Acordei na manhã de sábado com o sol entrando pela janela. Eu, Jaqueline Vasconcelos, 32 anos, dentista, estava usando uma camisola curta de seda preta que mal cobria a metade das minhas coxas. O tecido fino colava ao meu corpo curvilíneo, marcando meus seios médios siliconados, minha cintura definida e a curva da minha bunda empinada. Meu cabelo loiro ondulado estava solto e bagunçado, e meus olhos verdes ainda estavam pesados de sono.
Desci para a cozinha e encontrei Marina e Gegê já arrumados.
— Vamos ao shopping comprar umas roupas — disse Marina. — Perdi quase tudo no incêndio.
Maurício, sempre prestativo, se ofereceu para ir junto:
— Eu acompanho vocês. Posso ajudar a carregar as coisas.
Os três saíram de casa pouco depois, me deixando sozinha com Henrique.
Não demorou muito e ele desceu. Estava só de bermuda, e era impossível não notar: seu pau estava completamente duro, marcando o tecido de forma absurda. Ele me olhou com aqueles olhos intensos e disse:
— Jaque… acordei assim de novo. Tá doendo.
Eu sabia que não deveria, mas a casa estava vazia. Suspirei e me aproximei. Abaixei a bermuda dele e aquele pauzão de 22 centímetros grossos, cheios de veias saltadas, pulou para fora, latejando.
Me ajoelhei na sala mesmo e segurei ele com as duas mãos. Comecei a masturbar devagar, sentindo a grossura quente pulsar contra minhas palmas. Depois abri a boca e coloquei a cabeça dele dentro, chupando com vontade, descendo o máximo que conseguia enquanto masturbava a base. Henrique gemia baixo, segurando meu cabelo loiro, empurrando devagar.
— Porra, Jaque… sua boca é quente demais… — grunhia ele.
Eu chupei com mais fome, babando bastante, olhando para cima com meus olhos verdes enquanto ele fodia minha boca. Continuei punhetando e chupando até sentir ele tensionar. Henrique gozou forte, enchendo minha boca com jatos grossos e quentes. Engoli parte e o resto escorreu pelos meus lábios e queixo.
Limpei a boca e subi para me arrumar.
Quando Maurício, Gegê e Marina retornaram, Marina foi direto para a piscina, usando um biquíni minúsculo. Henrique e Maurício ficaram conversando na sala e decidiram ir ao mercado comprar bebidas não alcoólicas, refrigerantes e coisas para salada do churrasco.
— Eu vou junto — me ofereci.
No mercado, enquanto escolhíamos as coisas, encontramos Larissa. Ela se aproximou discretamente e falou baixo com Henrique:
— Hoje à noite eu passo aí para te aliviar direitinho, tá?
Senti uma pontada forte de ciúmes no peito. Maurício percebeu e perguntou:
— Quem é aquela mulher?
— Ah… só uma conhecida — desconversou Henrique.
Eu fiquei quieta, mas o ciúme queimava por dentro.
De volta em casa, decidi vestir o vestido preto curtíssimo que tinha comprado no shopping. Ele marcava perfeitamente meus seios siliconados, minha cintura e deixava minhas pernas fortes e a bunda bem à mostra. Quando desci as escadas, os três pararam o que estavam fazendo.
Gegê, Henrique e Maurício ficaram hipnotizados, olhando para mim. O vestido era tão curto que qualquer movimento mostrava mais do que deveria.
Foi quando Marina apareceu, usando um biquíni curto vermelho que mal cobria seus seios firmes e a bunda média.
— Vou aproveitar a piscina à noite — disse ela com um sorriso, olhando diretamente para Maurício.
O ar na casa estava pesado. Eu sentia que as coisas estavam saindo cada vez mais do controle.
O sábado à noite chegou quente e carregado de tensão. Maurício acendeu a churrasqueira e o cheiro de carne na brasa encheu o quintal. A música estava alta, um som eletrônico misturado com funk que Marina havia colocado. O clima era festivo, mas eu sentia uma eletricidade perigosa no ar.
Maurício, tímido como sempre, falava pouco. Ficava virando as carnes, bebendo refrigerante e sorrindo educadamente. Já Marina e Henrique se divertiam bastante: riam alto, dançavam perto um do outro e brincavam sem parar. Gegê, por outro lado, estava mais calado que o normal.
Em determinado momento, notei Gegê se levantando e indo em direção ao banheiro. Algo me incomodou. Fui atrás dele e o encontrei no corredor, encostado na parede.
— Gegê, está tudo bem? Você está muito quieto hoje.
Ele me olhou com aqueles olhos pretos expressivos e suspirou.
— Sinto que estou sozinho aqui, Jaque. Vocês dão mais bola pro Henrique e pra Marina… eu pareço invisível.
Fiquei com pena. Me aproximei e o abracei carinhosamente. Gegê retribuiu o abraço, mas logo suas mãos desceram para minha cintura.
— Jaque… me ajuda? Só uma punheta… por favor — pediu ele baixinho, já esfregando o pau duro contra minha coxa.
Antes que eu pudesse responder, ouvi um barulho. Marina havia passado pelo corredor e viu tudo. Ela sorriu maliciosamente e saiu sem dizer nada.
Pouco depois, Marina aumentou o som e colocou um funk pesado, daqueles bem safados. Ela começou a dançar no meio do quintal.
Marina rebolava com maestria, empinando a bunda média no short curto, descendo até o chão e subindo devagar, rebolando o quadril no ritmo do tamborzão. Os seios firmes balançavam dentro do top justo. Ela dançava sensualmente, olhando para Henrique e depois para Maurício. Seduziu Henrique primeiro, encostando a bunda nele e rebolando, depois se aproximou de Maurício, dançando bem na frente dele, quase roçando o corpo.
Eu observava tudo da varanda. Vi Maurício ficar vermelho, mas o volume na bermuda dele não mentia — ele estava com o pau duro. O ciúme queimou forte no meu peito.
Marina então olhou para mim e sorriu:
— Vem, Jaque! Dança com a gente!
Eu hesitei, mas acabei indo. Coloquei o vestido curto preto que tinha comprado e entrei no meio. Comecei a dançar, rebolando minha bunda empinada, mexendo a cintura definida e deixando meus seios siliconados balançarem no ritmo. Meus movimentos eram mais suaves, porém extremamente sensuais. Eu sabia que estava deixando todos os três com tesão, especialmente Henrique, que não tirava os olhos de mim, o pau marcando a bermuda de forma obscena.
O clima ficou ainda mais pesado. A tensão sexual era palpável.
A dança esquentou rapidamente. O funk pesado pulsava alto no quintal.
Marina dançava colada com Henrique, rebolando a bunda contra ele, descendo até o chão e subindo devagar, roçando o corpo inteiro. Henrique segurava a cintura dela, o volume enorme na bermuda pressionando contra ela.
Eu dancei com Maurício. Ele estava tímido, mas eu me encostei nele, rebolando minha bunda empinada contra seu pau, que endureceu rápido. Maurício segurava minha cintura, respirando pesado no meu pescoço.
Marina então gritou animada:
— Troca!
Eu fui para Henrique. Ele me puxou com mais força, colando meu corpo no dele. Senti claramente seu pauzão de 22cm latejando contra minha barriga enquanto eu rebolava. Ele desceu as mãos até minha bunda por cima do vestido curto, apertando firme. Eu gemi baixinho, excitada.
Depois veio outra troca. Marina foi para Maurício, dançando ainda mais safada, quase cavalgando a coxa dele. Gegê dançou comigo, esfregando seu pau de 19cm em mim enquanto me olhava com desejo.
A dança terminou com todos suados e com tesão evidente.
Eu me aproximei de Maurício, ainda ofegante, e sussurrei no ouvido dele:
— Deixa a churrasqueira com eles. Vem pro quarto comigo agora.
Subimos rápido. Assim que fechei a porta, transamos loucamente.
Tirei o vestido e pulei em cima dele. Maurício me fodeu de quatro com força, segurando meus quadris enquanto metia seus 18cm fundo. Depois me virou de lado, levantou minha perna e meteu com vontade, meus seios balançando. Gozei gemendo alto, apertando ele. Maurício gozou logo depois, enchendo-me com porra quente.
Exausto, ele desceu para olhar a churrasqueira.
Eu fiquei na cama, ainda molhada e excitada. Fechei os olhos e comecei a me masturbar. Meus dedos circulavam o clitóris enquanto eu pensava no pau de Henrique… aqueles 22 centímetros grossos, veiosos, a cabeça grande latejando. Imaginei ele me fodendo forte, abrindo-me inteira. Gozei de novo, mordendo o travesseiro para não gemer alto.
Depois do churrasco, quando todos estavam arrumando as coisas, Henrique se aproximou de mim no corredor, longe dos outros.
— Larissa está chegando daqui a pouco — disse ele baixinho. Pegou minha mão e colocou sobre o pau dele, que já estava semi-duro por cima da bermuda. — Eu sei que você vai ir olhar, não é?
Fiquei atordoada, sem reação. Meu coração disparou, o corpo inteiro esquentou. Puxei a mão rapidamente e saí dali confusa, pernas fracas, a mente girando.
A noite estava quente e silenciosa quando Larissa chegou. Eu não consegui resistir à curiosidade. Depois que todos foram para os quartos, me esgueirei pelo corredor e parei em frente à porta entreaberta do quarto de Henrique.
Larissa estava completamente nua, de quatro na cama. Henrique metia nela com força por trás. Seus 22 centímetros grossos, cheios de veias saltadas, entravam e saíam brilhando da boceta dela. Cada estocada era profunda e violenta, fazendo o corpo de Larissa tremer. O barulho molhado de pele contra pele era alto e obsceno.
— Caralho… que pauzão… me abre toda… — gemia Larissa, empinando a bunda.
Henrique segurava a cintura dela com as mãos grandes e metia sem piedade, o abdômen marcado brilhando de suor. Ele dava tapas fortes na bunda dela, fazendo a pele avermelhar.
— Toma essa rola… safada — grunhia ele, acelerando ainda mais. O pau saía quase inteiro e entrava até o fundo, esticando a boceta dela ao máximo.
Larissa gozou tremendo, gemendo alto, mas Henrique não parou. Ele a virou de lado, levantou uma perna dela e continuou metendo fundo, os seios dela balançando a cada investida. Depois a colocou de frente, abriu bem as pernas dela e enfiou novamente, fodendo com força enquanto olhava nos olhos dela.
Eu assistia tudo hipnotizada, sentindo minha própria boceta latejar. O pau dele era monstruoso, brilhando de tesão e dos fluidos dela.
Quando me afastei do quarto de Henrique, passei pelo banheiro do corredor. A porta estava entreaberta. Congelei ao ver o que acontecia lá dentro.
Marina estava de joelhos, completamente nua, chupando Gegê. Ela segurava o pau de 19 centímetros dele com as duas mãos e descia a boca com vontade, babando bastante, fazendo sons molhados enquanto Gegê segurava o cabelo loiro dela e fodia sua boca devagar.
Fiquei atordoada. Meu corpo inteiro esquentou de excitação e choque. Voltei para o quarto em silêncio, a cabeça girando.
Mal tinha me deitado quando meu celular tocou. Era um funcionário da fazenda onde ficam meus cavalos.
— Doutora Jaqueline, o Zeus não está nada bem. Está com cólica forte e não para quieto. Acho melhor a senhora vir dar uma olhada.
Fiquei preocupada. Zeus era um dos meus cavalos preferidos. Sentei na cama e contei tudo para Maurício, que acordou assustado.
— Amor, eu não posso ir com você agora… tenho uma reunião virtual importante amanhã bem cedo — disse ele, sonolento. — Por que você não chama os meninos para te acompanhar? É perigoso ir sozinha a essa hora.
Eu assenti, ainda atordoada. Maurício me deu um beijo e voltou a dormir rapidamente.
Deitada ao lado dele, não conseguia pegar no sono. Ficava relembrando as palavras de Henrique mais cedo:
“Eu sei que você vai ir olhar, não é?”
Meu corpo ainda estava quente, a mente cheia de imagens proibidas. O pau enorme de Henrique metendo em Larissa, Marina chupando Gegê… e a sensação daquele pau latejando na minha mão e na minha boca dias atrás.
Eu estava completamente perdida.
Ainda era o início da manhã quando ouvi a porta da frente se fechar discretamente. Larissa foi embora antes de Maurício acordar, como sempre fazia. Respirei aliviada.
Desci e encontrei Marina na cozinha, já acordada. Contei a ela sobre o telefonema da fazenda:
— Zeus não está bem. Preciso ir até lá agora. Vou chamar os meninos para irem comigo.
Marina assentiu, preocupada. Chamei Henrique e Gegê, que aceitaram imediatamente. Maurício ainda dormia.
Enquanto eu terminava de me arrumar, ouvi um barulho forte na escada. Corri e vi Marina caída nos últimos degraus, gemendo de dor. Ela havia tropeçado.
Maurício acordou com o barulho e desceu correndo. Sem camisa, só de bermuda, ele se abaixou e ajudou Marina a se levantar, segurando-a pela cintura.
— Calma, devagar… onde dói? — perguntou ele, preocupado, passando a mão nas costas e na perna dela.
Marina fez uma careta, mas sorriu fraco:
— Acho que torci o tornozelo… mas estou bem.
Eu observava tudo. Marina estava usando uma camisola extremamente curta e fina. Quando ela se mexeu, percebi claramente: ela não estava de calcinha. A boceta depilada dava breves aparições conforme ela se movia. Senti uma onda forte de ciúmes.
Puxei Marina para o lado assim que Maurício foi pegar gelo na cozinha.
— Marina, o que você pensa que está fazendo? — falei baixo, mas com raiva. — Você está sem calcinha e dando em cima do meu marido descaradamente!
Marina me olhou, sorriu com aquele ar inocente e provocador, e respondeu:
— Eu? Claro que não, Jaque… foi só um tombo. Você está imaginando coisas.
O sorriso dela me irritou ainda mais.
Me troquei rapidamente. Coloquei uma roupa provocante para ir à fazenda: uma calça legging preta justa que marcava minha bunda empinada e minhas pernas fortes, e um top cropped branco que realçava meus seios siliconados e deixava minha barriga definida à mostra. Meu cabelo loiro ondulado solto.
Henrique e Gegê me esperavam na sala. Os dois me olharam de cima a baixo, sem disfarçar o desejo.
— Vamos? — perguntei.
Os três entramos no carro. No caminho para a fazenda, eu ainda pensava no sorriso cínico de Marina e nas mãos de Maurício cuidando dela.
A tensão dentro de mim só aumentava.
Chegamos à fazenda por volta das 9h. O Zeus estava inquieto no estábulo. Henrique me acompanhou para verificar o cavalo, enquanto Gegê foi explorar as árvores de fruta ao redor da propriedade.
Durante o dia fizemos várias coisas: alimentamos os animais, arrumamos alguns equipamentos e passeamos um pouco a cavalo. Almoçamos juntos na pequena casa da fazenda — arroz, feijão, carne e salada que preparamos ali mesmo. O clima estava leve, mas eu sentia o olhar intenso de Henrique o tempo todo.
No meio da tarde o veterinário chegou. Examinou o Zeus com calma, aplicou medicação e disse que não era nada grave, apenas uma cólica leve. Gegê se ofereceu para levar o veterinário embora na caminhonete da fazenda.
Foi quando uma chuva forte e repentina caiu. O céu escureceu em minutos. Gegê ainda não havia voltado. Henrique e eu corremos para o celeiro grande para nos abrigar.
Passaram-se quase duas horas. A chuva não dava trégua, era torrencial. Estávamos sentados em fardos de feno, molhados, quando Henrique ficou inquieto.
— Jaque… eu fiquei duro de novo — murmurou ele.
Olhei para baixo. A bermuda dele estava esticada ao máximo. Ele abaixou o tecido e aquele pauzão de 22 centímetros saltou para fora, grosso, veioso e completamente ereto.
Eu hesitei, mas acabei cedendo ao desejo. Me ajoelhei na frente dele e segurei o pau com as duas mãos. Comecei a masturbar devagar, sentindo a grossura latejar. Depois abri a boca e coloquei a cabeça grande dentro, chupando com vontade, descendo o máximo que conseguia enquanto masturbava a base. Babava bastante, fazendo sons molhados e obscenos.
Henrique gemia, segurando meu cabelo loiro.
Ele me levantou, tirou meu top e chupou meus seios siliconados com fome, mordendo os mamilos enquanto enfiava a mão dentro da minha calça e me masturbava. Seus dedos grossos entravam na minha boceta molhada, fazendo barulhos úmidos.
— Eu sinto que você quer mais… — sussurrou ele no meu ouvido. — Você quer esse pau todo dentro de você, não quer?
Eu estava receosa, tremendo. Sabia que era errado. Mas o tesão falou mais alto.
— Só… vai devagar… — pedi, com a voz fraca.
Henrique me deitou sobre um fardo de feno, tirou minha calça e abriu minhas pernas. Posicionou a cabeça grossa na entrada da minha boceta e começou a empurrar devagar.
Eu senti o tamanho. Era muito maior que o de Maurício. Gemi alto quando ele entrou os primeiros centímetros, esticando-me toda.
— Devagar… ai meu Deus… é muito grande… — gemi, cravando as unhas nos braços dele.
Henrique foi paciente, entrando centímetro por centímetro até me preencher completamente. Quando estava todo dentro, parou, me deixando acostumar. A sensação era de estar completamente cheia, quase dolorida, mas extremamente prazerosa.
Depois de alguns minutos eu comecei a rebolar devagar, pedindo mais.
Ele começou a meter. Primeiro devagar, depois com mais força. Me fodeu de frente, segurando minhas pernas abertas. Depois me virou de quatro e meteu fundo, batendo contra minha bunda empinada. O celeiro se enchia dos meus gemidos e do barulho molhado do pauzão entrando e saindo.
— Tá gostando, Jaque? — perguntou ele, metendo mais forte.
— Sim… continua… eu tô gostando… — respondi, quase sem voz.
Ele me fodeu em várias posições: de quatro, de lado, comigo por cima quicando devagar até me acostumar totalmente com o tamanho. Eu gozei duas vezes, tremendo inteira, apertando o pau dele com minha boceta.
A chuva continuava caindo forte lá fora.
Henrique continuou metendo com força dentro de mim. Eu já havia gozado duas vezes: a primeira foi quando ele me fodeu de frente, com minhas pernas abertas — um orgasmo intenso que me fez tremer inteira e apertar o pau dele com força. A segunda foi de quatro, quando ele segurou meus quadris e meteu fundo, batendo contra minha bunda. Eu gozei gritando, sentindo ondas de prazer que quase me fizeram desmaiar.
— Henrique… eu já gozei duas vezes… você é muito grande… — gemi, quase sem voz.
Ele acelerou o ritmo, o pauzão de 22cm entrando e saindo completamente, brilhando com meus fluidos. Depois de alguns minutos ele puxou o pau para fora, me virou de frente e começou a se masturbar rápido sobre mim.
Com um gemido rouco, Henrique gozou. Jatos grossos e quentes de porra voaram sobre meu corpo: acertaram meus seios siliconados, minha barriga, meu pescoço e até parte do meu rosto. Foi muito sêmen, quente e viscoso.
Foi nesse momento que eu vi. No fundo do celeiro, escondido atrás de uma pilha de feno, Gegê observava tudo em silêncio, com a mão dentro da bermuda.
Eu gelei. Henrique percebeu minha reação e olhou para trás. Gegê saiu de onde estava.
— Eu… vou conversar com ele depois — disse Henrique, respirando pesado.
Voltamos para a pequena casa da fazenda. Gegê já estava lá, disfarçando.
— A estrada ficou péssima com a chuva. Tá cheia de lama, o carro não passa de jeito nenhum — disse ele, sério.
Eu peguei o telefone e liguei para Maurício:
— Amor, o Zeus está melhor, mas a estrada está intransitável por causa da chuva forte. Vou ter que ficar aqui até amanhã à noite. Os meninos também vão ficar.
Maurício entendeu:
— Tudo bem, amor. Toma cuidado e me avisa qualquer coisa.
Antes de desligar, ouvi a voz de Marina ao fundo:
— Deixa eu falar com ela!
Maurício passou o telefone. Marina falou com a voz doce:
— Jaque, fica tranquila. Eu vou cuidar muito bem do Maurício pra você, viu? Pode deixar.
Senti um arrepio forte percorrer todo o meu corpo. Uma mistura de raiva, ciúme e excitação me invadiu.
Desliguei o telefone e fiquei olhando para a parede, o corpo ainda marcado com a porra de Henrique e a mente cheia de imagens proibidas.
A noite ia ser longa.