A Seita da Fertilidade - Parte 2 - O Segundo Ritual é concluído

Um conto erótico de Sophia
Categoria: Trans
Contém 2046 palavras
Data: 14/05/2026 14:24:51
Última revisão: 14/05/2026 14:30:32
Assuntos: Incesto, taboo, Trans, Zoofilia

Por muito tempo achei que nunca contaria essa história pra alguém. Independentemente de você acreditar ou não na minha parcela de responsabilidade pela prosperidade de alimentos que você está tendo acesso, esses fatos me marcaram. Obrigado a quem me escreve e sobretudo me deixa comentários. Vamos seguir:

Eu sentia o tapete macio sob meus joelhos, mas meu corpo parecia flutuar em um mar de incerteza. Ao meu redor, dezenas de pares de olhos me fixavam. O ar da sala estava saturado: era uma mistura de perfume caro, suor e uma tensão elétrica. Eu conseguia captar as nuances daquelas pessoas. Algumas mulheres apertavam os lábios, desviando o olhar com um nojo contido de mim. Para elas, claramente estivam ali apenas por obrigação religiosa ou social.

Outras, porém, tinham as pupilas dilatadas, devorando cada detalhe da minha pele depilada com uma inveja mal disfarçada. Seria possível que quisessem estar no meu lugar?

Havia também as indiferentes, que me olhavam como se eu fosse uma saca de grãos ou melhor, um novo animal para a fazenda — eu era pra elas apenas um procedimento necessário para a safra ou reprodução.

— Vamos, princesa. Temos muito trabalho antes da festa — sussurrou Helena, me puxando suavemente.

Ela e as outras duas mulheres me conduziram escada acima. No meu quarto cor-de-rosa, fui colocada diante da penteadeira. A mais jovem, de uns 30 anos, tinha mãos ágeis. Ela puxou meu cabelo loiro, agora livre das trancinhas, e o prendeu em um rabo de cavalo alto e firme. Dois fios foram deixados soltos para moldar meu rosto — os "pega-rapazes" — e ela finalizou com uma fita de cetim rosa.

Enquanto isso, a mulher mais velha, cujos traços eram de uma beleza madura e severa, trabalhava no meu rosto. A ponta fria do pincel de sombra, o toque do rímel... tudo ressaltava meus traços finos. Ela terminou aplicando um gloss rosa-claro, tão grudento que eu mal conseguia separar os lábios sem sentir o estalo do visgo.

— Você está deslumbrante, Sophia — disse a mais jovem, admirando o reflexo.

Helena surgiu atrás de mim com duas tiras de tecido. Um biquíni cortininha branco, minúsculo. — Vista isso, querida. Como você vai se sujar muito, o biquíni é mais prático de lavar depois.

Se sujar? Meu coração deu um solavanco. A palavra ecoava na minha mente enquanto eu trocava a renda pela lycra. Eu pensava na noite anterior, no batismo de sêmen de Cassiano. O que poderia ser mais "sujo" que aquilo? O nervosismo começou a transbordar em um tremor nas minhas mãos. Elas finalmente notaram.

— O que houve, Sophia? — perguntou a mais velha, inclinando a cabeça. — Acho que ela ficou nervosa.

— O segundo ritual serve para você deixar de ser apenas uma menina. - Disse a mais nova - Você gosta de ser uma menina?

A pergunta me atingiu como um raio. O silêncio tomou o quarto. Lembrei do Bruno, do garoto que apanhava no orfanato por ser "delicado". Lembrei do medo de vestir a primeira calcinha e do toque dela agarrando minhas coxas. Lembrei da rendição total ao sentir Cassiano dentro de mim, forçando, me esticando. Eu tinha lutado tanto contra isso e, agora que eu finalmente aceitava quem eu era, elas queriam que eu mudasse de novo?

— Gosto... — gaguejei, minha voz sumindo no gloss grudento. — Acho que gosto. Não sei...

— Está tudo bem em ter medo — disse a jovem, segurando minha mão com carinho. — Mas ser apenas uma menina é muito pouco para alguém como você. Uma menina dá para um homem. Uma putinha dá para a terra. A nossa terra não pode dar só alguns frutos, Sophia. Ela precisa ser transbordante. E você tem potencial para ser essa fonte. Você tem a oportunidade de deixar de ser a fêmea de um homem para ser a de todos eles lá embaixo. – Ela parecia animada.

— Você vai ver — continuou Helena, com um brilho de quase inveja nos olhos. — No começo o choque assusta, mas em pouco tempo você vai estar implorando por mais. Não lute contra o prazer deles. Se entregue. Deixe que eles semeiem em você a prosperidade de todos nós.

Depois Helena se ajoelhou na minha frente, viu meu nervosismo e disse segurando meu rosto. — Eu vou estar lá o tempo todo, Sophia. Vou segurar sua mão, vou limpar seus olhos se precisar. Você nunca estará sozinha. É um esforço coletivo. É o seu Bukkake.

As palavras saíam como instruções técnicas, mas o peso delas me esmagava. Elas me explicaram a dinâmica. Uma grande travessa de vidro retangular foi trazida. — Nós vamos nos revezar segurando isso debaixo do seu queixo — explicou a mais velha. — Você ficará de joelhos, de boca aberta. Receberá cada jato. O que não cair na sua boca, a travessa recolhe. Nada pode ser desperdiçado.

— Alguns não têm boa mira — riu a jovem. — Vão gozar no seu rosto, no cabelo, nos seus olhos. Não feche a cara. Sorria. É a semente da vida caindo sobre você. É uma delícia sentir o calor deles cobrindo sua pele. Aproveite cada sensação.

— Mas não engula — Helena advertiu com seriedade. — Guarde tudo na boca, o máximo que conseguir. Não engula até que a gente mande. Entendeu, Sophia?

Eu apenas assenti, mas sentia as mãos geladas e tremendo. A ideia de dezenas de homens me usando como um receptáculo coletivo me deixava zonza.

— Estamos prontas? — Helena perguntou, olhando para as outras. — Vamos descer.

Caminhamos até o topo da escada. Eu ia começar a descer os degraus, mas Helena colocou a mão no meu peito, me parando.

— Não, princesa. Uma putinha não desce as escadas andando.

Ela apontou para o chão. — Engatinhando, Sophia. Mostre a eles como a terra está pronta para ser semeada.

Respirei fundo, sentindo o biquíni apertar meu corpo depilado. Coloquei as mãos no primeiro degrau de madeira polida e comecei a descida, sentindo o peso de cada olhar lá embaixo me esperando para a grande fertilização.

Em poucos minutos a sala tornou-se um vórtice de caos e fluidos, um teatro de adoração e degradação onde o nome Bruno já não passava de um eco abafado pela minha nova identidade. Eu estava de joelhos, o biquíni branco já manchado, cercada por dezenas de homens que personificavam os diferentes rostos do culto.

A ordem deu lugar ao delírio. Um grupo de uns seis homens, os mais obscenos e corpulentos, não tinham paciência. Eles batiam com seus pênis no meu rosto de forma rítmica e humilhante, puxando meu rabo de cavalo com tanta força que meu couro cabeludo ardia. Um deles me forçou a uma garganta profunda tão violenta que meus olhos saltaram; eu tentava respirar, engasgada, enquanto eles riam do meu desespero. "Olha como a putinha luta pelo ar", um deles zombou, desferindo um tapa estalado na minha bunda que deixou a marca vermelha de seus dedos instantaneamente visível na minha pele depilada. Se eu tentava recuar, recebia tapas mais fracos no rosto — não para ferir, mas para me lembrar do meu lugar. "Engole o choro, putinha. Só agradece", eles rosnavam. Um deles puxou o fio dental do meu biquíni para cima, enterrando-o entre minhas nádegas até causar uma dor aguda.

Em contraste, outros eram quase carinhosos de um jeito perverso. Um homem mais jovem pegou minha mão e a guiou para punheteá-lo enquanto outro me usava a boca. "Mama pra mim, meu anjinho... toma a tua mamadeira", ele dizia com uma voz mansa que me dava calafrios. "Olha para o macho que tu tá chupando, Sophia. Abre o olhinho." Eu me sentia uma boneca sendo desmontada e remontada. Um terceiro tipo de homem apenas circulava, masturbando-se e tocando meu cabelo ou meus ombros com dedos leves, observando com um transe quase religioso.

Ao redor, o ambiente era uma cacofonia de gemidos, palavrões e o tilintar de joias. Algumas mulheres observavam com um nojo indisfarçável. "Eu não aperto a mão de um homem que sai do banheiro sem lavar, imagina colocar isso na boca", sussurrou uma senhora elegante para a amiga. Outras, consumidas pelo ciúme e pelo ódio, cuspiam insultos: "Eu seu que é apenas uma oferenda, mas meu Deus, que nojo isso". Enquanto isso, a senhora gordinha dos cookies passava com uma bandeja de prata, servindo doces e sorrindo para os convidados, agindo como se eu, de joelhos e coberta de sêmen no centro da sala, fosse invisível.

Cassiano observava tudo do seu trono de autoridade. Ele não interferia, apenas sorria com um orgulho proprietário. Quando alguém reclamou que eu havia raspado os dentes, Helena interveio: "Lábios sobre os dentes, Sophia. Proteja o seu macho". Mas depois de tantos homens, meus lábios estavam cortados por dentro, esfolados contra minha própria arcada dentária.

Eu fui ficando cansada. A posição de joelhos era desconfortável. Manter aboca aberta por muitos minutos é cansativo e ainda mais com tantos tapas e pegões. Quando minha boca estava quase transbordando ouvi Helena dizer: "Pode engolir, princesa".

Na primeira vez, foi fácil; um ato mecânico. As mulheres riram: "Não finge que não gostou!" – disse uma sorrindo. Depois disso mais homens, mais chupadas. Mais ofensas, tapas e humilhações. Começaram a gozar novamente e quando Helena me mandou engolir meu corpo protestou. O refluxo veio forte, e eu segurei o líquido nas bochechas infladas até conseguir forçar a descida, sentindo meu estômago dar voltas.

Mais homens, mais caos. Eu ouvia “chupa aqui”, “Mama que te dou leitinho, putinha”. Era um novo grupo de homens, alguns descansavam no sofá ao fundo. Outros que já haviam gozado no inicio voltavam a me atormentar. Gozaram. Rosto, cabelo, olhos, ouvidos, boca, tudo. Quando não cabia mais na boca, meus olhos estavam vermelhos de irritação e lágrimas. Eu olhei suplicante para Helena, a náusea me dominando.

O cheiro era insuportável, mas "Engole", foi o que ela ordenou, sem piedade mas com voz doce. Eu tentei, mas parte voltou, escorrendo pelos cantos da boca e caindo na travessa de vidro. "Epa! Não desperdiça!", gritou um dos homens em volta. Helena acariciou meu rosto lambuzado: "É o teu leitinho, amor. Eles te deram com carinho. Valoriza".

A mais nova das mulheres se aproximou, eufórica. Com a ponta do dedo, ela empurrou de forma sensual uma poça de sêmen que estava na minha bochecha para dentro da minha boca e, em seguida, chupou o próprio dedo com um olhar lascivo para os homens. Algumas riam, outras ignoravam. Eu já estava quase vomitando.

Ao final faltava apenas um homem que ainda não havia descarregado — um rapaz que sentia a pressão do grupo. Ele gozou e achei que tinha terminado. Helena ainda segurando a travessa cheia de porra escorrida e cuspida. Ela então sentou-se no chão, as pernas abertas, e me puxou para o seu colo como se eu fosse um bebê. Despejou todo o sêmen restante em uma mamadeira e começou a me alimentar. Eu tentei protestar, mas os gritos dos homens e mulheres me abafaram enquanto se divertiam com a cena. "Te comporta, putinha. Bebe tudo bonitinho", Helena corrigia.

Ao terminar, houve uma ovação. Algumas mulheres choravam de emoção religiosa. O ritual estava concluído. Helena limpou um pouco dos meus olhos e sussurrou: "Onde havia uma princesa, agora só tem uma putinha. Semeada e fertilizada. Parabéns, Sophia".

Cassiano e os outros vieram me parabenizar, agradecendo pelo meu sacrifício. Alguns ainda me olhavam com náusea, mas a maioria sorria. Conforme os carros partiam e a sala esvaziava, eu fiquei ali, jogada no tapete, exausta e dolorida. Mas, por baixo do biquíni, senti um latejar. O tesão era real, uma resposta biológica ao caos.

Sentada no chão, pernas abertas e o rosto parecendo cera derretida de tanta sujeira, eu comecei a me tocar. Um homem, que me lembrava já ter gozado pelo menos duas vezes, aproximou-se e deu uma última gozada fraca na minha boca. No ápice, eu gozei também, me lambuzando no meu próprio fluido. Em meio ao êxtase, passei os dedos indicadores na testa, puxando a mistura de sêmen e suor até a boca, limpando meu rosto e bebendo as últimas gotas. Eu não fazia mais para eles. Eu fazia porque era o que uma putinha deveria fazer. Eu era, finalmente, a Terra Fértil.

Criar coragem de contar a minha história não está sendo fácil, agradeço demais à equipe da Casa dos Contos que me incentivou e a todos que deixam suas mensagens aqui embaixo. Se quiserem explico o que aconteceu com a questão do terceiro ritual.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive SophiaFemBoy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários