Um caso de infidelidade e traição peculiar

Um conto erótico de Marcela Araujo Alenca
Categoria: Heterossexual
Contém 2094 palavras
Data: 14/05/2026 10:09:23

Um caso de infidelidade e traição peculiar

Conto n.º 215 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Amor, carinho, traição, sequestro, tortura, BDSM.

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Henrique e Marcela são casados há sete meses. Ele com vinte e sete anos e ela com 22. Henrique um moreno claro, com 1,85 de altura, 95 quilos, forte como um touro, um sujeito boa pinta que faz as mulheres olharem para ele com mais atenção por onde passa.

Entretanto, o coração de Henrique já tem dona é sua esposa Marcela, uma jovem de beleza ímpar, rosto de boneca e corpo que chama atenção de homens e até de mulheres. O novo casal se amam cada vez mais, desse que se conheceram, namorar e ficaram noivos.

***

A casa onde residem foi comprada em condomínio, quando ainda eram noivos, financiado em 120 meses. Por esta razão, combinaram que Marcela continuaria trabalhando, pois só a renda de Henrique, como vigia noturno de uma galeria de arte não seria suficiente para atender as despesas no novo lar do casal. Marcela exerce atividade sem vínculo empregatício, como cuidadora de idosos e pacientes que necessitam de cuidados especiais e tem uma gama grande de pacientes e com isso seu faturamento é ótimo, até maior que o do marido.

Com Henrique trabalhando a noite, quando chega em casa, cansado e com sono, só tem tempo para tomar banho e beber o café que Marcela prepara e se atirar na cama. Ela costuma ir até ele o beijar apaixonadamente, todas as manhãs, antes de sair para atender seus compromissos, eles às vezes dão uma rapidinho e Marcela sai feliz para suas atividades do dia. Caminha até o ponto de seu ônibus em direção ao centro e sempre com o coletivo abarrotado, com gente saindo pelo ladrão, habitual nesse horário da manhã.

Marcela, com sua beleza e corpo de levantar até defunto. Quase sempre é premiada com encochadas, mas quando o abusador quer passar dos limites ela bota a boca no mundo chamando a atenção dos demais passageiros ao seu redor e o cara se afasta ou às vezes é expulso do coletivo.

***

Nesta sexta-feira. Marcela tem agendado dois clientes para atender. O primeiro as dez horas e o segundo as quatorze.

Ela chegou na casa do senhor Afonso oito minutos adiantada. Foi recebida pela simpática governanta, Sra. Esther.

— Dona Marcela, seja bem-vinda, ele já está no quarto, ansioso para a receber.

Marcela já conhecia o caminho até o quarto do senhor Afonso e em lá chegando, ele a recebeu com um largo sorriso:

— Seja bem-vinda Marcela. Pensei teres me abandonado, por haver doze dias não vinhas me ver.

— Eu explico, senhor Afonso, é que casei e fui passar uns dias em lua de mel e depois dar uma arrumada na minha nova casa. Mas assim mesmo em nenhum momento pensei em o abandonar.

— Nossa! Então agora você é uma dona de casa. Meus parabéns. Quem é o feliz homem que a fisgou?

— O nome dele é Henrique e ele é maravilhoso e nosso amor é imenso.

— Que bom, quero que sejas muito feliz, você merece.

— Obrigada, senhor. Mas vamos ao que interessa, me diz como está o seu quadril?

— Bem melhor Marcela. O implante de titânio foi um sucesso, meu médico diz que não necessito mais de trabalhos de fisioterapia, mas se for realizado por você, vou querer sempre.

— Velho esperto, eu sei muito bem que tipo de fisioterapia necessitas!

— Então, o que está esperando?

— Agora que sou uma mulher casada, meu preço dobrou.

— Eu pago, podes ficar tranquila.

***

Marcela se desnuda e totalmente nua, com a periquita depilada, mas se parecendo com a de uma criança, se mostra de frente para o velhote.

— Que tal, Afonso, gostou?

— Que maravilha! Você se depilou!

— sim, é que meu querido marido, gosta assim, minha bocetinha sem nenhum pelinho, para ele me chupar sem engolir nenhum fio de pelos. Mas, me fale, o que queres hoje?

— Vamos fazer um 69 bem gostoso e quero que engulas tudo que sair de mim,

— Pode ser?

— Pode, sim, mas quero um pouco mais de dinheiro por isso.

— 1.500, está bom, Marcela?

— Ótimo, vou te matar de tanto te chupar, velhote.

Marcela, retira o pijama de Afonso e vê que ele está a meia bomba. Mas não se incomoda com isso, pois depois que o ter na boca, sabe que ficará duro como aço. Ela se deita por cima do velho ao contrário e se posiciona com as coxas abertas, de modo que a boca de Afonso fique colada a sua grutinha. Que nessa altura está babada, ao mesmo tempo, segura com as duas mãos o membro dele e o fricciona por algum tempinho e só depois o leva a boca e sem a menor hesitação começa a chupá-lo como se fosse um saboroso manjar.

Em questão de segundos, Afonso está duro, não como aço, pois afinal das contas ele tem 70 anos, mas Marcela sabe que mesmo assim o velhote dá para o gasto e o saboreia com enorme gula.

Afonso demora quase vinte minutos para gozar na boca de Marcela, mas nesse meio tempo, ela já teve três orgasmos, pois o que ele mais sabe fazer e chupar sua boceta, engolindo seus fluidos com vontade enorme, por serem muitos anos de experiência nas costas.

***

Marcela passa um pano úmido no meio de suas coxas e faz o mesmo com Afonso. Após vestidos, ela entrega o celular dele e lhe fala para fazer uma transferência de 1500 para ela.

***

— Afonso, semana que vem voltarei a visitá-lo, pode ser?

— Pode, sim, mas que vê que podes diminuir teu preço, está ficando muito caro!

— Afonso, meu preço é conforme o pedido do cliente. Um simples boquete é 500 paus e daí para frente o preço vai aumentando.

***

Marcela sai da casa de Afonso e olha as horas no seu celular, são onze horas, ainda faltam 3 horas para atender o próximo cliente. Então decide comer qualquer coisa numa lanchonete para fazer hora até seu novo compromisso.

Sentada à mesa num canto da lanchonete, Marcela come sossegada o seu lanche. A princípio nem nota que na mesa vizinha a sua, três rapazes a observam com muito interesse enquanto conversam algo a seu respeito. São bastante jovens, no máximo vinte anos.

***

— Olhem aquela gostosa ali do lado, está sozinha, que tal a gente a convidar para uma brincadeira conosco?

— Carlos e se ela estiver esperando alguém?

— Ué, ela nos dispensa, é simples assim. Não teremos nada a perder.

— Então vai você Luiz, o mais vaselina de nós.

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— Bom dia, senhorita, posso me sentar, para trocarmos um papinho? Eu e meus amigos estamos sentados aqui na mesa ao lado e a achamos muito bonita.

— Inicialmente, não sou senhorita e sim, senhora e essa sua abordagem é a coisa mais careta desse mundo. Mas pode se sentar, sim, mas seja breve. O que querem comigo?

— Se é casada, então deve estar esperando o seu marido, é isso?

— Não estou esperando ninguém. Estou só fazendo o tempo passar.

— Se é assim pode fazer isso ao nosso lado.

— Ao lado de vocês, fazendo o quê?

— Fazendo de tudo, Senhora.

— De tudo, com os três?

— Sim, é isso mesmo. Aceitas fazer “tudo” conosco?

— Aceito, mas são R$ 1000,00 de cada um.

— O QUÊ!!!

— Qual razão para tanta surpresa? Meu marido ganha pouco e eu necessito auxiliar nas despesas de casa e podes falar com teus amigos que por esse valor, faço de tudo mesmo.

— Minha nossa! Por essa eu não esperava! Espere aqui, que eu já volto.

***

Após tudo acertado, os rapazes a conduzem até o estacionamento ao lado. Marcela antes de embarcar na camionete, solicita que eles façam a transferência do valor combinado, 1000 de cada um.

— Nossa, Marcela, por que tanta desconfiança?

— Não é desconfiança, é precaução, rapazes, pois apesar de os achar bonitinhos, eu não os conheço.

— Está certo, procederemos à transferência, no digas sua senha Marcela.

***

Miguel está ao volante e Luiz ao seu lado e no banco de trás estão Marcela e Carlos. Já estão rodando por cerca de dez minutos e ela indaga para onde estão indo. Entretanto, antes de receber qualquer resposta, ela sente uma “ferroada” em seu pescoço. Dá um grito de dor e levanta a mão quase que automaticamente ao local a tempo de ver Carlos com uma seringa injetando um fluido dolorido em sua carne. Tenta o impedir, mas ele segura sua mão e termina rapidamente de injetar a droga.

— Aíiii, o que foi que tu fez, cara?

— Fique calminha, que logo você vai dormir,

Marcela o olha assustada, com a mão ainda apertando o local dolorido no pescoço, mas em menos de trinta segundos começa a ficar sonolenta e mesmo lutando para ficar acordada, não consegue.

******

Lentamente começa a sair do torpor que a envolve e é que com horror que sente estar presa numa espécie de x de madeira, com braços e pernas atados nas extremidades do x e sente que está nua. Então em desespero começa a gritar por socorro e faz isso por muito tempo até ficar rouca, sem voz, percebe que não adianta solicitar por ajuda, pois ninguém a escuta e ao seu redor só uma sala vazia e com focos de luz incidindo sobre ela.

Meu Deus! Como fui tão burra em confiar em três desconhecidos. Por que me prenderam assim?

Algum tempo depois os três rapazes chegam no salão onde Marcela está presa e a olham divertidos e Luiz fala:

— Marcela, você disse que por 3.000 faria de tudo, então fique firme que vamos fazer de tudo em você.

Apavorada implora que a soltem e que ela será bem boazinha com eles, que fará tudo que solicitarem e que não é necessária a prender desta forma. Os rapazes se fazem de surdo as suas súplicas e Marcela vê com horror, Miguel, com finas agulhas curvas perfurar seus mamilos.

A dor é enorme e ela começa a chorar enquanto eles caem na risada e começam a se despirem e cruelmente começam estuprá-la, sempre em dupla e se revezando entre a vagina, ânus e boca e nas próximas 72 horas, Marcela é submetida a todo tipo de sadismo.

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Marcela, acorda num leito de enfermaria de um hospital público de uma pequena cidade, 1400 km distante de sua cidade natal, isto após quatro meses em que ficou internada entre a vida e a morte, com múltiplos ferimentos em seu corpo. Ela não tem memória de quem é e de como veio parar naquele hospital e sua identidade não foi encontrada nas delegacias da cidade. Teve de se sofrer muitas intervenções cirúrgicas e não poderá ser mãe, tal a crueldade a que foi submetida.

***

Três anos depois, Henrique o ex-marido de Marcela, que até hoje ignora o motivo de sua esposa o abandonar, sem lhe deixar nenhum bilhete, para justificar seu ato.

Pela primeira vez, nesse tempo todo, Henrique decide visitar um bordel na periferia de sua cidade.

Lá ele se aproxima de algumas raparigas que estão num canto do salão de clientes. Henrique se aproxima de uma delas e por longos minutos fica a olhando. Ele está impressionado com a semelhança da mulher com sua ex-esposa.

— Qual é o teu nome, garota?

— Aqui todos me chamam de Lulu, moço. Tu quer subir comigo? Então solicita a ficha por seu Malaquias.

***

Com Lulu nua, Henrique tem um tremendo choque. Aquele sinal em forma de estrela, abaixo do seio esquerdo é inconfundível, Lulu é Marcela, sua esposa desaparecida há quase quatro anos.

Henrique paga a Malaquias a duvidosa dívida de Marcela e a leva para casa e fica sabendo que ela não tem lembrança dele e que não sabe quem é realmente. Mas de uma coisa tem certeza, ele saberá conquistar seu amor novamente e como disse o médico que foram consultar. Marcela pode se lembrar de tudo em pouco tempo.

Henrique só lamenta que Marcela pode demorar a trabalhar novamente, pois não tem lembranças de sua antiga clientela. Mas talvez possa assim mesmo lucrar alguma coisa com ela, ele mesmo trazendo clientes para ela aqui em casa, pois não era isso que ela fazia lá no bordel com o nome de Lulu?

É coisa provisória só até ela ter condição de sair para visitar clientes, como fazia antigamente, imaginando que ele não sabia de suas atividades como puta ambulante.

Que tola ela era, pois desde o casamento Henrique sabia do que ela fazia para trazer dinheiro para casa.

FIM

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