A Novinha Safadinha de Caiobá - Parte 2

Um conto erótico de A Novinha Safadinha de Caiobá
Categoria: Heterossexual
Contém 496 palavras
Data: 14/05/2026 16:47:22

A Novinha Safadinha de Caiobá - Parte 2

No dia seguinte, o sol ainda estava alto quando meu celular vibrou. Era uma mensagem dela:

“Estou na mesma pedra de ontem. Vem logo. Tô sem biquíni por baixo da saída de praia 😈”

Cheguei e lá estava Ludimila. Cabelo solto, uma saída de praia branca curtinha, óculos escuros e aquele sorrisinho de quem já estava molhada só de esperar. Assim que me aproximei, ela se levantou, olhou pros lados e abriu o zíper da saída. A peça caiu na areia, revelando o corpo completamente nu, bronzeado e brilhando de protetor solar.

— Hoje eu quero ser bem safada… — murmurou, já passando a mão na minha bermuda.

Ela me puxou pra trás de umas pedras grandes que escondiam a gente da maioria das pessoas. Caiu de joelhos na areia quente e puxou meu pau pra fora, já duro. Não perdeu tempo: cuspiu na cabeça, esfregou com a mão e engoliu quase tudo de uma vez, engasgando gostoso enquanto babava.

— Quero que você me foda nos três buracos hoje — disse ela, olhando pra cima com os olhos marejados.

Eu a levantei, virei de costas e enfiei de uma vez na bocetinha encharcada. Ludimila gemeu alto, apertando os peitos contra a pedra enquanto eu metia forte, batendo fundo. A bundinha dela quicava gostoso contra mim.

Depois de uns minutos, ela mesma abriu as nádegas com as mãos:

— Agora no cuzinho… vai devagar primeiro.

Cuspi no cuzinho piscando e pressionei a cabeça do pau. Ludimila respirava fundo, gemendo manhosa enquanto eu entrava devagar. Quando estava todo dentro, ela começou a rebolar sozinha, pedindo:

— Pode meter mais forte… eu aguento… me arromba esse cu.

Eu segurei na cintura dela e comecei a comer o cuzinho apertado com força. Ludimila gemia alto, quase gritando, uma mão no clitóris se masturbando enquanto eu socava.

— Ai pai… tá me arrombando todinha… continua!

Troquei de buraco várias vezes: tirava do cu e enfiava na boceta, depois voltava pro cuzinho, deixando ela cada vez mais louca. Ludimila estava tremendo, as pernas fraquejando de tanto prazer.

No final, eu a fiz ficar de quatro na areia. Meti fundo no cuzinho de novo, segurando o cabelo ondulado dela como rédea.

— Goza dentro… quero sentir você gozando no meu cu — implorou ela, voz rouca.

Não aguentei mais. Segurei firme e gozei forte dentro do cuzinho dela, enchendo tudo. Ludimila gozou junto, tremendo inteira, gemendo alto enquanto o orgasmo tomava conta do corpo.

Quando tirei o pau, um fio grosso de porra escorreu do cuzinho arrombado dela, descendo pela bocetinha inchada. Ludimila virou, sentou na areia e lambeu meu pau limpando tudo, com cara de vadia satisfeita.

— Amanhã eu trago uma amiga… — disse ela, lambendo os lábios. — Ela também é novinha e quer experimentar um pauzão assim. Topa?

Sorri e respondi:

— Trás ela.

Ludimila deu uma risadinha safada, vestiu só a saída de praia por cima do corpo suado e gozado, e saiu andando rebolando, deixando um rastro de areia e safadeza pra trás.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive casalsafadinhos10 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários