Dóris deitou na cama e deslizou a mão pela calça, começando a se masturbar lentamente enquanto pensava no namorado. Um arrepio percorreu seu corpo, e a excitação aumentou. Então correu para debaixo da cama, pegou um pequeno chicote e voltou para o centro do colchão. baixou as calças, enfiou os dedos na calcinha com uma mão e segurou firme o chicote com a outra. Primeiro, fez alguns golpes leves nas pernas, explorando a pele. Aos poucos, os estalos do chicote ficaram mais fortes contra as coxas, acompanhando o ritmo frenético de seus dedos. Cada golpe fazia seu corpo tremer de prazer e dor misturados, a respiração ficando ofegante.
Dóris abriu a boca gemendo, os dedos acelerando o clitóris, aumentando o ritmo do chicote em suas enormes coxas.
De repente a porta se abriu do nada e Bernardo deu de cara com uma enorme buceta cabeluda em sua frente que fez ele ficar sem reação.
Dóris gritou de susto, se cobriu toda com as cobertas.
— O que tu quer? Não vê que tá atrapalhando meu sono? — reclamou, ainda com a adrenalina do momento percorrendo a pele.
— A mãe saiu, tô com fome. Ela disse pra preparar o almoço… já é quase meio-dia.
— Já tô indo… e ver se bater na porta antes de entrar no meu quarto.. — disse Dóris, tentando recuperar a compostura, mas o calor entre as pernas, tentando fingir normalidade.
Dóris desceu para a cozinha ainda meio irritada. Bernardo estava sentado à mesa, beliscando um biscoito enquanto observava a irmã mexer na panela, ainda com a imagem recente em sua mente.
— Não sabia que tu ainda se masturbava. Afinal, você tem namorado.
— O que uma coisa tem a ver com a outra? Sexo é diferente de masturbação.
— Qual a diferença? — disse ele, curioso.
— Ora, sexo é com dois; masturbação é só você... Ah, Bernardo, não vem fingir inocência. Tu sabe muito bem disso. Não vai dizer que não aprendeu nada com aqueles livros de sacanagem que você tem no quarto. Tu pensa que eu não vi aqueles livros obscenos que tu guarda debaixo da cama? Aposto que tu sabe muito mais de putaria do que eu.
Dóris preparou o café e serviu o café para o irmão. Bernardo ainda tinha uma pulga atrás da orelha, algo que te incomodava deste ontem.
— Dóris, posso fazer uma pergunta?
— O que é?
— Como é levar chicotada na bunda? Dói? O que tu sente? É tipo um fetiche que tu tem? É uma mistura de dor e tesão?
— Por que tá tão curioso? — ela retrucou, sem paciência.
— Ah, curiosidade, só isso.
Ela suspirou, balançando a cabeça.
— Tu anda muito curioso. Beleza, eu conto. No começo doía pra caralho. Mas depois… comecei a gozar com as chicotadas. É uma sensação diferente, sabe? Ser dominada por alguém que você ama é muito excitante. O Nicolau manda muito bem como dominador.
— Hum… me conta como foi na última vez.
— Ele me dominou como sempre. Me amarrou, puxou a calça e deu um beijinho na minha bundinha... Depois pegou o chicote e começou a me chicotear devagar. Lá estava eu, deitada na cama, toda amarrada, bunda empinada, sentindo cada golpe atravessar minha pele. Aí ele acelerou, chicoteando com força, tão intenso que parecia que meu pai estivesse me batendo com cinto. Só que não era meu pai, nem o cinto dele... era o Nicolau, com aquele chicote imenso de dominação, me levando ao limite. Não sei explicar direito a sensação, só sentindo pra entender... o misto de dor e tesão me consumia por completo.
— Hum... posso ver como ficou?
Dóris caminha na direção dele, abriu o ziper da calça, se virou de costa e puxou a calça para baixo mostrando a bunda para o irmão, exibindo as nádegas ainda vermelhas e marcadas das chicotadas.
Bernardo aproximou o rosto, nervoso, o olhar curioso preso à curva perfeita das nádegas dela. Estendeu o dedo e passou de leve sobre a pele, sentindo a textura ardente e ainda dolorida.
— Nossa... realmente, seu namorado não pegou leve. Dói quando encosta? — perguntou, deslizando o dedo suavemente sobre a carne ainda quente.
— Um pouco... — Dóris suspirou, arqueando as costas levemente para mostrar melhor a bunda. — Principalmente quando eu sento. Fica dolorido, mas depois passa.
Ela se inclinou um pouco, permitindo que ele percebesse cada marca, cada linha vermelha deixada pelo chicote. Bernardo continuou a explorar com a ponta dos dedos, percorrendo lentamente a pele sensível da irmã, enquanto Dóris mordia o lábio, tentando conter os gemidos que ameaçavam escapar, pois ainda sentia a bunda dolorida pelas chicotadas.
Bernardo pois as duas mãos, sentindo aquela enorme nadega em sua mão, e pois apalpar, apertando com força. Dóris gritou, pulando para frente a vestir a calça.
— Ai... vai com calma. Não estou 100% recuperada da última sessão de chicotadas.
— Desculpa... eu não entendo isso. Eu já odeio levar chinelada da mãe... imagina levar chicotada.
— Você não entende as coisas boas da vida. Por isso continua virgem e bate punheta direto.
— Muito melhor bater uma do que dar a bunda toda esfolada por chicote. Realmente não entendo isso.
— Melhor não entender, vai por mim. Depois que começa a sentir gosto por isso, é como um vício, difícil de parar.
* * *
— Aaaaa... Ni... Nicolau... aaaaaah...
— Psiu, cala a boca! Cadela não fala.
Nicolau abriu bem a mão e continuou a dar palmadas na bunda de Dóris. Ela estava com a bunda nua, empinada pra cima, deitada no colo do namorado enquanto sentia aquela palmada forte queimando a nádega dolorida.
— Hoje você foi muito desobediente, merece uma boa palmada.
Dóris arqueou o corpo, mordendo o lábio pra não gritar. O prazer misturado com a dor fazia ela perder o controle, lambendo os lábios enquanto sentia Nicolau apertar e puxar seus cabelos.
— Mais... me bate mais... eu gosto de leva uma boa palmada!
Nicolau encheu a mão com força deu mais uma palmada que vez o estalo ecoar no quarto todo. Quase ela cair no chão por causa do tapa.
Ela se levantou com a marca da mão na nádega, ainda ardendo. Nicolau a puxou de volta e deu uma mordida na bunda dela, deixando a marca dos dentes.
— Tem a bunda mais linda de todas — disse ele, dando outra palmada firme.
Ele se levantou da cadeira e pegou uma algema.
— Mãos pra frente — ordenou.
Dóris obedeceu, excitada, mordendo os lábios. Ele a algemou com firmeza e passou uma corda entre as algemas, erguendo os braços dela pra cima. Amarrando no gancho preso no teto, puxou até ela ficar em pé, com os braços esticados e sem chance de se mexer.
Nicolau se aproximou, puxando o restante do vestido até revelar os seios grandes e empinados dela. Sem aviso, apertou os seios com força, fazendo Dóris soltar um gemido. Em seguida, puxou os mamilos com os dedos, girando e esticando devagar.
— Aaaaiii... Nicolau... meus mamilos são sensíveis...
— Psiu! Já falei pra calar a boca. Não é permitido falar. Já viu cadela falar? E só por causa dessa desobediência... — ele puxou os mamilos ainda mais forte, fazendo ela estremecer de dor.
Dessa vez, ele puxou o mamilo dela com mais força, fazendo-a gemer alto. Em seguida, levou a boca até a aréola rosada, sugando e lambendo os mamilos com vontade, alternando entre mordidas suaves e lambidas.
Depois de se divertir com os seios, puxou o restante da roupa e a despiu por completo. Passou os dedos pelos próprios lábios e então desceu até a intimidade de Dóris. Ao tocá-la, sentiu o calor e a umidade que já escorriam. Começou a estimulá-la com os dedos, massageando o clitóris com precisão. Dóris abriu um sorriso malicioso, mordendo os lábios, enquanto contorcia as pernas, arfando de prazer. Nicolau continuou até que ela se derretesse em um gemido intenso, gozado na mão dele.
Sem dizer nada, ele retirou os dedos molhados e os levou à boca dela, fazendo-a lamber tudo, um por um, devagar, com gosto. Em seguida, puxou-a pelo queixo e a beijou fundo, enfiando a língua em sua boca com selvageria.
Ele caminhou até uma pequena mesinha no quarto, onde estavam espalhados vários tipos de ferramentas e brinquedos. Dóris, um pouco nervosa, observava tudo com os olhos arregalados. Algumas daquelas coisas a deixavam com um certo medo.
— Nicolau... o que vai fazer agora?
— Psiu... — ele respondeu, sem olhar pra ela.
Nicolau pegou um objeto grande e pontudo. Dóris prendeu a respiração, tensa, mas logo soltou o ar aliviada quando o devolveu à mesa. Em seguida, voltou-se pra ela com outro item na mão.
— O que é isso, Nicolau? O que você tá segurando?
— Já falei mil vezes pra calar a boca. — Ele se aproximou com um olhar travesso. — O que eu tenho aqui é uma agulha... pra costurar sua boca, pois tu falar muito... — Fez uma pausa dramática e depois riu. — Tô brincando. É só um vibrador.
— Ufa... por um momento eu acreditei! — disse ela rindo, mesmo ainda um pouco tensa. — Onde você conseguiu isso?
— Não faça perguntas. Psiu.
Sem dizer mais nada, ele posicionou o vibrador entre as pernas dela e ligou o aparelho. Ela sentiu o vibrador vibrar a buceta.
— Aaaaaaaah... huuummmm... isso... continua... amor...
Ele colocou os dedos na boca dela, forçando-a a chupá-los. Enquanto isso, continuava a estimulá-la com o vibrador, mantendo-a calada do jeito que queria. Ela gemia baixinho enquanto chupava os dedos dele, os olhos revirando de prazer. Aquilo durou tempo suficiente para fazê-la gozar novamente, tremendo toda.
— Merda...
— O que foi, Nicolau? — perguntou ela, ofegante.
— Tô atrasado.
— Atrasado pra quê?
— Tenho um compromisso. Infelizmente a brincadeira vai ter que acabar por hoje.
Ele a soltou das algemas e ela começou a se vestir, ainda um pouco zonza do prazer.
— Que compromisso é esse?
— Assunto de família.
Sem dar mais detalhes, Nicolau levou a namorada até a casa dela.