha que eu, mas como o pai dela é drogado e nunca para em emprego, meu pai sempre tentou fazer o papel de pai dela, até o ponto que por conta dos problemas do irmão, decidiu trazer ela para morar com a gente, msm contra a vontade da minha mãe.

Colocou um beliche no meu quarto, arranjou um guarda roupa grande para q eu e ela pudessemos dividir e organizou tudo para a chegada dela. Ela iria para outra escola, já que era abril ou maio e onde eu estudava já não tinha mais vaga. Apesar de ela ser 1 anomais velha estavamos no primeiro ano do médio. Eu um nerd estudioso e timido, sempre certinho, o menino bom que nunca deu trabalho. Já dá para imaginar que mulher não era muito meu forte, enquanto meus colegas já tinham namoradas ou contavam vantagem das festinhas, eu ainda era virgem e vivia de porno e punheta.

- Artur sua prima chega mais tarde, é para tratar ela como sua irmã, eu já fui da sua idade e sei como é ficar cheio de tesão, mas Jamilly é uma filha para mim e tem q ser como sua irmã, nada de olhar diferente para ela.

- Mas eu sempre vi Jamilly como irmã, pai, iria ver ela de que outro jeito?

- Só to avisando nem por sua causa, eu sei que vc é sossegado. Num vai para festa, na sua epoca eu já tinha comido a escola inteira. Minha preocupação é ela, ficou bonita, e só vive de namorado, seu tio nem liga para filha, e minha mãe já tá velha.

- Nem invente de querer q eu fique de guarda para ela, ainda bem q ela vai para outra escola.

Lá pela noite, meu pai foi a rodoviária e chega em casa com a minha nova "irmã", ele é o primeiro a entrar com as malas dela, e assim que ela entra meu coração parou. Não era a guria remelenta q lembrava, era uma mulher já e muito gata, daquelas falsa magras. Meu coração disparou na hora e minha cabeça deu curto, eu iria dividir o quarto com o tipo de mulher q eu vivia homenageando no banhiero.

Ela corre e pula para me dar um abraço toda extrovertida.

- Tutuzinhooooo - ela me chamava assim qnd eramos menores - Vc tá grandão, diferente que saudade!

Fiquei arrepiado por inteiro, o cheiro, o toque macio da pele, o aperto daquele abraço! Me afastei do abraço e tentei desfarçar minha reação e me esforçando para o pau não subir.

- Vc tbm cresceu pentelha, agora vai morar aqui né e me tirar a paciência em tempo integral.

- Essa é minha obrigação!

Ela abraçou minha mãe e agradeceu por "deixar" ela vir morar com a gente. Nessa hora voltei pro meu quarto para respirar um pouco e vingir q iria estudar, pq seria meio dificl agora. Enquanto isso deu para ouvir ela contando como era dificil a situação dela com o pai e nossa avó, q tava super feliz q iria ficar com a gente e que iria fazer de tudo para ser grata.

Me pai como sempre, me colocou para pegar o resto das coisas dela do carro e as coisas que ele largou na sala e me mandou levar pro quarto e ajudar ela a arrumar as coisas.

Depois de colocar a conversa em dia com meus pais ela veio desfazer as malas.

- Ufa, ainda bem que vc não é nenhum tarado igual o Juninho nosso outro primo, lembra dele? Pois ele tem um monte de poster de mulher pelada no quarto aff.

- Lembro não, e não tenho nada do tipo.

Mostro qual lado do quarda roupa era dela e ela trata de abrir as malas e começar a arrumar, eu volto para minha mesa para estudar, afinal eu gosto de tirar notas boas e esperava passar para alguma faculdade decente. Mas era impossivel não ficar vez ou outra olhando para ela, tava com um vestido camponesa curto q a cada movimento dela parecia q ia mostrar mais das coxas, até q ela me vê encarando ela.

- Vai ficar aí sentado me olhando ou vai me ajudar? Vem logo, começa pegando daquela mala e me dando, aí termino logo e vou tomar um banho.

E assim foi, pegava algumas peças e passava para ela ir arrumando nas gavetas, até q pego uma calcinha bem pequena fio, minha cabeça automaticamente já imagina nela.

- Me dá isso aqui, é para vc me dar as roupas, não ficar mexendo nas minhas calcinhas - Ela ficou vermelha, me dispensou qnd já tinha ido boa parde das coisas e finalizou arrumando as calcinhas e peças menores.

Depos disso tudo correu normal, jantamos em familia, agora maior, e depois de um tempo fomos dormir, e foi aí que vi q teria um problema daqui para frente. Trocar de roupa no quarto não seria mais possível, então me troquei no banheiro e coloquei meu short de dormir, folgado tipo samba canção e parti pro quarto.

Me deparo com ela revirando algumas coisas na gaveta mais baixa, bunda toda empinada, que visão deliciosa, a camisola dela era um pouco comprida e assim q entrei ela levantou, e não melhorou muito a situação, apesar de ser uma camisola dessas comuns de malha branca com estampa boba, deu para ver q ela tava sem calcinha nem sutiã. Tentei não olhar muito, e fui subir no beliche.

- Isso não é por minha causa não, né Seu tarado?

- Oq? Como assim? Naaão, eu é , não sei...

Eu fiquei tão hipnotizado que não reparei a barraca armada, fiquei muito vermelho de vergonha, e comecei a gagejar desculpas, tentado falar q não foi por causa dela. Joguei minha coberta por cima e tentei esconder. Mas daí ela só se apoiou no beliche, me deu u, beijo na bochecha:

- Não precisa ter vergonha bobinho, eu tava brincando, sei que eu sou sua irmãzinha. Boa noite Tuzinho, durma bem. - E deitou na parte de baixo do beliche.

- Bo-bo-boa noite Milly!

- Bobinho tá com vergonha msm né? Precisa ficar não, eu sei que sou gostosa! Só não vá ter sonhos pervertidos comigo, afinal sou irmãzinha agora.

Depois q ela falou isso, meu coração disparou mais ainda e meu pau ficou igual pedra. Seria dificil dormir a partir de agora.

Continua...

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