Deixaram a raposa tomar conta do galinheiro

Um conto erótico de lobomal
Categoria: Heterossexual
Contém 2393 palavras
Data: 14/05/2026 09:20:10

Olá, meu nome é Carlos (nome fictício), vou contar pra vocês sobre o dia que cometeram o erro de deixar a raposa tomando conta do galinheiro. Perto de onde eu moro tem uma dessas mercearias/lanchonetes familiares, falo assim pois era uma mercearia ao mesmo tempo que era uma lanchonete. Quem tocava o negócio era um casal de idosos muito simpáticos, ambos na casa dos 60 anos, chamados seu João e dona Rosinha. Seu João tocava e administrava a mercearia enquanto dona Rosinha fazia os salgados e demais petiscos vendidos na lanchonete.

Seu João era um senhor branco, grisalho, barriguinho, estava sempre com uma camisa de botão, um short jeans e um boné, já dona Rosinha era uma senhora branca, com o corpo com marcas da idade, mas que preservava belas curvas dos seus tempos áureos, ela usava óculos e tinha o cabelo grisalho mais ou menos nos ombros.

Com pouco tempo em que eu estava morando na vizinhança comecei a frequentar o estabelecimento do casal, uma vez que os dois eram muito simpáticos, acabei fazendo amizade com o seu João, sempre que eu estava atoa em casa e não tinha nada melhor pra fazer eu ia até a lanchonete dos dois para fazer um lanche e ficar batendo um papo. Eu e seu João ficávamos jogando cartas e jogando conversa fora.

Um certo dia eu entrei de férias no serviço e comecei a passar ainda mais tempo na lanchonete, passava praticamente o dia inteiro enfiado lá conversando com o seu João e comendo os deliciosos quitudes de dona Rosinha. Em um desses dias seu João me chamou e me disse o seguinte:

- Eu vou ter que viajar durante alguns dias para resolver alguns problemas (não me especificou o motivo) e estou com receio de deixar Rosa sozinha aqui na mercearia porque nos últimos tempos alguns assaltos a comércios andaram acontecendo aqui no bairro. Já que você está de fériase já passa boa parte do tempo aqui, não me faz o favor de ficar com Rosa aqui, realmente não quero deixá-la sozinha.

Respondi de imediato que ele poderia viajar sem preocupação que eu ficaria com sua esposa na mercearia, afinal não seria nenhum sacrifício já que eu já estava passando boa parte do meu dia ali. No final das contas seu João me explicou que ao todo ficaria fora durante cinco dias.

No primeiro dia tudo correu muito bem, combinei com dona Rosinha o horário que ela chegaria e fiquei com ela na mercearia o dia todo, até o horário de fechar. Trocamos poucas palavras, nada além daquela conversa fiada de quando não se tem nada a dizer: "está calor hoje, hein?", "esse tempo não passa de jeito nenhum." e outras coisas do tipo. Confesso que durante todo aquele tempo em que frequentei o estabelecimento desenvolvi mais intimidade com seu João e nunca tinha conversado muito com dona Rosinha.

Ao final do primeiro dia nos despedimos com um abraço, ela subiu para sua casa (moravam no andar de cima da mercearia) e eu fui para a minha. No dia seguinte, cheguei mais uma vez no horário combinado e comecei o "expediente" com dona Rosinha, nesse dia ela parecia estar mais aberta e mais afim de conversa, então estava bem falante. Fomos conversando e desenvolvendo aquela intimidade que nós não havíamos desenvolvido até ali. Eu fazia algumas piadas, ela ria, fofocava das pessoas que passavam em frente a mercearia. Ao final desse segundo dia mais uma vez nos despedimos com um abraço e eu voltei para a minha casa.

No terceiro dia, novamente começamos o expediente, por volta das 15 horas dona Rosinha passa um café e me pergunta se eu aceitava um copo, aceitei pois como bom mineiro, sou fissurado em café. Então ela serviu dois copos, um para mim e outro pra ela, e se sentou comigo na mesa. A partir dali começamos a jogar conversa fora até que ela começou a novamente fofocas sobre as pessoas que passavam em frente a mercearia, foi quando sua vizinha do lado passou e a cumprimentou, assim que a vizinha se afastou ela disse:

- Quem vê nem pensa a barulheira que essa daí faz com o marido de noite, tem madrugada que eles mal me deixam dormir.

- Tá certa dona Rosinha, tem que aproveitar mesmo. Sexo é saúde, faz bem!

- É verdade! Quem me dera o João me pegasse de jeito ainda, eu que já sou velha sinto uma falta danada...

Ela viu minha cara e parou de falar por um instante e depois prosseguiu na tentativa de se explicar.

- Bom, não me entenda mal! João é um marido maravilhoso, não tenho do que reclamar, de verdade... é a idade também, eu entendo! Mas é que ainda tenho tanto fogo, mas eu sei que para os homens é diferente.

Quanto mais ela falava, mais ela piorava a situação, então eu a interrompi e disse:

- Bom, eu entendo dona Rosinha! Mas você pode tentar se satisfazer sozinha, sabe?

- Como assim?

- Você pode se acariciar lá embaixo, sabe?

Ela só me respondeu com um "hmmmmm" e mudou de assunto me perguntando de mim, dizendo que nunca tinha me visto com nenhuma mulher e eu a respondi:

- Pra mim é complicado dona Rosinha, eu gosto de sair com mulheres mais velhas e elas não gostam de sair por aí desfilando com um garotão.

- Que bobagem, não vejo nada demais em uma mulher na casa dos 30 sair com alguém da sua idade.

- Não dona Rosinha, com 30 anos tá nova pra mim ainda. Eu gosto mesmo é das com 50 pra cima.

Ela riu e disse que não acreditava naquilo, eu disse que ela podia sim acreditar, mas o assunto fluiu e passamos a abordar outros tópicos e conversar sobre outras coisas. Ao final do dia nos despedimos com um abraço e mais uma vez eu fui para minha casa. Naquele dia, quando eu cheguei em casa eu fiquei pensando sobre aquele diálogo, que então o seu João era brocha e não dava conta de apagar o fogo de dona Rosinha. Eu nunca a tinha olhado com outros olhos, até por respeito ao seu João, que eu considerava muito, mas aquilo havia alimentado a minha imaginação. Então naquela noite eu entrei no banho e bati uma punheta pensando na dona Rosinha, me imaginando satisfazendo seus desejos libidinosos.

No quarto dia, fui até a mercearia, encontrei dona Rosinha a desejei um bom dia e ela me respondeu de um jeito estranho, não sei o que era, mas não era seu bom dia habitual. Ela passou a manhã toda meio estranha, se esquiavando dos assuntos que eu puxava, meio seca. Eu tentava fazer uma piadinha e ela meio que me cortava, eu de fato não estava entendendo o que estava acontecendo ali.

No horário do almoço quando nos sentamos para almoçar eu a perguntei o que estava acontecendo, o porquê dela estar tão estranha daquele jeito e se eu havia feito algo de errado. Então ela me respondeu que não era nada que eu havia feito e que ela achava que estava se sentindo estranha consigo mesma, meio culpada pela conversa que havíamos tido no dia anterior. Eu propus a ela então que esquecessemos e passassemos uma borracha em tudo aquilo que havíamos dito ontem, ela disse então que por ela borracha passada e que era para nós esquecermos daquilo de vez.

Então nós nos levantamos para selar isso com um abraço, acontece que quando nos abraçamos, foi um abraço diferente, mais apertado, onde eu pude sentir mais o contorno do seu corpo. A partir daquele momento Dona Rosinha se iluminou novamente e voltamos a conversar de maneira alegre e descontraída. Acontece que a partir daquele momento, minha mente também começou a ser povoada por flashs das imagens que eu imaginei na noite anterior enquanto homenageava dona Rosinha no banho, a ponto de em vários momentos não consegui me levantar ou deixaria claro que estava tendo uma ereção.

Entre brincadeiras e conversas jogadas fora, encerramos o expediente do dia e como de costume fomos nos despedir com um abraço, retornei para minha casa onde mais uma vez meus pensamentos me torturavam e aumentavam meu desejo por aquela coroa deliciosa. Para não alimentar esses desejos procurei me distrair com outras coisas e evitar ao máximo me masturbar pensando em Rosinha, no entanto, parecia que nada adiantava, os pensamentos não paravam de me atormentar.

No fim, eu não me masturbei, o que fez com que no dia seguinte eu estivesse subindo pelas paredes. Então, me arrumei para ir até a mercearia no horário combinado, mas chagando lá dona Rosinha não estava, esperei uns 5 minutos e nada. Resolvi chamá-la então e a gritei, mas ela também não respondia. Comecei a ficar preocupado, então abri o portão que estava destrancada subi as escadas que levavam até sua casa, abri a porta da sala então e entrei.

Fui então entrando com calma na casa para também não assustá-la caso estivesse tudo bem. Quando me aproximei dos quartos comecei a ouvir alguns barulhos de gemidos, foi então que me deparei com a seguinte cena, dona Rosinha completamente nua deitada na cama, enfiando o cabo de uma escova de cabelos na buceta, mas o que mais me impressionou eram as palavras que ela gemia.

- Carlos, me come com força! Vai, come a minha buceta!

Dona Rosinha estava se masturbando enquanto chamava meu nome, aproveitei então que ela não havia me visto, desci devagar sem chamar atenção e fiquei lá em baixo a esperando. Me encostei em um carro que estava estacionado em frente a mercearia e daqui uns 10 minutos ela desceu, sorriu e me deu um bom dia.

- Tá tudo bem dona Rosinha? a senhora demorou a descer hoje, aconteceu alguma coisa? Fiquei preocupado.

- Não meu filho, tive que resolver uma coisinha antes de descer, coisa boba.

Seguimos o dia normalmente a partir dali, mas agora eu tinha a certeza que iria tirar tudo aquilo que havia fantasiado do papel. Ela ficou conversando comigo até que o seguinte aconteceu.

- E você, tá de olho em alguma senhora por aí?

- Tô sim.

- E quem é? Eu conheço?

- Conhece sim.

- Hmmmm é aqui da vizinhança.

- Sim.

- Me conta quem é.

- Não vou contar não

- Ainda acho que você só está brincando comigo, não gosta de velha coisa nenhuma.

- Pode ter certeza que gosto, mas por que essa pergunta agora?

Nesse momento ela corou e disse:

- Fiquei curiosa, só isso.

Ela estava atrás do balcão da lanchonete, fui até ela e derrubei uma caneta para ter uma desculpa para me abaixar, Rosinha estava de vestido, levantei a saia do seu vestido e abaixei sua calcinha, por fim disse pra ela:

- Vou te provar o que eu gosto.

Então comecei a chupá-la ali, abaixado atrás do balcão, ela então começou a dar leves gemidos e me pediu para que parasse durante um instante para que ela fechasse a mercearia. Parei de chupá-la por um momento e ela correu e abaixou a porta da mercearia, acendeu as luzes e eu coloquei ela sentada em cima de uma mesa com as pernas abertas para que eu pudesse voltar a chupar aquela bucetinha.

Enquanto eu a chupava, ela acariciava meu cabelo e dizia em uma voz abafada enquanto gemia:

- Você Carlos, me chupa gostoso. Me tira dessa seca terrível, faz eu me sentir mulher de novo.

Não demorou muito e ela gozou na minha boca, me deixando sentir o seu sabor irresistível. Na posição em que ela estava agora eu retirei o seu vestido, deixando-a completamente nua, arrumei minhas calças deixando a mostra meu pau completamente ereto e comecei a pincelar sua buceta com meu pau, depois de umas três pinceladas ela me disse: "Me come logo, pelo amor de Deus!". Diante desse pedido a penetrei e comecei a bombar em sua buceta.

Ela começou a me dizer que desde aquele papo sobre sexo que tivemos que ela me desejava e se masturbava pensando em mim todas as noites desde então. Disse que seguiu meu conselho de tentar se satisfazer sozinha, mas não importava o quanto tentasse pensar no seu João na hora, ela só conseguia pensar em mim.

Disse a ela que também estava desejando ela desde aquele papo, que havia me masturbado imaginando aquele momento, que ficava de pau duro várias vezes na mercearia. Comecei então a beijar seu pescoço enquanto metia nela e depois desci mais um pouco e passei a chupar o seu seio, foi uma delícia. Logo me dei conta de uma coisa, não havia beijado aquela boca ainda, então parei de chupar seu peito e a beijei intensamente enquanto metia nela. Foi um dos beijos mais intensos e demorados que eu já dei na minha vida, a sensação foi de que ficamos nos beijando por horas.

Trocamos de posição, me deitei no chão da mercearia e pedi que ela cavalgasse por cima de mim, e assim ela fez, ela gozou dizendo que não queria saber mais do brocha do marido dela que dali em diante eu seria o seu homem. Disse a ela que ela podia ter gozado, mas eu não havia gozado ainda e uma mulher tinha que satisfazer seu homem.

Troquei ela de posição mais uma vez, a coloquei de costas para mim e comecei a meter nela nessa posição, enquanto dava leves mordiscadas na sua orelha e dedilhado seu clitóris, e foi nessa posição que ela gozou pela terceira vez e que eu gozei pela primeira vez dentro dela. Ficamos trocando carícias e beijos ali mesmo, deitados no chão, após aquela transa alucinante. Depois de algum tempo ela nos levantamos, nos vestimos e reabrimos a mercearia, pois estava apenas na metade do dia. A partir dali eu passei o dia bolinando ela, quando a mercearia estava vazia.

Naquele dia, ao invés de nos despedirmos e ir embora, eu subi com ela para a sua casa e lá nós continuamos a transar, saí da casa dela por volta das 3 da manhã, teria ficado mais, mas seu João chegaria bem cedo pela manhã e nós não queríamos ser pegos. Por fim, me despedi dela a distância pois se chegasse muito perto nós recomeçariamos a transar.

O mais difícil foram os dias que se seguiram, pois queríamos muito transar novamente, mas o seu João voltou e sempre estava presente, sempre que eu ia até a mercearia, depois daquele dia, ficava uma tensão sexual no ar.

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