Alugue uma casa próxima a um presídio.

Um conto erótico de Emissário
Categoria: Heterossexual
Contém 2735 palavras
Data: 14/05/2026 11:09:18

Quando digo pra alugar uma casa próxima a um presídio, é um conselho baseado em empirismo puro, vejam só.

O aluguel é mais barato por causa do presídio.

É mais tranquilo por conta do presidio, não podem voar drones, helicópteros e nem tem arruaça por perto.

É muito mais seguro, ao contrario do que você possa deduzir, é um movimento perpétuo de policiais, sejam penais, civis, militares ou federais. Toda hora tem polícia circulando.

Finalmente, a razão é sexual, caso você seja solteiro, a cadeia é um facilitador de sexo. Se você não sabe como funciona, e eu também não sabia até conhecer Camila, fato que relatarei a seguir. Mas basicamente, as mulheres dos presos costumam vir de todo estado e pernoitam, seja em pensões, seja em hotéis, ou até em barracas a frente dos presídios. Oque for mais viável e barato. E aí está o pulo do gato, você tem um teto a oferecer e muitas estão dispostas a pagar com xerecard. Mas vamos a como tudo aconteceu:

Num barzinho, meio que por acaso encontrei Camila. Uma brancona de cabelos pretos a altura da bunda.

Camila usava calça jeans colada ao corpo, oque valorizava suas curvas... E que bela bunda tinha Camila,

me chamou atenção logo de cara. A abordei perguntando se estava sozinha, e ela me disse estar com duas amigas. Trocamos umas palavras e paguei um drink.

Logo estávamos conversando e rindo como velhos amigos.

Entre conversas e carícias, onde minhas mãos acariciavam a sua, ela se esquivava, fazendo-se de difícil.

Depois de umas cervejas a mais, Camila rebolava seu lindo rabo no jeans em cima do salto plataforma, se soltando. Umas sarradas a mais e ela logo saiu, indo ao banheiro junto das amigas. A esperei do lado de fora a puxando pelas mãos quando passou. Nossos olhares se cruzaram e de instantâneo começamos um delicioso beijo que acende meu fogo, fazendo a pica marcar o short. Camila olha e ri alto...

- Tá empolgado ai é colega?

- Porra com uma cavalona rabuda igual você, linda e cheirosa desse jeito e ainda por cima com esse beijo gostoso. Como não ficar né?

- Então gatinho, saindo desse corredor aqui, não encosta em mim tá, sou casada, depois te conto.

Olhei novamente para os dedos, não havia aliança e eu já havia checado antes do primeiro contato. Achei estranho mas respeitei sua vontade.

Voltei pra mesa e continuei tomando minhas cervejas... A vontade de urinar veio, corri pro banheiro e ao sair, lá estava ela, um pouco mais alta pelos drinks.

Não dissemos nada, já nos pegamos no escuro do corredor, desta vez minhas mãos apertaram sua bunda e seus seios, chupei sua lingua com vontade e ela apertou meu pau sobre o short...

- Colega, tô tarada nesse pauzão, to quase me babando de vontade.

- Vamos sair daqui então, eu não moro longe gata...

- Onde você mora exatamente?

A expliquei meio por alto, uma vez que ela era do interior e não conhecia São Paulo, entre uma referência e outra que usei, expliquei que no bairro a uma quadra tinha um metrô e a duas quadras uma cadeia.

- Ah tá, sei mais ou menos, já passei por ali, pelo metrô e pela cadeia...

- Ah você já foi presa Camila? Eu disse rindo...

- Não bobo, já passei pela frente, eu quis dizer, pela frente da cadeia...

Respondeu-me rindo igualmente, riso que logo calei enfiando a lingua em sua boca... Que beijo bom ela tinha, a segurei pela nuca e alonguei o beijo o quanto pude...

- Já chega colega, vamos pra sua casa... Ah, e qual o seu nome mesmo?

- Jeferson, meu nome é Jeferson.

Respondi apertando sua bunda, gesto que ela retribui apertando a cabeça da minha caceta sob o short, iniciando uma punheta sem retirar ele das vestes... Gemi alto cerrando os olhos e a puxei pra perto de mim, pude respirar seu cheiro e chupar seu pescoço...

- Não deixa marca colega, sou casada...

Parei a pegação e sai do bar, fui direto ao estacionamento buscar o carro, dei partida e acendi os faróis, conforme combinamos.

A porta do passageiro se abriu e Camila entrou, meio receosa, desconfiada, até confirmar que era eu ao volante.

- Não entendo muito de carro, você falou Astra cinza, mas eu não sabia qual carro era, tinham mais dois carros ligados, por sorte eram, branco e azul. Já pensou eu entro no carro errado, me sequestram?

- Mas eu vou te sequestrar gostosa, vou fazer mais que isso, vou te apontar uma pistola, vou por o cano na sua boca, e te dar surra de saco...

-Ah é? Então mostra ai, cade essa pistola Sr. raptor de casadas?

Desabotoei a bermuda e Camila não se fez de rogada, de inocente ou de tímida... Aliás é o'que gosto nas casadas, elas só querem trepar no sigilo, sem frescuras ou limites, só foder freneticamente, mas seguindo com o relato.

Camila amarrou seus cabelos fazendo um rabo de cavalo, tirou o chiclete da boca, me entregando, o mesmo. Baixou lentamente respirando na cabeça do meu pau, o segurou bem na base, notei suas lindas unhas vermelhas que combinavam com o batom que era tirou da bolsa sem largar o mastro. Habilmente retocou o batom...

- Esse seu pauzão tá tão babado que quase consigo me ver nele, tão lustroso. Um pau bonito assim, merece uma mamada com batom impecável. Ela disse mordendo os lábios e os lambendo, pouco antes de retocar o batom.

E, caiu de boca, sem frescura, sem nojinho, sem tempo a perder... Minha pica estava suada, com cheiro de pau e aquela mulher não se importou, seus lábios estralavam, me babando, me molhando, me dominando... Camila pos os joelhos no banco, deixando seu saboroso rabo a altura da janela. Continuou mamando e com uma das mãos desabotoou o jeans. Nem precisou dizer nada, e de imediato baixei sua calça, aquele lindo cu estava a vista de quem passasse, pelo estacionamento.

Ela foi forçando a mamada, engolindo mais rola a cada descida, até que cravou 100%.

Todo meu peru estava em sua garganta e Camila engasgada, com os olhos cheios de água. Ainda assim não tirava a boca enquanto me olhava nos olhos... Que mulher!

Acariciei e dei tapas na bunda incentivando a bezerra a mamar mais e mais e ela obedeceu, então deslizei minha mão direita acariciando aquele rabão gostoso e maliciosamente meus dedos entraram sob o pano da calcinha, pude sentir sua buceta, úmida, escorrendo, babando... Passei os dedos pelos labios reunindo o máximo de mel que podia, quando bem lambuzados os dedos, me dei de presente aquele mel... Como era saboroso o mel da Camila, lambi cada gota. Deixei meus dedos totalmente limpos e enquanto me alimentava, senti explodir o gozo garganta abaixo de Camila, que, velozmente tirou o páu da garganta enquanto o leite jorrava, deixando só a cabeça em sua boca...

- Era pra ter me avisado, gosto do sabor do leite na boquinha safado...

Ela diz de maneira abafada sem tirar o pau da boca...

- Eu te dou mais leite lá em casa gostosa, preciso da sua buceta, me dá sua bucetinha sua puta gulosa... Dá a buceta pro seu amante dá?

- Vaaaaaammmmu, vaaaaammmu, vamu logo, queru pica... Dizia Camila fazendo a limpeza total do mastro, sem derramar uma gota da porra que ela engole por inteira e ainda lambe os dedos.

Nem abotoei a bermuda e sai do estacionamento com aquele avião de cabelos pretos me punhetando e mamando só de calcinha no banco do passageiro... São só 3 km até minha casa, onde poderei meter nessa bucetinha linguaruda.

A pressa é tanta que sequer ponho o carro na garagem, o estacionando em frente ao portão. A vadia desce sem por a calça e aguarda só de calcinha que eu abra a porta, carros passam buzinando para aquela bela anca de fio dental na calçada, mas ela não liga, está manuseando meu pau, o ressucitando com uma punheta enquanto giro a chave no trinco. Antes mesmo de entrar, Camila se abaixa e começa a me mamar ali, na calçada enquanto afoito falho em abrir o portão. Paro e a deixo lamber minha caceta em público por uns bons segundos, talvez até um minuto ou pouco mais, ela engole e tira o membro da boca, abaixa mais e gargareja com minhas bolas na boca. A seguro pela nuca e começo a foder sua boca, a vadia não tem medo ou pudor, sorri e cospe no pau e volta a mamar. Se depender dela a gente mete ali mesmo, me volto ao portão e o abro a segurando pelos cabelos como a uma cadela pela guia, nem fechei o portão, nem pensei nisso, agora é só a porta da sala. Enquanto tento achar a chave correta ali está ela novamente, engolindo meu saco e sugando ele, fazendo seus lábios estalarem. Já tive algumas putas pagas na vida, nenhuma foi tão puta quanto Camila, estou amando essa mulher e ainda nem comi sua buceta. Entro na casa e só ai percebo que minha parceira já me deixou sem as peças de baixo, estou com o pau duro e sem nada, cueca e shorts estão na garagem. Como ela fez isso? Não dá tempo de pensar, a porta fecha e Camila salta em meu colo engatando um beijo que tira todo meu ar, sinto sua buceta molhada em minha barriga, escorre tanto mel dali que a calcinha não dá conta de segurar. Deito-a sobre o tapete sugo por cima de sua calcinha todo mel que passa, depois avanço a lingua para sua gruta, salgada, suada, mas gostosa, incrivelmente gostosa... Um grelo saltado me hipnotiza como o chocalho de uma cascavél, abocanho na esperança de matar minha fome, fome de buceta... Mas a fome só aumenta. Camila treme segurando-me pela nuca sem me deixar respirar nada que não os cheiros de sua xana. Adoro isso e linguo tudo que posso, puxo sua lingueta com os labios fazendo estalar ao mesmo tempo em que tenho já dois dedos fazendo carícia em seu canal.

- Vou gozar Jé, bebe meu gozo seu puto...

- Bebe tudo Jééééé... Aiiiiiiiiiii.

E ela despejou seu suco do amor em meus lábios, e eu bebi, me fartei, matei a sede. O cálice do prazer me serviu seu melhor vinho.

Saímos da sala, ela já toda nua, ambos escorriam suor mas ainda queríamos mais.

- Você tem camisinha? Aceno positivamente com a cabeça.

- Vamos, me mostra sua cama, vamos trepar de verdade Jé.

Que furacão de mulher é este, eu, já beirando meus quarenta, solteiro convicto, casaria fácil com uma puta destas. Metedeira e safada, não tem mais que 27 anos e já trepa deste jeito, penso comigo.

- Fica em pé, fora da tua cama, mas colado nela. (Ela diz, ela é quem comanda e eu simplesmente obedeço).

Camila sobe na cama, ela é baixinha e fica a mina altura, me beija apaixonadamente e alisa meu cacete enquanto o faz... O mira com olhos gulosos e sem nenhum aviso planta bananeira metendo a buceta em meu rosto. Mal termino de entender, ela já está me mamando. Um 69 em pé, que diferente, eu nunca fiz um destes, penso comigo enquanto instintivamente já bombo a tora pela garganta de minha mestra dos prazeres. Por sua vez ela entrelaça os calcanhares me dando uma chave de buceta no rosto. Estou rendido e chupo e lambo o'que posso e consigo, até doer-me a língua. Uns minutos se passam e sem aviso ela solta-me da chave deixando seu corpo cair sobre minha cama...

- Põe a camisinha, vem trepar Jefferson.

Encapo o mastro e aquela ninfeta da buceta depilada se masturba de pernas abertas pra mim. - Vem comer, vem. Vem macho, vem me arrombar vem, vem comedor de casada, vem...

Ajoelho na cama e pincelo o bruto em seus lábios úmidos e carnudos, confesso, não sou fã de camisinha, mas não me atrevo a contrariar Camila, que me aguarda com os joelhos dobrados, totalmente disponível pro prazer. Encaixo a cabeça a abraço dando sustentação ao pescoço, a tomo no num beijo e enterro a tora em seu ventre, Camila deixa o beijo e começa a berrar...

- Isso, isso, é isso, é disso que eu gosto, come, come forte, come gostoso garanhão!

Os vizinhos certamente ouviram, mas não dava pra parar, aquela mulher fazia eu me sentir o máximo...

- Come, come meu homem, come sua cadela, arromba minha buceta Jefferson, me laceia gostoso seu pintudo!

Eu bombava e Camila gritava frases e gemidos que massageavam meu ego enquanto sua buceta apertava meu peru... Como era quente está mulher.

- Deita filha da puta, deita que eu vou surrar você com minha buceta, vou te dar como não dou mais pro corno! Ela diz gritando.

Eu deito e ela encaixa a buceta de costas pra mim me dando visão daquele rabão, apoia as mãos na cama e inicia uma sarrada de funk encaixada em meu pau, ela decora o cumprimento da tora em cinco ou seis sentadas e sarra com perfeição chegando a ponta da cabeça e afundando novamente... Forte, cada vez mais forte.

Plaft, plaft, plaft... Os sons de suas quicadas.

- Mete o dedo no meu cu Jefferson, filho da puta... Vai seu puto...

Dominado, um escravoceta daquela potranca, alisei seu cu que escorria suor, suor este que lambi dos dedos... Camila me surrou de buceta por 5 ou 6 minutos nesta posição.

- Vou gozar vagabunda, não aguento mais, vou gozar vadia... E comecei a espancar aquela bunda linda com os tapas mais fortes que eu podia.

- Você é foda Jé, já gozei duas vezes quicando nessa vara e vou gozar de novo..,. -Aaaaaaaaaaah Gostoso, homem gostoso. Fode filho da puta, fode pauzudo, fode minha buceta seu maldito! Vooou goooooozzz, gozei filho da puta, gozei!

Sabendo que minha vez estava chegando Camila me oferece o calice cheio de seu gozo, e eu desfruto novamente, tomando tudo oque havia dentro daquela buceta, ela por sua vez, tirou-me a camisinha e mamou como uma bezerra faminta, sem descanso mas com maciez e cuidado a espera de seu leite de gata, que, logo jorrou e ela deixou melar todo o rosto e lábios para depois juntar tudo com os dedos e levar a boca, me olhando fixamente...

- Adoro um leite, leite grosso e salgado. Seu puto!

Tomamos banho juntos nos beijando e acariciando, então dormimos alguma horas abraçados e nus. No final da madrugada minha puta se levanta e tira da bolsa outra roupa. Calça legging vermelha e uma camiseta rosa com estampa de flores. Modelito nada elegante.

- Que houve, oque tá fazendo?

- Me arrumando pro meu marido gato, agora é a vez dele meter um pouco.

Não entendi nada a principio, mas Camila me explicou que seu marido era presidiário, e que iria visitá-lo. Nesta semana a visita seria no sábado, e a roupa permitida, era aquela vestimenta, normas da casa.

A levei até a porta da cadeia, me passando por uber. Camila se despediu com um beijo e ainda deu uma lambida na minha vara mole...

- Quer me comer usadinha depois da visita? Ele vai me comer usada por você, se quiser pode usar depois dele também, claro, ele não sabe e você vai saber de tudo... Lá tenho que dar em silêncio Jé... Eu amo foder gritando.

- Sem problema Ca, buceta é buceta, lavou tá nova.

Voltei pra casa, aguardar a hora de meter de novo na vagabunda do vagabundo.

Eram 16;20, Camila me ligou, e fui apanhá-la. Para minha surpresa, ela não estava sózinha, uma loira distinta, parecendo gente de classe superior conversava com ela. Ambas se aproximam da janela do passageiro e Camila diz em bom tom para que todos escutem.

- Então, esse moço é o uber que te falei, ele é muito solicito, espera, ajuda a gente com a bagagem, faz serviço completo. Pode confiar...

A loira põe o corpo pra dentro da janela fingindo apanhar algo e alisa meu pau...

-Você oferece poso pra nós mulheres desamparadas e desprotegidas não ficarmos na rua né?

- Si sim, eu acho que sim.

- Minha visita é só domingo moço, posso dormir na sua casa hoje? Meu nome é Mariana.

Mariana entrou no carro junto de Camila. E depois conheci Juliana, Marcia, Vanessa, Ketlyn, Rosana, Bruna, etc...

Todo final de semana entre sexta e domingo, tenho rodízio de bucetas em minha cama, ou mesmo orgias...

Aconselho fortemente aos solteiros, morem próximos a presídios. Você vai transar muito e com muitas mulheres. Tudo no absoluto sigilo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Emissário a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaEmissário Contos: 8Seguidores: 12Seguindo: 1Mensagem No X, @aprecin

Comentários