MEU MELHOR AMIGO VICIOU NA MINHA PICA

Da série MELHORES AMIGOS
Um conto erótico de DENTISTA DOM
Categoria: Heterossexual
Contém 1214 palavras
Data: 14/05/2026 12:06:31

Depois da primeira noite em que ficamos na brotheragem, meu amigo Jonathan e eu continuamos bancando os héteros em público e algum tempo se passou… Mas, quando estamos sozinhos, a história era outra.

Naquele dia, minha família inteira foi para o sítio, mas eu decidi não ir. Até a empregada foi. O apartamento ficou só pra mim… e você já imagina o resultado. O tesão bateu forte. Mandei mensagem pro Jonathan descer.

Por volta das 20h ele chegou. Magrinho, já com 18 anos, camiseta regata branca, bermuda vermelha e chinelo. Eu estava só de bermuda preta, sem camisa e sem cueca.

Assim que ele entrou, tranquei a porta e o abracei forte. Já fui direto no ouvido dele:

— Tira a roupa logo…

— Pô… já?

— Anda logo, porra… tô com tesão. Vontade de te fuder.

Ele ainda tentou brincar:

— Calma aí, nem cheguei…

— “Calma aí” o caralho… não tô brincando.

Já fui tirando a camiseta dele. Virei ele de frente pra parede e abaixei, puxando de uma vez a bermuda e a cueca.

Ele riu nervoso, mas não resistiu. O tesão ali só aumentava.

Comecei a provocá-lo, dominando o momento, o pau dele estava estourando e o meu também, deixando tudo cada vez mais intenso entre provocações e contato, até que o clima tomou conta dos dois.

Levantei ele e joguei a roupa dele para longe.

— Não vai vestir nada sem minha autorização.

Mandei ele agachar na minha frente.

— Anda logo… me ajuda aqui.

Ele ainda retrucou, meio sem jeito:

— Hoje você tá mandão, hein…

— Tô com tesão. E você vai me acompanhar.

Passei a língua na cabeça do pau dele e lambi seu cú. Ele inclinou o corpo pra frente. A cabeça do pau dele ficava mais molhadinha a medida que tudo desenrolava.

O clima foi ficando cada vez mais intenso. Ele acabou entrando na dinâmica, e a tensão entre nós só crescia, tomada pelo desejo e pela provocação.

Mais tarde, coloquei música alta no som pra abafar qualquer barulho da casa.

Depois o virei de frente pra parede de novo, abracei ele por trás e sussurrei no ouvido:

— Você sabe no que isso vai dar hoje, né…

Ele riu baixo, meio nervoso, meio rendido.

Ele abriu a boca e meteu minha pica pra dentro, peguei ele pela nuca e forcei muito.

A babinha da pica dele acumulava no chão de tanto que pingava dele…

O resto foi só o clima entre nós dois tomando conta da noite, cada vez mais intenso, sem espaço pra voltar atrás.

Mesmo com o clima esquentando, ele ainda pedia pra ser “só na brotheragem hoje, mano”.

Eu ria e dizia, sem aliviar:

— Nada disso, putinho.

— Vamo fuder forte… sente o quanto minha pica tá dura.

Fui pincelando minha pica naquela bundinha dele, entre os movimentos, a gente ali na sala, em pé, completamente nus e entregues ao momento. Era uma cena intensa, difícil até de descrever depois.

Passei um dedo na babinha que escorria da pica dele e coloquei o dedo na boca dele e mandei ele chupar, deixando bem melecado de saliva. Peguei esse dedo e levei pra ele, provocando ainda mais.

— Relaxa… vai, mano.

— Tô tentando, caralho…

Dei um tapa leve na bunda dele.

— Abre logo, porra… tô mandando.

Aos poucos ele foi cedendo, o corpo dele entregando o que a cabeça ainda tentava negar. Enquanto eu o beijava na nuca, outro toque meu buscava aumentar ainda mais o nível de entrega entre nós.

Enquanto isso, minha outra mão já o deixava completamente fora de si, denunciando o tesão que ele tentava esconder.

Fui tirando os dedos e passei mais saliva, mantendo tudo ainda mais intenso. Abracei ele por trás com força, encostando mais, dominando o espaço entre nós dois.

Ele ainda tentou reagir:

— Ai, mano… tá doendo…

— Relaxa… só respira.

— Caralho, mano…

— Faz força pra trás… vai passar.

— Só a cabecinha, isso…

— Relaxa…

Quando senti a cabecinha cedendo, por completo, fui além, sem dar espaço pra volta.

Ele travou a respiração, ficou na ponta dos pés, segurando tudo o que podia.

— Ai, mano. Meu cu caralho.

— Fala baixo… quer o prédio inteiro ouvindo?

— Não… sigilo…

— Então obedece.

Ele tentou resistir, mas acabou entrando no ritmo, ainda confuso entre o que dizia e o que sentia.

— Pô, mano… você tá me esculachando…

— Só obedece e rebola na minha pica caralho.

Ele foi cedendo aos poucos, até que o clima entre nós dois tomou conta da sala inteira.

Levei ele até o sofá, e ali tudo ficou ainda mais intenso, mais próximo, mais sem controle.

No fim, já não era mais sobre brincadeira nenhuma.

Era só sobre os dois, e sobre até onde aquilo tudo ia nos levar.

A vontade de gozar permanecia a toda rebolada dele.

Tirei minha pica devagar.

Sentei no sofá e mandei ele vir de frente pra mim.
Ele obedeceu com uma cara de safado.

Posicionei meu pau na entradinha do cuzinho dele.
Ele tentou escapar, mas o segurei na posição.

Meu pau logo estava certinho no seu cu.

Olhei nos olhos dele, Com ele agachado no meu pau. Olhando nos seus olhos.

Pega na sua rola, Quero ver você se masturbando com minha pica atolada em você. Anda logo caralhoo!

Caralho mano... você tá fissurado na minha pica hoje.

Cala a boca viado, Faz logo o que mandei.

Ele ali agachado com meu pau dentro, começou a se masturbar bem forte; O pau dele brilhava de tanto melzinho que estava saindo. Eu mexia sua bunda pra cima e pra baixo fazendo meu pau o penetrar bem gostoso.

- Caralho mano, Posso gozar… ele pediu.

- NÃO, disse.

- Por favor mano, Meu pau ta querendo explodir de tesão...

- Solta sua pica, agora, indaguei.

- Por favor cara.

- Não, caralho. Solta seu pau agora.

- Você vai gozar sem tocar no pau. Tu vai gozar só quicando na minha vara hoje. Vai logo seu putinho.... Vou segurar tuas mãos pra voce nao trapacear.

- Caralho velho; Teu pau ta fundo demais... To sentindo ele inchado no meu rabo.

- Isso putinho, quica na minha vara.

- Caralhoo mano, eu vou gozar cara.

- Isso seu puto, Continua. - Goza sem tocar na pica…. “Goza dando a bunda gostoso pra mim”

- Ai mano, que Tesão da porra cara.

- Continua cara, quica gostoso na minha pica.

- Caralhooo mano, eu vou gozar.

- Goza pro teu amigo seu filho da puta Goza

- Vou gozar mano - Vou gozaaa - Caralhoo.

“Varios jatos de porra voaram da pica dele na minha direção.

Um jato veio direto no meu rosto e o restante no meu peito.

Ele deu uma lambida na porra no meu rosto , Segurei a cabeça dele e nos beijamos bem gostoso.

O cuzinho dele latejava a cada jato que saía, mordendo meu pau, O tesão ficou demais e ejaculei dentro dele durante nosso beijo...

-Caralhooo mano, tu gozou em mim, por isso, vou te encher de leite seu filho da puta, Arrombadinho. Sente o meu leite te invadindo.

Gozei pra caralho naquele cu.., tirei a pica e vi o estrago que tinha feito e vi a porra escorrendo do meu amigo, ele veio lamber minha pica e falou

“Tô ficando viciado nessa pica”

Eu puxei ele pelo pescoço e dei um tapa na cara dele.

— Tá tirando, mano… nós somos amigos.

Ele caiu na risada, e nós dois ficamos nos zoando, ainda pelados, antes de irmos tomar banho.

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