A Novinha Safadinha de Caiobá
O sol queimava forte na areia de Caiobá quando eu a vi. Ela se chamava Ludimila, tinha 19 anos recém-completados e era uma delícia de novinha. Corpo bronzeado, cabelo castanho ondulado, biquíni vermelho fio-dental que mal dava conta de cobrir os peitinhos empinados e aquela bundinha redonda, empinada e macia que balançava a cada passo.
Ludimila andava pela beira da praia com aquele rebolado natural, cara de safada, sabendo exatamente o efeito que causava. Quando passou por mim, me olhou de cima a baixo, mordeu o lábio e deu um sorrisinho provocante.
Mais tarde, já no fim da tarde, ela apareceu sozinha num canto mais deserto da praia.
— Tá calor pra caralho, né? — disse ela, parando na minha frente, água escorrendo pelas coxas grossas.
Sem esperar resposta, Ludimila puxou a cordinha do biquíni. Os dois triângulos vermelhos caíram, revelando os seios firmes e os mamilos rosados bem durinhos. Virou de costas, empinou aquela bunda perfeita e desceu o fio-dental devagar, mostrando a bocetinha lisinha, inchadinha e o cuzinho piscando.
— Tá a fim de brincar comigo? — perguntou com voz manhosa, já se ajoelhando na areia.
Ela puxou meu short pra baixo, tirou meu pau duro pra fora e lambeu da base até a cabeça, olhando bem nos meus olhos. Depois engoliu tudo, fundo, babando bastante, chupando com gosto enquanto fazia barulhinhos safados.
— Que pauzão gostoso… — murmurou, batendo a cabeça dele na língua antes de engolir de novo.
Eu a levantei, virei de costas e a fiz apoiar as mãos numa pedra. Empinei aquela bundinha morena e enfiei devagar na bocetinha quente e encharcada. Ludimila gemeu alto, empinando mais.
— Me fode gostoso… me usa todinha — pediu, rebolando a bunda contra mim.
Segurei firme na cintura dela e comecei a meter com força. O barulho da pele batendo se misturava com o som das ondas. Ludimila gemia sem vergonha nenhuma, chamando de “pai”, pedindo pra meter mais fundo e mais rápido.
Virei ela de frente, levantei uma perna e voltei a comer olhando aquele rostinho safado se contorcendo de prazer. Quando senti que ia gozar, tirei o pau e mandei ela se ajoelhar novamente.
Ludimila abriu a boquinha, pôs a língua pra fora e fez carinha de pidona:
— Goza na minha cara… por favor…
Gozei forte, jatos grossos acertando a língua, os lábios, as bochechas e escorrendo até os peitinhos dela. Ela lambeu tudo que conseguiu, sorrindo como a putinha safada que era.
Depois limpou o canto da boca com o dedo, me deu um beijinho na cabeça do pau ainda latejando e sussurrou:
— Amanhã eu volto mais safada ainda… se você aguentar, tá?
E saiu andando pela areia, bundinha rebolando, biquíni na mão, como se nada tivesse acontecido.
