Meu marido me deu um negão de presente

Um conto erótico de Casal Maravilhoso
Categoria: Heterossexual
Contém 648 palavras
Data: 14/05/2026 05:14:09

Sempre percebi que havia algo diferente no olhar de Marcelo quando outros homens me observavam. Não era ciúme. Era interesse. Curiosidade. Um brilho silencioso que aparecia principalmente quando eu usava vestidos mais justos ou percebia algum estranho olhando em minhas curvas.

Casados há quase vinte anos, os dois levavam uma vida tranquila no interior de São Paulo. Marcelo, aos 49, era discreto, trabalhador, reservado. Já eu, aos 43, ainda gostava da sensação de ser desejada. E, com o tempo, aquela tensão escondida entre nós dois acabou ganhando espaço dentro do casamento.

Tudo começou numa noite quente de sexta-feira.

Havíamos ido a um bar na cidade vizinha, um lugar mais movimentado, onde ninguém nos conhecia. Escolhi um vestido vermelho curto e um conjunto de renda fio dental branco, que a fazia me sentir perigosamente viva. Marcelo percebeu imediatamente.

— Você se arrumou para provocar hoje — comentou baixinho enquanto dirigia.

Sorri sem negar.

No bar, os olhares vieram rápido. Sentia cada um deles como pequenas faíscas percorrendo minha pele. E Marcelo observava tudo em silêncio, bebendo devagar, claramente excitado pela atenção que eu despertava.

Foi perto do balcão que eu notei um homem alto, forte, negro, sorriso tranquilo e olhar seguro demais para ser inocente. Ele trocou algumas palavras com Marcelo primeiro. Conversa casual. Futebol, bebida, cidade. Depois os olhos dele passaram para mim.

E ficamos ali.

O clima mudou sem precisar de explicação.

Horas depois, já dentro do carro, Marcelo dirigia em silêncio pela estrada escura enquanto eu sentia o coração bater rápido demais.

— Você percebeu como ele olhava para você? — Marcelo perguntou.

— Percebi.

— E gostou.

Demorei alguns segundos antes de responder:

— Talvez.

Marcelo apertou o volante.

— Eu gostei também.

O motel surgiu à margem da rodovia iluminado por néons vermelhos e discretos. O tipo de lugar onde ninguém fazia perguntas. Senti um arrepio quando o carro entrou na garagem reservada.

Lá dentro, o quarto tinha luz baixa, cheiro de perfume barato e lençóis impecavelmente brancos. O silêncio parecia carregar eletricidade.

Quando o outro homem chegou alguns minutos depois, percebi que não havia mais volta para aquela noite.

O que mais a excitava não era apenas o desejo bruto no ambiente. Era Marcelo observando. O olhar fixo em mim enquanto outro homem passava as mãos em meu corpo e beijava cada parte dele. Finalmente estávamos revelando um lado escondido de nós dois.

Sentia vergonha e tesão misturados numa intensidade quase sufocante. Cada toque parecia proibido justamente porque Marcelo estava ali, vendo tudo, respirando mais pesado a cada instante.

Em certos momentos, eu olhava para ele e percebia algo quase hipnótico na expressão — não de perda, mas de fascínio. Como se assistir à esposa se libertando e sendo possuída por um homem negro e forte, despertasse nele algo antigo, secreto, impossível de confessar até então.

Me entregava cada vez mais àquela sensação de exibicionismo, ao calor do quarto fechado, aos espelhos refletindo corpos e desejos que jamais imaginei viver. O barulho da pica do negão entrando em minha buceta e os gemidos que eu fazia, ecoavam no silêncio do quarto.

Quando a madrugada começou a clarear pelas frestas da cortina, eu permanecia deitada em silêncio, nua, acabada, abraçada ao homem que me deflorou toda, enquanto Marcelo acariciava lentamente minha perna, sentado à beira da cama.

Antes de irmos embora, fomos os três tomar um banho, onde novamente aquele negão me fudeu intensamente, com a água caindo sobre nossos corpos nus, enquanto Marcelo observava batendo punheta. Senti a explosão dentro de mim em uma gozada alucinante do homem maravilhoso que estava me possuindo. Marcelo se aproximou e também gozou em mim.

Nos despedimos e cada um seguiu seu caminho. Na volta para casa não acreditava na noite maravilhosa que passei.

Não sabíamos exatamente o que aquilo significava para o casamento.

Mas sabíamos que, depois daquela noite no motel, jamais voltaríamos a ser apenas marido e mulher vivendo uma rotina comum no interior.

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