Aviso: Este é o décimo capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 9: O Assalto ao Banco!
Mais uma manhã cheia de merda na fazenda de Mary e Joan. O quarto estava imundo como sempre: a cama encharcada de diarreia, as paredes salpicadas de vômito, o chão com poças de mijo, gozo e merda.
Novamente, o galo não cantou. Ele entrou pela janela silenciosamente para dar um susto em Putty, como já fez anteriormente. Mas Putty estava preparada dessa vez.
Ele pulou na cama, parou bem do lado da cara dela, encheu o peito, esticou o pescoço... e antes que pudesse soltar o primeiro cacarejo, Putty agarrou o pescoço dele com a mão firme.
O galo esbugalhou os olhos, batendo as asas desesperadamente. Um filete de diarreia branquinha e líquida escorreu da cloaca dele, pingando no colchão. Ele era puro medo.
Putty sorriu assustadora:
— Dessa vez você não escapa, seu filho da puta emplumado...
Ela se levantou na cama, ainda nua, com o corpo todo melado das fodas na noite anterior. O galo se debatia, cacarejando abafado, com as perninhas chutando o ar.
Putty ficou de cócoras na beira da cama, empinou a bunda, abriu as nádegas com uma mão e, com a outra, enfiou a cabeça do galo direto no cu.
O cu dela se abriu fácil, engolindo a cabeça inteira do bicho. O galo balançava as asas loucamente, as penas voando, o corpo tremendo.
Putty gemeu de prazer:
— Isso... entra aí, seu desgraçado... agora você vai provar o que é bom...
Ela abriu as comportas do intestino. Litros e litros de diarreia pastosa, quente e grossa, começaram a jorrar direto no bico aberto do galo. O bicho engasgava, com o corpo inflando como um balão. A barriga dele crescia visivelmente, redonda, esticada, cheia de merda borbulhante.
— Toma tudo... enche essa pança emplumada... — gemia Putty, rebolando o quadril pra enfiar mais fundo.
O galo já estava redondinho, quase uma bola, com os olhos esbugalhados e o bico aberto, gorgolejando merda. Putty tirou ele do cu com um puxão molhado. O galo caiu no colchão, atordoado, a diarreia escorrendo pelo bico aberto.
Putty pegou ele com as duas mãos, colocou sobre o próprio rosto e apertou o corpo como se fosse um tubo de pasta de dente. O galo começou a vomitar violentamente na boca dela. Toda a diarreia que o bicho tinha acabado de beber jorrava de volta, quente, grossa, misturada com baba galinácea.
Putty abriu a boca larga, bebendo tudo, engolindo golfadas, enquanto o galo esvaziava até voltar ao tamanho normal, mole e trêmulo.
Ela pegou o galo pelo pescoço e jogou pela janela, como um saco de lixo.
— Pronto, agora estamos quites. Vai cantar longe daqui, seu cuzão! — disse Putty, lambendo os beiços melados de bosta.
Pôia entrou no quarto nesse momento, carregando balde e rodo, pronta pra limpar a cagalhada matinal como fazia todos os dias. Ela parou na porta, vendo Putty ainda acocorada na beira da cama, com a boca suja de bosta.
Pôia lambeu os beiços devagar, seus olhos brilhando com desejo tímido:
— Putty... — sussurrou ela, com a voz fina e delicada — será que... você poderia deixar eu beber um pouquinho da sua diarreia? Só um pouquinho... por favor...
Putty abriu um sorriso enorme:
— Claro que sim, minha fofura... vem cá... toma o café da manhã direto da fonte.
Ela ficou de quatro na cama, com a bunda virada pra Pôia, e afastou as nádegas com as mãos. O cu ainda estava meio aberto por ter enfiado o galo, e melado de diarreia.
— Vem, Pôia... lambe primeiro... depois abre a boca que eu encho você...
Pôia se aproximou devagar, de joelhos, com o rosto corado. Ela encostou o nariz no cu de Putty, cheirou fundo, e gemeu baixinho:
— Ai... que cheiro forte... tão gostoso...
A língua dela saiu tímida, lambendo a borda do cu devagar, provando a pasta marrom grudada ali. Putty gemeu:
— Isso... lambe bem... limpa tudo... depois eu solto mais pra você...
Pôia lambeu mais fundo, com a língua entrando no buraco, sugando a merda residual. O gosto forte encheu a boca dela, quente e salgado. Ela gemia delicadamente:
— Mmmh... tão quente... tão grossa... Putty... pode soltar agora... por favor...
Putty relaxou o cu. Uma onda lenta e contínua de diarreia pastosa começou a descer direto na boca aberta de Pôia. A empregada abriu os lábios e esticou a língua, recebendo a bosta quente.
Aquela pasta marrom enchia a boca dela, escorrendo pelos cantos, pingando nos peitinhos pequenos.
— Ai... tá me enchendo... tão quente... tô bebendo... — gemia Pôia, engolindo golfadas longas.
Putty rebolava devagar:
— Isso... engole tudo... bebe minha merda quentinha... olha como tá escorrendo no teu corpinho fofo...
Pôia engolia ruidosamente, com os olhos semicerrados de prazer, as mãos apertando seus peitinhos enquanto bebia. A diarreia saia mais forte, enchendo a boca dela até transbordar, escorrendo pelo pescoço, melecando o uniforme de empregadinha.
— Mmmph... tá delicioso... mais... por favor... enche minha boquinha... — gemia ela, com a voz abafada pela merda.
Putty aumentou o fluxo:
— Toma mais... enche essa boquinha fofa... bebe tudo que eu tenho...
Pôia engolia sem parar, sua barriguinha começando a inchar levemente, os olhos lacrimejando de prazer e volume. A merda escorria pelo corpo dela, pingando nos joelhos e formando uma poça no chão.
De repente, a porta do quarto explodiu com um chute violento.
Soldadas vestindo armaduras femininas de aspecto futurista e cor negra, capacetes com viseiras escuras, carregando rifles nas mãos. Pareciam robôs humanoides. Elas invadiram gritando ordens, com as armas apontadas.
Pôia foi agarrada por uma delas e puxada pra longe do cu de Putty. A boca dela saiu com um estalo molhado, deixando a baba e a merda escorrerem.
— NÃÃÃO! Solta ela! — berrou Putty, com os olhos flamejando de raiva.
Mary e Joan acordaram assustadas, já se levantando da cama.
— Que porra é essa?! — gritou Joan.
Pôia gritava em pânico, se debatendo nos braços da Soldada, o mijo de medo escorrendo pelas pernas:
— Me solta! Me solta! Puttyyyy!
Putty saltou sobre as Soldadas como uma fera, gritando putarias e xingamentos:
— Larga a minha Pôia, suas filhas da puta! Vou enfiar o braço no cu de cada uma de vocês até sair pela boca!
Ela derrubava Soldadas com socos e chutes. Uma voou pela parede, outra atravessou o teto. As Soldadas tentavam contê-la, mas Putty era rápida demais, forte demais. Ela as arremessava pela janela, quebrava armaduras com as mãos nuas, e gritava:
— Vem, suas merdas! Vou encher a boca de vocês com soco até que vomitem os dentes!
Mary e Joan tentaram ajudar, mas foram contidas por mais Soldadas, que entravam sem parar. Todas estavam sendo seguradas, menos Putty, que estava no meio do quarto, espumando de raiva, distribuindo porrada pra todo lado.
As Soldadas finalmente conseguiram derrubá-la no chão, várias ao mesmo tempo, prendendo braços e pernas. Putty continuava xingando:
— Me solta, suas cuzonas! Vou fazer vocês cagarem as próprias tripas! Vou arrancar suas cabeças e usar como privada pra cagar!
Então, uma mulher careca vestindo preto entrou calmamente pela porta destruída. Ela parou, olhou a bagunça e reclamou com voz fria:
— Ineficientes... demoraram demais para controlar a situação. Cortarei o salário de todas vocês por seis meses.
Ela parou de pé na frente de Putty, que ainda estava pressionada contra o chão pelas Soldadas.
— Estava observando você há um bom tempo, Putty.
— Se você queria ser fodida, não precisava disso tudo. Era só ter pedido que eu teria o maior prazer em socar um braço no meio do teu rabo até estourar todas as pregas do teu cu!
A careca deu uma risadinha e ordenou que as Soldadas levantassem Putty, para que ela pudesse encará-la de frente.
Com muito esforço e cuidado, elas levantaram Putty, sem deixar que se soltasse. A careca agora estava cara a cara com Putty, que juntou catarro na boca e deu uma cuspidona na cara dela.
A careca limpou o catarro escorrendo pela cara com a língua, lambendo devagar:
— Hmm... delicioso.
Ela se apresentou:
— Meu nome é Alexa. Sou uma empresária com dinheiro quase infinito. Sei que você é uma alienígena. Sei dos seus poderes. Tenho câmeras por toda a cidade, informantes em toda parte.
Alexa se aproximou mais:
— Eu aprecio sua fome de putaria extrema. Eu também tenho um apetite sexual peculiar e ilimitado. A única coisa maior que minha sede por sexo é minha ganância. Por isso, quero que você se alie a mim. Juntas podemos dominar o mundo... transformar todo mundo em nossos escravos sexuais.
Putty sorriu, mas seus olhos flamejavam:
— É um plano muito bonito... mas eu nunca me aliaria a uma pessoa capaz de fazer chorar alguém que é praticamente a personificação da fofura.
Ela então apontou com o rosto pra Pôia, que estava sendo segurada por uma Soldada, soluçando de medo, as lágrimas escorrendo pelo rosto:
— Olha pra ela... olha o que você fez com a minha Pôia...
Alexa olhou. Nesse momento de distração, Putty juntou toda a força que tinha e se soltou das Soldadas com um urro de guerra.
— SOLTEM A MINHA PÔIA!
Alexa se assustou, e recuou pra porta:
— Peguem ela! Agora!
Mas era tarde. Putty, enlouquecida, derrubou todas as Soldadas, uma por uma. Libertou Pôia, Mary e Joan.
Alexa tentou fugir, correndo pra sala da casa. Putty atravessou uma parede com o próprio corpo, agarrou ela pelo braço e derrubou no chão.
Putty montou em cima de Alexa, de quatro, impedindo qualquer movimento. Abriu a boca e começou a jorrar com força litros de vômito na cara dela. O jato era violento e quente. Parece que Putty agora conseguia controlar livremente quando e como vomitar.
Alexa engasgava com o volume absurdo de vômito jorrando na sua cara:
— Para... para... eu tô engasgando...
Ela tentava não se afogar, bebendo e engolindo parte do vômito que caia na sua cara, mas não conseguiu e acabou vomitando também.
— Bebe, sua puta! Engole meu vômito! Toma tudo na cara!
Alexa agora estava recebendo um banho de vômito, enquanto vomitava também na própria cara. Ela bebia, engolia, engasgava e vomitava sem parar. E então, começou a convulsionar no chão.
Putty, ainda furiosa, colou a boca na de Alexa, vomitando com força os jatos direto na garganta da careca, que continuava vomitando também.
O vômito de Alexa subia pela garganta até a boca, mas os jatos de Putty eram muito mais fortes, e empurravam o vômito da careca de volta, garganta abaixo. Alexa estava tendo espasmos fortíssimos no chão com essa situação, os olhos completamente revirados pra cima.
— Toma... enche essa barriga... engole mais! — gritava Putty.
Putty aumentou a força dos jorros de vômito, fazendo eles atravessarem o corpo inteiro de Alexa, e saírem com força pelo cu dela. O jato saiu com tanta força pelo rabo de Alexa, que a calça dela rasgou.
O corpo de Alexa começou a ser levantado do chão pela força da pressão do jato que jorrava do seu rabo, enquanto Putty seguia disparando vômito com tudo na sua boca.
De repente, Pôia apareceu na porta, com os olhos cheios de lágrimas:
— Putty... para... por favor... já foi o suficiente... eu não quero ver você assim... eu prefiro ver você feliz... cagando pela casa com um sorriso no rosto...
Putty parou e soltou Alexa, saindo de cima dela devagar. A careca caiu desfalecida no chão, ainda tendo espasmos, com vômito vazando pela boca e cu.
Aos poucos o vômito foi parando de vazar e ela começou a voltar a si.
Quando ela recobrou a noção de onde estava e do que aconteceu, se sentou e olhou ao redor. Putty estava parada na frente dela, com Pôia abraçada na perna, de olhinhos fechados. Ao fundo, Mary e Joan, uma apoiada na outra. E por toda a casa, Soldadas caídas, desmaiadas, enterradas na parede, atravessadas pelo teto, afundadas no chão...
Alexa se levantou devagar, tentou limpar inutilmente a roupa encharcada de vômito com tapinhas, e disse, tentando parecer calma:
— Bom... acho que por hoje tá bom. Vamos considerar que foi um empate. No futuro, eu entrarei em contato novamente.
Ela saiu patinando e escorregando nas poças de vômito pelo chão — que tinham saído do próprio cu dela — com as pernas ainda bambas.
Depois que Alexa saiu, Pôia olhou pra Mary e Joan, e com a voz trêmula, perguntou:
— Eu vou ter que limpar isso tudo também?
Continua...