Ps1
Não conheci meu sogro, ele morreu antes do começo de meu relacionamento com minha esposa, só conhecia fama dele de “comedor”.
Nunca fui de ficar perguntando sobre a vida dos outros, se a pessoa me contar tudo bem, senão é vida que segue. Sendo assim, como a família de minha esposa nunca entrou no assunto do relacionamento da minha sogra e meu sogro, não sei como realmente era.
Pelo que entendi, por relatos de terceiros, depois de um certo tempo, ela acabou deixando ele fazer o que bem entendia, ele começou a trabalhar em uma cidade relativamente próxima (100km) e vinha ver as filhas quando bem entendia.
Com o tempo parou de aparecer, perderam o contato e quando tiveram notícias ele já estava morto há dois anos.
Sempre ouvi que ele tinha outros filhos fora do casamento, mas ninguém nunca quis procurar com medo do iria encontrar, dizem que o nível das pessoas que ele se envolvia era feio.
No final da pandemia fui procurado por uma senhora, a Dona Nádia, uma senhora de pouco mais de 60 anos, que de bate pronto me disse ter tido um relacionamento com meu sogro, que teve uma filha, Silvana e ele nunca quis saber da menina, que ela se casou quando a criança tinha dois anos e que o marido a criou como filha, inclusive a tendo registrado em seu nome.
Me disse que tanto sua família quando a de seu marido eram muito pequenas, ambos são filhos únicos, não tiveram mais filhos e que sua filha sempre teve vontade de conhecer os supostos irmãos, mas que seu pai não se sentia bem com isso.
Depois da morte de seu marido a filha pediu para ela contar quem era seu pai biológico, e que gostaria de procurar sua família biológica.
Disse a ela que iria conversar com minha esposa, cunhada e sogra e que iria retornar assim que tivesse uma posição.
Antes de falar com alguém, acionei meus contatos e acabei descobrindo que as datas batiam com o tempo em que meu sogro passou na cidade dela, falando com um amigo de lá, acabei descobrindo que a história batia, que Silvana não era filha biológica de seu pai, que eram de uma família boa, que ao morrer, o pai deixou-as em uma situação financeira muito confortável.
Descartado o interesse financeiro, restava conhecer melhor minha “cunhada”, nas redes sociais encontrei fotos, e nas fotos era perceptível traços da família de meu sogro, mas foi quando vi as fotos de sua filha que tive certeza. A menina é uma cópia melhorada da irmã de minha esposa quando jovem.
Minha esposa carregou mais os traços da família de sua mãe, já minha cunhada se parece muito com suas primas e tias paternas.
A “nova sobrinha”, como dizem é a cópia de minha cunhada, com menos seios e quadril, porém tudo mais proporcional à sua altura.
Minha cunhada por mais gostosa que já foi, qualquer peso extra já fica, digamos cheinha, pois engorda tudo nos peitos na bunda e na barriga.
Já a nova sobrinha, é alguns centímetros mais alta e com o corpo mais proporcional, sem contar o frescor da idade, onde está tudo durinho, sem celulite e estrias, devo confessar, acabei olhando com maldade para ela.
Diante de todas as informações, me sentei com as três interessadas e contei a novidade, mostrei fotos e tudo mais. Minha cunhada disse que não via nada parecido entre elas, que a menina era uma magrela feia, que a cor do cabelo não tinha nada a ver (ela pinta o cabelo a vida toda), enfim, falou mal de todos e disse que não queria saber de ninguém.
Já minha sogra disse que por ela não tinha nenhum problema, sempre soube que era corna, que se realmente fosse filha e neta do falecido (nunca ouvi ela falar o nome dele), que era direito delas se conhecerem, que não se preocupava com nada, já que o traste não deixou herança.
Depois de muita conversa decidiram que pediriam um exame de DNA para ter certeza, minha cunhada dizia-se contra, e que mesmo exame dando positivo não iria queria papo com ninguém.
Passados alguns dias tive que me deslocar para a cidade onde elas moravam, e decidi que seria melhor conversar pessoalmente com elas, tentando tirar a impessoalidade de tratar estes assuntos por telefone.
Ao avisar dona Nádia que passaria por lá para conversar, fui intimado para almoçar com ela. Chegando lá, as três me aguardavam. Pessoalmente, as semelhanças eram muito maiores, não me deixando qualquer dúvida quando a paternidade de Silvana.
Ao cumprimentar a “nova” sobrinha, brinquei com ela perguntando se ela não iria pedir bênção para o tio, ela ficou muito vermelha, mas acabou entrando na brincadeira, pegou na minha mão, pediu bênção, depois me abraçou e me disse chamar Mellissa, frisando os dois L, mas como eu era da família, era para chamar de Mell.
A brincadeira acabou por quebrar o gelo, deixando um clima bem leve, mas me pediram para deixar os assuntos sérios para depois do almoço.
Fui recebido com um banquete, parecia ceia de Natal, me disseram que como não sabiam o que eu comia fizeram de tudo um pouco.
Acabei experimentando de tudo um pouco, regado a um ótimo vinho italiano. Descobri que minha cunhada era amante de vinhos, e ela me confessou que adorou encontrar alguém para discutir sobre o assunto, que seu círculo de amigos só tem tomadores de cerveja, e que sempre ela toma vinho sozinha, que seu pai gostava muito de whisky, mas que ninguém ali gostava.
Quando disse que minha admiração por whisky era maior do que a de vinhos acabei sendo apresentado ao antigo bar de seu pai.
Dona Nádia disse que queria se desfazer daquilo tudo, mas que doar para alguém que apreciasse, que seu marido abominava quem tomava whisky com energético, e quando percebeu que eu realmente entendia do assunto e que estava fascinado com algumas preciosidades que encontrei no fundo das caixas, ela resolveu me dar tudo.
Só de garrafas abertas forma 23, dona Nádia me mandou levar tudo que coubesse no carro, e que o restante, incluindo, copos, taças e decanters seriam embrulhados e na próxima oportunidade eu levaria tudo.
Feliz com o presente, e regado a Glendronach 18 anos a conversa séria fluiu mais fácil.
Não ficaram ofendidas com o pedido de DNA, pelo contrário, já tinham até pesquisado laboratórios.
Decidimos deixar os detalhes para outro dia e engatamos em uma conversa agradável, me contaram sobre suas vidas e contei o que sabia e que achei de bom tom falar sobre a família de minha esposa.
Conversamos até o início da noite, Mell insistiu para que eu dormisse lá, mas recusei, seria estranho dormir lá, sozinho com três mulheres que acabei de conhecer. Pela quantidade de álcool ingerido, resolvi dormir em um hotel, mas não sozinho.
Liguei para uma “amiga”, Amanda era o nome dela, ela não era nenhuma capa de revista, mas também não era de se jogar fora, assim que chegou em meu quarto a recebi enrolado na toalha. Ao me ver, sem dizer nada, a safada se ajoelhou, abriu minha toalha e iniciou um boquete maravilhoso, se não fosse o efeito do álcool eu teria queimado a largada ali mesmo, na entrada do quarto, sem nem mesmo ter fechado a porta.
Quando viu que não iria me fazer gozar em sua boca ela foi rastejando para cama e só tirou meu pau da boca para subir na cama.
De quatro na cama fui presenteado por uma bundinha linda, sua saia subiu deixando à mostra um fio dental preto que contrastava com sua pela clarinha.
Não resisti e dei dois tapas naquela bundinha perfeita, puxei a calcinha para o lado e encontrei um cuzinho maravilhoso, banquinho, no mesmo tom do restante de sua pele, não resisti e cai de boca.
Comecei a chupar de baixo para cima, começando por seu grelinho e terminando em seu cuzinho.
Nem foi preciso muito esforço, foi só começar os movimentos com dois dedos dentro enquanto lambia cada preguinha daquele buraquinho perfeito que ela se desmanchou em um orgasmo longo e barulhento caindo na cama pedindo uma pausa.
Assim que ela conseguiu controlar a respiração, fui presenteado por outra chupada, seguida por uma cavalgada anal.
Até esse momento eu sequer tinha ouvido sua voz.
Nossa cumplicidade já tinha algum tempo, nos conhecemos em uma festa de amigos em comum na minha cidade, percebi seus olhares, e assim que conseguimos ficar a sós ela me surpreendeu me dizendo que se eu não estivesse acompanhado sairia dali comigo naquele momento.
Pedi calma dizendo que minha esposa normalmente ia embora mais cedo, e que estávamos em dois carros.
Menos de uma hora depois minha esposa já se despedia de todos para levar minha filha para dormir.
Pouco depois já estava com Amanda no motel, depois disso, toda vez que ela vinha para minha cidade ou eu ia para a dela dávamos um jeito de nos encontrarmos.
Na manhã seguinte fui acordado por uma maravilhosa chupada, ela me pediu para gozar rápido pois já estava atrasada, como sou um bom amigo, atendi seu pedido.
Ela foi tomar um banho, evitei ir junto, sabia que a coisa iria enrolar, e ela sempre brigava comigo por fazê-la chegar atrasada no trabalho.
Fui convidado a tomar café com a nova família de minha esposa, e lá combinamos os detalhes para a realização do exame de DNA.
Uma semana depois, já aqui em minha cidade, as recebi para colherem amostras para o exame, decidi convidá-las para se hospedarem em minha casa. Foi necessária uma boa dose de insistência para que aceitassem o convite.
Como já era esperado, minha cunhada se sentiu ofendida por estamos dando muita atenção para estranhos, e como ela dizia, “golpistas”.
Minha esposa para evitar maiores problemas com a irmã tratou nossas hospedes com certa frieza, acabei entendendo sua situação, mas fiz questão de explicar e me desculpar com elas.
Diante do acontecido, era normal que todas desenvolvessem uma maior afinidade comigo, sendo que Mell me chamava de tio desde o início.
Fizemos um jantar de boas-vindas, logicamente minha cunhada não compareceu, mas algo inesperado aconteceu, minha sogra e Dona Nádia demonstraram uma grande afinidade, parecendo antigas amigas que não se viam a anos.
O jantar transcorreu muito bem, dentro do possível, até que m dado momento Mell resolveu nos mostrar fotos suas desde a infância. Como as famílias estava cada uma de um lado da mesa de jantar, e eu no meio, entre minha sogra e minha esposa foi necessário, não sei se seria bem essa a palavra, que Mell visse por trás e fosse passando as fotos uma por uma em seu celular.
Em pouco tempo, reclamando de dor nas costas pela posição, sem qualquer constrangimento ela sentou-se em meu colo.
Dona Nádia tentou repreendê-la, mas minha esposa mandou a deixá-la.
Confesso que foi tão natural que nem tive outros pensamentos, até pelo fato dela sentar-se diretamente sobre minha pena e não ter ficado se movimentando ou mesmo rebolando com segundas intenções.
Mesmo sem segundas intenções de nenhumas das partes, acabei por passar meu braço em sua cintura para lhe dar um maior equilíbrio.
Do meu ponto de vista, era apenas minha sobrinha sentada no meu colo.
Ao ver as fotos, chamei a atenção pela semelhança dela e de minha cunhada, e fui apoiado por minha sogra, já minha esposa não deu o braço a torcer.
Quando Mell acabou de mostrar as fotos e voltou para seu lugar, minha esposa mostrando toda sua inteligência, discretamente levou a mão ao meu pau, e ao encontrá-lo mole deixou transparecer seu alívio.
Mesmo aliviada, quando nos recolhemos aos nossos quartos, fui atacado por minha esposa, e presenteado por uma excelente noite de sexo.
Raramente ela aceita transarmos quando temos visita em casa, e quando aceita, é sempre uma rapidinha sem graça, como ela diz, “é só pra você esvaziar o saco”. Mas essa noite não, ela estava interessada “na coisa”, e gozou diversas vezes, gemendo além do normal, nitidamente para marcar território.
Deu trabalho apagar o fogo, ela só se dando por satisfeita quando eu já não tinha mais nada para gozar e o pau não subiu nem mesmo ela prometendo o cuzinho.
No dia seguinte fomos para o laboratório, e após o almoço nossas visitas regressaram para casa.
Reclamações de praxe da cunhada, e 20 dias depois o resultado positivo do exame.
Com o resultado positivo do exame, e a certeza da existência de uma nova irmã e uma sobrinha, minha esposa mudou completamente o tratamento com elas, já minha cunhada quis contestar o exame e pedir para que fosse feito um novo em outro laboratório. Foi preciso minha sogra ameaçar cortar algumas regalias para que ela ficasse quieta.
Minha esposa aceitou a situação melhor do que eu esperava inclusive convidando-as para passar o final de semana prolongado em nossa chácara.
O final de semana foi ótimo, com exceção de minha cunhada sempre isolada pelos cantos e brava com minha esposa e minha sogra alegando que havia sido trocada pela “bastarda”.
Minha cunhada passou implicar comigo, que eu estava deixando a Mell me seduzir, que ela não saía do meu colo.
Acabei sendo um pouco sem educação, dizendo que desconfiava que o marido dela não dava no couro já que ela estava de com ciúmes do meu colo, e se ela emagrecesse um pouquinho a deixava rebolar nele também.
Era o que faltava para ela querer surtar, mas já a contive colocando-a em seu lugar.
Foram necessários poucos minutos para que ela juntasse suas coisas e fosse embora com o encostado do seu marido.
Sem a presença de minha cunhada o clima melhorou muito e passamos mais dois dias ótimos.
A partir deste dia passamos a conviver muito, e sempre que possível Mell vinha para nossa casa na sexta após o almoço regressando no domingo à noite, é foi aí que começaram meus problemas.
Quando a Mell estava em casa, minha esposa exigia que eu não fosse para a chácara, que ficasse em casa e fizesse companhia para ela, principalmente aos sábados de manhã.
Minha esposa é catequista na capela próxima de casa, e todos os sábados de manhã, ela e minha irmã dão aulas para criançada das 08h00 às 10h00 da manhã, e como a Mell não as acompanhava, eu era incumbido de fazer companhia.
O pior é nós ficávamos sozinhos, já que minha esposa levava minha filha junto.
O problema de tudo isso era que ela se levantava sempre usando camisolinhas curtas e sem soutien, me dando visão clara de seus seios e da polpinha da bunda.
Para tentar evitar demonstrar meu tesão, passei a exagerar nas trepadas com minha esposa na sexta à noite. Pensei que seu eu estivesse cansado de trepar na noite anterior seria mais fácil não ficar babando no corpo da sobrinha.
Não funcionou, mesmo tendo gozado horrores na noite anterior, ao ver seus seios quando ela se inclinou para pegar algo enquanto tomávamos café da manhã fez meu pau endurecer instantaneamente.
Ao perceber que eu estava de pau duro, pensei ter visto um sorrisinho malicioso no rosto da Mell.
Era nítido que ela estava me provocando, mas decidi que mesmo que ela esfregasse a bucetinha na minha cara eu não iria me envolver com a sobrinha da minha esposa.
Sempre desconfiei que minha esposa sabia de minhas puladas de cerca, mas tínhamos uma espécie de acordo tácito, onde eu deveria manter a descrição e que suas amigas estavam proibidas.
Se as amigas estavam proibidas, imagina a sobrinha novinha.
Meu sofrimento só foi piorando, quanto mais eu tentava me afastar, mais ela me provocava.
O ápice foi o dia em que ela se levantou sem calcinha, e todos seus movimentos pareciam coreografados para tentar me mostrar sua bucetinha.
Acabei me trancando em meu quarto, só saindo quando minha esposa retornou.
Depois desse dia, por nitidamente ter fugido, ela se acalmou um pouco, até se sentar em meu colo ela passou a evitar, o que me deu um grande alívio.
Tudo começou a correr bem, parecia que ela tinha desistido de me seduzir.
Uma bela sexta feira minha esposa me liga avisando que a Mell chegou de surpresa durante a tarde, e que queria levá-la para conhecer o centro universitário local, como ela estava no final do ensino médio, ela iria tentar o vestibular de medicina aqui na cidade também.
Minha esposa me pediu para ligar para a coordenadora do curso, que é minha amiga (amiga com benefícios), e solicitar que as recebessem e fizesse um tour pela faculdade.
Comecei a me desesperar, eu tinha certeza de que se ela passasse no vestibular, minha esposa mesmo irritando sua irmã mimada, iria trazer a nova sobrinha para morar conosco, lembrando que medicina são no mínimo seis anos.
Agendei o tour com minha amiga, na condição de que assim que possível eu iria retribuir o favor de forma especial.
Minha amiga me pediu para que elas fossem no finalzinho do dia.
Como sabia que a coisa iria demorar, acabei indo para um happy hour com o pessoal do escritório, e talvez, pelo receio da sobrinha novinha vir morar conosco, acabei dando uma exagerada na bebida.
Ao chegar em casa, minha esposa estava encomendando pizza, e me pediu para abrir uma garrafa de vinho.
Uma garrafa acabou virando duas.
Não sei como elas conseguiam tomar vinho tinto naquele calor, foi um dos dias mais quentes do ano.
Durante o jantar elas conversavam sobre uma série que minha esposa estava assistindo, ela contava que toda noite antes de dormir, assistia um episódio, que era o único horário que ela conseguia para poder assistir.
A Mell ficou interessada na história da série, e disse que iria dar uma olhada, que pelo que minha esposa dizia, parecia ser boa.
Minha esposa disse que iria se deitar, pois precisava acordar cedo no dia seguinte para ir para a catequese.
Ao chegarmos em nosso quarto, ela foi tomar um banho, eu como já tinha tomado algum tempo antes, me deitei, já sem roupa, esperando minha esposa para namorarmos um pouco.
Minha esposa saiu do closet com um conjunto de lingerie preto muito sexy. A calcinha era um fio dental que sumia em sua bundinha deliciosa.
Começamos a nos agarrar, eu tinha certeza de que iria rolar um analzinho, aquele modelo de fio dental nunca falha.
Ela começou a me chupar, ela chupava e batia com meu pau em seu rosto, ela estava tarada, era o vinho fazendo efeito. O ar-condicionado estava no máximo e eu sentia seu corpo quente mesmo tendo acabado de tomar banho.
Minha esposa estava se posicionando para um 69 quando escutamos batidas na porta.
Tentamos ignorar, mas as batidas eram insistentes.
Brava minha esposa se levantou e foi atender a porta, só tive tempo de puxar o lençol e me cobrir.
Mesmo sem ser convidada, a Mell foi entrando no quarto, reclamando, dizendo que o aparelho de ar-condicionado do quarto de visitas não estava funcionando.
Minha esposa mesmo quase nua, saiu em direção ao quarto de hospedes puxando a Mell pela mão, me deixando de pau duro no quarto.
Pouco depois elas voltaram dizendo que o aparelho nem dava sinal, e que pela manhã, eu chamaria o técnico para dar uma olhada.
Vendo a TV ligada, a Mell perguntou para tia se ela poderia assistir um episódio da série que elas estavam comentando, que o tempo da série seria suficiente para o calor do vinho passar e ela poder ir para o quarto dormir.
Minha esposa se deitou ao meu lado, no meio da cama, e a Mell na outra ponta. Nossa cama King tinha espaço suficiente para os três.
Mesmo com muito tesão, o álcool cobrou seu preço e eu nem percebi quando foi que adormeci.
Uma comédia romântica, daqueles água com açúcar, depois de sei lá quantas cervejas e algumas taças de vinho me fizeram dormir com um bebezinho.
Acordei com um barulho vindo de longe na manhã seguinte e uma leve dorzinha de cabeça me lembrando dos excessos da noite anterior, sabe aqueles dias em que abrimos os olhos e nem sabemos onde estamos ou que horas são.
Percebi que estava nu e com uma enorme ereção matinal, coberto apenas com um leve lençol.
O quarto com sempre estava um breu, as cortinas com blecaute bem fechadas.
Me virei na cama e abracei minha esposa. Encaixei meu pau em sua bundinha e fui mexendo bem lentamente como sei que ela gosta.
Aos poucos fui subindo sua roupa, percebi que ela já estava acordada. Dei uma “fungada” em seu pescoço que fez ela se derreter toda.
Ela levou a mão para traz, pegando meu pau e iniciando uma punhetinha gostosa. Coloquei sua calcinha de lado, e ao tocá-la percebi o quanto ela já estava molhada.
Ela mesma direcionou meu pau e em um único movimento fez meu pau sumir dentro de si.
Mesmo muito molhada, e tendo entrado tudo de uma só vez, percebi que tinha algo estranho. Eu não sabia o que era, mas estava gostando.
Era nítido o tesão que ela estava, e estranhamente ela tentava segurar seus gemidos.
Eu não precisava fazer nada, ela mesma era quem controlava as bombadas, jogando seu corpo para frente e para trás, até explodir em um orgasmo gostoso.
Sem demonstrar cansaço, me virou na cama, me deixando de barriga para cima e se sentando em meu pau.
Eu não conseguia ver nada, apenas seu vulto me cavalgando. Tinha algo de diferente no jeito em que ela se mexia, mas estava muito bom, e eu não tinha condições de prestar atenção, muito menos reclamar.
Eu tentei segurar seus seios enquanto ela quicava, do jeito que ela adora, mas estranhamente fui impedido.
Eu já estava prestes a gozar, não iria conseguir resistir por muito tempo. Agradeci aos céus, quando ela começou a gemer descontroladamente e anunciar um novo orgasmo.
Como sei que minha esposa odeia que eu goze dentro dela pela manhã, ela reclama que se sente incomodada e tem impressão que fica vazando o dia todo, avisei que iria gozar, esperando que ela me deixasse gozar em seus seios como sempre, mas fui surpreendido.
Diferentemente dos outros dias, ao ouvir que eu iria gozar, ela rapidamente abocanhou meu pau, iniciando uma chupada gostosa, como a anos eu não sentia.
Parecia que ela tinha fome, e realmente estava gostando de dar aquela chupada.
Gozei deliciosamente naquela boquinha, ela quase se engasgou, mas continuou chupando, deixando meu pau limpinho.
Ao terminar de limpar meu pau, ouvia algo que me gelou da cabeça aos pés.
- Que gozada gostosa, quase me afogou “TIO”.
Eu sabia que tinha alguma coisa de diferente acontecendo, mas nem em meus piores pesadelos eu esperava ouvir a palavra tio. Rapidamente estiquei o braço acendendo o abajur.
A luz acesa me deu o choque de realidade.
Realmente era a Mell ali sentada sobre minhas pernas. Uma alça de sua camisola caída revelando seu seio, mesmo em choque eu pude admirar a beleza de seu corpo.
A cabeça de cima voltou a funcionar, tentei falar, falhei miseravelmente.
A memória da noite passada voltou em flashs, me lembrei dela chegando ao quarto com minha esposa e assistindo a série que comentaram mais cedo. Presumi que ela acabou dormindo por lá depois disso.
Ela tentou me agarrar novamente, mas antes de conseguir me levantei e corri para o banheiro pedindo a ela que fosse par o quarto em que estava hospedada.
No banho, a lembrança do acontecido, somada com a visão de seu seio iniciaram uma nova ereção, lutei com ela e só venci com a ajuda de uma água bem fria.
Pensei em ficar no quarto até minha esposa voltar, mas fiquei com medo do que poderia acontecer. Resolvi chamá-la para conversar.
A encontrei na cozinha preparando seu café da manhã. Fui recebi com um belo sorriso no rosto.
Ao me aproximar ela correu em minha direção e antes que eu pudesse fazer alguma coisa fui abraçado.
Tentei explicar que a confundi com minha esposa, que não tinha intenção de fazer aquilo e que isso não se repetiria nunca mais.
Ainda abraçada a mim, ela me perguntou se pelo menos eu tinha gostado, que ela tinha adorado, e que foi um dos seus melhores orgasmos na vida.
Tentei enrolar e não responder, mas diante da insistência acabei dizendo que tinha sido muito bom sim.
Ela me surpreendeu novamente dizendo que sabia que eu tinha gostado, e que a prova estava ali segurando meu pau duro.
Ter gozado apenas uma vez, e estar ali abraçado com uma menina linda com quem eu tinha acabado de transar, estando ela extremamente cheirosa por ter acabado de tomar banho, me fez ter uma ereção involuntária que nem percebi e não tive como esconder.
Novamente fiquei paralisado, existia um conflito interno, um lado me mandava se afastar e o outro terminar o que tínhamos começado no quarto.
Eu não conseguia me mover, muito menos tomar uma decisão.
A decisão foi tomada por ela que se ajoelhou e começou a me chupar novamente.
Não deixei que ela me chupasse por muito tempo, decidi que se eu iria transar com ela novamente, e que dessa vez sabendo realmente que era ela, eu iria fazer com que fosse inesquecível par os dois.
A coloquei sentada sobre a mesa e comecei a chupar aquela bucetinha que a poucos minutos eu estava comendo e pensando ser a da minha esposa.
Não demorou para ela se desmanchar em um orgasmo mais intenso que os anteriores, mesmo sob protestos continuei chupando a que a levou a outro orgasmo, mas desta vez veio seguido de mais um, e de mais outro, e sei lá de mais quantos.
Ela perdeu o controle do corpo, seus gemidos se transformaram em quase gritos de tanto tesão.
Eu estava todo molhado, ela não chega a esguichar, mas se lambuza toda.
Após a série de orgasmos a Mell praticamente apagou.
Assim que se recuperou, se jogou para cima de mim, me beijando.
Seu beijo é delicioso, ela consegue demostrar todo o tesão que está sentindo através dele.
Sem pensar muito, a coloquei de quatro apoiada na mesa e a penetrei. Desta vez sabendo quem era que eu estava comendo.
Ver aquela bundinha tão gostosa ali na minha frente logo cobrou seu preço. Comecei a me preocupar em como a faria gozar antes que eu mesmo gozasse.
Seus gemidos não colaboravam em nada, mas minha derrota veio mesmo foi quando eu, em um momento de fraqueza olhei para baixo e vi aquele cuzinho gostoso.
Percebendo que iria gozar, a Mell rapidamente se virou e tentou em vão abocanhar meu pau.
Se fosse minha primeira gozada do dia a sujeira teria sido grande, mesmo assim fiz uma lambança das grandes. Tinha porra na mesa, no chão e nos seios da Mell.
Assim que minha respiração voltou ao normal, pedi para que ela tomasse outro banho.
Dei uma geral na cozinha, fazendo uma revista minuciosa à procura de vestígios da nossa brincadeira.
Quando pensei que estava tudo limpo acabei pisando em uma última gota de esperma, com medo, achei melhor simular ter derrubado café na mesa e no chão, justificando assim uma limpeza completa, com direito até a passar pano com um desinfetante cheirosinho.
Depois da limpeza e de um novo banho me encontrei com a Mell na sala. Encontra-la ali, de banho tomado, toda cheirosa quase me fez atacá-la novamente.
Acabei não atacando, mas acabamos ficando como um casalzinho de adolescentes namorando no sofá.
Entre beijos e outras coisinhas mais, ela me confessou que desde o dia que me conheceu sonhou em fazer o que fizemos, e que ficou com mais tesão ainda depois de ouvir sua mãe e sua avó comentarem que eu tinha cara de quem metia gostoso, e que o ápice do desejo foi na primeira vez que elas dormiram em casa e ouviram eu comer sua tia quase a noite toda.
Ela me contou que aquele dia não resistiu e acabou indo colocar o ouvido na porta para escutar melhor, não resistindo e se masturbando, e que no dia seguinte sua mãe ficou brincando com sua avó, perguntando se ela ainda aguentava “levar rola a noite inteira” daquele jeito.
Segundo ela, a minha respiração lhe dava tesão, e tinha certeza de que mais cedo ou mais tarde eu não iria resistir, e que o vinho da noite anterior lhe deu coragem para colocar seu plano em prática depois de descobrir que o ar-condicionado do seu quarto não estava funcionando.
Assim que percebeu ele não estava funcionando, ela disse ter elaborado o plano para tentar dormir em meu quarto e tentar me agarrar assim que tia saísse pela manhã.
Antes da metade do episódio da série e já fingiu estar dormindo, sua tia ainda tentou acordá-la, mas ela fingiu estar apagada, virando-se para o lado e fingiu estar realmente dormindo.
Ela me disse que acordou com a tia se levantando e ficou imaginado como seria a melhor forma de me acordar sem me assustar, mas nunca imaginou que eu tomaria a iniciativa e que no início pensou que eu soubesse que era ela que estava ali e que eu estava me aproveitando da situação.
Eu ouvia tudo em silêncio, apenas imaginando o quanto fui inocente para ser manipulado por uma pirralha daquelas, e o quanto eu tinha gostado de ser manipulado assim.
Quando eu a abracei comecei a encoxa-la, ela disse ter pensado que eu não passaria dali, que iria dizer que não tinha percebido que era ela, iria pedir desculpas e nesse momento ela iria partir para o ataque, tentando me beijar enquanto tentaria pegar no meu pau.
Mas foi quando ela percebeu que eu tinha abaixado meus shorts e tentava colocar sua calcinha de lado que ela entendeu que nós realmente iriamos transar e que só acreditou que eu pensei que fosse sua tia que estava ali comigo quando viu minha cara de apavorado após acender a luz.
Conversamos mais um pouco, e quando eu ameacei pedir segredo, ela demonstrando uma maturidade assustadora me disse que era para ficar tranquilo, que ela sabia que se alguém soubesse daquilo, as consequências seriam terríveis e que toda a aproximação das famílias seria perdida, e que sua mãe estava muito feliz por ter não estar mais “sozinha no mundo” e não seria justo ela estragar a felicidade da mãe.
Logo minha esposa chegou com minha irmã e as crianças, resolvemos ir para a chácara e almoçar por lá.
Meu cunhado chegou tarde, ele só aparece depois que fecha sua loja.
Novamente ele chegou com a Suelen, ela é a melhor amiga da minha irmã e trabalha como caixa na loja deles. Já faz algum tempo que tenho quase certeza ela trepa com meu cunhado, só não sabia ainda se com ou sem a autorização da minha irmã.
Em algumas ocasiões, quando todos já beberam um pouquinho além da conta, e percebo algumas brincadeirinhas entre os três que me dá a impressão que rola um trisal ali.
A Suelen estudou com minha irmã a vida toda, nossas mães são amigas e as duas não se desgrudavam, praticamente dormiam juntas todas as noites, seja na minha casa, ou na casa dela, depois que mudei meu quarto para a edícula dos fundos ela praticamente se mudou lá para casa.
Ela sempre teve uma paixonite por mim, e a toda oportunidade tentava me roubar um beijo, mas como ela era muito novinha sempre neguei, até que em uma determinada noite ao chegar em casa, a encontrei deitada em minha cama.
Acabei não aguentando e acabei a agarrando, mas num momento de lucidez desisti de tirar sua virgindade, mas não sai de mãos abanando, a coloquei para chupar meu pau.
Ensinei como gostava e ela logo pegou o jeito.
Depois dessa noite, sempre que tínhamos oportunidade eu ganhava uma mamada da novinha. Não vou dizer que era a melhor chupada do mundo, mas a adrenalina do perigo acabava compensando tudo.
Quando ela apareceu com um namoradinho pensei que ela iria parar com tudo, muito pelo contrário, ele acendia o fogo e eu apagava, foi quando eu passei a retribuir as chupadas, recompensando-a com orgasmos intensos.
Ela sempre me pedia para penetrá-la, mas o medo era maior que o tesão, e aos poucos fui fazendo ela se afastar.
Em um almoço de domingo, fiquei com vontade de repetir, fazia alguns meses que não fazíamos nada,
Meu tio que de bobo não tinha nada, percebeu que tinha algo acontecendo entre nós e ao me pressionar acabei contando tudo. Ele não queria acreditar que eu estava recusando, como ele disse, “um cabacinho” por medo, e me disse que se eu demorasse outro iria chegar antes e levar “o prêmio”.
Ela ficou para dormir em casa, e na madrugada ela me fez uma visita, mas como meu tio previu, eu demorei, quinze dias antes ela se entregou para outro namoradinho.
Perdi a virgindade da bucetinha, a do cuzinho não, nem precisei insistir muito.
Foram necessários poucos encontros para que ela mesma tomasse iniciativa e pedisse para que eu comesse seu cuzinho.
Transamos às escondidas por um bom tempo, só perdemos a habitualidade depois que eu fui morar sozinho.
Na minha casa ainda a recebia algumas vezes, mas lá era muito exposto, e o pessoal do comercio ao redor acabava controlando quem lá frequentava, e uma dessas visitas acabou chegando aos ouvidos de uma tia, que acabou contando para sua mãe, que por sua vez a proibiu de se aproximar de mim.
Um bom tempo depois me contaram que ela e minha irmã repartiam os namoradinhos, e que o mesmo que tinha tirado sua virgindade, também tinha tirado a da minha irmã.
Tudo isso, somado às indiscrições dos três me fizeram acreditar que rolava um trisal ali.
Mas voltando ao almoço na chácara, assim que meu cunhado e a Suelen chegaram, fui preparar o churrasco, e todos se dirigiram para o entorno da piscina.
Ao ver a Mell e a Suelen em trajes de banho me vieram lembranças deliciosas e acabei ficando de pau duro novamente.
Ao perceber minha ereção, minha esposa me disse que estava me devendo desde a noite passada e que daquele dia não passava.
Nunca pensei que um pau duro serviria de álibi para uma pulada de cerca.
A Mell se comportou divinamente, em nenhum momento deu motivos para alguém desconfiar que poucas horas antes ela estava me cavalgando e gozando no meu pau.
Resolvemos dormir todos na chácara, e como prometido, naquela noite minha esposa meu deu uma surra de buceta e a sobremesa foi uma gozada (a seco) no seu cuzinho.
Novamente movida por algumas taças extra de vinho, minha esposa não economizou nos gemidos e na manhã seguinte a Mell me confessou que se masturbou novamente na porta do meu quarto.
Nas duas semanas seguintes ela não apareceu, minha nova cunhada não a deixou vir, disse que ela estava extrapolando a hospitalidade.
Na terceira semana ela chegou no final da tarde de sexta. No sábado de manhã esperei minha esposa ir para a catequese, e ao sair do quarto já encontrei a Mell que vinha para o meu quarto.
Nos agarramos no corredor mesmo. Ela pulou em meu colo, cruzando as pernas em volta de meu corpo, eu a apoiei na parede enquanto nos beijávamos. Com uma mão passei a acariciá-la e logo descobri que ela estava sem calcinha e já com a bucetinha molhadinha.
Ela teve seu primeiro orgasmo ali no corredor.
Voltamos para o quarto de hospedes, eu queria sentir o seu gosto, e lamber meus dedos só aumentou minha vontade.
Caminhei com ela ainda enlaçada ao meu corpo, acabamos tropeçando e caindo na cama, ao se arrastar tentando se ajeitar melhor na cama ela ficou na posição ideal para que a chupasse, mas ela não deixou nem eu começar, depois ela me disse que sabia que eu a deixaria de pernas bambas novamente e que dessa vez ela queria me retribuir todo o prazer que ela sentiu antes.
Acabei me sentando apoiado na cabeceira da cama enquanto ela se sentou de frente a mim.
Eu ainda não tinha tido a oportunidade de atacar seus seios, mas agora na posição em que estávamos eles não iriam escapar.
Enquanto eu chupava seus seios ela rebolava no meu pau. Era muito estímulo para uma pessoa só, e ela não aguentou e se entregou a uma deliciosa gozada.
Sem dar descanso, com ela ainda no meu colo, no virei iniciando um papai mamãe.
Nessa posição eu tinha total controle da penetração, só não tinha controle sobre aqueles gemidinhos gostosos em meu ouvido. Ouvi-la gemer em meu ouvido me fez perder o controle acelerando meus movimentos. Eu iria gozar a qualquer momento, eu estava me segurando como podia, tentei mudar de posição, mas ela me puxou de volta dizendo que estava quase gozando outra vez.
Se ela demorasse mais 30 segundos eu não teria aguentado. Assim que ela anunciou que estava gozando, eu tirei meu pau de dentro dela, eu não consegui sequer segurá-lo para direcionar os jatos.
O primeiro jato ainda acertou sua bucetinha, os demais se espalharam por sua barriga e seus seios.
Ela ainda me pediu para colocar o pau em sua boca para deixá-lo limpinho e ainda reclamou que queria leitinho na boca.
Fomos tomar banho, cada um em seu banheiro, precisava deixar marcas de normalidade na casa.
Após o banho voltamos para cama, ainda era cedo e dava tempo do segundo tempo.
Dessa vez ela me chupou muito, quase arrancou minha alma pela pica.
Novamente ela quis me cavalgar, e dessa vez ela conseguiu se segurar por mais tempo, me cavalgando de frente e de costas.
Adorei pegar ela de frango assado, e se não tivesse gozado antes teria gozado ali mesmo, mas eu queria ver aquela bundinha empinada com meu pau dentro novamente.
A visão dela de quatro era linda, não me contive e cai de boca naquele cuzinho perfeito.
A recepção foi calorosa e acreditei que iria rolar um analzinho, mas ela logo cotou meu barato dizendo que no máximo iria rolar um dedinho ali.
Para não estragar o clima não insisti.
Nessa posição ela rebola muito gostoso, se quiser não preciso nem me mexer, é só ficar parado e apreciar o momento enquanto ela faz tudo sozinha.
Dessa vez dei a ela o leitinho na boca que ela tanto queria.
Algumas semanas depois ela prestou o vestibular, como no dia estava com muitas cólicas, não foi bem, mesmo assim ficou na lista de espera. Ela passou na Estadual de Maringá, e praticamente não nos vemos mais, são no máximo duas vezes ao ano, mas em todas sempre damos um jeitinho de escapar e matar a saudade.
No último Natal ela apareceu com um namorado, o rapaz é médico e de família tradicional lá da região.
O relacionamento deles não parece ser tradicional, por mais que ela negue, me pareceu que ele sabia de nós e até deu cobertura para nos encontrarmos.
Em uma viagem que fiz a Maringá fiquei hospedado duas noites no apartamento da Mell, e mesmo tendo as chaves, ele sempre ligava perguntando se podia subir e não dormiu nenhuma noite lá, deixando-a todinha para mim, ela nem se preocupou que eu deixasse as marcas de tapas naquele bumbum lindo.
Ainda sonho em comer aquele cuzinho, não vou desistir tão cedo, as oportunidades ficaram escassas, mas a esperança é a última que morre.